Mudando de Vida
18 Capítulo 18 – Pratos limpos.
Notas iniciais
esse é um dos milhares de prós de ter seus pais se divorciando
ô coisa mais chata... :P
será q os pais não vêem como isso afeta seus filhos e ainda por cima os metem na briga obrigando-os a comparecer na porra da briga judicial deles pra contradizer um e favorecer outro...acho q hj vou dar uma fugida por aí pra não ter q passar novamente por esse constrangimento...
OK, foi mal encher o saco de vcs, é q eu ainda não providenciei um blog pra eu escrever minhas lamurias...
Mollyvoltou pra casa da Alex nas nuvens. Gerard a levou até a porta e trocaram beijos enquanto se despediam. Marcaram até de se encontrarem à noite para saírem juntos.
A primeira coisa que fez quando adentrou no quarto foi tirar a roupa e correr para a hidromassagem e tomou um bom banho já que havia ficado toda suja se esborrachando no chão enquanto andava de skate com seu “namorado”. Ela adorou cair diversas vezes no chão e algumas vezes até provocava aquilo só para receber um beijo do Gerard.
- nem acredito nisso. – disse sorridente. Estava namorando o Gerard. Tudo bem que ele achava que namorava a Alex, mas ela estava tão feliz por ter um namorado que acabava se iludindo esquecendo do que era realmente aquela situação.
Vestiu uma roupa confortável e ia voltar à ler o diário da Alex quando a porta do quarto se abriu e Mikaela entrou com uma feição triste. Molly ficou imóvel olhando pra menina. Teriam uma conversa e tanto agora. Molly tinha muito que conversar com ela, perguntar e implorar também.
- Desculpa entrar sem bater. A empregada abriu a porta pra mim e eu subi correndo, pois precisamos conversar.
- precisamos. – Molly assentiu. Aquela conversa não seria nada fácil. – senta então.
- eu prefiro ficar daqui.
- ta.
- OK. – ela passou a mão pelo cabelo. Parecia desconfortável e nervosa. – primeiro quero que me diga novamente se é verdade aquilo que me disse.
- é verdade.
- então você não é a Alex.
- é.
- OK. – e andou de um lado a outro. – eu quero saber de tudo. Por que você está aqui?
- acho que não te devo nenhuma explicação. — disse Molly irritada. não confiava mais naquela garota em que se dizia amiga.
- eu não quero ser fofoqueira nem nada. Só estou querendo entender.
- pra que? Eu sei o que você quer e provavelmente você deve estar aqui pra acabar com a Alex e está com algum gravador escondido por aí.
- Não! Você pode revistar minha bolsa. – abriu a bolsa e levou até Molly que se recusou olhar. Mikaela voltou pro lugar que estava e analisou Molly de cima a baixo. – jura que é outra pessoa?
- de novo? Quantas vezes eu terei que dizer que eu estou falando a verdade? – perguntou irritada.
- me desculpa é que...qual seu nome verdadeiro mesmo?
- Molly.
- OK. Molly...você me desculpa?
- pelo que?
- se eu soubesse de tudo isso antes eu juro que não faria aquilo.
- aquilo o que?
- antes eu tenho que te contar algo que você não deve saber. A Alex e eu temos uma rincha uma pela outra. E então... – fez um pausa com um olhar de medo pra Molly. – fui eu que adulterei sua bebida.
- como?
- é, mas eu só usei metade da pílula. Só queria fazer a Alex passar um pouco de vergonha por vingança.
- você o que? — perguntou de novo incrédula.
- me desculpa.
- você me drogou? – e a garota balançou a cabeça que sim. – não acredito. Você me drogou! – gritou Molly desesperada.
- eu juro que não fiz por mal, quero dizer, foi por mal sim, mas pra Alex.
- ainda não estou acreditando. Não pensou que poderia ter acontecido algo pior? – perguntou Molly incrédula. – cara, eu nunca tomei nenhum tipo de droga em toda minha vida. Eu pensei que ia tirar umas férias, mas a minha vida está virando um inferno!
- por favor, me desculpa. Se eu soubesse eu juro que não faria mal à você. Eu só quis pregar uma peça nela.
- as coisas por aqui são bem diferentes da onde eu vim. Vocês fazem coisas absurdas sem pensar nas conseqüências. Isso é peça que se pregue? Por que não tentou outra coisa tipo...ah! sei lá, brigava com ela.
Molly amarrou a cara. Estava muito chateada com o que aconteceu. Havia sido drogada por alguém que ela confiava no meio de tantas pessoas desconhecidas. Achou-se uma burra.
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