Mutantes - Interativa

4 Segunda Encontrada


Notas iniciais
- Eu já disse que quase vomito arco-íris quando vejo os reviews de vocês?
- Como eu sou uma pessoa muito boa, postei outro hoje.
Boa leitura!

Pov.Scarlett

Saiu da biblioteca e vou em direção a minha moto. Subo nela, a ligo e vou em direção à pequena floresta que me disseram que avia perto desta cidade. Durante o caminho vou sentindo o vento batendo em meu rosto e sentindo a liberdade que um dia sonhei em ter. Chego à frente da floresta, olho em volta e só vejo a estrada que está sem nem um carro. Coloco a minha moto no chão e sigo até a floresta. Depois de chegar a um ponto que ninguém irá conseguir me ver começo a treinar. Primeiro me transformo em um grande tigre, depois viro um jaguar. Vai passando algumas horas, até que ouço um barulho de galho sendo pisado e me viro bruscamente em direção ao som.

Pov.Circe

Acordo e vejo que May já está acordada, então noto que ela está muito ocupada olhando para a formiga que caminhava pela parede. Então por que não dar um pequeno susto? Levanto-me lentamente e vou até ela, me rastejando para não fazer barulho. Chego atrais dela e rapidamente seguro seus ombros e a puxo para mim, fazendo com que ela fique em meu colo. Por causa do susto May dá um grito e acorda os meninos que dão um salto. Começo a gargalhar enquanto May ficava me dando tapas.

– Sua desgraçada! – exclamou May, pelo canto do olho vejo Daniel começar a gargalhar também e Call se segurava para não começar. – Eu quase morri de susto! – ela parou de me dar tapas e ficou me encarando, de repente o impossível aconteceu. Ela começou a rir de si mesma. No final ficou quatro retardados rindo como se precisassem rir para poder viver.

[...]

Depois de nossa crise do riso, começamos a conversar. May e eu nos conhecemos melhor do que já tínhamos nos conhecido, por exemplo: eu descobri que ela e Call são gêmeos, o que me deu um grande susto, não que eu não saiba que eles são irmãos, é que normalmente gêmeos são pelo menos um pouco parecidos, o que para mim eles não são. Vimos que Daniel não é tão chato ou mal do que aparentava ser, ontem, só estava meio que cheio do governo sempre tentar pega-lo de um jeito novo e diferente.

Ficamos algumas horas conversando e zoando a May por causa do susto, o que a vez jurar que teria sua vingança. Depois de um tempo saímos de lá e fomos para a rodoviária, lá compramos o chocolate matinal da May e meu bolo de cenoura, que está à coisa mais divina do mundo. Quando entramos no ônibus notamos que eram só quatro poltronas por fileira, duas de cada lado. Já ia puxar May para se sentar comigo quando ela se senta do lado de Daniel e fica com um sorriso malicioso para mim e Call, fico um pouco vermelha então abaixo a cabeça e me sento na poltrona do lado da janela. Call se senta e fica me olhando, noto que ele estava tentando ler meus pensamentos então digo:

– Nem ouse ler meus pensamentos.

– Eu não... – ele não sabe o que dizer então se entrega – Desculpe.

– Você ouviu algo? – ele dá um meio sorriso.

– Não. – não consigo notar se ele estava mentindo ou não, então deixo para lá e fico olhando a paisagem.

Ficamos um bom tempo com um silêncio, que me irritou muito. Virei-me para olha-lo e ele continuava a me olhar com um sorrisinho.

– Me diz logo o que você ouviu.

– Eu não ouvi nada! – fico o encarando, passasse alguns segundos e continuo o encarando, sua face começa a ficar um pouco apavorada. Meu deus eu estava olhando para os olhos dele! Fecho os olhos rapidamente e um sentimento de culpa desaba sobre mim.

– Me desculpa. – digo com a voz fraca. Abro os olhos e vejo seus olhos marejados. Não sei o que me deu, mas meio que como um impulso o abraço. Ele corresponde. – Eu não sabia que estava olhando para seus olhos. Desculpa-me. – uma lágrima sai de meus olhos, o que me surpreende, pois quase nunca choro.

– Está tudo bem. – agora ele que está me consolando. – Posso dizer uma coisa? – concordo com a cabeça, ainda o abraçando – Meus olhos são tão feios, para você nem notar que está os olhando? – começo a rir e ele também.

– Não até que são bonitinhos. – digo rindo.

Antes de sair do abraço passo a mão no olho e tiro o vestígio de minha lágrima. Saímos do abraço e noto que ele está com um grande sorriso só que o tirou rapidamente assim que notou que eu o olhava. Ele está escondendo alguma coisa. Ficamos conversando pelo resto da viagem que se passou rapidíssimo pelo meu gosto.

Ao chegarmos à rodoviária, notei que ela ficava longe da cidade. Sentamo-nos em um banco que tinha por ali e começamos a procurar dinheiro para pagarmos algum transporte até a cidade.

– Merda. – ouço May sussurrar ao meu lado.

– O que foi?

– Eu estou sem dinheiro. – ela faz uma pequena pausa – Você tem? – dou uma olhada novamente em minha mochila.

– Nada. – me viro para os meninos – Vocês acharam alguma coisa?

– Eu só trousse o violão. – disse Daniel tristemente.

– Não tenho nada. – Call fala. Levanto-me.

– Bom vamos indo a pé. – todos me olham preguiçosamente.

– Por que a gente não fica, mas um pouco. – Diz Daniel. Sento-me e fico pensando em qual apelido irei dar para Daniel.

– Calleb, por que você não faz “aquilo” agora? Para economizar tempo? – May diz tentando isso para que ninguém que estivesse passando desconfiar de nós.

– Ok. – antes de Call começar, dou um pulo.

– Danny! – todos me olham com duvida – Eu vou chamar o Daniel de Danny. – sento-me.

Pov.Call

Fecho os olhos. Vou andando pela a estrada, tudo passa bastante rápido, até que vejo uma garota com cabelos bem avermelhados, que estava em cores, sentada em uma moto a toda velocidade. Ela para a moto em frente a uma parte da floresta, a deixa ali no gramado e vai à floresta.

Abro os olhos e me levanto o que dá um pequeno susto neles, já que eu estava sentado usando o meu poder.

– Vamos logo, ela está perto daqui.

– Eba! Ela! – gritou Daniel levantando os braços, o que me faz rir. Circe murmura alguma coisa e depois se levanta.

Começamos a andar pelo pequeno caminho, ficamos conversando até eu conseguir localizar a moto. May ao ver a moto sai correndo até lá e é seguida por Circe. É engraçado ver as duas correndo que nem patetas, então começo a correr atrais delas. Daniel ri e começa a me seguir.

Ao chegarmos lá, começamos a andar devagar em direção à floresta, já que não queríamos assustá-la. Quando entro vejo pelo pequeno espaço entre as árvores um jaguar. May sem querer pisa em um galho o que quebra o silêncio do local. Um segundo depois do barulho o jaguar vira a cabeça bruscamente em nossa direção.

– Quem está ai? – Pera... O jaguar que falou isso? O som dá voz era uma mistura: da voz de uma garota com um rosnado. Vou até uma parte que ela possa ver e noto que ela já estava ficando em posição de ataque.

– Nós somos que nem você.

– Provem. – diz ela, sua voz ecoa pela floresta. Junto minhas mão formando um círculo, as giro e depois jogo a bola de energia que se formou em minha mão, em um tronco que estava caído por ali. O que faz começar pegar fogo.

O jaguar começa as se transformar em “humana” de novo, ela até que é bonita, mas só tenho olhos para Circe. Contamos para ela o nosso plano e a proposta que tínhamos para ela, ela pensou um pouco até que aceitou. Combinamos com ela de nos encontrarmos no dia seguinte no centro da cidade, ela não iria com a gente, pois ela só tem uma moto, então preferimos nos encontrarmos amanhã.

O resto do dia fico pensando na conversa que tive com Circe está tarde.

Notas finais
- Como não mostrei ainda os personagens (sem ser a May e o Calleb) irei mostrar de agora em diante:
Circe: http://imgfave.com/view/3077115
Danny: http://1.bp.blogspot.com/-dqfemEGLJqo/URljgAtMkZI/AAAAAAAASEs/VPEw-VDdqaw/s1600/327192_394780023939783_244299615_o.jpg
Scarlett: http://img.oxenti.blog.br/2013/01/ruivas-gostosas-001.jpg
- E para quem não sabe como é um jaguar:http://www.animaldanger.com/images/jaguar.jpg
-Bem que vocês podiam favoritar esta linda história que eu escrevo! Ou melhor! Recomendar (só a dica)! Beijos seus lindos!