Mortals
2 Living for Die
Notas iniciais
Após eu e Tou fugimos da base da S.W.A.T.
–Que merda era aquela?! — Perguntou Tou com uma cara de assustado
–Eu não sei, mas deve estar me perseguindo. — Pois as vozes ainda me atormentavam.
–Vamos achar um lugar...
–Não existe mais ``lugar´´.
–Talvez....
–Não é seguro!
Tou me olhou serio e não falou nada. E foi embora. Estava sozinho agora Tinha ninguem pra ajudar.
``Sua morte está chegando perto, Sahou´´. Aquela voz me atormentando de novo. De repente um homem passa mal e os olhos mudam para vermelho e só dizia uma frase. ``Kai´´.
–Kaaaai.... Kaaaai... KAAAAAAAI!!!
Eu fiquei assustado e comecei a correr, porém o homem era mais rapido do que eu, e acabei escorregando no chão. E o homem estava falando meu nome e chegando perto para me matar.
–Kaaaaaaaaai! KAAA....!
De repente vi uma espada cortando ele ao meio caindo muito sangue.
E foi uma mulher que o matou. Eu perguntei:
–Quem é você?
–Não te interessa!-Falou apontado a espada no meu rosto e foi embora correndo.
Tive que ir embora a pé. Pois Tou me largou e não tinha dinheiro para pagar taxi e ônibus. Chegei em casa e fui chamar Mei para ver se tava tudo bem:
–Mei, chegei. Mei?. Não deve estar em casa. Vou dormir então.
Subi a escada e fui pro meu quarto e vi algo embaixo da coberta. Eu corri e abri a coberta para ver o que era. E era a Mei morta com as tripas para fora
–Não, puta que pariu, NÃO! UGH!
Corri para o banheiro e vomitei, porque não me fez tão bem.
–Sinto muito- Aquela mulher que me salvou estava na minha janela.
–Quem é você!? E porque está aqui!?- Perguntei de uma maneira muito grossa.
–Vou admitir. Meu nome é Mai Kasekani e estou aqui para ajudar a matar a morte?
–Morte?-Perguntei curiosamente.
–Não sei o verdadeiro nome. Mas estou atrás dela a 5 anos.
–5 ANOS?!
–Sim, por matar o meus pais.
–E vim para te ajudar. Quer ajuda e viver ou Ficar sem ajuda, sofrer e morrer?
–Okay,vou confiar em você- Eu acabei confiando nela pois parecia mesmo.
–Então vem aqui.- Ela pulou da janela.
–Vamos vem!- Obrigou eu a pular da janela.
Eu pulei, pois eu cai como um saco de lixo e quebrei a perna.
–AAAH!
–Você esta bem?- Ela perguntou normalmente
–Sim estou, mas minha perna não!- Fiquei falando cheio de dor.
–Vamos, eu te seguro.-Ela me ajudou a lenvantar me segurando até o lugar.
Agradeci ela e fomos ao local.
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