Mutações Primeira Temporada
18 18 Irmãs de sangue
Notas iniciais
Estamos saindo de Mystic Fall's.
– Jhon onde estão me levando? Deixa eu sair daqui.
– Eu já falei para você ficar quieta, se não eu vou te matar.
– Não, você não vai fazer isso, porque se não já havia feito. Quem mandou você fazer tudo isso não quer eu morta, quer eu viva.
– Você tem razão Amara, não posso te matar, mais posso te machucar.
Ele estava com um pedaço de pau e me acertou nas minhas pernas, senti muita dor e na hora minhas pernas focou roxa.
– Agora Amara fique com a boca fechada se não isso aqui vai ficar bem desagradável para um de nós dois.
Andamos de carro uns 50 km numa ruinha que parece que ninguém passava por lá a anos. Chegamos na tal casa velho que Jhon disse. Era bem velho mesmo ela estava acabada, havia uma cerca e um portão com um cadeado muito grande, um cara muito forte que estava no lado de fora do portão o abriu e nós entramos. O carro parou.
– Amare-a e traga ela para dentro. Disse Jhon.
Os caras me amaram as mãos muito forte que eu quase não consigo mexe-las, e se eu tentasse mecher doía muito. Eu desci do carro, fiquei calada pois não queria que eles me batiam denovo. Eles me empurraram para dentro da casa. Um dos caras disse:
– Onde eu coloco ela chefe?
– Coloque ela junto com o garoto no quarto. Disse Jhon.
A casa era velha por dentro, não tinha nenhum móvel, estava cherando muito mal. Eles me empurraram para dentro do quarto e eu caí com tudo no chão, porque minhas mãos estão amarradas.
– Amara você aqui? O que você faz aqui?
Eu no chão caída no chão, sentindo dor na testa. Olhei para o lado e não acreditei que ele estava aqui.
– O que você está fazendo aqui?
– Me raptaram. E Vc Amara o que faz aqui?
– Nossa Matheus é uma longa história, eu não consigo fazer nada estou sem magia, e você consegue usar seus poderes?
– Amara, depois que você saiu do hospital, alguns homens invadiram o quanto onde eu estava, aí mataram meus pais jogaram um gás e me prenderam e me trocaram para cá, o gás é tipo uma toxina para quem tem poderes para os que tem mutações genéticas.
– Aí meu Deus, temos que sair daqui hoje a noite, por que amanhã eles vão levar nós para outro lugar que eu não sei onde é.
– Amara eu ouvi falar que eles vão levar a gente para outro país, e eu também não sei onde é.
– Vamos esperar chegar a noite para nós agirmos.
– Olha aqui para sua informação a gente estamos sem poderes e não tem como nós fugimos dele.
– Klaus uma vez me falou que eu sou a mais poderosa deles, por causa dos meus poderes dos meus dons, ele fala mutações, mais enfim eu acho que eu consigo, mais temos que esperar anoitecer.
– Tudo bem, mais não pode passar de hoje. Pois se não conseguimos algo me diz que nos estamos ferrados, então ou é hoje ou nunca.
– Nós vamos fazer isso juntos mais na hora de fugir vamos nos separar e quem conseguir fugir foge e não salva o outro. Beleza.
– Está bem. Combinado.
As horas tanque passar ligeiro pois não quero que demore para mim escapar daqui. Quero reencontrar meus irmãos mais não quero sair daqui. A único jeito de achar eles e indo para lá, que só Deus sabe onde.
– Amara, Amara. Disse Matheus.
– Oi.
– Está acordada. Pois já anoiteceu.
– Estou, nossa acabei dormindo.
– Eu percebi, faça agora. Amara.
Eu me esforcei mais nada aconteceu, tentei denovo, e nada.
– Não dá eu não consigo. Esta difícil agora, sei lá os meus poderes muitas vezes nem precisava se esforçar e agora não tô conseguindo. Matheus nosso plano foi por água abaixo.
– Não Amara você consegue, eu confio em você, eu posso te ajudar.
Ele se levantou e caminhou em minha direção e se sentou ao meu lado.
– Estou aqui, eu a ajudo, me dê sua mão amarradas. Ele rio. Faça agora.
Ela se concentrou e as cordas nesse momento se soltaram.
– Conseguimos, agora como vamos fazer para sair daqui.
– Amara, tem um buraco ali que vai dar em algum lugar mais não sei onde.
– Vamos então Matheus.
Pela aparência Matheus tem uns 10 anos e já está numa fazê igual ou até pior do que a minha.
– Vai você primeiro Matheus.
Matheus passou pelo buraco e quando eu fui passar a porta se abriu.
– Eles estão tentando fugir, pegam eles. Disse Jhon.
– Matheus rápido.
Alguém agarrou meu pé e com o outro dei um chute e ele me soltou. Paramos em outro cômodo da casa. Nem sabemos aonde estamos.
– Onde será que estamos. Matheus precisamos ser rápidos logo acharam a gente.
Uma porta de madeira havia ali perto de um quadro horrível.
– Matheus uma porta.
Corremos até a porta e tentei abrir e nada.
– Está emperrada. Me ajude.
Nós dois puxamos a porta e ela se abriu quando os capangas passaram pelo buraco na parede e pegaram o Matheus e estava a uns cem metro deles.
– Se você fugir ele morre. Um dos caras falou.
– Amara corra, lembra- se do nosso trato. Disse Matheus.
Fiquei pensando no que eu iria fazer, não posso deixar ele morrer. Mais uma morte em minhas mãos não.
– Soltem ele, não vou fugir.
– Amara não faça isso. Corra, se salva.
– Não Matheus, não vou te deixar.
Os caras me capturaram novamente e levaram nós dois para outra sala daquela casa.
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