Notas iniciais
Boa noite, Twihards e Simpatizantes... como passaram a semana? Espero que bem
O capítulo está aqui... boa leitura, conversamos lá embaixo

Eu pisquei e o final de semana passou, a partir de hoje meus dias seriam bem mais entediantes. Não para minha surpresa, quando acordei todos já tinham ido, o carro de vovô ainda podia ser visto de longe e então eu estava sozinha com tio Emmett. Não me apressei em levantar, nem em fazer a higiene matinal quando desci as escadas já havia uma hora que eu tinha acordado.

- Bom dia, princesinha. — titio falou ao me ver, ele colocava na mesa uma bandeja contendo um leite achocolatado e um misto quente — Espero que goste, fui eu mesmo quem fiz.

Realmente eu não tinha do que reclamar, ele caprichou e devorei tudo em menos de cinco minutos. Terminei a manhã assistindo aos desenhos com ele na sala de televisão, tudo em absoluto silêncio, ou quase, considerando suas risadas estrondosas. Aquele dia foi muito chato, nada de novo, fiquei me perguntando como Jake estaria se saindo na escola nova, ou como estaria sendo a faculdade, o hospital, a loja, tudo o que estaria acontecendo longe daqui.

- Sabe, Nessie, eu sei que não está gostando muito desse silêncio todo apesar de eu ser seu membro favorito da família. — deixei ele acreditar nas próprias palavras — Bom, a questão é que eu sei que você também é muito curiosa e quem sabe esse ócio possa passar um pouco.

- Como assim? — realmente eu era bastante curiosa — Do que está falando?

- Provavelmente seu pai vai brigar comigo mas não estou nem aí, se todos sabem acho que você deve saber também.

- Devo saber o quê?

- Bom, tenho certeza de que se lembre dos Volturi. — sugeriu arqueando a sobrancelha e concordei — Seu pai descobriu que o Aro tem uma mãe, bom, na verdade ele viu os pensamentos de Aro e ele pensava na mãe, ainda não sabemos se ela está viva.

- Mas se ela estiver viva, digo, ela só pode estar viva se for uma imortal. — comentei e ele assentiu, confirmando minha teoria

- Exatamente, mas não é só isso, ele também viu nos pensamentos da esposa de Aro que a Alice tem uma irmã gêmea e uma sobrinha, e as duas se juntaram a guarda. A irmã da Alice se chama Cynthia e tem um poder semelhante ao dela, só que quando ela tem uma visão, ela vê as consequências das decisões, a consequência final. E a Cynthia tem raiva da Alice porque pensa que foi ela quem matou a mãe da sobrinha, Fiorella.

- E o que mais?

- Bom, seu pai não consegue ler os pensamentos de ninguém e Alice não consegue prever nenhuma decisão deles.

- Você acha que eles podem querer fazer algo contra nós? — perguntei agora preocupada — Pensei que tudo estivesse bem agora.

- Todos pensamos. — ele adicionou — Mas pelo menos por enquanto nada aconteceu, e dessa vez até eu espero que nenhuma luta esteja por vir.

Aquela breve conversa mexeu comigo, os Volturi não saiam de minha cabeça, eu não parava de pensar em tudo o que aconteceu naquele dia na clareira, o rosto de Aro quando o toquei e revelei meus pensamentos, o olhar cruel da loira baixinha e a postura amedrontadora do grandalhão deles. E sempre que penso neles, lembro de Irina sendo destruída, aquela cena vem aos meus olhos como se estivesse acontecendo na minha frente de novo. Quando penso que era aquilo que aconteceria comigo, me arrepio. Pensando em tudo o que houve naquela manhã de natal, todos aqueles vampiros reunidos, todos preparados e dispostos a lutar, uns para matar outros para proteger nossa família, para proteger a mim. Tive certeza de uma coisa: eu não podia permitir que ninguém mais se arriscasse por minha causa e se algo estava por vir novamente, eu devia saber me defender, Irina morreu por minha causa e eu não queria esse destino para mais ninguém.

- Tio, já que vamos ter bastante tempo livre e juntos eu quero que você me treine, você é a melhor pessoa para fazer isso. — pedi e ele me encarou surpreso

- Treinar você?

- É, querendo ou não eu sou metade vampira também e essa metade vampira pode se fazer necessária em algum momento. Mesmo que nosso conflito com os Volturi esteja acabado, e se algum outro inimigo surgir? Eu quero saber lutar para me defender e não ter que depender de ninguém.

- E acha que eu posso te ensinar?

- Eu tenho certeza, e não adianta se fazer de difícil porque eu sei que você está feliz de ouvir isso. Por favor, eu quero saber como chutar os traseiros de qualquer um que se meta conosco. Os filhos do Darian aprenderam a lutar e eu também quero.

- Se é isso mesmo que quer. — ele disse — A partir de amanhã seu treinamento começa, eu vou te deixar em forma.

- Obrigada. — agradeci contente e o abracei — Serei uma ótima aluna. Você não vai se arrepender.

Após isso o dia pareceu bem melhor, o que ele me contou sobre os Volturi me deixou aflita mas a ideia do treinamento me deixou feliz. E então os ponteiros marcaram o momento que mais esperei o dia todo. O carro de vovô estacionou rapidamente, para que Jake saísse, e então se foi novamente, ele tinha que voltar para o hospital. Ao me ver ele correu para me abraçar e me beijar.

- Ah que saudade. — ele exclamou me apertando ainda mais — Não faz ideia de como foi ficar sem te ligar.

- A propósito... — me lembrei — ... porque não fez isso?

- Eu esqueci de deixar o celular carregando de noite e a bateria acabou na primeira aula. Mas você ficou bem, né?

- Fiquei e você?

- O melhor possível. Bom, foi estranho todos aqueles olhares em cima de mim mas deu tudo certo. E como foi por aqui?

- Foi bem. — hesitei em dizer que tio Emmett me contou tudo — Meu tio disse que a partir de amanhã vai me treinar, porque eu quero aprender a me defender. Quero saber destruir um vampiro se for preciso.

- É assim que se fala.

Deixei titio na sala com os cachorrinhos e fui com Jake até seu quarto, eu queria saber tudo.

- E então? — falei sentando na cama dele enquanto ele ia até o banheiro — Como é? As pessoas são legais?

- Bem receptivas. — ele disse lá de dentro — Não tive nenhum problema com os professores, a não ser o de História, ele ficou me encarando o tempo todo. O nome dele é esquisito como ele.

- Qual é o nome dele?

- Abraham.

- Esse nome não é esquisito, pelo que o tio Jasper falou esse foi o nome de um presidente. Abraham Lincoln. Mas por que o professor ficou te encarando?

- Não sei, talvez porque sou aluno novo. Pelo menos eu espero que seja só isso. Mas o resto foi bom, a não ser os garotos do time terem me parado pra perguntar se eu queria me juntar ao time de vôlei.

- E o que você disse?

- Eu falei que ia pensar. — ele voltou do banheiro, já tinha tirado a jaqueta, os tênis e as meias — Mas não vou me juntar a eles.

- Por quê? — protestei — Você devia se enturmar, não é bom que fique isolado.

- Uma coisa é eu me enturmar, outra coisa é me enturmar com os caras que percebi serem os mais populares do lugar, chamar a atenção não seria nada legal. — falou enquanto pendurava a mochila atrás da porta e então ficou me olhando como se esperasse algo

- O que foi?

- Eu preciso tomar banho e me trocar. — disse gentilmente e caí na real, me levantei e me retirei do quarto, voltando para a sala de televisão com tio Emmett

- O cachorro te põe pra fora e você lembra que eu existo. Que coisa feia. — ele levou as mãos ao peito, se fazendo de magoado e ri após lhe dar um já costumeiro soco no ombro

- Já te disse para não chamar o Jake assim. O Spoby e a Rose é que são cachorros, ele não.

- Tanto faz. — rolou os olhos e voltou a assistir televisão

Depois do banho, Jake se juntou a nós e silenciosamente esperamos que os outros chegassem. O que não demorou muito, tia Rosalie foi a primeira, trazendo tia Alice em seu carro, em seguida vieram papai, no carro dele, trazendo mamãe e tio Jasper. Uma hora e meia depois, vovô chegou com vovó e pela primeira vez no dia estávamos todos reunidos. A falação era total, todos conversando, principalmente com Jake, querendo saber tudo o que eu já tinha perguntado, com exceção da história do professor, ou do professor de História, tanto faz. O silêncio, ou quase isso, só veio na ''sagrada'' hora da televisão. E eu como sempre o quebrei.

- Tio Emmett vai me treinar. — comentei e os olhares se voltaram a mim — Quero aprender a lutar.

- Vejam só o que está fazendo com a minha filha. — mamãe disse — Só passou um dia com ela e já quer transformá-la numa guerreira.

- Oh, Belinha,não diga isso. — titio debochou — Foi sua própria filha quem pediu. Foi uma surpresa até pra mim. O treinamento dela começa amanhã.

- Eu acho uma boa ideia. — vovô apoiou — É bom pra ela ser mais independente e também para passar o tempo.

- Ah, Jake, por que você não fala pra todos sobre o seu professor estranho com nome de presidente. — encorajei ele, que não viu problema

- Que professor, Jake? — papai demonstrou interesse

- É o meu professor de História, o Abraham, todos o chamam pelo primeiro nome, acho que até o diretor o chama assim. Ele é bem esquisito, ficou me olhando durante as duas aulas que tive com ele, até os outros alunos estranharam isso.

- Como ele é?

- Ele é alto, mais ou menos como você. — apontou para papai — Tem a pele pouco mais clara que a minha, uma tatuagem no pulso, uma barba cerrada e o cabelo dele lembra um pouco o do Garrett.

- Ele falou com você?

- Não, quer dizer, ele me cumprimentou a hora que entrei na sala. Mas acho que só fez isso porque sou novo. Porque não vi ele fazer isso com nenhum dos outros alunos.

- Vamos esperar que seja só isso. — vovó disse e Jake franziu o cenho, porém não ia prolongar mais o assunto

O resto da noite foi a mesma coisa de sempre, Jake ficou comigo no quarto até o sono chegar, mas a partir daquele dia ele iria dormir bem mais cedo, já que deveria acordar igualmente cedo. Quando se foi, apaguei a luz na esperança de dormir logo para que meu primeiro dia de treinamento viesse logo.

Na terça-feira, levantei rapidamente e tomei café, tio Emmett apenas estava me esperando. Sorriu assim que apareci na sala.

- Pronta? — ele perguntou já sabendo a resposta, que nem se fez necessária — Então vamos lá pra fora.

Fomos para o jardim dos fundos, de frente para o córrego, ele ficou de frente a mim, alguns metros de distância. Tirou a camisa que usava como sobreposição e ficou apenas de regata, para facilitar seus movimentos de braço. Por alguns segundos somente ficamos parados, olhando um para o outro.

- E então? — ele disse abrindo os braços — Me ataque.

Assenti e pisquei um par de vezes e então me preparei, tomei coragem e fui, parti abusando da velocidade em direção a ele e fechei a mão direita em punho. Quando o alcancei, tentei socá-lo na cara mas seu rosto nem se mexeu, minha mão doeu bastante.

- Argh! — arfei pela dor e ele jogou a cabeça para trás, rindo

- Nessie, Nessie, tenha uma coisa sempre em mente, você é uma híbrida e não uma vampira completa. — falou acenando e prestei atenção — Então a última coisa que tem que fazer é tentar socar um vampiro na cara, ainda mais eu. Como sua força não te dá vantagem, você precisa usar a técnica.

- Técnica?

- É, por exemplo, para te estimular vamos sugerir que os Volturi fossem nos atacar. Eles são poderosos e também numerosos então você não pode perder tempo tentando socar eles na cara. Numa batalha, você teria que ser rápida e mortal.

- E como eu faço isso?

Ele pensou um pouco mas pareceu não encontrar nenhuma resposta

- Talvez a melhor forma de explicar isso não seja com palavras, e sim, na prática. Venha comigo. — ele falou e seguimos até a floresta, ainda coberta de neve, paramos quando uma rocha relativamente grande se fez de obstáculo, ela batia na minha cintura

- Por que estamos olhando pra essa rocha?

- Pois bem. — ele molhou os lábios e deu algumas voltas ao redor da rocha, até que parou num ponto em que uma extremidade dela era arredondada, mais ou menos como um côco ou no caso do exemplo, deduzi ser uma cabeça — Vamos fingir que essa parte da rocha é uma cabeça, ou , a cabeça de algum dos Volturi. De qual deles você menos gosta?

- Fico entre a loira baixinha e o Caius, mas talvez ele me dê mais medo.

- Então vamos fingir que essa é a cabeça do Caius. — sugeriu e assenti — Numa batalha contra eles, sua vida é o único bem com o qual deve se preocupar, não perca tempo querendo ver se os outros estão bem porque os outros são vampiros também, ou não no seu caso porque você não é vampira, mas ok, os outros também sabem lutar então não se preocupe com eles. Você deve ser ágil, tentar sobreviver e também tentar eliminar o maior número possível de inimigos. E para isso acontecer, você não deve apenas usar a força, mas sim a técnica.

- Tudo bem. — ergui a mão interrompendo ele — Vamos parar com o blá blá blá e me mostre logo como eu mato o Caius. Ou, a pedra.

- É assim que eu gosto. — ele disse orgulhoso da aluna — Então venha aqui, eu quero que segure essa parte, que você tem que imaginar que é a cabeça do Caius.

Segui as instruções e coloquei as duas mãos, uma de cada lado da ''cabeça'' e esperei que falasse.

- Ok, agora coloque força, mas não exagere. — me instruiu e assim o fiz — Você dobra o pescoço dele para a esquerda e depois para a direita então arranca.

O pedaço da rocha voou longe e comemorei por ter conseguido, se bem que arrancar a cabeça de Caius não seria tão fácil de arrancar quanto uma parte da rocha.

- Eu consegui! — exclamei e ele ficou contente com minha vitória — Eu vou adorar treinar com você, tio.

- É, você conseguiu mas existem outros métodos de ... — ele, com os dedos, fez aspas — ... arrancar a cabeça do Caius.

- Quais?

- Bom, você pode dar nele uma chave de braço e fazer certa pressão, mas isso pode ser um pouco perigoso porque quando você faz isso os braços dele ficam livres e os seus dois ocupados.

- Isso se ele estiver com braços quando eu fizer. — falei com determinação e ele aprovou minha atitude

- Essa é a minha garota! — falou e me cumprimentou com um soco de leve no ombro, se bem que quase caí quando ele fez isso

No resto da manhã e durante a tarde nós destruímos mais rochas e até algumas árvores quando ele me ensinou a arrancar os braços, porém dessa vez os braços eram do Alec. Para finalizar o treinamento do dia, caçamos e dividimos um javali.

- E aí, filha, como foi o dia de treinamento com seu tio? — mamãe perguntou enquanto estávamos na hora da TV

- Foi demais, eu consegui arrancar a cabeça do Caius e os braços do Alec.- disse empolgada e ela fuzilou tio Emmett com o olhar

- O que foi? Ela precisava de um incentivo. — ele se defendeu — E eu achei que talvez fosse mais fácil se ela pensasse nos nossos ''amiguinhos'' italianos.

Tia Rosalie rolou os olhos, ele deitou a cabeça no colo dela, que começou a lhe acariciar o cabelo. Achei aquilo bonito.

- Quer ir lá fora? — pude ouvir ela perguntar no ouvido dele, foi um mero sussurro, porém não passou despercebido aos meus ouvidos

- Só se for agora. — ele disse e os dois praticamente voaram para fora de casa e só pude ouvir uma última palavra dele antes de retomar minha atenção para aquela sala — ''Woohoo!''

Tentei não pensar no que eles foram fazer e esperei apenas meia-hora para subir, mais cedo que o de costume.

- Ainda são oito horas. — Jake disse entrando no meu quarto e se sentando no lugar da cama que já tinha se acostumado com ele — Por que tão cedo?

- Porque você começou a dormir mais cedo então não quero que passemos menos tempo juntos e sozinhos. — comentei e ele riu, se aproximando mais de mim — O que você disse pro time de vôlei?

- Ah, eles ainda não vieram saber minha resposta. — falou — Mas eu já te disse que não vou aceitar.

- Tudo bem, já que insiste. — me rendi — E o seu professor com nome de presidente, continuou te olhando esquisito?

- É, eu só vi ele uma vez hoje e ainda sim foi bem tenso, eu tava voltando do banheiro e encontrei com ele no corredor e parecia que ele tinha visto uma assombração.

- Será que ele sabe sobre você?

- Não, seria impossível. Por falar nisso, eu tenho que usar camisetas com mangas compridas, hoje quando eu tirei a jaqueta uma garota quase viu minha tatuagem.

- Que garota? — meu lado ciumento despertou pela primeira vez desde que começamos a namorar

- Eu não sei, se me lembro bem o nome dela é Melissa, ela é minha parceira em Biologia, faltou ontem e nos conhecemos hoje. — ele parou de falar da garota quando percebeu algo — Espere, você está com ciúmes dela?

- Não. — neguei fracassadamente e ele sorriu

- Você está sim. — ele insistiu e rolei os olhos — Não precisa ficar assim, eu só falo com ela na aula de biologia.

- Eu acho bom que seja só isso, se não eu é quem vou decorar aquela sala com um tapete feito de pele de lobo. — o alertei comicamente e em seguida lhe roubei um beijo — Mas fora essa garota, você não conheceu mais ninguém?

- Tem um garoto, o nome dele é Chad, que não sai do meu pé, a gente nem conversa direito, ele apenas anda perto de mim. Acho que é porque ele tem medo do Ewan, um grandão que incomoda os nerds e novatos e por algum motivo ele nem quis chegar perto. Então o Chad fica sempre do meu lado como se minha companhia protegesse ele.

Fiz Jake me contar o que acontecia de legal e entediante no colégio, parecia que quando eu ficava sabendo o que os jovens comuns faziam, eu me sentia uma também.

Notas finais
Yep! Gostaram do capítulo? Tomara que sim, agora dessa vez eu prometo!!!! Que a parte de enrolação e introdução da fic acabou, este foi o último capítulo monótono que vocês leram e daqui pra frente as coisas vão começar a acontecer pra valer
*Outra coisa, queridos leitores, eu sei que as divergências podem existir mas mesmo que não gostemos de algo, devemos respeitar. A questão é que eu já cansei de ver fanfics de sagas/seriados cujos leitores comentem coisas ofensivas. Pessoas que por exemplo não gostam de Harry Potter comentam que a fanfic é ridícula e tudo mais, se não gosta não leia, é simples... Não acredito que nenhuma saga seja melhor que outra, todas são ótimas cada uma de seu modo e assim agradam a uns e a outros não... #PazEntreAsSagas

Pois bem, pessoal, mais uma vez espero que tenham gostado do capítulo e desejo a todos um ótimo final de semana

P.S. : amanhã vou assistir ''Depois da Terra'' e ''depois'' (kkk) eu digo se vale a pena ver

Beijos