Mudando de Vida

1 Capítulo 1 – Encontro inconseqüente.


Cena 1: Alex (vestida com uma camisa rosa escrito “Sky is Pink” em branco e uma calça Jeans) sentada na cama colocando uma sandália rosa. Ela se levanta e vai pra frente de sua penteadeira.

couldn\'t give a damn what you say to me

I don\'t really care what you think of me

Because either way you\'re gonna think what you believe

There\'s nothing you could say that would hurt me

Cena 2: Alex se olha no espelho e ajeita seu cabelo impecável. Faz uma pose pro espelho e sorri. Em seguida ela olha pra sua bolsa rosa em cima da cama e a pega e sai do quarto.

I\'m better off without you anyway

I thought it would be hard but i\'m ok

I don\'t need you if you\'re gonna be that way

Because with me it\'s all or nothing

I\'m sick of your shit don\'t deny

You\'re a waste of time

I\'m sick of your shit

Don\'t ask why

Cena 3: Alex desce as escadas toda arrumada com sua bolsa rosa numa mão e as chaves do carro na outra, pronta pra sair em direção a porta de entrada.

I hate you now

So go away from me

You\'re gone

So long

I can do better I can do better

- tchau mãe. – disse já com a mão na maçaneta.

- Alex, pra onde você vai? – disse sua mãe vindo até a sala.

- * ela revira os olhos, e se vira dando um sorriso pra sua mãe *. Vou tomar um ar, passear no shopping, fazer umas comprinhas...

- Está tão mudada ultimamente. – disse contente olhando a filha de cima a baixo. — Se fosse antes você diria que shopping é um inferno e fazer compras é coisa de “patricinhas idiotas”.

- É, eu sei. Como fui burra não? Agora sou outra! Quero me vestir bem, mudar a cor do meu quarto pra rosa, mudar a cor do meu cabelo, quero ser como as outras garotas da minha escola, as normais, é claro.

- Faz bem, querida. Eu fico tão feliz por sua mudança. Tenho que admitir que fico aliviada em vê-la assim. Antes você era distante, e usava vestes pretas como aqueles outros estranhos com quem você andava. – disse sua mãe toda sorridente. Ela odiava aquela outra Alex de uns dias atrás que vivia no meio de roqueiros toda de preto e era super rebelde em casa.

- É mãe. Seu pedido foi atendido. Agora me deixe ir que eu já estou atrasada. – disse impaciente louca pra fugir de casa e principalmente dos conselhos da sua mãe.

- E se o Gerard ligar? – perguntou sua mãe quando ela abria a porta.

- Ah! Sei lá, invente qualquer coisa, diga que fui visitar marte e volto daqui algumas semanas. – disse batendo a porta de casa.

Entrou em seu porsche vermelho, ligou o rádio alto e seguiu caminho pro shopping.

Música tocando no rádio:

I\'m sick of your shit don\'t deny

You\'re a waste of time

I\'m sick of your shit

Don\'t ask why

I hate you now

So go away from me

You\'re gone

So long

I can do better

I can do better.

Quando dobrou numa rua vazia, ela diminui a velocidade do carro e tirou um batom da bolsa e começou a se maquiar cantando ao mesmo tempo a música que tocava no rádio. Ela olhou pro espelho fazendo biquinho e mandou um beijo pra si mesma e sorriu até que ouviu um grande estrondo de algo batendo no carro e freiou aos berros.

Ela tinha atropelado algo, mas por sorte estava andando bem devagar já que estava se maquiando e a rua que ela estava era bem deserta e não tinha outro carro por perto pra se preocupar. Ela ficou assustada olhando pro capô do carro que estava um pouco amassado e teve medo de ver o que tinha atropelado.

- E agora, o que eu faço? – e desligou o rádio do carro. — Tomara que tenha sido um cachorro, ou qualquer outro bicho asqueroso. Deus, que seja um cachorro, que seja um cachorro. – repetia nervosa pra si mesmo. Estava com medo de ver o que tinha atropelado. Ela abriu a porta do carro e desceu. – um cachorro, por favor, e se for pedir muito que não tenha morrido. Eu juro que dou dinheiro no sinal pras crianças pobres! — Foi andando bem devagar dando a volta até a frente do carro e soltou um berro ao ver que tinha atropelado uma garota. – meu Deus e agora? OMG!!! – gritava desesperada olhando de um lado a outro da rua. – será que está morta? – disse olhando pra menina que se mexeu. – OMG, ela está viva! – disse se afastando do corpo.

- Ai! – gemeu a menina enquanto tentava se levantar.

- Ó meu Deus! – disse Alex ao ver o rosto da menina que tinha acabado de atropelar. Fez uma cara de espanto não acreditando no que estava vendo.

- O que foi? Estou muito machucada? – perguntou a garota ainda no chão ficando assustada com a cara que Alex fazia.

- Ó meu Deus! – disse ela de novo.

- O que foi? – perguntou a menina mais nervosa.

- Você...- e apontou pra menina que ficou se olhando assustada. — você... É igual a...Mim. – e as duas se olharam com a mesma cara de assustada.

- Carambola! Você tem razão você...Se parece comigo. – disse a menina reparando nela.

- Deixa eu te ajudar. – Alex foi até ela e lhe estendeu a mão.

- Obrigada. – agradeceu a outra depois de ficar em pé.

- Você está bem? – perguntou Alex preocupada.

- É, parece que sim. Ainda estou um pouco assustada, mas...Fora isso está tudo bem. Só meu cotovelo está um pouco ralado e meu skate ficou sem uma roda... – disse ela pegando o skate que estava sem uma das rodinhas.

- Venha, entre no carro. Vou te levar num pronto socorro.

- Não precisa. Eu estou bem, é sério.

- É claro que precisa vem. Precisam fazer uns curativos nesses machucados. – disse a puxando pra entrar no carro.

E Alex a levou no pronto-socorro mais próximo.

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Notas finais
------------------------------ Essas as the veronicas eu amo *.* -----------------------------