Notas iniciais
Olá, galerinha!!! Em cima da hora hein??? Pois bem , aqui está um capítulo bastante ''revelador e não revelador ao mesmo tempo'' ... boa leitura

Naquela manhã eu resolvi sair do quarto antes mesmo do nascer do sol, aproveitei que Bella tinha ido caçar com Alice e Emmett e então me arrumei rapidamente. Entrei no closet e escolhi uma camiseta social preta, calça jeans escura e sapatos, joguei um blazer por cima e estava mais do que bom. Saí de meu quarto e tentei ser o mais discreto possível, atravessando o corredor e batendo na porta de Jacob insistentemente.

- Jake, abre logo essa porta. — tentei ao máximo não alterar a voz demasiadamente enquanto continuava batendo — Anda logo seu pulguento vira lata. — murmurei a mim mesmo e ri sozinho, sei que não era certo o chamar assim mas a situação era urgente

Cerca de cinco minutos depois ele abriu a porta, com certeza eu o tinha acordado, ele estava com a cara amassada, apenas de bermuda. Ele esfregou os olhos e bocejou enquanto coçava o peito.

- Que horas são? — ele perguntou com a voz ainda um pouco embargada — Por que tá me acordando agora? Aconteceu alguma coisa com a Nessie?

- Não.

- Com algum de vocês?

- Não também.

- Então deixa eu voltar a dormir. — ele disse e já ia voltar para a cama, quando adentrei em seu quarto e me coloquei a sua frente

- Nada disso. — falei — Preste bem atenção, preciso que se arrume o mais rápido possível e que venha comigo.

- Ir com você para onde? — ele falou resmungando enquanto piscava incessantemente, adaptando os olhos as luzes das lâmpadas que eu acabara de ascender

- No caminho eu explico mas agora preciso que se arrume depressa, temos que sair daqui antes que a Bella e a Alice voltem, eu vou te esperar lá embaixo. — falei e me voltei para a porta porém pensei melhor e recuei — Pensando melhor, vá se vestir no banheiro enquanto eu espero aqui.

- E por que não pode ficar lá embaixo?

- Alice pode acabar antecipando minha ideia e se eu ficar perto de você... bom, você sabe que ela não vê através de algo que ela não foi ou é, e você é um transmorfo. — falei atropelando as palavras — Agora vá se arrumar.

Ele bufou e revirou os olhos e em seguida pegou uma das malas no chão e jogou em cima da cama, mal tinha guardado suas coisas nos lugares ainda desde que chegamos, pegou uma camiseta cinza de manga curta, uma calça jeans, uma jaqueta jeans e se enfiou no banheiro.

Os dois ou três minutos seguintes pareceram mais horas do que o que de fato eram, Jacob então saiu de lá com uma aparência bem melhor. Havia lavado o rosto e penteado o cabelo e sentou-se ao meu lado na cama para calçar seus tênis que eu tinha certeza serem de número superior a quarenta.

- Pronto. — ele disse — Podemos ir para onde seja que for que estiver me levando.

- Perfeito, vamos.

Saímos de seu quarto e num instante estávamos no andar de baixo, vi que Esme estava na cozinha, preparando o café da manhã para minha filha e para Jacob, que hoje não comeria em casa. Carlisle estava na sala de televisão assistindo ao noticiário, Rosalie e Jasper lhe faziam companhia.

- Aonde nós vamos? — Jacob perguntou e ergui o dedo indicador em sua direção, como um pedido que ficasse quieto

- Apenas me siga.

Passamos pela sala de refeições e pela sala de estar e saímos pela porta de vidro, corri sobrenaturalmente até o carro de Carlisle, que para minha felicidade estava com a porta destravada, a chave como sempre ele guarda no porta-luvas. Jacob sentou-se no banco do carona, dei a partida e fomos embora. Os primeiros dez minutos foram de silêncio total até que Jacob se manifestou.

- Tudo bem, agora estamos longe de todos... — ele começou — ... confesse, você só me trouxe porque não quer que a baixinha descubra o que você vai fazer, seja lá o que for.

- Sim, você está certo. — falei com um breve sorriso — Ok, eu decidi que não ia contar nada pra ninguém por enquanto mas acho que você merece saber, em troca por eu ter tirado seu sono.

- Quem disse que tirou meu sono? Se ficarmos em silêncio e ligar o rádio eu durmo num segundo.

- Tudo bem mas enfim, é uma história muito longa mas pra ficar mais fácil de você entender, vou resumir: ontem eu tentei entrar na mente de Aro novamente e alguém me bloqueou e não consigo mais ler os pensamentos de nenhum dos Volturi, talvez isso tenha a ver com um outro vampiro que está com eles.

- E aonde estamos indo? — perguntou olhando á mim, que não tirava os olhos da estrada que mesmo no verão estava repleta de neve

- Preciso falar com uma pessoa, uma mulher.

- Uma vampira?

- Não. Ela é uma ticuna, de uma das tribos do Brasil, mas passou a morar aqui no Alasca com sua filha. Ela deve ter as respostas que eu procuro.

- E que respostas são essas? — ele perguntou quase que inaldivelmente, obviamente pelo sono já que não parava de bocejar

- Bom, ela com certeza vai saber que sou um vampiro então vou perguntar o que ela sabe sobre esse bloqueio que está acontecendo e também preciso fazer algumas perguntas sobre ... sobre Renesmee. — falei e ele arregalou os olhos, como se não estivesse mais sonolento de uma hora para outra

- O que ela tem a ver com isso?

- Eu quero saber o motivo do crescimento dela ser tão acelerado, ela não deveria estar aparentando a uma garota com doze anos. O aniversário dela foi há pouco menos de um mês, há pouco menos de um mês ela fez um ano biologicamente mas era como se tivesse dez e agora já é como se tivesse doze. E Nahuel levou sete anos para atingir a maturidade.

- Acha que... — ele hesitou e então o poupei de falar o que não queria

''Será que ela não vai viver para sempre? Será que vou perder Nessie?''

- Se acalme, Jacob. — falei — Creio que a situação não seja essa. Vai ficar tudo bem, vou conversar com a ticuna, ela vai saber nos dizer o que está acontecendo.

- Tomara.

Após isso novamente ficamos em silêncio, dessa vez por cerca de uma hora e meia, Jacob não aguentou e acabou dormindo, com a cabeça encostada no vidro. Confesso que naquele momento quis dar uma de Emmett e ligar o som no último volume para que ele tivesse algo parecido com um ataque do coração, mas não fiz isso, ele estava sendo compreensivo comigo.

Após mais algum tempo de estrada, finalmente chegamos na tal cidade, Gordon, fronteira com o Canadá. Jacob acordou quando parei o carro, seus olhos estavam levemente avermelhados mas dessa vez ele não reclamou.

Saimos do carro e travei as portas com o botão da chave, aquele lugar parecia estar deserto, completamente abandonado.

- Tem certeza que é aqui? — ele disse cruzando os braços — Dá a impressão que essa cidade foi abandonada há décadas.

- Só parece. — falei — Sinto o cheiro do sangue. Vamos.

Fomos caminhando, nos afastando do carro e andando pelas ruas cobertas de neve, nossos pés afundando na mesma. Tinha mais de trinta centímetros de altura.

- Como você sabe dessa mulher? — me perguntou enquanto parou rapidamente para balançar a perna, tirando a neve que entrou em sua calça

- Quando Alice e Jasper nos deixaram para procurar alguma solução que impedisse os Volturi, eles foram até o Brasil mas depois, quando tudo tinha acabado, eu entrei na mente dela e essa mulher estava lá então eu penso que ela pode ter vindo aqui antes de ir ao Brasil.

- E se ela não estiver mais aqui? — perguntou novamente e mal pude responder antes que várias pessoas começassem a surgir, algumas de dentro das casas caindo aos pedaços, eram dezenas deles, em poucos segundos nos cercaram, aquilo me surpreendeu, todos carregavam alguma espécie de arma consigo, desde pás até mesmo lanças

Eu e Jacob encostamos as costas um no outro e ficamos completamente sem saída, lendo os pensamentos de alguns pude notar que sabiam o que eu era.

- O que me diz disso? — ele falou, seu coração batia tão intensamente que era como se tambores estivessem sendo tocados em meus ouvidos

- Eles sabem sobre mim. — respondi — De alguma forma eles sabem, porém não estão com medo porque acham que as armas que estão carregando podem me destruir.

- E o que vai fazer?

- Não sei, não vou atacar eles, não vão conseguir me ferir. — hesitei — Já não posso dizer o mesmo de você.

- O que você quer em nossa cidade, monstro? — um deles falou, dando alguns passos a frente, segurando um machado em posição de ataque — Você não é bem vindo aqui.

- Abaixe isso, eu vim em paz, não quero nada com nenhum de vocês. — disse educadamente

- Paz? Demônios como você não tem nada a ver com paz, vocês tiram vidas, tudo o que criam é morte e destruição! — ele cuspiu as palavras não querendo demonstrar medo perante a mim mas sua respiração estava ofegante e suas mãos tremiam

- Posso garantir que nada será feito a nenhum de vocês, eu só vim até aqui porque preciso conversar com uma mulher chamada Azealia. — quando disse o tal nome ele sabia de quem eu falava e em seus pensamentos descobri que ela estava na cidade

- Acho que não foi uma boa ideia termos vindo aqui. — Jacob falou entre dentes — Não temos por onde fugir.

- Não precisamos fugir. — respondi á ele e me voltei para o tal homem — Por favor, nos diga onde ela está.

- Não lhe direi nada! — ele gritou novamente aproximando o machado de mim mas então passou a prestar mais atenção no transmorfo atrás de mim — Ele é humano, e com certeza sabe o que você é, não tem amor a própria vida.

- Jacob é um transmorfo. — expliquei e todos ali se espantaram, recuando em um passo mas ainda sim mantendo as poses agressivas — Não precisam ficar assustados, não queremos fazer mal.

Nesse momento um outro homem avançou rapidamente com uma lança em punho e me atacou no tórax, sem efeito algum á não ser o pequeno furo que a ponta do objeto fez em minha blusa. Vendo isso todos deram mais alguns passos para trás, o homem que me atacou largou a lança no chão e correu para trás da verdadeira muralha de pessoas que estava ali.

- Vocês não podem me ferir. — falei dessa vez sério — E eu apesar de poder, não quero ferir nenhum de vocês. Só preciso conversar com Azealia.

- ''Chega!'' — uma voz grossa e feminina ecoou pelas ruas e então todos abriram passagem para que ela viesse caminhando até nós — Bom trabalho, Ludington, mas deveria saber que seres como ele são imunes a nossas armas.

- Me desculpe, senhora. — o tal homem que agora eu já sabia o nome disse á mulher — Mas mesmo assim temos que tentar nos proteger.

Ela não era a mulher que vi nos pensamentos de Alice, era bem mais baixa e também mais velha, com uma aparência exausta.

- Onde está Azealia? — exigi gentilmente e ela me encarou ameaçadoramente — Preciso muito falar com ela.

- Como vou saber que não é uma mentira? Como vou saber que não veio até aqui para matar ela?

- Acredite. — limpei a garganta — Se eu quisesse fazer qualquer coisa semelhante á isso, eu já teria feito e vocês não teriam a mínima chance de se defender.

Ela arregalou os olhos ao ouvir o que eu acabara de dizer, então fez um gesto com a cabeça para que seguisse ela e foi passando em meio as pessoas que novamente abriram caminho. Eu e Jacob fomos atrás dela sem nem retribuir os olhares em cima de nós.

Andamos por dois quarteirões, sendo seguidos por toda aquela multidão até que a mulher parou em frente a porta de um velho prédio.

- Podem subir. — ela falou abrindo a porta que rangeu ensurdecedoramente — Ela está lá em cima, mas duvido que se perca.

Ignorei o insulto e entramos, eu fui na frente, não havia elevador então fomos subindo os inúmeros degraus daquela escada circular.

- Caramba, esse prédio não parece tão grande do lado de fora. — Jacob falou ofegante — Da próxima vez que me chamar pra sair com você... me lembre de negar.

- Pare de reclamar, estamos chegando. — brinquei e paramos ao alcançar o que de acordo com minhas contas era o sexto andar, um corredor pequeno com apenas uma porta e que estava entre aberta — Chegamos.

Fui até a porta e ele logo me seguiu

- Fique aqui. — falei — Me espere aqui do lado de fora.

- Como assim? Você me trás até aqui pra me mandar ficar do lado de fora, porque não disse isso lá fora e me poupou das escadas?

- Fique calmo. E me espere aqui. — repeti e segui em frente deixando um Jacob muito irritado para trás

Terminei de abrir a porta e entrei, ela estava sentada numa cadeira de madeira antiga, com os braços debruçados sobre uma mesa igualmente envelhecida. A iluminação era fraca ainda que do lado de fora o sol já tivesse nascido, as nuvens são densas até aqui.

- Você é Azealia. — falei á ela quando a imagem que eu via era a mesma dos pensamentos de Alice — Bem, creio que saiba o que sou, meu nome é Edward, preciso da sua ajuda.

Ao vê-la pessoalmente pela primeira vez, sua postura e aparência me fizeram lembrar de Zafrina.

- O que quer comigo? — perguntou indiferente

- Bom, seu povo, os ticuna tem várias lendas e também sabem muito sobre seres como eu, os vampiros.

- Vá direto ao assunto. — ela exigiu categoricamente

- Pois bem, é possível que um vampiro com a capacidade de ler qualquer mente, seja bloqueado por alguém que esteja praticamente do outro lado do mundo?

- Não... — ela pensou melhor — ... que eu saiba. — entrei em sua mente e vi que ela não poderia me dar nenhuma informação esclarecedora

- Ok, e mais uma coisa. Deve saber da existência de um ... homem chamado Nahuel, mora no Brasil, ele é um mestiço, um híbrido, fruto de uma relação de um vampiro com uma humana.

- Sim, eu sei sobre ele.

- Então, ele como sendo um híbrido dessa espécie, tem características tanto humanas quanto de vampiro e para que ele parasse de envelhecer, demorou sete anos, e ele então permaneceu durante cento e quarenta e três anos assim, sem aparentemente envelhecer.

- E...?

- Minha filha, minha filha também é uma híbrida e acabou de completar um ano, mas ela já aparenta mais de dez. Nahuel me disse que isso pode variar de um para o outro mas ... o crescimento da minha filha é muito rápido. As irmãs de Nahuel mesmo, uma delas apenas parou de envelhecer com trinta anos de idade biológica enquanto minha filha tinha a aparência de uma criança de sete anos com apenas três meses.

- Você quer saber se a sua filha vai morrer como se fosse uma humana comum? É isso?

- Sim.

- Entendo e... a sua filha é venenosa?

- Não. Pelo menos não ainda.

- Essa é a questão. — ela disse me encarando profundamente — O veneno de criaturas como você é o que transforma um humano em... vampiro, é o veneno que faz vocês paralisarem, não evoluírem. Nahuel é venenoso, por isso demorou a parar de envelhecer. Como sua filha não possui veneno, o crescimento dela não será tão retardado quanto o de quem possui, o desenvolvimento tende naturalmente a ser mais rápido. — refletia, como se eu não estivesse ali e ela conversasse sozinha no momento — Mas as irmãs dele não possuem veneno, isso é algo que não sou capaz de compreender, á menos que elas venham a desenvolver essa característica ou então, a possuem mas não sabem.

- Então quando ela atingir a maturidade, o que seria dezoito anos, vai parar, e quando ela parar?

- A aparência de dezoito anos não tem nada a ver com maturidade nesse caso, uma das irmãs de Nahuel só parou de envelhecer quando tinha o rosto de uma mulher em torno dos trinta. Sua filha pode crescer rapidamente, o que não significa que vai parar quando fisicamente tiver dezoito, ela só vai parar quando for completamente madura psicologicamente.

- E seria possível que quando o desenvolvimento terminasse, ela viesse a produzir veneno?

- Sinceramente eu não sei, caso não tenha percebido, não sou como vocês que tem todo o tempo do mundo para ficar pesquisando histórias sobre mestiços de humanos com... você. — falou despreocupada com a indelicadez e assenti

- Obrigado. Agradeço as respostas e prometo que não voltarei a sua cidade, não precisa temer quanto a isso. — falei e lhe dei as costas, saindo da sala e indo em direção a Jacob que me esperava de braços cruzados e encostado na parede — Vamos embora.

- Já? — falou ele desacreditado — Perguntou tudo o que queria?

- O suficiente.

Saímos do prédio e as pessoas ainda estavam lá, porém nos deixaram passar sem maiores problemas e fomos para o carro. No caminho conversamos sobre o que eu falei com Azealia.

- O que ela te contou? — perguntou ancioso — Tem algo de errado com a Nessie?

- Não, está tudo bem, tudo certo. Falou que ela só cresce rápido porque não possui veneno e a história do veneno é muito longa, o que interessa é que não tem nada de errado.

- Tem certeza, ela não disse isso só pra que você fosse embora logo?

- Jacob, eu não sou tolo, eu li os pensamentos dela o tempo todo enquanto conversamos. — falei finalizando suas perguntas ele pareceu se conformar

Após uns vinte minutos de estrada parei o carro em frente a uma loja de roupas, peguei minha carteira e dei duzentos e cinquenta dólares á Jacob.

- Pra que isso? — ele perguntou arqueando uma sombrancelha

- Entre nessa loja e compre... — pensei rapidamente — ... duas camisetas de frio e uma calça, de moleton pode ser.

''Não sabe comprar suas próprias roupas?''

- Não são para mim, são para você. Você entra na loja, compra as roupas e quando voltarmos com certeza vão perguntar onde fomos e direi que te trouxe para comprar roupas de frio. — expliquei á ele que me olhou impressionado e pegou o dinheiro, dobrando as notas com os dedos e colocando no bolso da jaqueta

- Você daria um bom ator. — ele falou antes de sair do carro e entrar na pequena lojinha

Fiquei esperando no carro por algum tempo apenas encarando a floresta coberta de neve do outro lado da estrada até que algo chamou minha atenção:

Havia alguém ali, não com o corpo completamente abaixado mas sim curvado para baixo, a distância era significativa para que eu não conseguisse sentir nenhum cheiro e nem ouvir mas conseguia enxergar vagamente.

Para minha surpresa a pessoa que ali estava se levantou, era um homem e estava sujo de sangue da boca ao queixo. Era um vampiro. Pela janela do carro vi que Jacob estava distraído olhando alguns modelos de inverno que a atendente lhe mostrava, então saí do carro e corri abusando de minha velocidade até o estranho que quando me viu chegando, partiu em direção contrária, eu o perseguia mas ele era bem esguio, conhecia a área melhor do que eu.

Eu consegui estar prestes á alcançá-lo quando atingimos o fim da floresta, num precipício que levava ao mar e sem nem ao menos olhar para trás ele mergulhou e rosnei de raiva.

Mais calmo, voltei rapidamente para o carro e por sorte Jacob ainda estava na loja, pois não teria paciência para explicar onde estava e porque. Ele demorou mais alguns minutos e veio, voltou com duas sacolas, estiquei o braço para abrir a porta e ele entrou.

- Podemos ir? — perguntei e ele assentiu, dei a partida e dirigi acima dos sessenta por hora, para que chegássemos mais rápido em casa

Notas finais
Gostaram? Bem, nas últimas semanas a fic ganhou mais alguns leitores então quero dar as boas vindas á todos e também agradecer os que estão desde o começo, pela paciencia que tiveram até a trama se desenvolver mas eu garanto que tem bem mais
Sobre esse capítulo, bem, o intruso que Edward viu pode ser uma ameaça? O que vocês acham?
Nos falamos nos comentários, boa noite e boa madrugada a todos e todas Twihards e Simpatizantes