Mudanças
33 Capítulo 33
Notas iniciais
Dulce observava os pais. O pai estava como se não soubesse o que responder, ele abria a boca, olhava para Cecilia. Já a mãe estava na cara que ela estava irritada. Era a cara que ela fazia quando Dulce Maria falava de mais.
— E então? Você tá doente mamãe?
Cecilia fez sinal pra Dulce se aproximar mais dela, o que a mesma fez com gosto.
— Não amor, eu não tô doente. Mas a minha preocupação é que você possa se machucar.
— Sim, podia ter me machucado, ou o papai! Mas a mamãe garante que não está doente. Agora a mocinha, vai pro quarto, tomar banho e nos esperar lá na sala! Tomamos café juntos tá bom?!
— Tá combinado!
Antes que ela se levantasse da cama, ela parou na frente do pai e pediu desculpas.
— Tudo bem meu amor! Você que tem desculpar o papai, eu me alterei sem necessidade. Desculpa?
— Claro Papi!
E ela saiu saltitando pelo quarto.
Cecilia olhou para Gustavo, e ele sabia o que estava por vir.
— Gustavo eu preciso que você relaxe! Pelo o amor de Deus, nos combinamos uma coisa... A Dulce já lidou com muita coisa. Temos que ter cuidado quando formos contar pra ela.
— Quando eu vi ela saltando pra cima de você... Eu me preocupo. Você não pode me culpar. Esse filho também é meu.
Ela o olhou séria. Se afastou da cama, pegou umas roupas e foi até o banheiro. Gustavo via tudo, não entendia a expressão dela. Nesse momento a porta do banheiro que foi fechada com força e foi aberta com rapidez.
— Você por um acaso, está insinuando que eu não estou cuidando do NOSSO filho? É isso?
— Não. De forma alguma.
Ela sabia que ele falava a verdade. Mas a forma como ele falou, fez ela ver além do que foi dito.
— Você sabe, maior parte da minha raiva nesse momento, é devido aos hormônios.
— Assim espero!
Ele sorriu e se aproximou dela, ficou atrás dela e passou as mãos por sua cintura. Ele sentiu quando ela relaxou ali nos seus braços.
— Mas seria bom, se você diminuísse na super proteção! Eu perco a minha paciência com isso!
— Eu vou tentar.
Mas ele falou sorrindo.
— Não é pra rir Gustavo! Eu estou falando sério!
— Eu sei! Agora, porque a gente não vai tomar banho...
Cecilia entendeu tudo que estava implícito naquela frase.
— Eu vou primeiro e você vai depois.
Saiu deixando o namorado com uma verdadeira cara de bobo. Quando ele quer, ela vem e lhe dá uma rasteira dessas. O jeito, era sentar e esperar.
Quando Dulce olhou para cima, viu os pais descendo as escadas. Já estava na mesa com os tios, e sinceramente, não esperou pelos pais para comer, estava morrendo de fome.
— Vocês demoraram muito! Eu já comecei a comer e mais, já estou com roupa de piscina!
Gustavo puxou a cadeira para Cecilia e foi sentar também.
— Eu vejo que já estamos prontos!
— Sim pi ri rim! É só vocês comerem rápido!
— Bom filha, apesar da sua pressa, vamos comer com calma. Bom dia família!
Gustavo falou com um sorriso nos lábios. A prima que apenas observava a tudo, sentiu o coração cheio de alegria. Ela o via feliz, e pedia a Deus que nada n ninguém atrapalhasse essa felicidade.
Todos prontos foram rumo ao hotel. Dulce perguntou se podiam chamar uma amiga sua, Cecilia lhe explicou que isso teria que ter sido feito ontem. Isso tem que ser bem combinado, com antecedência. A filha entendeu e disse que se contentava em brincar com eles.
Dulce tinha certeza que era um Domingo especial diversão não faltou. No almoço nem precisou da salada, partiu logo pra batata frita! O dia foi maravilhoso!
A volta para casa foi calma. Dulce já dormia e Cecilia sabia que nada acordaria a filha. Era dali para a cama. E assim foi. Todos estavam exaustos.
Cecilia foi direto pro banho, depois cama e um pouco de leitura enquanto esperava o namorado. Ele também não se demorou no banho.
— Poso atrapalhar a leitura?
— Já está atrapalhando... É sobre o assunto que você queria conversar ontem?
— Isso mesmo.
Gustavo segurou suas mãos.
— Amor... Eu te conheço, e eu sei que você vai se negar. Mas por favor, tenta ver a situação pelo o meu ponto de vista. Ok?
— Ok... Situação que seria?
— Você não trabalhar durante a gravidez!
Ele falou de olhos fechados. Cecilia não queria brigar, estava cansada. Andou se informando em sites sobre maternidade, e sabia que o cansaço era normal. Ela não queria entrar em uma discussão naquela hora.
— Eu não gosto da ideia de ser bancada. É simples.
— Eu entendo, e eu sei que você é ótima no que faz! Mas nós passamos por tanto, você desmaiou várias vezes. Eu só quero me certificar que tudo corra bem.
— Você não pode me colocar num potinho. Gustavo, eu não tenho condições de entrar em uma discussão com você nesse momento. Amanhã nós vamos em uma consulta de encaixe com a minha ginecologista, dependendo do que ela disser, eu penso sobre o assunto. Ok?
— Ok! Agora chega mais perto porque não tô conseguindo alcançar sua barriguinha. Te amo.
— Te amo.
Quando Gustavo acordou, não achou Cecilia na cama, sabia que não era muito cedo, já ouvia a casa acordando. Saiu do quarto e foi até o quarto onde a filha dormia, ela ainda estava na cama.
Desceu as escadas e viu Cecília ao telefone. Ela desligou e sorriu pra ele. Minha nossa, como ele amava aquele sorriso, aquele em específico, porque era ele que chegava até seus olhos, era completo de felicidade.
— Bom dia! E que sorriso lindo, nem parece que é segunda-feira.
Ela foi até ele, lhe deu um beijo rápido.
— Acabei de marcar o médico! Hoje às nove! Você vai poder ir? Da próxima agendamos um horário melhor...
— Ei! É claro que eu vou. Não importa o que seja preciso desmarcar. Não se preocupe com isso. É melhor acordar a Dulce, ou não saímos no horário...
— Tudo bem! Eu vou acordar a nossa menina!
Gustavo estava com a impressão de que Cecilia queria dar saltinhos. Ela exalava felicidade. Ele bateu palmas, o que assustou o Silvestre que estava entrando. Deu bom dia, e também saiu. Seria um excelente dia.
Dulce Maria mas uma vez reclamava a mesa que era segunda-feira. Não que ela não gostasse de ir a aula, adorava estar com as amigas, mas o fim de semana tinha sido tão divertido que já batia saudades.
Estefânia estava ainda mais encantada pela sobrinha. Ela tinha uma forma de se expressar.
— Que tal se a titia for te buscar, e nós passarmos a tarde no shopping? Fazendo uma tarde de meninas?!
— Eu posso mamãe?
Ela já olhava pra Cecília com as mãos em prece.
— Pode sim... Mas será que a mamãe também pode participar?
— Sim! Mas mamãe você não vai trabalhar com o Papi hoje? Ele te desmitiu?
Cecilia quase se engasgou devido ao riso.
— Não filha, ele não me demitiu. Mas hoje, a mamãe vai resolver umas coisas. E se deu o dia de folga, o papai não liga.
Ela sorriu pra Gustavo e deu uma piscadinha.
Ele não sabia bem o que a namorada está aprontando, mas já que ela não iria com ele para o escritório, ele iria aproveitar para fazer uma coisa muito importante. Não podia mais esperar, não fazia mais sentido essa espera.
— Já que as meninas vão ao shopping, filha, você pode escolher uns móveis com ajuda da titia e da mamãe pro seu quarto.
— Escolho sim! Você quer me dar o seu cartão de crédito?
A filha falou tão séria. Ele não sabia o que fazer ou dizer. Estava impressionado.
— Eu não sabia que você, sabia sobre cartões de crédito... Mas não se preocupe, eu vou deixar com a sua mãe.
— Tudo bem!
Alguns minutos depois a família estava se organizando para sair. A família iria deixar Dulce na escola e depois... Já os Gamboa iriam ver mais uma casa. Dulce perguntou porque todos não poderiam morar na mesma casa, a tia lhe disse que em breve gostaria de aumentar a família, ou seja, ter um filho. Dulce disse, que se a tua quisesse, ela mesma escolheria a casa e não havia com que ela se preocupar. Ela só queria logo um primo, já que o irmão parecia não vir nunca.
Cecilia queria poder dar logo a notícia pra filha, queria que fosse de uma forma especial e única, assim como ela era.
Filha deixada na escola, e agora o casal estava a caminho do hospital.
— Gustavo você poderia dirigir mais rápido. Não é tão longe.
— Calma, vai dar tempo.
E realmente deu. Enquanto Cecilia estava nervosa no caminho, o namorado no momento batia o pé sem parar na sala de espera.
— Gustavo o tempo não vai passar mais rápido se você continuar a bater o pé. Eu garanto!
— Eu estou nervoso, não sei como você fica calma desse jeito. Eu tô uma pilha!
— Eu estou vendo.
Foi Cecilia dizer isso é seu nome ser chamado.
O consultório não lhe era estranho, Gustavo era quem parecia estar fora de seu ambiente. Ele segurou a mão da namorada.
— Cecilia não esperava te ver. Algum problema?
— Não. Não verdade nenhum, eu trouxe esses exames que eu fiz e...
Enquanto a médica via os exames, nem foi preciso que ela acabar de falar.
— Meus parabéns Cecilia! Bom, isso é inesperado, Já que você tomava a medicação... Mas não acho que não dá forma certa. Pela a surpresa!
— A minha filha ficou doente, acho que em meio a preocupação eu acabei esquecendo um dia ou dois. Eu não sei...
— Pelo o que eu vejo, a surpresa acabou sendo bem vinda. E então, vamos fazer um ultrassom?
Gustavo que só ouvia a conversa, dessa vez interrompeu.
— Aqui mesmo? Não precisamos ir a um outro lugar?
— Não senhor, a Cecilia vai trocar de roupa é daqui a pouco nós entramos na sala. Pode ir.
Cecilia foi até o outro consultório, já conhecia também, lhe deram uma camisola. Depois de alguns minutos de espera, a médica voltou.
— Cecilia você pode levantar a camisola? Isso, eu vou colocar um lençol. O papai quer sentar ali, próximo a mamãe? Isso mesmo. Em instantes vamos ter imagens.
E eles tiveram, na verdade Cecilia não conseguia ver nada. Por alguns segundos, ela ficou nervosa. Mas logo depois, o som mais lindo e eletrizante encheu a sala. Gustavo lhe apertava a mão, ela não queria tirar os olhos da máquina, não sabia bem pra onde olhar mas sabia que ele ou ela estava lá. A médica dizia algumas coisas, ela não parava de chorar. Lágrimas silenciosas, era uma felicidade que não cabia no peito. Um sentimento que ultrapassava tudo.
Foi quando a médica parou de falar e lhe chamou, que ela viu que ela apontava para o que parecia ser um saquinho. Era o seu bebê, bem ali.
Naquele instante, ela olhou para cima, Gustavo, não havia palavras para descrever como ele estava. Ela sabia que o mesmo sentimento que ela sentia, ele também sentia. Ele chorava.
— Cecilia você está de dez semanas. Tudo está indo bem. Mas ainda não posso dizer o sexo do bebê. Desculpa, essa é sempre a próxima pergunta.
— Então tá tudo bem? Vida normal?
— Cecilia vida normal, mas nada de exageros. Eu vou te encaminhar para uma nutricionista quero melhorar sua ingestão de calorias. Aumentar um pouco, nada com o que se preocupar.
Eles sorriram, tudo bem. Tudo estava bem.
— Cecilia uma foto do novo membro da família.
— Obrigada! A irmã vai amar.
O casal saiu do consultório, andavam de mãos dadas pelo estacionamento. Chagando ao carro, Gustavo parou e puxou Cecilia para ele. Ele a beijou, pouco se importou se estavam no meio de um estacionamento. Ela, essa mulher incrível estava gerando seu filho. Ele só podia agradecer. Por tudo.
— Estamos com excesso de carinho na rua, eu te amo. Mas você precisa ir trabalhar. E amanhã, eu volto a trabalhar. Sem mais.
— Sim senhora.
Não era o que ele queria mas sabia que não havia como ele vencer nessa briga.
— Como vai ser a surpresa pra Dulce?
— Nós vamos dar a notícia pra ela.
— Só isso?
— Tem coisa maior que saber que ela vai ganhar um irmão?
Cecilia o beijou e entrou no carro. Ela foi deixada em casa, o namorado seguiu caminho. Era incrível como ela já se sentia em casa, quando estava na casa dele. A situação logo, se tornaria permanente. Ela sabia disso.
Passar o dia em casa, sem ter a agitação natural da Dulce era anormal.
Conversou com Estefânia, que parecia ter encontrado a a casa perfeita... E o negócio do Vítor parecia que já estava próximo de sair também.
— Cecilia eu vou levar você é a Dulce até a casa, é maravilhosa! Com ótimo espaço! Ampla!
— Que bom Estefânia que vocês encontraram a casa.
— Você está agitada, tá tudo bem?
— Ansiosa pra encontrar a Dulce. Saber como foi voltar a escola.
— Eu entendo! Vai ser uma tarde maravilhosa!
Cecília sorriu, pediu licença e foi para o quarto. Apesar de já estar quase saindo do primeiro trimestre de gestação, sentia-se cansada.
Parecia que tinha acabado de fechar os olhos, quando foi chamado por Silvestre para almoçar.
Desceu e estranhou o fato de Gustavo não vir comer em casa, não que tivessem combinado nada. Mas ele sempre vinha, talvez seja o trabalho acumulado.
No escritório, Gustavo decidiu que iria adiantar o que o pudesse e fora isso, ele tinha um encontro importante hoje no escritório. Não poderia sair, nem mesmo para almoçar em casa, como gostaria de fazer.
Não demorou muito e Silvania apareceu lhe dizendo que a representante da joalheria estava ali. Que ela entrasse.
Gustavo foi mais rápido do que esperava, assim que viu o anel, ele lembrou-se de Cecilia, era muito delicado e com uma pedra rara, assim como a namorada e futura mulher, se assim ela aceitasse.
Tudo foi resolvido. Mãos apertadas, anel guardado na pasta. Ele só tinha que esperar o melhor momento. O momento certo.
Depois que pegaram Dulce na escola, aí sim o tempo passou voando. Entre ela achar chato comprar um vestido e procurar por móveis para quarto, foi num piscar de olhos. Nesse meio tempo, Cecilia encontrou uma caixinha que cabia a foto do ultrassom perfeitamente, essa seria a surpresa.
Móveis comprados e Estefânia ficou de estar em casa quando eles fossem entregues. Dulce estava a mil, no caminho para casa, foi preenchido com risadas e músicas. Claro que Dulce escolheu cada uma.
Gustavo e Vítor estavam na sala conversando, quando elas chegaram. Dulce pulou no colo do pai, lhe disse tudo que havia comprado. Mostrou o vestido novo, mas logo lhe disse que não gostava de comprar roupas, demorava muito. E a mãe e a tia, não entraram em um acordo para sua roupa. Ele esperava Cecilia com sacolas, ela não trazia nada.
Dulce foi tomar banho, era o tempo que Cecília precisava para organizar o pouco que era necessário. Quando estava no quarto, guardando a foto na caixinha, Gustavo chegou. Ela lhe contou como pretendia contar a filha e ele adorou a idéia.
Jantar servido, todos a mesa. Dulce estava tão cansada, que já estava de pijamas. Todos comeram, a conversa não foi tanta.
Ao final, Gustavo já levava a filha no colo. Pediu que ela fosse escovar os dentes, era tempo da Cecilia chegar.
Dulce escovou os dentes, e ao entrar no quarto, sua mãe estava lá.
— Vocês dois vão me colocar pra dormir! Porque sempre vem um w depois vem outro.
— Hoje somos os dois!
Ela subiu na cama. Adorava ser aconchegada por eles.
— Meu amor, eu tenho um presente pra você.
— Eu não vi você comprando nada.
— Esse presente é muito especial, e importante. Ele é meu e do papai. Esse presente é especial, porque nunca mais na vida, você vai estar sozinha.
Ele olhou para baixo, seria finalmente um cachorro? Mas não tinha nada lá.
A mãe vendo sua cara de confusão, lhe estendeu uma caixinha. Ela pequena e amarela, ela amava amarelo, era a cor da felicidade. A mãe estava na sua cabeceira e o pai mais a baixo. Ela pegou a caixa e abriu. Não entendeu o que o papel mostrava. Era tudo embaçado.
— O que é isso? Não dá pra ver nada!
A mãe a colocou no seu colo.
— Meu amor, esse aqui é o seu irmão ou irmã, nós não sabemos ainda.
Cecilia já estava com a voz embaçada. Dulce se virou pra ficar de frente para ela.
— Mamãe, eu vou ganhar um irmãozinho? É isso Papi? Tem um bebezinho bem lindo aqui na sua barriga?!
— Tem sim meu amorzinho!
— Mamãe eu prometo que juro, que vou te ajudar a cuidar dele! Eu tô tão emocionada, que tá dando um aperto aqui ó, bem no meu peito.
A família estava abraçada. A Gustavo não restava muito o que fazer, a não ser controlar a emoção. Dulce é uma menina iluminada. Os pais a garantiram que continuariam a ama-la da mesma forma. Ela lhes disse que sabia, amor de pai não diminui, só multiplica.
Depois da notícia foi difícil fazê-la dormir. Mas eles conseguiram. Foi um dia emocionante.
Gustavo entrou no banho primeiro, e quando saiu Cecilia dormia... Ou cochilava, já que depois que acordou foi pro banho. Enquanto ela estava lá, ele pensava em momentos perfeitos, dias perfeitos. Tudo parecia perfeito quando estavam juntos, sejam os dois ou em família. Foi até a gaveta e tirou a caixinha do anel
Ela saiu do banho, deitou-se e já foi procurado pelo o abraço dele.
— Amor?
—Oi... Cansada, quero dormir.
— Não sem antes você me ouvir.
— Se for sobre, eu não ir trabalhar...
Gustavo a calou da melhor maneira, com um beijo.
— Você, essa mulher forte e corajosa, decidida, me tirou da escuridão. De uma vida sem sentido nem sentimentos. Tudo era passageiro. Você. Eu não sei, quando eu comecei a te amar, gostaria de saber o exato momento, pra que eu sempre pudesse lembrar.
Ela não entendia o porquê de todas essas palavras.
— Eu te amo como um todo. Com tudo, desde da sua mania de arrumação até a forma que suspira enquanto fazemos amor. Esse brilho profundo, essa sua bondade. Eu amo saber, que você a mãe dos meus filhos. Eu quero dividir a minha vida com você, eu quero tudo. Eu enfrento tudo, desde que você esteja ao meu lado. Cecilia Santos, você quer casar comigo?
O homem da sua vida, ela sabia disso.
Neste momento estava de hora sua frente.
Não havia outra resposta para esta pergunta.
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