Morning Star
25 Revanche
Notas iniciais
Os corações aguentaram a ansiedade
Se sim, a espera acabou... aqui está o cap
Boa leitura
Os humanos temem a morte, mesmo que essa seja a única certeza da vida. Temem a morte, a visualizando como algo ruim, algo doloroso. Realmente por um lado é ruim, afinal sempre que alguém morre, alguém deixa uma pessoa, alguém perde uma pessoa. Mas a perda não é algo ruim, é apenas mal vista. Afinal com as perdas da vida, não somente relacionadas a morte mas qualquer tipo de perda, nós aprendemos, nós crescemos e amadurecemos. A morte é um lugar tranquilo, sereno, pelo menos estava sendo para mim.
''Eu me via num jardim, um jardim florido e com algumas árvores de folhas verdes, assim como a grama. Eu estava sentada num balanço, e não notei que tinha companhia até que toquei seu braço. Era Jake, ele estava vestido completamente em branco e tinha um sorriso brilhante no rosto. Pousei minha cabeça em seu ombro enquanto continuamos balançando, vagarosamente.
Após algum tempo apenas na companhia dele, eu vi surgir atrás de um arbusto minha mãe, ela estava abraçada com meu pai. Eles também vestiam roupas leves e brancas. Ambos sorriam, eles estavam contentes. Caminharam até nós e ficaram ao lado do balanço. Quando desviei o olhar deles, mais pessoas chegavam, todas em branco e contentes, todos que eu conhecia e amava. Carlisle e Esme, meu avô Charlie veio acompanhado de Sue. Emmett e Rosalie chegaram logo depois e ela estava deslumbrante, quase competindo com o sol que iluminava o jardim. Alice e Jasper vieram logo atrás deles, assim como os primos de Denali, inclusive Irina.
Os lobos também vieram: Seth, Leah, Sam, Paul, Quil, Embry, Jared, Collin, Brady e todos os outros. Acompanhando eles estavam Rachel, Kim, Emily e as demais companheiras. A outra irmã de Jake, Rebecca, também estava lá, de braços dados com seu marido. Uma lágrima de alegria percorreu meu rosto e morreu no tecido de minha blusa quando vi que Billy também caminhava em nossa direção, com os pés, sem a cadeira de roda.
Pouco mais ao fundo, próxima de Kate e Garrett, estava Suzanne, sorrindo. Ela dizia alguma coisa que não pude identificar, mas era algo bom, eu sentia. E quem diria, os dois cachorrinhos pulavam contentes, os rabinhos abanando, bem ao lado do enorme pé de Emmett. Estavam todos ali, todos que eu amava e todos pelos quais eu morreria. Minha família, cada um deles. Os vampiros ali presentes brilhavam intensamente, expostos a luz do sol mas aquilo não era problema. Todos estávamos felizes.
Finalmente alguém disse algo que pude ouvir, minha mãe. Ela parou a minha frente, o balanço estava já imóvel. Sempre sorridente ela pegou minhas mãos e olhou em meus olhos.
- Filha... — ela começou — ... é tão bom te ver feliz aqui. Você gosta desse lugar? Se sente bem aqui?
- Sim. — eu respondi, mas essa pergunta não devia nem ter sido feita, obviamente eu estava feliz, eu jamais deixaria aquele lugar, ficaria para sempre ali, aproveitando a eternidade ao lado de minha família e meus amigos — Esse lugar é lindo.
- É lindo sim. — ela afirmou, porém parecia me esconder algo, como uma amargura reprimida na voz
Bella olhou em volta, admirando as flores recém-desabrochadas em volta e as borboletas das mais variadas cores voando ao redor.
- Mas, querida, você não pode ficar aqui. — falou voltando a olhar meus olhos e o sorriso contente em meu rosto se desmanchou — Precisa voltar, estamos esperando por você. Nessie, precisa acordar.
- Mãe, eu gosto desse lugar. Por quê preciso ir embora? Estão todos aqui, estão todos bem, todos felizes. Eu não quero ir embora daqui.
- Sim, querida. Eu entendo. Mas aqui você não está com todos, se ficar aqui, vai nos deixar. Volte, querida. Precisamos de você, volte para nós. Acorde, Nessie.
Bella terminou de falar e então eu pisquei. Jake não estava mais do meu lado, ninguém mais estava. Todos haviam sumido. Eu estava sozinha naquele imenso jardim. Uma repentina escuridão tomou conta do lugar, assim como um vento gelado. ''
Acordei como se tivesse sido retirada de dentro da água após um longo tempo sem respirar. Quando o ar finalmente chegou a meus pulmões eu pude pensar novamente. Eu ainda estava no chão, ainda sentia muita dor e principalmente sentia o excessivo cheiro de sangue, no qual eu estava coberta. Pisquei um par de vezes para assimilar todos aqueles pares de olhos me encarando. Para onde Lily tinha ido?
- Ela fugiu, querida. — Edward disse e só então notei que era sob sua perna que minha cabeça estava apoiada, ele acariciava minhas mechas entre os dedos, brincando com elas — Emmett foi atrás dela.
Olhei em volta, estavam quase todos ali. Jake e Bella, obviamente, estavam bem ao meu lado. Era Jake quem segurava minha mão machucada, devido ao braço torcido. Ele o fazia com a maior delicadeza possível.
Bella estava completamente desolada, não conseguia encontrar palavras para falar. Também por ali estava Rosalie, ao telefone andando de um lado para outro, esperando que alguém atendesse.
- Ela está ligando para Carlisle. — Edward respondeu minha pergunta muda — Precisamos fazer alguma coisa, você não está se recuperando, já faz bastante tempo e seus ferimentos não cicatrizaram. É um milagre ainda estar viva.
Eu mal conseguia me mover, a dor ainda era crucial mas eu já era capaz de raciocinar. Jake estava aos prantos segurando minha mão, seus soluços eram profundos e eu queria consolá-lo naquele momento, mas não havia o que dizer. Eu não podia dizer que estava bem, pois eu não estava. O cheiro do meu sangue estava forte, e com certeza essa era a razão para Jasper não estar conosco. Alice certamente lhe fazia companhia. Mas não era apenas o meu sangue do qual eu sentia o cheiro. Por visão periférica, pude notar que a camiseta de Edward estava coberta daquele líquido de cor rubra.
- O que houve? — perguntei, minha voz quase falhou — Por que está sujo de sangue?
Ele não era o único, Rosalie também estava assim e a calça de Bella estava respingada.
- Os híbridos. — ele esclareceu — Vanessa e eles nos atacaram. Conseguimos pegar cinco deles mas Vanessa fugiu. Os outros dez também fugiram mas eles não foram com ela.
- Pra onde ela foi?
- Alice disse que ela foi em direção ao mar. Mas que seu destino é Volterra, tem alguma coisa ver com uma aliança entre ela e Aro. Mas não é hora de falar sobre isso, você precisa de cuidados.
- Carlisle! — Rosalie exclamou quando finalmente, do outro lado da linha, ele havia atendido, eles conversaram brevemente e Edward se manteve atento a tudo
A ligação não durou nem um minuto. Rosalie desligou e não precisou dizer nada afinal meu pai já sabia as instruções.
- Vamos te levar para o hospital. — ele disse — Carlisle está ligando para lá nesse exato momento, disse que Rosalie vai entrar e que ela tem total permissão para usar os equipamentos e ter acesso as áreas de cuidado.
- Rápido, Edward, temos que colocar ela no meu carro.
- Por que no seu? — ele questionou — O meu é mais rápido.
- Mas o meu tem pneus mais apropriados para a neve.
- Isso não é hora pra discutir sobre carros. — Bella interferiu e concordou com a loira — Vamos no carro da Rose. Rápido.
- Nessie, isso pode doer um pouquinho. — Jake me alertou enquanto passava os braços por baixo de mim, para logo em seguida me erguer
Aquilo não doía, eu já estava sentindo toda dor possível. O que senti com o gesto foi um ligeiro desconforto, que eu preferia dez vezes mais do que um terço da intensidade da dor, resultado dos golpes de Lily. Em dois minutos eu estava no banco de trás do carro de Rosalie, com a cabeça deitada no colo de Jake. Bella já estava no banco do carona e a proprietária já tinha virado a chave.
- O papai não vai?
- Agora não, querida, ele vai esperar seus avós e talvez seja melhor ele ficar em casa por enquanto. Caso Lily dê as caras.
Eu adormeci com o balanço do veículo, e com o calor e conforto do colo de Jake. Quando abri os olhos, já me encontrava na cama do hospital, num quarto reservado. Bella e Jake estavam ali, eles conversavam alguma coisa mas interromperam o assunto quando viram que eu estava acordada. Ambos vieram até mim e o lobo quase tropeçou na cadeira de acompanhante que tinha ali.
- Como se sente? — perguntaram em coro
- Um pouco melhor. — respondi quase que involuntariamente, enquanto me auto avaliava sem me mover, apenas procurando qualquer ponto onde a dor tivesse reduzido — Cadê a tia Rose?
- Ela está lá fora dando uma desculpa para os funcionários. Parece que Carlisle não explicou tão bem quanto o necessário. Afinal, nós isolamos um andar inteiro só para você. Não podemos arriscar que alguém venha aqui. Bom, eu vou lá ver como ela se saiu, fiquem a vontade.
Bella nos deixou sozinhos.
- Ei... e então? — Jake disse se aproximando mais — Minha Nessie se tornando uma lutadora de uma hora pra outra. Isso é muito novo para mim. Podia esperar eu me acostumar.
- Você me carregou no colo. — comentei com um sorriso — Pela primeira vez.
- É, eu acho que sim. — ele admitiu com certa timidez — Você não faz ideia de como eu fiquei quando entrei naquela sala e te vi no chão. Me diga, como aquilo aconteceu?
- É um pouco complicado. — molhei os lábios e afastei uma mecha que estava em meu rosto, posicionando-a atrás da orelha — Você se lembra da garota que te falei? Suzanne? Que eu conheci quando pedi que meu tio me levasse até a cidade?
- Sim, me lembro.
- Então. Depois que vocês foram atrás da Vanessa eu fiquei na varanda e comecei a ouvir gritos e fui procurar o lugar de onde eles vinham. Eu achei a Suzanne morta e a tal da Lily disse que tinha sido um acidente e que ela perdeu controle e tinha abandonado a Vanessa. Ela parecia estar apavorada e também estava suja de sangue então eu levei ela até em casa para ela se lavar e se acalmar. Mas então deu no que deu, ela me enganou. Foi tudo uma armadilha bem pensada. E a desgraçada ainda matou Rose e Spoby.
Algumas lágrimas escaparam quando me lembrei dos dois. Jake aproximou seu rosto do meu.
- Nessie, olhe pra mim. — ele pediu, tocando meu queixo — Depois de tudo isso que passou, eu nunca mais vou deixar você sair de perto de mim. Você nunca vai me perdoar, né? No que depender de mim, ficaríamos juntos até termos cabelo branco mas como isso não é possível, vou fazer o que puder para que ninguém te toque novamente.
- Jake, não há o que ser perdoado. — retribuí o gesto, tocando o queixo dele — Não foi culpa sua. Você estava tentando me proteger. Foi atrás da Vanessa e dos híbridos e se colocou em perigo por minha causa.
- E de que adiantou se você saiu ferida do mesmo jeito?
- Isso não importa.
- É claro que importa, Ness, tudo o que diz respeito a você importa pra mim. E eu não consigo aceitar o fato de não ser bom o suficiente para te proteger.
- Jacob Black, você não é suficiente. Você é bem mais que isso, você é quem eu amo de verdade. Minha alma gêmea. Todos merecem um parceiro, e o meu parceiro é você. Eu jamais te culparia pelo que aconteceu, nunca.
- Se o pior tivesse acontecido com você, eu não sei o que eu teria feito. — ele refletiu
- Posso dar um palpite? — arqueei uma sobrancelha — Acho que iria atrás da Lily até fim do mundo.
- Tenha certeza disso. — Jake apoiou a frase, conforme falávamos nossos rostos iam se aproximando um do outro, sentindo a respiração do outro — Mas vamos parar de falar da Lily agora.
Nossos lábios se tocaram uma vez. E depois com mais intensidade, e então uma terceira vez, mais quente e mais profundo.
- Desculpe por eu ter lutado com a Lily ao invés de fugir. — falei quando cortamos o beijo, apoiando nossas testas — Mas eu não quero mais ser a garota desprotegida, a vítima.
- Eu acho que você já provou que não é vítima nenhuma. — ele falou e me beijou outra vez, rapidamente — Eu estou com um pouco de fome, se importa se eu for lá embaixo comer alguma coisa?
- Não, vá. — incentivei, era difícil conseguir convencer ele a sair de perto de mim então era bom aproveitar quando ele estava disposto — Estarei bem aqui.
- Tudo bem. Ah, e cado queira ou precise. A sua tia loira conseguiu uma bolsa de sangue, tá nesse armário de vidro aí.
- Obrigada.
Jake se retirou do quarto, eu pude ouvir o barulho do elevador chegando afinal, era bem ao lado da porta do quarto em que eu estava. Então eu estava completamente sozinha naquele andar. O silêncio era desconfortável.
A janela estava fechada, portanto meu coração abandonou o corpo quando ela entrou por lá, estilhaçando o vidro e parando no meio do quarto, ajoelhada. Era Lily, voltou para me matar. Eu sabia que ela voltaria mas não tão rápido.
- Ora, ora. — disse ela — Parece que você sobreviveu mesmo. Eu tinha que ver com meus próprios olhos.
Ela começou a dizer suas ironias enquanto se levantava. Eu olhei a bolsa de sangue dentro do armário, pelo cheiro não era sangue de animal. Eu precisava dele para me recuperar.
- Você não quer morrer, não é? — Lily ironizou caminhando em direção a cama — Mas lamento ter que contrariar seus planos.
Como um vulto então ela pulou sobre mim, impedindo meus movimentos. EL apertou meu pescoço com força. Ela tinha de ser rápida, alguém viria me ver em pouco tempo. Ou talvez Emmett a estivesse seguindo até o hospital. Qual seria sua vantagem, cinco ou dez minutos? Por quanto tempo eu poderia distraí-la?
Eu não aceitaria outro ataque daquele tipo, ela não podia me derrotar. Não ela, uma híbrida como eu. Se fui capaz de enfrentar sozinha um vampiro, sou capaz de enfrentar uma igual. Usando meu braço bom, bati a mão em seu supercílio e com o dedão pressionei seu olho, não com a intenção de deixá-la cega mas ao menos de afastá-la. Então a peguei pela nuca e a trouxe em minha direção, batendo a testa dela na minha... em seguida a fiz cair no chão.
Ainda debilitada eu me levantei, Lily já estava de pé. Eu a peguei pela raiz do cabelo, exatamente como ela fez comigo e a joguei contra a parede. Então recuei alguns passos. Respirando, eu não estava bem nem de longe. Não havia como fugir, para chegar até a porta, eu tinha de passar por ela.
- Nessie, Nessie, Nessie. — disse ela de forma ameaçadora — Achou mesmo que eu ia te deixar em paz? Vanessa daria tudo para ver a sua cara agora, sua expressão de medo. Sua expressão ao saber que vai morrer. Eu sei, você deve estar preocupada, afinal todos vão ficar muito tristinhos quando souberem que a híbrida de estimação deles morreu. Principalmente aquele seu namorado fedorento. Mas se isso te tranquiliza, fique sabendo que eu vou fazer questão de acabar com ele o mais rápido possível.
Foi involuntário, tanto como um reflexo, como aquelas coisas que fazemos e só nos damos conta do que foi feito após ter sido. Eu me movi como uma bala em direção a ela e lhe dei um soco, trazendo sangue a sua boca.
- Arght! — ela arfou, surpresa pela velocidade do golpe
Porém, tão rápida como eu ela revidou e fez com que eu cambaleasse para o lado, quase perdendo o equilíbrio. Ela era cruel, não que eu esperasse misericórdia mas com Ronnie foi mais fácil.
Lily se moveu para trás de mim, batendo em minha nuca, levando-me ao chão. Sentindo todos os pontos feridos voltarem a doer, tentei me colocar em pé mas quando o fiz, ela já estava perto novamente, me empurrando contra a parede ao lado da janela. O barulho foi significante. Ela pegou a cadeira de acompanhante e tentou me golpear com a mesma, mas me esquivei para o lado. Em defesa, lhe dei outro soco. Surtiu mais efeito do que eu pensava e não pude ver hora melhor para atacar. Ela ficou de costas, indefesa, então me lembrei dos treinos e do combate com Ronnie.
Lhe apliquei uma chave de braço e fiquei a segurando pelo cabelo, sem moderar a força. Ela golpeou meu estômago com uma cotovelada e senti o sangue correr. O gesto serviu como uma tentativa de se desvencilhar porém eu a golpeei novamente, sem soltar seu cabelo. O que fazia ela gritar. E eu precisava de barulho, precisava que alguém escutasse. Eu a abracei e a joguei para frente, fazendo com que ela batesse o rosto no espelho da parede, destruindo o mesmo.
Ela rosnou de raiva e me jogou contra a outra parede, ao lado da cama e do armário de vidro. Ela socou meu estômago, que já sangrava devido ao ferimento, agora aberto. Segurei seus dois braços e a chutei para o chão. Para ignorar a dor pensei em Jake, lembrei-me de que ela tinha dito que o mataria logo após me matar. Eu não permitiria.
Me atirei sobre ela e golpeei, sem piedade, seu rosto dois pares de vezes e acrescentei uma cotovelada em seu nariz. Lily me jogou para o lado e agarrou meu pé, em seguida arremessando meu corpo contra o armário de vidro, cujas janelas se estilhaçaram ao chão. Vários dos objetos inclusos no armário também caíram, como bandagens, remédios, uma tesoura e a bolsa de sangue.
Ela ficou sobre mim e pressionou minha garganta, porém reverti a situação e tomei o controle. O que não durou muito, e Lily estava por cima novamente. Olhei para o lado e vi uma única solução... agarrei a tesoura que caiu do armário e cravei em suas costas.
- Arghht! — ela exclamou em fúria e dor, saindo de cima de mim e chutando tudo o que via a seu redor — Desgraçada!
Meus movimentos só se faziam possíveis devido ao efeito da morfina aplicada em mim por Rosalie. Ainda assim, a dor já retornava. Eu agarrei Lily pelo pescoço enquanto ela berrava pela tesoura cravada em sua espinha, e se contorcia ao mesmo tempo, até que escorreguei nos cacos de vidro e levei nós duas ao chão, ouvindo o som de seu pescoço quebrar em meus braços. Ela estava morta.
Notas finais
Lily mereceu a surra???
Eu sei que muitos de vocês ou todos vocês ficaram ansiosos para saber o que aconteceria neste capítulo mas como hoje eu estou muito malvadinho :P vou atiçar a curiosidade de vocês meus fiéis leitores e leitoras, dizendo que o próximo capítulo será o mais especial da fic até agora
Beijinhos e até mais
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