Notas iniciais
Eu só to escrevendo pq eu gosto... Mas acho q vou para de postar já que ninguém ler

Lin ficou na frente da sua casa esperando a limusine de Amy. Ela era a única que sabia que a garota era rica. Logo avistou o carro chegando e parando na frente da casa dela. Amy saiu e deu um longo abraço em Lin.

– Oi Amy! Vamos entrar. — elas entraram e foram direto para o quarto de Lin no 1º andar. O quarto da albina era todo verde-água, sua cor preferida, e tinha móveis brancos. A cama de Lin não era normal, era estilo uma cama japonesa, e Amy amava aquela cama, pois Lin tinha vários travesseiros apertáveis. Elas sentaram na cama e Amy logo agarrou seu travesseiro favorito: Um cachorrinho de pelúcia preto com branco.

– Você quer comer alguma coisa Amy?

– Não obrigada. Cade a Gih? — Gih era a irmã mais velha de Lin, que quase nunca estava em casa. Ela trabalhava liderando a empresa dos pais da garota, que haviam morrido ano passado.

– Você ainda pergunta? Ela esta trabalhando, claro. Então você primeiro, o que você queria me contar??

***

Depois de ter chutado todas as questões da prova, Ronam foi comer alguma coisa na cantina. Comprou um lanche e se sentou em uma mesa. Avistou Mari e a chamou.

– E então? Como foi sua prova?

– Você ainda pergunta?! — falou Mari. — Se eu te pedi fila, quer dizer que a situação tava horrível.

– Ei!

– Vou embora, to cansada desse lugar. Esse maldito lugar.

– Vou com você, já que você é minha vizinha.

– Vamos logo então. — os dois foram andando e logo chegaram em suas casas. — Ah, Ronam... Sabia que a Elesis tava paquerando com um boyzinho do 3º ano?? Tchauzinhooo. — Mari entrou e fechou a porta. Ronam ficou com ódio dela por ter falado isso e quase socou a porta. Desde que começou a estudar na escola, Ronam tinha uma queda por Elesis. Ela quase nunca dava bola para ele. Mas... Ronam tinha um plano. Um plano que, para ele, é infalível.

***

Dio estava atrás da Rey tentando ajudá-la, mas ela não deixava e queria ir sozinha. Rey começou a subir as escadas, mas caiu. Por sorte -ou por azar- caiu no colo do Dio. Ela ficou vermelha e saiu de la pulando que nem uma doida. Logo chegaram na enfermaria, mas a enfermeira não estava la. Então ela sentou numa maca e o Dio sentou na cadeira ao lado dela. Depois de um tempo Rey resolveu falar.

– Você devia ir embora. Eu não quero você aqui.

– Mas eu quero ficar. E eu vou ficar, porque você é minha melhor amiga.

– Eu não sou nem sua amiga. Você é só mais uma pessoa para mim. — aquilo doeu no coração do garoto. Ele gostava muito da Rey. Depois de um tempo, com todas as suas forças, Rey resolveu perguntar. — Por que você não me ajudou? Por que me deixou sozinha quando eu mais precisava de você. — ela baixou a cabeça e lágrimas começaram a cair. Dio tocou no cabelo dela, mas ela bateu na mão dele para ele tirar a mão dali. — Vá embora! Agora! Eu não quero te ver nunca mais!!

Dio se levantou triste e saiu.

***

Depois daquela "conversa" que não foi bem uma conversa com Lin, Lupus foi procura-la pela escola para perguntar se a prova foi boa. Mas ele não a achou então se sentou com seu irmão Lass e seu amigo Ryan.

– E ai meninos?

– Oi Lupus. — falou o Lass. E Ryan continuou calado, pensativo.

– O que foi que deu nele? — perguntou Lupus apontando com a cabeça para o Ryan.

– Parece que ele conheceu a Lire, a novata. Desde que saiu da sala ta assim.

– Hum... Cuidado Ryanzinho, isso pode ser amor viu? Lass, vou para casa e compra pizza, deixo algumas fatias para você.

– Ok Lupus. Tchau.

– Tchau irmão, tchau apaixonadinho. — Lupus saiu e foi para casa ainda pensando na garota albina que o fazia sonhar.

***

Azin estava se sentindo muito burro. Ele ia para casa da menina, mas nem sabia onde era! Ela deve ter feito isso de propósito, para fugir da aula. Garota espertinha, mas não mais que eu. Pensou ele. Ele foi na sala da diretora e perguntou a ela onde era a casa. Ela lhe deu a rua e o numero da casa. Ele foi e encontrou. Era uma casa bonita e nova. Ele bateu e logo Holly abriu.

– Que saco! Você veio mesmo!

– Claro que vim. — falou Azin com um sorriso vitorioso. — A gente tinha combinado. Quem você acha que eu sou?

– Você é mais inteligente que eu pensava. Entra ai. — ela deu passagem e ele entrou. A sala era arrumada e toda branca, sem nada fora do lugar. Logo uma mulher veio da cozinha. Ela era loira e tinha olhos verdes.

– Olá querido.

– Mãe, esse é o Azin. Ele que vai me ajudar a estudar.

– Ah, claro. Eu espero que você ajude mesmo minha filha. Ela é meio pestinha.

Meio?! Pensou Azin.

– Eu vou fazer o melhor que eu puder. — falou Azin.

– Vamos lá pro meu quarto? — falou Holly. Ele não tinha notado e ela ja estava na metade da escada. Ela estava sem maquiagem e com uma roupa básica de casa. Nada daquela maquiagem preta nem daquela jaqueta. Só uma garota muito bonita. Azin poderia ter ficado admirando ela o resto do dia, mas a mãe da Holly o acordou.

– Vão estudar e eu vou fazer um lanchinho para vocês.

– Mãe! — repreendeu a filha.

– A Holly diz que eu envergonho ela. É verdade Azin?

– Não, claro que não.

– Ta vendo Holly? Tem gente que gosta de ter mães assim. — Holly mandou um olhar para ele de "por você não ficou quieto?!" E subiu pisando duro. Azin foi atras dela e entrou no mesmo lugar que ela havia entrado. O quarto era muito diferente da garota. Ele era branco e tinha uma parede branca. A cama ficava encostada na parede com um bichinho de pelúcia em cima. Os móveis mudavam de cor: branco e rosa. Azin se perguntou por que uma menina que se maquiava e andava toda de preto na escola teria um quarto desse.

– Gostei do quarto. — falou ele depois de analisar.

– Eu não queria meu quarto assim, e só que...

– Você tem um bichinho de pelúcia! — ele foi pegar na fofa lebre rosa dela, mas ela interferiu pegando o bichinho.

– Ninguém toca na Luli ouviu?! NINGUÉM! — ela apertou a Luli mais um pouco e colocou-a de volta na cama.

– Ok, desculpe. — falou ele. — Vamos começar? Se você não se importa, eu gosto de estudar sentado no chão...

– Tudo bem. Vou pegar o meu livro. — Holly foi até o guarda roupa e começou a puxar o livro da prateleira mais alta, mas como ela era muito baixinha, não via que os outros livros estavam vindo também, então quando ela tirou o livro de Matemática completamente, o de Português ia cair em cima dela, mas Azin conseguiu pegar o livro e os outros que estavam caindo e colocou de volta. Ele deu um sorriso para a garota, que corou.

– Vamos começar? — eles sentaram no chão e Azin começou a explicar umas questões para ela.

***

Arme estava sentada numa mesa no pátio observando o que as pessoas faziam sem nenhum interesse. Logo chegou Elesis e sentou junto dela.

– Acredita que eu tive que jogar futebol?! Pois é! Eu tive! Fiquei com ódio daquela professorinha de meia tigela! Você não vai falar nada não?!

– Não. — falou Arme fria e distante. Continuou a olhar para as pessoas andando com suas vidas chatas e sem graça.

– Eu ainda não sei por que eu sou sua amiga! Humpf.

– Nem eu. — falou Arme. Uma garota loira chegou na mesa e perguntou:

– Posso sentar aqui?

– Não. — falou Elesis sem nem olhar para o rosto da garota. A loira ficou com as orelhas vermelhas de raiva e falou, quase gritando:

– Entenda minha filha, você não manda aqui, então não pode dizer onde eu sento ou não ouviu?! — Elesis olhou para a garota e deu um sorriso de lado.

– Você era quem eu estava procurando. Gostei de você, pode sentar sim. Qual seu nome?

– Lire. — falou a garota enquanto sentava e sorria.

Notas finais
XoXo