Mr.Destino

1 Conto Um: Mr.Destino& “Vamos brincar!”.


Notas iniciais
Ei, ao meu amigo, B., cá esta meu yaoi a você! E T. ... Desculpa! E irresistível não escrever sem você!

“Destino é a ponte que se constrói até a pessoa amada.”

As palavras Thiago e apaixonado em uma frase com nome um substantivo seria impossível. Com dois é outra historia. É totalmente aceitável. Afinal, “Thiago está apaixonado.”, é certamente impossível. Só houve uma vez, uma vez bastou. O amor não esta na meta de Thiago, a verdade seja dita. Mas, por outro lado, “Fulano(a) esta apaixonado(a) por Thiago.”, é certamente aceitável. Houve varias vez, e haverá outras mais.

Esta era vida de Thiago Fonseca. E, segundo ele, tampouco ele iria mudar tão cedo. O amor era uma bosta e fim. Porque era tão fechado em relação a isso? Ele era um idiota no passado (ainda é) o amor o fez mais.

Ser mais idiota do que o normal. De novo? Oh, não, certamente não, obrigado.

No final do segundo ano do colegial decidiu abrir mais espaço para si mesmo. Digo, mais oportunidades.

Tornou-se bissexual.

Em uma media no total de 351 garotas em sua escola e de 412 garotos, junto Thiago tinha uma vasta oportunidade de sexo casual no final de semana.

Mas como todo galinha (ele se recusa aceitar este termo), o Destino brincou com ele.

E brincou feio.

Se interessar por um hetero; por um comprometido; um idiota; não era difícil para Thiago, ele tirava de letra. Era simples. O hetero, dizia que era curiosidade; O comprometido, uma certeza se amava mesmo o tal; O idiota? Caso de uma noite e Thiago simples desaparecia da vista dele(a).

Onze horas, terça-feira, o calor de março parecia irritar Thiago, só mais 40 minuto. Era a ultima aula, o professor estava atrasado (dez minuto), Thiago queria simplesmente ir embora. Porque ele teria que aprender Historia? Ah, claro, ele iria usar a historia da Igreja Católica e Peste Negra em seu futuro emprego! Ele queria fazer algo com jogos e computadores. (E sim, Thiago, você realmente iria usar isso em seu futuro empreso; Afinal você pode simplesmente fazer algum rpg da Idade Média. E todo RPG precisa de uma historia.)

Ele respirou fundo, olhou torto, viu sua amiga, Thais, mexendo no celular. Pensou seriamente em começar algum assusto com ela. Algo como, Sasuke é totalmente gay, e o Naruto mais ainda; Mas deixou de lado, estava cansado. Do que exatamente, ele não sabia. Só sabia que estava ... cansado.

Alguns de seus amigos gostam de pensar que os deuses ficaram com pena dele (Thiago) nesse dia e por isso mandaram ele para a sala de Thiago. (Alguns de seus amigos curtiam mitologia greco-romana, uma deles afirmava que Thiago era filho de Hermes, o deus ladrão. Thiago gostou, afinal ele roubava os corações das pessoas. Pensamento bobo e idiota dele.)

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Se apaixonar pela as pessoas erradas e se envolver em situações um tanto quando delicada era a arte – muito bem dominada – por Bruno Araujo.

No colegial, após um breve namoro, ainda namorando, começou a gosta da melhor amiga de sua namorada.

Em um relacionamento em segundo plano com o maior nerd de sua sala era outro problema delicado.

Sem mencionar sua amizade com seu melhor amigo, cujo aquele o ajudou em vários momentos.

Por total influencia de sua professora de historia (nome não será importante) Bruno cursava e estava quase se formando em Historia. E, logo de cara, consegue ser professor ajudante em um colégio reconhecido.

Ele não era o melhor professor, estava longe disso, era tímido, quieto, mas amava historia. Era fascinante discutir a Historia. Aos 21 anos, com cara de 18, Bruno, pela primeira vez, estava livre.

Sem relacionamentos complicados, melhores amigos (seja mulher ou homem) e, graça a Deus, sem ex loucos.

O melhor, não estava gostando de ninguém. Era uma ótima sensação. Aquele sensação de “será que ele gosta de mim?/ Será que eu fiz certo?/ O que eu fiz de errado? / Mas o que aquela garota, ou garoto, estava fazendo cima dele!?” era horrível.

Ser livre. Ah, era tão bom!

Bruno considerou a hipótese de nunca ter se sentido assim, afinal, nunca esteve realmente solteiro.

E, claro, o Destino brincou com ele. Mas Bruno era esperto. Mais esperto, pelo menos, que Thiago. E, de fato, foi Bruno que brincou com Thiago Foncesa.

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“Estou apaixonado por você.” Thiago disse sem nenhuma cerimonia. Que, ao vêr de qualquer humano, foi uma declaração sem graça, totalmente fria e anti-romantismo.

E foi.

E Bruno sabia disso.

Thiago queria uma noite com Bruno. E Bruno sabia disso. Não iria facilitar a vida de Thiago. Bruno, ao longo do tempo, aprendeu uma coisa, não exista amor à primeira vista, isso uma grande bobagem e perca de tempo.

O amor à primeira vista era nada menos do que a pessoa (a apaixonada) achar a beleza exterior da pessoa na qual se apaixonou muito bela. Linda. Perfeita.

Era somente isso.

Na cabeça de Bruno, o amor só realmente acontecer se a pessoa realmente conhecer a outra e, a parte mais difícil, gostar dos defeitos. Não amar, gostar em um sentido de respeitar. Isso é amor para Bruno. Amor é respeitar tudo do outro. Thiago não sabia nem sabia o nome completo de Bruno.

Suspirando fundo, Bruno se virou. Eles estavam no quarto de Thiago, que tinha um guarda-roupa, uma cama e uma mesa, na qual ficava o computador. Bruno estava sentando de frente ao computador procurando um incrível documentário sobre Feudalismo. Thiago estava sentado na cama, de frente da mesa do computador.

Bruno deu outro suspiro tirando seu óculo de grau e mostrando melhor a cor de seus olhos; verdes; um movimento bastante sexy, na opinião de Thiago.

“O que quer que eu diga?” Perguntou analisando a expressão de Thiago ao receber a resposta/pergunta.

O que quer? O que você, Thiago, quer de Bruno. Não no sentido de falar, como Bruno perguntou. Mas foi assim que a informação chegou ao cérebro de Thiago.

Ah, ele queria tantas coisas de Bruno que somente aquela noite não seria o suficiente! Sua mente era tão fértil para este tipo de coisa que, às vezes, até mesmo ele se surpreendia com suas fantasias, seja elas sexuais ou não.

Diga.

Algo remexeu no estomago de Thiago, aquilo era pior que broxar. Diga? Ele – Bruno – não poder dizer a Thiago. Ele tem que gemer. Thiago era, na maioria do tempo, um grande pervertido.

Todo para ele tinha que esta relacionado a sexo. Seus amigos já tinham considerado de se tornar um problema. Mas, Thiago, era apenas um impulsivo. Em um sentido mais claro, ele não pensava muito às vezes, por isso aquilo aconteceu com Matheus. Ele estava com raiva. Raiva do Matheus, de Mary e do Gabriel. E até mesmo da Duuda. (Uma longa historia, mas daria para contar em 18 capítulos.)

“Seja sincero, seu idiota!” As palavras de sua amiga vieram à tona.

Sincero. Ele conseguia, certo? Era fácil. Era não mentir para si mesmo.

. Que piada! A única fez que Thiago foi sincero tinha sido tarde demais. E culpa não era dele, era dela.

(A culpa era totalmente dele!)

Ele tentou não suspirar, só respirar fundo tentando organizar seus pensamentos sobre tudo que tinha acontecido nessas ultimas semanas.

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Thiago tinha que se apaixonar novamente. Mas não achou que seria tão cedo, apenas três semanas após o acidente com Matt (o novo apelido de Mary para Matheus), Bruno apareceu.

“Confesse, Thiago. Você esta apaixonado por el–”

“Calada, Gnomo!” Thiago disse entre os dentes totalmente bravo.

“Wow! Já esta usando o apelido dele!” Ele revirou os olhos. E saiu. Nesse momento não sabia o real motivo que levou a sair com aquela garota. Claro que sabia, tentar consegui mais informações sobre Bruno.

Não estava apaixonado pelo Bruno. Thiago prometeu a si mesmo que não iria se apaixonar novamente. Mas ao ver Bruno Araujo entrar na sala na terça-feira a promessa se desfez.

Ele não iria demorar a admitir seus sentimentos. Não mais como a ultima vez. Ele sabia. Estava apaixonado por Bruno e, dessa vez, não iria fazer nada errado, nada iria atrapalhar.

Claro, sua reputação iria, a todo custo, atrapalhar. Afinal, o Destino gosta de brincar. Principalmente com Thiago.

Notas finais
E, a vocês, leitores, irei postar ainda hoje. (Já esta pronto!) E, se não entendeu nada, ou quer mais, leia Forbidden Fruit (http://fanfiction.com.br/historia/536002/Forbidden_Fruit/) Da onde saiu a origem dessa fic.