Notas iniciais
Boaaa noite, galera... aqui está mais um capítulo , e este com uma surpresinha
... Novo ponto e vista ...

Renesmee ''Nessie'' Carlie Cullen


Eu estava sentindo uma leve tontura, com certeza devido a minha nova estatura, as roupas agora apertadas estavam me incomodando um pouco. A camiseta batia acima de meu umbigo e a calça acima das canelas.

– Nessie... — Jake disse e então me virei á todos pela primeira vez- ... você está linda.

– Obrigada. — foi a primeira palavra que pronunciei em dias de silêncio — E vocês parecem que viram um fantasma.

– Minha nossa. — vovô falou vindo até mim — É impressionante.

Eu entendia que todos estivessem abismados com minha nova aparência mas eu mesma não via tanta diferença, a não ser obviamente, minha altura. Meu pai e minha mãe ficaram mudos de repente, cheguei até a pensar que tinha algo de errado com eles.

– Vocês estão bem? — falei em dúvida, erguendo uma sombrancelha e dando um passo a frente — Aconteceu alguma coisa com vocês?

– Com a gente? — mamãe ironizou — Olha só pra você! Tá... você cresceu de novo, tá do meu tamanho... tá uma mulher.

Ela e papai vieram me abraçar e um calafrio percorreu minha espinha e tremi arrepiada ao sentir o contraste de minha temperatura com a deles. Abracei cada um deles e deixei Jacob por último, quando o abracei foi bastante confortante termos quase a mesma temperatura. Nossos corpos se juntaram, senti seus fortes braços envolverem minhas costas, meu coração disparou, não sei o que está acontecendo mas recentemente Jacob parecia estar diferente, ou pelo menos eu o estava vendo de uma forma diferente. Vi a expressão nervosa no rosto de papai e optei por cortar o abraço naquele momento, mas eu ainda devia uma merecida explicação a todos ali.

– Tudo bem... — comecei — ... me desculpem por ter deixado todos tão apreensivos nesses últimos dias, mas depois que eu passei mal lá no chão da sala, logo que subi pra cá, a dor toda recomeçou e não quis que ninguém chegasse perto depois que eu vi o que minha temperatura podia fazer com vocês se me tocassem. No primeiro dia eu senti apenas dor e muita dor, como se algo tivesse perfurado meu estômago e tivesse ficado lá dentro torcido. No dia seguinte eu sentia apenas fortes pontadas na cabeça e uma espécie de fadiga pelo resto do corpo. Os dias foram passando e senti novamente dores no estômago e achei que deveria comer alguma coisa, por isso que de vez em quando eu pegava as coisas que vocês deixavam na porta.

– E quando tudo isso aconteceu? — papai perguntou — Digo, a mudança. Foi agora ou desde que se trancou?

– Na verdade eu acho que foi acontecendo ao longo desses seis dias, cada vez que eu olhava á mim mesma eu notava algo diferente, principalmente em relação a minha altura, cada vez que eu levantava me sentia mais alta. E uma hora atrás tudo sumiu, como se nada tivesse acontecido, me sinto nova em folha, e só não diria pronta pra outra porque ninguém merece o que passei.

– Está mesmo se sentindo bem? Nada mais dói? — vovó perguntou e balancei a cabeça positivamente e só então notei que o lobo presente naquele quarto estava completamente acabado

– Jake, você tá... desculpa mas ... horrível. — falei observando sua palidez e olheiras — Há quanto by Text-Enhance\">tempo não se transforma?

– Mais ou menos o mesmo tempo que você não caçava até semana passada. — se entregou e o olhei em reprovação — Me deixou muito preocupado, eu só dormi porque seus pais quase me bateram se eu não dormisse.

– Então é o seguinte... — falei marchando em sua direção — ... vamos dar uma volta, eu vou caçar e você vai correr, em forma de lobo. Isso claro, depois que alguém me emprestar roupas que me permitam correr, porque essas estão muito apertadas.

– Venha, filha. — mamãe falou saindo do quarto e indo em direção ao dela e de papai — O Jake te espera lá embaixo.

Concordei e então a segui, passando por todos que ainda me olhavam impressionados com a nova Renesmee.

Mamãe me deu uma camiseta regata branca e um short jeans, o que na opnião dela dava uma maior liberdade de movimentos na caçada e como eram peças pequenas, seria menos roupa suja. Preferi ficar descalça e deixar os cabelos bem soltos.

– Tem certeza que quer ir sozinha? Se sente bem? — ela me perguntou antes que eu deixasse o quarto

– Primeiro, não vou sozinha, Jake estará comigo e segundo, eu não podia estar me sentindo melhor.- esclareci e mamãe deu de ombros revirando os olhos — Agora se me dá licença.

Deixei ela no closet e saí do quarto, os outros ainda estavam em meu quarto conversando aos sussuros. Os ignorei e desci as escadas rapidamente, Jake já me esperava na varanda, havia tirado todo aquele excesso de roupas e ficou apenas de regata preta, jeans e tênis.

– Está pronta? — perguntou e assenti, mantendo certa distância dele para que pudesse se transformar

Ele fechou os olhos e começou a correr em direção a floresta, as veias começaram a aparecer em sua pele e ele explodiu na forma daquele enorme lobo de pelos alaranjados. Ficou me esperando e no outro segundo já estávamos correndo em meio as árvores, primeiramente apenas brincando um com o outro, apostando corrida até lugar nenhum. Eu levava certa vantagem já que devido a seu grande porte, tinha também grandes dificuldades na mata fechada.

Porém a brincadeira teve seu fim quando avistei um cervo de porte médio por perto, eu e Jake nos entreolhamos e ele sorrateiramente foi se aproximando do animal e então os dois se atracaram. O lobo teve problemas no início, tendo que tomar cuidado com a galha do cervo mas depois assumiu o controle, derrubando o bicho e ficando por cima dele, abusando das patadas e também unhadas e as garras de Jake eram longas e afiadas. Ele uivou, o que entendi como um sinal para que atacasse e então pulei da árvore onde eu estava e caí em cima do cervo, Jacob se afastou e usei de minha força de metade-imortal para imobilizá-lo enquanto me alimentava, porém não abusei já que não necessitava, de fato, caçar e apenas fiz isso para me divertir com minha nova forma física. Ao voltarmos Jake estava completamente revigorado, as olheiras tinham sumido e dado lugar a sorrisos.

Para contrariar a teoria de minha mãe, a roupa não ficou suja e sim apenas minha boca, o que limpei no lavabo assim que voltamos para casa. Jacob esperou que eu jogasse suas roupas para ele, atrás de uma árvore já que ele não apareceria nú na frente de todos. A princípio imaginei como o Jake seria sem roupas na forma humana mas logo dispersei os pensamentos quando lembrei que meu pai é um telepata. Discretamente olhei para ele que não me pareceu ter percebido nada.

Mais tarde, á noite para ser mais exata, eu estava em meu quarto deitada, vestindo uma camiseta e um short de pano que tia Rose me emprestou até que fôssemos comprar roupas nas quais eu coubesse agora. Eu terminava de ler os agradecimentos do livro ''Romeu e Julieta'' quando bateram na porta.

– Entra. — falei sem tirar os olhos da página e mamãe entrou e fechou a porta atrás de si — O que houve?

– Nada. — ela disse e se sentou na beirada da cama me encarando até que aquilo se tornou desconfortável e então deixei o livro de lado — Não precisa parar de ler, querida, eu espero.

– Não tem problema, eu já tinha acabado. Quer falar algo comigo?

– Se eu não quisesse, não teria motivos para estar aqui agora. — falou óbvia e assenti concordando com minha pergunta estúpida — Bom, filha, que você mudou todos vimos mas notei também que não é só por fora que você está diferente. Venho percebendo a forma como você olha pro Jake ultimamente, ele nem se tocou ainda porque pra ele por enquanto vocês são apenas como irmão e irmã.

– Eu sei, na verdade estou um pouco confusa. Tem vezes que eu olho para ele e vejo apenas o Jake que está do meu lado o tempo todo, que brincava comigo e me levava para passear mas também tem vezes que eu o olho e sinto algo que não sei dizer o que é.

– Eu sei bem como é isso. — ela falou — Quando conheci seu pai eu sentia a mesma coisa que você está sentindo agora. Uma espécie de friozinho na barriga, um arrepio na espinha e as pernas bambearem quando ficam próximos. As bochechas coram, o coração começa a bater rápido e as mãos ficam frias e trêmulas.

– É mais ou menos assim. — falei — Mas também me sinto um pouco... como se diz? ... um pouco...

– Insegura. — ela auxiliou e assenti — Assim como eu era, ficava me perguntando o que seu pai teria visto em mim que até então era apenas uma humana completamente desastrada, que não sabia nem sequer caminhar por dois minutos sem tropeçar em algo ou esbarrar em alguém ou tudo isso ao mesmo tempo. A garota que tinha dois pés esquerdos como Jake me chamava. Mas por mais que eu achasse que não era boa o bastante para seu pai, ele sempre dizia que a situação era inversa, que ele não era suficiente á mim, que eu merecia mais e muito mais porém ele era tudo o que eu precisava e também vice-versa. Bom, aqui estamos.

– Você acha que eu devo dizer o que eu sinto pro Jake? — perguntei agora completamente cunfusa

– Sim, eu acho. Tenho certeza. — ela hesitou — Mas antes vamos ter que conversar com seu pai, nós duas para que ele não tente matar você. E não pense que será fácil, mesmo que ele concorde com tudo, você deve ir com calma. Se aproximar intimamente de Jacob aos poucos.

– Aos poucos? — falei em dúvida, arqueando uma sombrancelha

– É, você vai demonstrando aos poucos que você quer ser mais do que amiga dele, comece a passar mais tempo com ele. Pegue na mão dele, nosso jardim é tão lindo, a floresta é tão grande, chame ele pra dar uma volta de vez em quando, ou então vocês podem apenas se sentar ali na beira do lago e passarem um tempo juntos.

– Sério que é a favor de eu me aproximar dele assim?

– Claro que sou! — ela exclamou contente — Mas por favor, não conte ao seu pai que tivemos essa conversa, bom, pode até contar mas não diga á ele isso que acabei de falar sobre ficar mais com o Jake. Deixe que isso eu digo quando nós três formos conversar.

– Tudo bem. — ri da careta que ela fez — Posso te perguntar uma coisa?

– Lógico, filha, pergunte o que quiser. — disse á mim, segura

– Quando foi que você e o papai se beijaram pela primeira vez? — ela arregalou os olhos ao ouvir aquilo mas depois pareceu se recordar que disse que eu podia perguntar tudo

– Sim, me lembro daquela noite como se fosse ontem. — falou e seu olhar ficou distante — Eu estava no meu quarto, lá na casa do seu vô Charlie em Forks, tinha terminado o dever de casa e estava conversando com a minha mãe no celular e então de repente ele apareceu na janela e quase tive um infarto de tanto susto. Eu desliguei na hora e apenas no tempo que levou para eu piscar, ele já estava sentado na cama de frente á mim. Ele falou que queria tentar uma coisa e então permiti, primeiro ele apenas selou nossos lábios mas eu estava afoita então coloquei minha mão na nuca dele e praticamente o puxei para cima de mim, só que então ele se afastou e quase derrubou a parede. Ele poderia ter me matado mas eu estava tão... bom, acho que posso dizer essa palavra, sua mentalidade já não é mais de criança ... eu estava tão excitada que não me importei e quase esqueci naquele momento que ele era um vampiro.

– Eu acho que é isso que sinto quando estou perto do Jake, pelo menos ultimamente é isso que venho sentindo sempre que ele se aproxima. Fico ... — fiz aspas com os dedos — ... excitada pelo simples fato de pegar na mão dele. Por favor, nunca diga para o papai o que vou te contar agora.

– Tudo bem.

– Hoje depois que voltamos da caçada, eu dei as roupas dele para ele se vestir atrás da árvore e fiquei imaginando como ele deveria ser. — se antes eu achava que minha mãe tinha arregalado os olhos, agora eu tinha certeza, achei que eles fossem saltar do lugar

– Ok, se o seu pai ao menos desconfiar que você pensou qualquer coisa parecida com isso. Ele faz um tapete com a pele do Jake e coloca sua cabeça de enfeite no nosso quarto. Prometo que não vou contar e você tente deixar os pensamentos mais serenos possíveis quando estiver perto dele, e longe também, ele gosta de ficar espionando as mentes sua e do Jacob, eu até tento evitar mas não dá pra ficar do lado de vocês o dia todo.

– Podemos conversar com ele agora? — perguntei e ela negou com a cabeça — Mas por que não?

– Não precisa ter pressa, Jacob estará esperando você quanto tempo for necessário. Te esperaria por mil anos caso precisasse. Vamos fazer o seguinte: vamos esperar toda essa euforia das suas transformações passar e aí falamos com seu pai.

– Mas e até lá? — falei e me peguei calculando quanto tempo levaria até a euforia passar

– Até lá acho que você pode começar a fazer o que falei, devagar e discretamente comece cada dia a mais, ficar mais perto dele e por mais tempo. Quando conversarmos com seu pai ele já vai estar mais ou menos acostumado com isso, ou não.

– Tá bom e... quando vamos comprar roupas para mim? É que não me sinto bem vestindo roupas suas e da tia Rose.

– Posso pedir pra sua tia Alice ir conosco amanhã se você quiser, ou então pode ficar para semana que vem quando sua avó for sair pra comprar as cortinas de decoração da loja dela.

– Tudo bem, podemos ir amanhã mesmo se não tiver problema.

– Então tá, querida, quer perguntar mais alguma coisa? — disse em dúvida á mim e neguei com a cabeça, ela me beijou a testa e caminhou para fora do quarto — Boa noite, filha.

No dia seguinte, fui acordada bem cedo por insistentes e até incomodantes batidas na porta de minha tia alegre e baixinha. Ela e mamãe me levaram ás compras antes mesmo que Jacob estivesse acordado, pegaram o carro de vovô e começaram a falar no assunto de transporte pois quando a faculdade começasse, seria impossível todos usarem apenas um carro e vovô negociou os outros, inclusive o de tia Rose, para investir no hospital. Como se dinheiro fosse problema para ele. Ninguém quer me contar nada mas eu sei que o real motivo de terem vendido os carros antigos foi para que se sumíssemos, o que está acontecendo, meu avô Charlie não conseguisse nos localizar por causa das placas.

– Se todos vão para a faculdade, e vovô e vovó vão trabalhar e o Jake vai para o colégio ... — perguntei — ... eu vou ficar sozinha?

– Talvez não querida. — tia Alice respondeu sem tirar os olhos da estrada — Seu tio Emmett teima em ficar em casa, contrariando sua tia Rose. Todos pensamos que ela fosse convencer, ou mandar, ele fazer algo mas parece que não é isso que vai acontecer.

– Quer dizer que eu vou ser obrigada a passar todos os dias com o doido do meu tio até que alguém chegue em casa? Ele vai saber cuidar de mim? Ele sabe cozinhar por acaso? Como vou saber que ele vai ter me dado leite e não cola para tecidos? — falei me fazendo de assustada e as duas riram

– Se tiver uma outra opção pode nos contar, querida. — mamãe falou sorrindo, me olhando pelo retrovisor e uma lâmpada se ascendeu em minha cabeça

– E se eu fosse pro colégio com o Jake? — sugeri e as duas olharam para mim, no banco de trás, ao mesmo tempo — Pensem, ia ser bom, aí o tio Emmett ia fazer alguma faculdade, fazendo a alegria da tia Rose, o Jake não ia se sentir sozinho e nem ficar preocupado comigo e ninguém na cidade ia desconfiar de nós.

– Mas, querida, o Jake já está no último ano do colégio e por mais que seja inteligente, tem certas matérias que você não compreenderia sem ter passado pelos outros anos. — mamãe tentou explicar de um jeito delicado

– Ainda faltam três meses para que o ano letivo dele começe... — pausei para respirar — ... até lá você, o papai, tio Jasper e todo mundo poderia me ensinar o que eu devo saber pra poder entrar no último ano do colégio. Afinal, vocês já passaram por isso várias vezes e dependendo da matéria, até vivenciaram alguma coisa relacionado a História.

– Filha... — ela recomeçou mas a interrompi

– Por favor. — pedi — Vai ser bom eu me socializar, eu nunca saí de casa, nunca conheci outras crianças, e agora, outros adolescentes. Não podem me manter assim para sempre.

– Foi a condição imposta por Caius para que nos deixassem em paz. — ela disse, me fazendo recordar daquela manhã de natal que passamos na clareira quase enfrentando a morte — Lembra do Nahuel? É assim que ele vive com a tia dele, escondido dos humanos.

– Mas ele se alimenta de humanos. — falei — E eu não.

– Mais uma razão pra você não chegar perto deles. O que aconteceria se você perdesse o controle e atacasse alguém? Isso não seria nada bom para nós.

– Só que eu não sou uma vampira completa como qualquer um de vocês, a sede de sangue que vocês tem eu também tenho porém não com toda essa intensidade, com toda essa voracidade.

– Ainda sim é perigoso. — ela falou e viu minha expressão de desapontada — Olha só, prometo que vou conversar com seu avô sobre isso.

Revirei os olhos, logo imaginando que isso significaria que eu teria que passar todos os dias do ano letivo dentro de casa com meu tio biruta tomando conta de mim e assumindo responsabilidade por meu bem estar e alimentação, e se eu dependesse dos talentos dele para culinária, essas duas coisas estariam bem longe uma da outra.

Tentei não pensar muito nisso enquanto estávamos na loja, pois eu me distraia com as roupas que experimentava.

– Mãe posso levar essa? — quase me ajoelhei a seus pés segurando as peças — Eu achei tão linda.

– Filha, seu pai vai odiar essa roupa. — ela falou torcendo o nariz — Não que eu não tenha gostado, ficaria linda em você.

– Então me deixa levar... — pedi mais uma vez — ... quem sabe ele não aprova?

– Tudo bem mas se ele se zangar vou dizer que foi você quem insistiu. — ela falou e assenti sorrindo

As tais peças da qual eu falava eram uma regata com faixas pretas e roxas e um short jeans preto com taxas prateadas.

– Já que vai levar essas roupas, precisa dessas botas pra combinar. — tia Alice falou vindo da seção de calçados com um par de botas pretas longas e aveludadas — Acredite, você vai se amar quando olhar no espelho e vir como ficará.

– Tia, são lindas! — quase gritei ao ver e na mesma hora já entreguei para mamãe, e com isso as compras estavam acabadas

No resto dia nada de especial aconteceu, minha mãe nem sequer mencionou o assunto do colégio com vovô e também não quis saber de ter ''A'' conversa comigo e com papai. Mas acho que sei o que eu teria que fazer para isso acontecer.


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Notas finais
E aí? Gostaram da perspectiva da Nessie? Eu achei que dando a ela um ponto de vista, seria bem melhor de compreender os sentimentos e a relação que ela virá a desenvolver com Jake.
A propósito, a capa nova... vamos a explicação: pelo que podem ver, é um coração parte congelado e parte humano... representando nossa querida Nessie, a híbrida.
Como podem ver também na imagem, o gelo começa a derreter abaixo do coração, o que significa seus sentimentos se libertando, desabrochando. Espero que tenham gostado
*** Para aqueles que curtem The Vampire Diaries, hoje eu postei uma fic sobre a série
Se alguém se interessar, segue o link:
http://fanfiction.com.br/historia/369755/The_Vampire_Diaries_-_Season_5_love_Crushes/

Um ótimo fim de semana a todos