Murmúrio
54 Pós - Finale | Férias
Eu podia sentir o sol infiltrando-se em meus poros, minhas bochechas estavam tão quentes quanto a cadeira em que eu estava deitada de bruços. Um óculos gatinho protegia meus olhos, Diamonds da Rihanna embalava meu cansaço.
- Acho que não viemos até aqui pra você dormir, anjo. — A altura de Patch bloqueava o sol do meu rosto, fiquei muito agradecida por isso.Ele usava uma sunga Calvin Klein preta, o que realçava o seu bronzeado natural. Seu cabelo estava lambido para trás devido seu recente mergulho, assim como as gotas evidentes que pingavam em minhas costas. Eu podia ouvi-las chiar, como uma grelha.- Hmm… — Resmunguei, enquanto estendia meus braços até o início da cadeira. — Estou morta com esse calor.- Que pena — Ele tinha um sorriso perverso nos lábios volumosos. — E eu pensando que eu que tiraria sua energia.Não pude deixar de sorrir, Patch era o rei das piadas quando queria.- Desapontado? — Perguntei, levantando o óculos.- Um pouco. — Ele fez beicinho, o que fez os músculos das minha barriga se contorcerem. — Você está ficando vermelha, Anjo.- Estou com preguiça de passar o protetor. — Confessei. — De novo.- Eu passo. — Patch sussurrou. Ele sabia que aqui me deixaria nervosa e excitada, mas eu fingi ser algo muito normal.Ele pegou o vidro na mesa mais próxima, passou a mão pelos cabelos encharcados e chegou mais perto da minha cadeira.- Posso? — Perguntou como se já não soubesse minha resposta.Acenei com a cabeça e escondi meu rosto entre meus braços flexionados, eu podia sentir a vergonha enrubescendo meu rosto.Patch passou a perna por cima do meu quadril e deixou a outra parada. Ele estava trepado em cima de mim, literalmente, eu senti vontade de soltar uma gargalhada mas continuei imóvel. Ele agitou o frasco, antes de lambuzar as mãos com a loção que tinha cheiro de baunilha.- As pessoas estão olhando, Patch — Murmurei, temendo que ele não escutasse.- E que problema há nisso, anjo? — Ele perguntou, massageando meus músculos tensos. Aquilo era tão bom que não pude deixar de soltar um gemido de prazer. — Você tem que se acostumar, afinal você é minha. Lembra?Não respondi, eu estava vermelha demais, com vergonha demais e além disso estava confortável demais naquela posição. O corpo dele pressionado contra o meu, suas mãos trabalhando gloriosamente nas minhas costas.- Eu amo você — Sussurrei. — Muito.- Eu amo mais, anjo. — Ele respondeu, plantando um beijo nas minhas costas nuas. Ele havia desabotoado a parte de cima do biquíni.- Patch! — Soltei um grito esganiçado. - Shh . — Ele estava mordendo minha orelha, seu corpo estava tão colado no meu que não sabia onde um começava e outro terminava. — Vou buscar um drinque, o que vai querer?- Um daiquiri, com álcool. — Minha voz estava tão abafada que ele soltou uma gargalhada.- Com álcool? — Ele estava tentando segurar o riso. — Essa é minha menina.Com o biquini no lugar, e o copo com a bebida doce e extremamente gelada entre os dedos eu estava me sentindo melhor do que nunca. Patch descansava na espreguiçadeira ao meu lado, de bruços. Aproveitei para dar uma checada: O bumbum avantajado, os músculos bem definidos e ressaltados, o cabelo quase cobrindo os olhos fechados e os lábios exibindo um sorriso vitorioso.- Gosta do que vê? — Ele perguntou, ainda sorrindo.- Pensei que estivesse dormindo. — Retruquei, mordendo a ponta do canudo rosa.- Não me respondeu. — Ele continuou de olhos fechados, mas não parava de sorrir.- E você ainda não me contou o motivo da nossa viagem. — Tomei mais um gole do daiquiri.- Nunca viajamos só nós dois. — Ele começou, sua voz estava rouca e extremamente sexy. — Fico feliz por sua mãe finalmente me aceitar e hoje é meu aniversário.- O que? — Engasguei com o gelo que eu estava rodando na língua. — Aniversário? Por que não me disse nada?- Porque não é importante. — Ele havia mudado de posição.- Claro que é — Sorri, praguejando-me por não saber do aniversário de Patch. — Quantos anos você vai fazer?- Muitos — Foi apenas o que ele disse. - Como é esse negócio de aniversário de anjo? — Perguntei, eu realmente não sabia como funcionava.- Bom, podemos começar a contar do dia que caímos, ou do primeiro dia em que comecei meu trabalho com arcanjo. — Ele soltou um pigarro para melhorar a voz. — Eu escolhi uma data especial.- Entendo. — Mordi o canudo mais uma vez, para conter a vontade de perguntar porquê ele havia escolhido essa data.- Foi o dia em que eu conheci você, anjo. — Ele estava sorrindo. — Posso sentir seu ciúme daqui.Tomei os goles finais, retirei o óculos e deitei ao lado dele. Meu corpo espremendo o seu, exalando o calor de passar horas deitados ao sol. Os lábios de Patch estavam nos meus, eram doces, calmos e amorosos. Como eu podia retribuir tudo aquilo?- Vamos dar um mergulho. — Ele beijou finalmente minha testa, levantando e me puxando pela mão.- Vai na frente, vou pegar mais um drinque e já te encontro. — Sorri. A verdade era que eu não estava tão afim de entrar naquela água fria e ter que lutar contra a correnteza.
Ele não pareceu muito satisfeito, mas apenas me deu as costas e correu até a maré. Eu estava sentada no banco com assento de palha, esperando pela bebida com gosto de bala que eu não sabia pronunciar o nome, quando meus olhos finalmente encontraram Patch na água. Pude distingui-lo facilmente, as costas largas reluzindo ao sol em contraste com o quadril estreito. O cabelo negro brilhava como uma rocha beira — mar, os olhos finalmente alinhados com os meus. Um sorriso arrasador e os braços agitavam algo no ar. Meu Deus. Patch havia retirado a sunga.Soltei uma gargalhada enquanto pressionava os olhos como fendas.- Você é doido? — Eu podia ouvir minha risada ecoando em meus ouvidos. Eu sentia tanta paixão por ele, tanta vontade de rir com ele, correr até lá e fazer o mesmo.” Por você” Ele sussurrou em minha mente.Larguei o copo que tanto esperei e corri em direção a água, meus dedos procurando o fecho, minha boca procurando pela dele.Eu nunca sabia o que esperar dele. Eu podia sentir o sol infiltrando-se em meus poros, minhas bochechas estavam tão quentes quanto a cadeira em que eu estava deitada de bruços. Um óculos gatinho protegia meus olhos, Diamonds da Rihanna embalava meu cansaço.- Acho que não viemos até aqui pra você dormir, anjo. — A altura de Patch bloqueava o sol do meu rosto, fiquei muito agradecida por isso.Ele usava uma sunga Calvin Klein preta, o que realçava o seu bronzeado natural. Seu cabelo estava lambido para trás devido seu recente mergulho, assim como as gotas evidentes que pingavam em minhas costas. Eu podia ouvi-las chiar, como uma grelha.- Hmm… — Resmunguei, enquanto estendia meus braços até o início da cadeira. — Estou morta com esse calor.- Que pena — Ele tinha um sorriso perverso nos lábios volumosos. — E eu pensando que eu que tiraria sua energia.Não pude deixar de sorrir, Patch era o rei das piadas quando queria.- Desapontado? — Perguntei, levantando o óculos.- Um pouco. — Ele fez beicinho, o que fez os músculos das minha barriga se contorcerem. — Você está ficando vermelha, Anjo.- Estou com preguiça de passar o protetor. — Confessei. — De novo.- Eu passo. — Patch sussurrou. Ele sabia que aqui me deixaria nervosa e excitada, mas eu fingi ser algo muito normal.Ele pegou o vidro na mesa mais próxima, passou a mão pelos cabelos encharcados e chegou mais perto da minha cadeira.- Posso? — Perguntou como se já não soubesse minha resposta.Acenei com a cabeça e escondi meu rosto entre meus braços flexionados, eu podia sentir a vergonha enrubescendo meu rosto.Patch passou a perna por cima do meu quadril e deixou a outra parada. Ele estava trepado em cima de mim, literalmente, eu senti vontade de soltar uma gargalhada mas continuei imóvel. Ele agitou o frasco, antes de lambuzar as mãos com a loção que tinha cheiro de baunilha.- As pessoas estão olhando, Patch — Murmurei, temendo que ele não escutasse.- E que problema há nisso, anjo? — Ele perguntou, massageando meus músculos tensos. Aquilo era tão bom que não pude deixar de soltar um gemido de prazer. — Você tem que se acostumar, afinal você é minha. Lembra?Não respondi, eu estava vermelha demais, com vergonha demais e além disso estava confortável demais naquela posição. O corpo dele pressionado contra o meu, suas mãos trabalhando gloriosamente nas minhas costas.- Eu amo você — Sussurrei. — Muito.- Eu amo mais, anjo. — Ele respondeu, plantando um beijo nas minhas costas nuas. Ele havia desabotoado a parte de cima do biquíni.- Patch! — Soltei um grito esganiçado. - Shh . — Ele estava mordendo minha orelha, seu corpo estava tão colado no meu que não sabia onde um começava e outro terminava. — Vou buscar um drinque, o que vai querer?- Um daiquiri, com álcool. — Minha voz estava tão abafada que ele soltou uma gargalhada.- Com álcool? — Ele estava tentando segurar o riso. — Essa é minha menina.Com o biquini no lugar, e o copo com a bebida doce e extremamente gelada entre os dedos eu estava me sentindo melhor do que nunca. Patch descansava na espreguiçadeira ao meu lado, de bruços. Aproveitei para dar uma checada: O bumbum avantajado, os músculos bem definidos e ressaltados, o cabelo quase cobrindo os olhos fechados e os lábios exibindo um sorriso vitorioso.- Gosta do que vê? — Ele perguntou, ainda sorrindo.- Pensei que estivesse dormindo. — Retruquei, mordendo a ponta do canudo rosa.- Não me respondeu. — Ele continuou de olhos fechados, mas não parava de sorrir.- E você ainda não me contou o motivo da nossa viagem. — Tomei mais um gole do daiquiri.- Nunca viajamos só nós dois. — Ele começou, sua voz estava rouca e extremamente sexy. — Fico feliz por sua mãe finalmente me aceitar e hoje é meu aniversário.- O que? — Engasguei com o gelo que eu estava rodando na língua. — Aniversário? Por que não me disse nada?- Porque não é importante. — Ele havia mudado de posição.- Claro que é — Sorri, praguejando-me por não saber do aniversário de Patch. — Quantos anos você vai fazer?- Muitos — Foi apenas o que ele disse. - Como é esse negócio de aniversário de anjo? — Perguntei, eu realmente não sabia como funcionava.- Bom, podemos começar a contar do dia que caímos, ou do primeiro dia em que comecei meu trabalho com arcanjo. — Ele soltou um pigarro para melhorar a voz. — Eu escolhi uma data especial.- Entendo. — Mordi o canudo mais uma vez, para conter a vontade de perguntar porquê ele havia escolhido essa data.- Foi o dia em que eu conheci você, anjo. — Ele estava sorrindo. — Posso sentir seu ciúme daqui.Tomei os goles finais, retirei o óculos e deitei ao lado dele. Meu corpo espremendo o seu, exalando o calor de passar horas deitados ao sol. Os lábios de Patch estavam nos meus, eram doces, calmos e amorosos. Como eu podia retribuir tudo aquilo?- Vamos dar um mergulho. — Ele beijou finalmente minha testa, levantando e me puxando pela mão.- Vai na frente, vou pegar mais um drinque e já te encontro. — Sorri. A verdade era que eu não estava tão afim de entrar naquela água fria e ter que lutar contra a correnteza.Ele não pareceu muito satisfeito, mas apenas me deu as costas e correu até a maré. Eu estava sentada no banco com assento de palha, esperando pela bebida com gosto de bala que eu não sabia pronunciar o nome, quando meus olhos finalmente encontraram Patch na água. Pude distingui-lo facilmente, as costas largas reluzindo ao sol em contraste com o quadril estreito. O cabelo negro brilhava como uma rocha beira — mar, os olhos finalmente alinhados com os meus. Um sorriso arrasador e os braços agitavam algo no ar. Meu Deus. Patch havia retirado a sunga.Soltei uma gargalhada enquanto pressionava os olhos como fendas.- Você é doido? — Eu podia ouvir minha risada ecoando em meus ouvidos. Eu sentia tanta paixão por ele, tanta vontade de rir com ele, correr até lá e fazer o mesmo.” Por você” Ele sussurrou em minha mente.Larguei o copo que tanto esperei e corri em direção a água, meus dedos procurando o fecho, minha boca procurando pela dele.Eu nunca sabia o que esperar dele.
Fale com o autor