Mutações Primeira Temporada
14 14 Alianças
Notas iniciais
– Não pode ser o Klaus. Disse o Damon.
– Por quê Damon? Disse a Elena.
Nesse momento a Liv chegou na sala.
– O que está acontecendo?
– Nada Liv. Falou Damon.
– Damon não seja grosseiro, vou contar a ela o que está acontecendo, ela é de confiança, então a um assassino na minha cola que está matando todos que eu amo, nós achamos que pode ser o Klaus.
– Ajudo vocês, até porque o Klaus ultimamente está muito esquisito.
– Feito. O que faremos agora? Disse Elena.
– Vamos seguir com o plano. Vocês não sabem de nada e eu vou me passar pela minha irmã.
– Como assim? Disse Liv.
– Então, minha irmã foi sequestrada e não sei quem foi, então Klaus quer que eu me passe por ela, eu vou. Vamos continuar com nossos planos.
Todos se deram boa noite e se retiram só ficou eu e Liv.
– Liv, estou indo para o hospital, ver como esta a Mihly. Até por que ouve um acidente com ela e tenho que saber como ela está.
– Está tudo bem Amara, pode ir tranquila vou fazer um feitiço para proteger a casa de assassinos.
– Tchau
– Tchau. Até mais.
Sai da casa de Klaus e a caminho do hospital estive pensando, porque o Klaus quer me prejudicar. O que será que está acontecendo aqui, será que ele está com medo de mim, pois eu sou a única arma que pode mata-lo? que estranho. Chegando no hospital fiquei na recepção aguardando alguém que talvez estivesse ali esperando para ver a Mihly, mais até agora nada, sentei no sofá peguei um revista que estava ao meu lado e comecei a folha-lo, quando me deparei estava numa cela presa, comecei a gritar mas ninguém me ouvia, um garotinho apareceu dentro dessa cela.
– Pare de gritar, assim eu não consigo dormir.
– Garoto aonde eu estou? num momento estava no hospital e no outro eu estou aqui presa, sem saber onde e como cheguei aqui.
– Calma-se eu posso explicar.
– Comece a explicar desde já então.
– Você está aqui por causa de seus dons, você é uma bruxa.
– Sim isso eu já sei. Mais como eu cheguei aqui?
– Eu não sei. A meses eu estou aqui sem saber como cheguei e sem saber como vou sair daqui. Não dá para usar os poderes pois a cada dois dias eles colocam um gás e esse gás é como uma toxina para nossos poderes e ai não podemos usa-lo.
– Nossa, como assim. Socorro, ajude-me por favor.
– Pare de gritar, não adianta ninguém vai te ouvir.
Meu deus como cheguei aqui, não me lembro de mais nada apenas de estar no hospital e de repente acordar aqui nessa prisão.
– Garoto, como é seu nome?
– Matheus, e o seu é como?
– Você pode me chamar de Amara.
– Vai ficar tudo bem, acalme-se.
Dei um grito e acordei assustada com uma mulher me chamando.
– O que aconteceu. Perguntei.
– Não sei não, apenas vi você dormindo aqui e resolvi chama lá.
– Obrigada.
Nesse momento chega um casal desesperados, fui ao encontro deles e a mulher estava falando com a recepcionista.
– Cadê meu filho? Quero vê-lo. Onde ele está?
O homem que estava com ele a abraçava com força e falava para ela se acalmar.
Perguntei.
– Oi, estava ali sentada e escutei você aqui querendo saber o que aconteceu e quis vim acalma-la, ele está bem tenha fé.
Ela me respondeu:
– Como assim, você nem nos conhece? Vai cuidar da sua vida.
Me afastei e a mulher da recepcionista perguntou o nome do filho da moça que estava em prantos.
– O nome dele é Matheus.
Não pode ser, quais as chances de ser o mesmo garoto do meu sonho. preciso ir até o quarto onde ele está, fingi em ir até o bebedouro para escutar o número do quarto do garoto.
– Ele está no quarto 27. Disse a recepcionista.
O casal sai correndo em direção ao quarto. segui eles até e olhei pela janela de vidro do lado de fora e consegui ver o rosto do menino. Não pode ser é ele, o mesmo do meu sonho, será que ele estava tentando se comunicar comigo? como posso saber?
Caminhei até o lugar onde estava, eu estou muito nervosa e não vou conseguir dormir de novo para saber o que aconteceu com aquele menino, passei a mão no meu cabelo, sentei no sofá, levantei e não conseguia ficar parada, meu Deus muita coisa está acontecendo na minha vida muito rápido, e minha vista começou a escurecer e cai.
Acordei na mesma cela e comecei a gritar novamente, e vi que eu havia voltado ao lugar onde eu encontrei o garoto. comecei a chama-lo e ele veio a minha direção.
– O que aconteceu com você Matheus?
– Amara estou com medo. A dias que estou aqui e não sei como sair e voltar para meus pais.
– Matheus me escute, não sei como nós podemos conversar e não como estamos aqui, mais sei que isso não é real é coisa da sua mente pois eu vi você num hospital e seus pais estão desesperados.
– Como assim Amara?
– Não sei, você e eu sei lá estamos numa espece de transe ou coisa parecida. eu falei com você a pouco e voltei para o mundo real e sei lá o que aconteceu comigo e acabei voltando para cá.
– O quê? Você falou que havia falado comigo a pouco, mais não você falou comigo a semanas. Você desmaiou e só foi acordar agora, até porque fiquei esse tempo todo do seu lado cuidando de você.
– Nossa agora eu já não estou entendendo mais nada. Você é um bruxo também?
– Não Amara. Estou assustado comigo mesmo.
– Acalme-se, tentei falar com seus pais mais eles nem ligaram para mim, eles estavam mais preocupados com o que havia acontecido com você. Por falar nisso, a quanto tempo você está aqui?
– A um ano.
– Nossa mais pareceu que você sofreu um acidente e veio agora para o hospital.
– Muito estranho, você me falou que a cada dois dias eles soltam um gás que elimina seus poderes, que poderes você tem?
– Eu tenho o poder da alta comunicação.
– Agora tá explicado. Mesmo você dormindo ou morrendo você pode entrar na mente de outras pessoas e falar com elas por isso que você esta falando comigo. Estou começando a entender.
– Me ajuda a sair daqui, por favor?
– Tá bom mais preciso que você segure em mim eu sou a bruxa mais poderosa de todas pois sou metade bruxa, metade vampira e metade lobisomem. Sou mais forte que tudo e todos, vou fazer uma magia e você não solta de mim.
– Está bem, faça.
Me concentrei e explodi a parede que estava na minha frente. Nisso acordei num quarto e estava parado na minha frente um doutor.
– O que aconteceu comigo?
Ele disse:
– Você desmaiou, estava muito fraca, tensa e não aguentou.
– Preciso sair daqui agora.
– Ainda não. Fique aqui até amanhã cedo.
– Concordei com ele.
Matheus, será que ele está bem?
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