My Angels
41 Capítulo XLI - Que p**** é essa?
Notas iniciais
CARA to aqui rindo muito, o nome do capítulo, nao fui eu que coloquei o "****" no "porra" foi o nyah msm UHSAUHSUAHSUS Enfim, não vou mudar ¬¬
My Angels
Capítulo XLI — Que porra é essa?
Key’s POV
Sabe, eu vou começar esse capítulo como nos dramas, dizendo: “Um ano depois”. Sim, gente, um ano se passou e eu ainda estou com Jonghyun, incrível não? E tem mais coisas que vocês ainda não sabem, mas eu vou com calma, ok?
Entrei no apartamento, deixando mais uma caixa no chão, suspirando aliviado, mudança não era coisa fácil. Se eu tinha me mudado? Ah, sim. Se o Appa e companhia vieram juntos? Não. Apenas eu e Jonghyun. NÃO É UM MÁXIMO? Cara, eu to tipo MUITO empolgado. Mas deixa eu contar como isso aconteceu...
–
Estávamos na sala de jantar, todos comiam as apetitosas comidas que tinha na mesa, quando eu, de repente, resolvi soltar a bomba.
– Eu e Jonghyun vamos morar juntos, e sozinhos.
O que se viu a seguir foi gente se afogando, cuspindo suco, e depois disso uma série de “não” “não mesmo”. Ah, quanto escândalo pra algo tão simples.
– Já decidimos. Poxa, a nossa relação não avança desse jeito, e fora que já estamos namorando há um ano. Eu vou começar a faculdade agora, e Jonghyun também, isto é, se ele passar, mas mesmo assim, vamos para um apartamento, eu até já vi o local.
Era um lindo apartamento, meu pai era rico, não teria problema em dá-lo para mim, o problema era ele deixar.
– A gente conversou sobre isso? – Jonghyun indagou confuso. É, eu não tinha falado nada disso com ele, mas também, desde quando aquela mula decide alguma coisa?
– Não, mas uma vez você me disse que ficaria sempre ao meu lado, ou seja, se eu me mudar você vai atrás. – disse eu, like a boss. Ele piscou os olhinhos, pendendo a cabeça para o lado, certamente pensando “Isso faz sentido ou não?”.
– Vocês estão loucos, nunca vai dar certo. – meu pai riu irônico. – Até porque eu não vou deixar.
– Appa! Por favor, a gente precisa disso pra amadurecer, vai... Se você não deixar eu fujo!
Yuri só conseguiu rir no meio disso tudo, enquanto Yoogeun olhava confuso com aqueles olhos gigantes.
– Deixe-os, será engraçado ver como eles vão se virar. – e ela pausou para rir. Ta nos subestimando? Eu só não fiquei brabo porque ela estava do nosso lado. – Deixa, se não der certo eles voltam.
E bem, vocês já imaginam a resposta do meu apaixonado Appa, não é?
–
E aqui estou eu, com meu pai falando o que eu devo e não devo fazer.
– Pai, eu não sou mais criança. – tentei me defender, mas quem disse que ele parou? Só piorou.
Enquanto isso, Yuri e Jonghyun se despediam de forma calma e pacifica, ela sorrindo e alertando ele de poucas coisas, dizendo o quando ia sentir saudades, e Yoogeun chorava muito.
Deixei meu pai totalmente no vácuo e fui até os três, com peninha de Yoogeun.
– Por que esse menininho está chorando, ein? – eu disse apertando suas bochechas de forma leve. – Coisinha fofa.
– É que eu não quero ficar longe do hyung. – ele mexia nas próprias mãozinhas, olhando para elas, enquanto as lágrimas escorriam.
– Mas você não vai, poderá nos visitar quando quiser, Yoogeun!
– Mas não vai ser mais como antes. – aquela criança era mesmo esperta, mas não mais que eu.
– Claro que não, vai ser ainda melhor, você não vai ter mais o chato do Jonghyun te atormentando o tempo todo quando você tentar correr. Ai quando senti saudades da chatice dele, é só vir visitar.
Yoogeun começou a rir, secando as lágrimas.
– Coitado é de mim, que vou ter que aturá-lo sozinho. – eu disse e me virei, encarando Jonghyun que tinha um beiço enorme. – É brincadeira, amor.
Ele sorriu, e depois beijou a bochecha de Yoogeun, prometendo ir visitá-lo também.
– Muito bom, agora todos já podem sair da MINHA casa, que eu preciso arrumá-la, não suporto essa bagunça. Vão, vão, que quando tiver tudo ajeitadinho eu convido vocês para comer aqui.
Eles riram, e se encaminharam até a porta, se despedindo novamente e finalmente saindo. Suspirei. Agora era apenas eu e Jonghyun.
Os braços de Jonghyun me envolveram por trás, criando em mim um arrepio, seus lábios tocaram minha bochecha e eu sorri.
– Então quer dizer que agora você... É meu marido? – ele indagou, não pude ver sua expressão, e nem me virei para ele não ver a minha, afinal meu rosto queimava um pouco, certamente corado.
– É?
– É sim. – ele soltou uma risadinha no meu ouvido, estava feliz como eu estava.
– Bem, a gente precisa dar um jeito nisso aqui. – eu falei, olhando para todas aquelas caixas, e claro, mudando de assunto para não me mostrar encabulado. – Faz assim, precisamos comer, vá ao supermercado e compre algumas coisas, alias, já faça uma compra completa pro mês, e deixa que eu arrumo essas coisas, ouviu?
– Mas você não vai precisar de ajuda? – ele indagou saindo de trás de mim.
– Não, agora não. Apenas vá.
Ele afirmou com a cabeça, e eu disse para ele pedir para o mercado trazer as coisas. Alguém naquela casa precisava tirar a carteira de motorista logo.
Enquanto Jonghyun estava no mercado eu consegui tirar a maioria das coisas que tinha na caixa, mas ainda tinha muita coisa para organizar. Contudo eu estava cansado, e resolvi tomar um bom banho, e quando voltei, Jonghyun e as caixas com as compras estavam na sala.
Gente, não acredito que ele conseguiu mesmo fazer isso sozinho. É uma evolução e tanto. Claro, Jonghyun tinha mudado algumas coisas em um ano, mas nada muito reparável.
– Meu amor... Você merece um prêmio. – eu disse sorrindo, abrindo a primeira caixa que tinha na minha frente, e... retiro o que disse.
Fui tirando os “alimentos”, que eram: pizza, chocolate, bolachas, salgadinhos, e todo tipo de besteiras que você imaginar. Fui para outra caixa, ainda tinha uma esperança, mas o susto foi ainda maior, enquanto eu tirava os alimentos. – 15 kg DE TRIGO, JONGHYUN? Você acha que eu vou fazer o que com esse trigo todo? E cadê o arroz, óleo, sal? Não tem nada aqui!
Gente, eu vou me jogar da sacada, por que desse jeito não dá! Não tinha nem meio-dia que estávamos morando juntos, e ele já me aprontava uma dessas.
– E-eu pensei que...
– Pensou? E desde quando você pensa? Aigo! Eu vou fazer você comer barra de chocolate com trigo pro almoço, Jonghyun!
– Desculpa... – ele pediu com um beiço enorme.
E é nesses momentos que a gente começa a sentir as consequências de algo feito com imprudência. É, eu quis morar sozinho com o Jong Pamonha... Agora tenho que aguentar.
–oo0oo-
Naquele dia eu estava muito feliz, pois tinha passado no vestibular de moda da melhor faculdade de Seul. Jonghyun não tinha passado, mas isso não me surpreendia, nem mesmo a ele, que já sabia qual seria o resultado. Por mais esforçado que Jonghyun fosse, ele tinha dificuldades para o estudo.
Mas a notícia boa é que ele começou a trabalhar na empresa do meu pai, que disse que Jonghyun estava indo muito bem. Deve ser pelo fato de meu pai ser muito paciente, e estar explicando tudo direitinho.
Mas enfim, eu iria ser um estilista muito famoso, isso era o que importava... Ta, eu nem comecei a faculdade ainda, mas eu já vejo meu futuro brilhante, problemas?
Naquele domingo, teria um almoço no nosso apartamento, do qual estamos morando há cerca de um mês. Seria Yuri, meu pai, Yoogeun, Taemin, Onew, Minho e Nichkhun. Eu mesmo estava preparando a comida. Tinha acabado de terminar o estrogonofe, quando Jonghyun me abraçou por trás.
– Parabéns, por ter passado.
– Você já disse. Agora me deixe terminar aqui. – eu falei, tentando me livrar dele, mas não foi possível.
– Mas eu não te parabenizei direito ainda.
Jonghyun passou a língua por trás de minha orelha, o que me arrepiou todo.
– Jong... Agora não. – terminei tirar suas mãos de mim, mas perdia as força ao tentar. Como é que eu iria me livrar de algo que eu mesmo queria? Não tinha como. – Eles já vão chegar e Ahh. – soltei um gemido alto, quando Jonghyun segurou meu membro.
– É rapidinho.
– Não, Jong... Eu. – mas ele começou a fazer movimentos com as mãos por cima da minha cueca e eu não conseguia resistir. – Tá bom, rapidinho.
E eu me virei pra ele, pulando em seu colo, ao que ele começou a andar em direção ao quarto, e já ia tirando minha camisa pelo caminho, mesmo que com dificuldade. Ao chegar ele me deixou cair na cama, e tirou sua camisa rapidamente, para voltar pra mim.
E um beijo faminto se iniciou, a sua língua explorava toda minha cavidade, enquanto seus dedos marcavam minha pele. Ele desceu a linha de beijos para o tórax, e foi assim até o umbigo, mas não parou por ai.
Abriu o zíper da minha calça e a tirou, depois a cueca e chegou ao meu membro e quando ele ia abocanhá-lo, o parei.
– Eu faço isso dessa vez. – disse, fazendo ele se deitar na cama. A verdade é que eu ainda não havia feito aquilo em Jonghyun, mesmo mantendo relação sexual com ele há mais de um ano, eu nunca havia feito aquilo. Eu não tinha coragem, achava nojento ou algo do tipo, mas adorava quando ele fazia em mim.
– Você tem certeza? – indagou.
– Sim, se você pode, eu também posso. – eu disse enquanto tirava as calças dele.
– E por que tão de repente?
– Eu gosto de mudar, e agora só geme vai. – sou puto, oi.
Engoli a saliva e me abaixei até chegar ao membro. Coloquei um pouco na boca, apenas para sentir o gosto, e depois fui colocando mais. Aquilo era horrível, dava ânsia quando você colocava demais na boca. Mas os gemidos de Jonghyun me incentivaram a continuar, e ele sempre fez aquilo pra mim, então eu também faria.
Comecei a chupar mais forte, descendo e subindo, olhando para Jonghyun a todo instante, enquanto ele gemia baixinho de olhos fechados. Então ele se sentou, para poder me observar, e eu não consegui mais olhar para ele de tanta vergonha.
– Key, olhe pra mim.
Desgraçado pervertido! Desde quando você é assim?
Mas mesmo assim o obedeci, olhando pra ele, e de como vingança dando uma leve mordida em seu membro, que o fez gemer dolosa e prazerosamente. Fiz tudo ainda mais sensual, olhando bem nos olhos de Jonghyun, chupando forte.
– Key, chega... – ele pediu e eu prontamente parei, aquilo era horrível mesmo.
Jonghyun pegou-me pelos ombros e tacou-me deitado na cama, vindo em seguida, e me penetrando com um dedo. Ele sabia que eu gostava de ser fodido de uma vez, mas mesmo assim insistia em me preparar, dizendo que não queria me machucar.
– Chega, Jong. – eu pedi, e antes que ele reclamasse, tirei seu dedo de dentro de mim, e guiei minha entrada até o seu membro, começando a penetrar.
– E-eu faço isso. – ele disse.
Ficou por cima de mim, com uma mão de cada lado do meu corpo para apoio. Envolvi minhas pernas em sua cintura, e ele me penetrou forte. Aquela dor incomoda, ainda existia, mas era pouco.
Jonghyun começou a estocar dentro de mim, lentamente, quase que me torturando. Capturou meus lábios mais uma vez, enquanto as estocadas ficavam mais fortes. Meu corpo ia pra cima e pra baixo, desarrumando todo o lençol, do qual eu segurava até as pontas dos dedos ficarem branca.
Jonghyun ofegava em cima de mim, e também suava enquanto seus movimentos eram rápidos e precisos. Sua mão foi até meu membro, instigando-o a ficar ainda mais duro, então o prazer era quase insuportável, eu pensei que eu pudesse explodir de tão bom que tudo aquilo era.
Eu vi que estava chegando próximo e me abracei mais forte a Jonghyun, me desmanchando, minhas pernas bambas penderam no ar, e eu não me aguentei mais segurar o pescoço de dele e soltei, fazendo com que meu corpo batesse de costas contra o colchão. Ele deu mais umas estocadas para então gozar.
Naquele momento estávamos suados, se recuperando do recente orgasmo, e nada podia ser pior que a campainha começar a tocar, estávamos esperando visitas afinal.
Droga.
CONTINUA...
Notas finais
Ah, minha Dongsaeng fez um desenho lindo JongKey pra mim, olhem: http://i1223.photobucket.com/albums/dd514/Sandytal1/IMG00226.jpg E reparem nos pezinhos do Jong e nas mãos do Key aysaygsyagsg atrás está escrito: "My Angels will be always in your heart" *---* Lindo, neh? Ela fez pq eu tava triste com o final de My Angels ><
E quem não apareceu ainda, q tal agora no finalzinho? >< /corre
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