Notas iniciais
Hello,people! Como foram de semana? Espero que bem, aqui esta nossa querida fic, tradicional de todas as sextas-feiras mais que o Globo Repórter kkk
Este capítulo foi um dos que mais gostei de fazer, chega de conversa e...
Boa leitura

Queimamos Ronnie logo em seguida, eu queimei, Alice estava abalada demais para fazer qualquer coisa. Finalmente não senti mais dor quando meus ferimentos haviam regenerado-se por completo. Por alguns minutos nós permanecemos em silêncio no jardim. Alice encarava o chão, completamente desolada, eu não conseguia pensar em palavras para acalmá-la. Já eu encarava minhas mãos com certo orgulho, eu havia vencido meu primeiro inimigo sozinha. E um inimigo forte e cruel.

O primeiro carro a estacionar foi o de Edward, de onde ele e Bella saíram e chegaram até mim num recorde de velocidade.

- Querida, você está bem? — Bella fazia essa e muitas outras perguntas enquanto ambos passavam as mãos por meu corpo, examinando — O que aconteceu aqui?

Logo atrás Rosalie estacionou, ela e Jasper estavam também ao meu lado no segundo seguinte.

- Está tudo bem?

- Sente alguma dor?

- O que ele te fez?

- Como lutou contra ele?

- Por que lutou contra ele?

- Por que não fugiu?

As perguntas de todos chegaram a me deixar confusa, ergui o dedo indicador pedindo silêncio. Só então eles se lembraram que Alice estava a menos de cinco metros de mim, desolada e com certeza chorando caso fosse possível. Jasper sentiu a pressão das emoções da amada e ficou ao lado dela, mesmo que fosse doloroso para ele. Seria mais doloroso não consolar Alice.

Cerca de dez minutos depois Carlisle estacionou e tanto ele como Esme me fizeram de sanduíche num apertado abraço. Por não ser vampiro, Jake não me alcançou com a mesma rapidez mas me soltei de todos para abraçá-lo.

- Meu amor, que bom que está viva. — ele disse passando os braços ao meu redor e afundando o rosto em meu cabelo, me apertando contra ele — Eu me mataria, me destruiria caso o pior tivesse acontecido.

- Jake, tá tudo bem. — tentei tranquilizar ele quando notei que ele choramingava ao lamentar o ocorrido — Não fique assim, eu estou bem. Olhe pra mim, eu estou bem.

Delicadamente coloquei as mãos em seu rosto e afastei seu corpo do meu, fazendo com que ele me olhasse para ter certeza.

- Eu estou bem. — assegurei novamente e a ficha pareceu cair, para todos — Deviam parar de me tratar como se eu fosse um vidro que vai se estilhaçar.

- Me prometa que nunca mais vai fazer isso. — Jake implorou pegando minhas mãos e me olhando nos olhos — Amor, me prometa.

- Eu não posso prometer isso. — expliquei — Porque não tem como saber o dia de amanhã, mas é claro que não vou sair por aí procurando vampiros que queiram lutar comigo. Não sou suicida.

- Mas parece que é. — Rosalie interferiu, brava, na verdade se sentindo culpada por não poder ter feito nada assim como os outros — Você devia ter fugido. Eu tenho certeza que Alice te mandou fugir, por que não obedeceu, Nessie? Todos nós não enfrentamos os Volturi ano passado e quase morremos pra que entregasse sua cabeça numa bandeja pra um vampiro qualquer.

Naquele momento todos a olharam, Edward e Bella principalmente. Eu esperava aquela reação vinda de um deles, ou mesmo de Jake mas não de Rosalie. Ela nunca levantara a voz para mim, sempre falou comigo como se eu fosse virar pó caso erguesse o tom. Me assustei.

- Tia Rose. — murmurei ainda assustada com o tom de voz dela — Eu não podia correr, não era apenas Cynthia, dois contra um seria injusto. Eu iria se apenas ela estivesse aqui.

- Nessie! — ela protestou

- Já chega. — Carlisle deu um basta nas discussões, a voz serena como sempre porém firme — O que foi feito não há como mudar. O que importa é que Nessie e Alice estão bem. Vamos entrar.

A palavra de Carlisle era sempre a última, todos entramos. O clima na hora da TV não estava leve como em quase todos os dias. Emmett ainda não tinha voltado, e fora ele estávamos todos reunidos e ironicamente, a televisão estava desligada.

- Ela me odeia. — Alice quebrou o silêncio — Tanto tempo sem ver minha irmã, eu sabia das intenções dela mas eu pensei que podíamos ter uma conversa. Mas ela quis me matar, me atacou sem piedade. Eu me defendi, obviamente, mas sem a mínima intenção de ferí-la realmente.

- Alice, não fique assim. — Jasper a abraçou

- Você tem sua família, com seus irmãos, seu companheiro, sua sobrinha, seus pais que te amam... e o Jake. — Esme mencionou e soltei um breve riso pela forma como se referiu a Jake, certamente ele estava sentado ao meu lado, as mãos praticamente coladas nas minhas

- Ela é minha irmã biológica. — Alice persistiu e aquilo ninguém poderia mudar, nada poderia ser feito para que fôssemos uma família legítima como os humanos gostam de chamar — E voltou para a Itália. Para os Volturi, e Meg também está lá. Com eles.

Naquela noite eu fui para a cama bem mais cedo, não pelo sono mas por querer pensar em tudo o que aconteceu. Após alguns minutos de reflexão, Jake apareceu na porta. Como se ainda precisasse de permissão para entrar. Após um breve aceno de cabeça, ele veio até mim, sentou-se na cama bem ao meu lado.

- Está tudo bem mesmo? — perguntou pegando minha mão que estava fora do cobertor, olhando em meus olhos — Sei que está farta de responder essa pergunta mas eu preciso saber para poder dormir em paz.

- Jake, eu estou bem. Vocês todos viram, eu acabei com aquele vampiro, eu destruí ele, arranquei a cabeça dele e joguei longe. Mesmo sangrando eu lutei contra ele. Eu entendo o lado de vocês mas eu não sou mais aquela pequena garotinha que pegava flocos de neve na floresta. Eu cresci e aprendi a me defender, eu não quero que ninguém mais morra por minha causa, da mesma forma que Irina morreu e que todos quase morreram. Não quero depender de ninguém, eu quero poder proteger a família da mesma forma que a família me protege. Não é porque sou uma híbrida que não posso encarar um vampiro. E o que aconteceu hoje é a prova disso.

- Nessie, pra mim você sempre vai precisar de proteção. Eu nunca vou sair do seu lado. Não importa se você é aquela pequena garotinha que pegava flocos de neve na floresta ou se é a Nessie crescida que matou decapitou um vampiro. Você será sempre a minha Nessie. Eu quero ficar com você, apenas você, para sempre, eu te amo.

Eu sorri e segurei as lágrimas, era incrível a forma como ele sabia me comover a cada declaração que fazia. Jake se aproximou e encostou os lábios em minha testa, a temperatura de seu corpo me acalmava.

- Boa noite, amor. — ele disse ao se levantar — Durma bem, minha Nessie.

Pude notar que pelo menos uma hora havia se passado até que eu pegasse no sono. No dia seguinte, como de costume eu acordei e todos já tinham ido.

- Gatinha, titio voltou! — ouvi a estrondosa voz e os pesados passos de Emmett no andar de baixo — Cadê meu abraço?!

Dei risada ao ouví-lo e corri escada a baixo para matar a saudade dele, eu praticamente sumi em seus braços quando ele retribuiu o abraço.

- E então, o que me conta de novo? — ele perguntou após me dar um rápido beijo no rosto — Carlisle me ligou hoje mais cedo, mas não disse muito coisa, apenas que ontem foi um dia e tanto pra você e pra baixinha.

- Tanta coisa, mas eu vou tentar resumir. — limpei a garganta enquanto rapidamente pensei nas palavras — A irmã da tia Alice apareceu aqui com um companheiro. Um tal de Ronnie, que era capaz de impossibilitar os nossos movimentos, eu consegui usar o meu dom e então as duas começaram a lutar e ele me atacou. E sozinha eu derrotei ele.

Emmett ficou boquiaberto. Me abraçou, erguendo-me e rodando meu corpo no ar em comemoração.

- Essa é a minha garota. — exclamou em satisfação — E o que aconteceu com a tal da Cynthia?

- Ela acabou fugindo. — lamentei — Mas agora você, me conte como foi na casa da Guinevere?

- Melhor impossível. — ele começou a falar indo em direção a sala de televisão, fazendo um convite para que eu fosse junto, enquanto caminhávamos ele ia falando — Eu sugeri que não esperássemos até os dois nômades virem até nós então o caçador acabou virando caça. Foi moleza. Ah, que saudade dos meus desenhos.

Sentamos no sofá e ficamos vendo Tv por algum tempo, depois ele preparou meu café da manhã de um jeito que só ele sabia fazer. Naquele dia não houve treinamento, nem mencionamos o mesmo, talvez não fosse mais necessário. Jake chegou um pouco diferente, como se escondesse algo, o que me deixou com a pulga atrás da orelha. Estava nervoso, ansioso, batendo os pés no chão frenéticamente, roendo as unhas, uma série de tiques-nervosos.

- Jake, está tudo bem com você? — perguntei quando ele voltou para a sala, após tomar banho — Está agindo estranho. Aconteceu alguma coisa?

- Definitivamente aconteceu alguma coisa. — ele confirmou minha dúvida e tanto eu como Emmett ficamos curiosos — Mas é melhor esperar todos chegarem. Assim eu só tenho que falar uma vez.

- É tão grave assim? — Emmett questionou

- Não chega a ser grave, mas é muito importante.

E a curiosidade chegou para ficar, finalmente agradeci quando Carlisle e Esme chegaram e enfim, estavam todos em casa. Eu e Jake jantamos e fomos para a sala com os outros. Passada meia-hora, eu não aguentava mais esperar.

- Pessoal, o Jake tem algo muito sério para nos dizer. — falei, chamando a atenção de todos e o transmorfo me olhou desacreditado — Desculpe, Jake, mas eu não aguento essa curiosidade.

- O que houve Jacob? — Carlisle perguntou

Edward olhava para ele, com certeza já sabia do que se tratava, o que era injusto. Eu ter esperado todo esse tempo e bastava entrar na mente dele e saber antes que eu ou qualquer outro.

- Bom, vamos começar do começo. Há algum tempo eu venho notando que meu professor de História, o senhor Abraham, ele me olha de uma forma um pouco diferente em relação aos outros alunos. Ele também age de uma forma muito estranha quando eu estou por perto e eventualmente passa mal e até toma remédios escondido. Até hoje eu não tinha entendido e tudo isso estava começando a me assustar. Mas no final do período hoje ele me procurou e conversamos, ele me explicou tudo. E quando ele terminou de falar eu até me achei burro de mais por não ter associado uma coisa a outra. Enfim, o professor Abraham é um filho da lua, um lobisomem.

O silêncio foi geral, todos estavam espantados. Ninguém conseguiu pensar em nada para dizer por um longo minuto.

- Um lobisomem? — Carlisle franziu o cenho e Jake assentiu — Vivendo entre os humanos, como isso é possível? Não se têm notícias de qualquer lobisomem há séculos.

- Talvez você esteja errado. — Edward argumentou — Na batalha contra os recém criados, quando eu confrontei Victoria, ela viu Seth e ficou confusa com o que ele poderia ser. Eu vi em sua mente, o motivo da confusão era o fato de James ter caçado um lobisomem na Sibéria há muitos anos e Seth não se parecer nada com ele.

- Pela primeira vez na história, Caius liderou os Volturi numa praticamente volta ao mundo para exterminar os lobisomens. Ele alegava que as feras eram uma ameaça a raça vampira. — Carlisle disse — Mas na verdade ele fez isso para vingar o fato de um lobisomem quase ter matado ele uma vez. Mas como foi que conseguiram sobreviver através do tempo por tantos séculos?

- O professor não explicou muito. — Jake retornou a falar — Mas ele disse que tem nos observado já a alguns meses. E gostaria de conhecer a família.

- Nos conhecer? — Rosalie protestou — Isso é loucura! Não podemos deixar um lobisomem entrar em nossa casa. Se puderam atravessar os séculos resistindo aos Volturi, imaginem o que fariam conosco.

- Rose, nós somos oito vampiros. Isso sem contar com Jake e Nessie. — Carlisle rebateu — Eu não vejo problema em trazer ele aqui, mas o que me intriga é um lobisomem estar disposto a entrar numa casa cheia de vampiros. Afinal nossas raças são inimigas naturais desde que surgiram, milênios atrás.

- Ao que parece, tanto nós como ele temos um problema em comum. — Jake refletiu e todos sabíamos o nome desse problema — Os Volturi.

A decisão foi tomada, nós receberíamos o tal Abraham em nossa casa. E assim foi feito, no dia seguinte.

- Seja bem vindo a nossa casa, Abraham. — Carlisle o cumprimentou ao recebê-lo na porta

Como o combinado, Carlisle falaria com ele na maior parte do tempo. Por ter mais experiência e ser o patriarca da família. Nos reunimos na sala de estar. Abraham aparentava beirar os cinquenta anos de um homem humano, as linhas de expressão já se formavam em seu rosto. Mas é claro que ele não tinha apenas cinquenta anos, da mesma forma que Carlisle não tinha apenas trinta. O lobisomem usava um sobretudo de couro marrom já bastante velho, seu cabelo batia pouco acima dos ombros e era bastante encaracolado. Notei sua voz grave quando ele falou.

- Boa noite, Carlisle. — disse ele e aceitou o convite lhe feito logo em seguida para que se sentasse e ficasse a vontade

- Jacob nos disse que você é um lobisomem, fiquei fascinado. É incrível, me perdoe mas, é incrível como consegue viver na sociedade.

- Eu compreendo. Mas admita que também é incrível um clã inteiro de vampiros não se alimentarem de humanos.

- Realmente é muito difícil. — Carlisle concordou com um breve sorriso — Mas me diga, como você faz?

- Da mesma forma que vocês, eu caço animais. Não há muita diferença na alimentação dos vampiros para os lobisomens, afinal, vocês se alimentam de sangue e eu, de carne. Esse é o motivo do conflito lendário entre as duas raças, a disputa pela alimentação e sobrevivência. Na maioria das vezes, as duas espécies se encontravam na hora da caçada e aí é que começaram os primeiros confrontos.

- E como os lobisomens prosperaram durante tanto tempo. Por que nós vampiros não podemos reproduzir. — Carlisle lançou um olhar á mim — Teoricamente, pelo menos não um casal de vampiros.

- Com os lobisomens não é muito diferente. — Abraham explicou — Um casal pode ter um filho mas devido aos gênes e ao veneno contido em nosso corpo, na maioria das vezes a criança nasce morta.

- Veneno?

- Sim, nós também possuímos veneno. É assim que alguém se torna lobisomem caso não seja filho de um. Mas é possível escolher caso seja um lobisomem mais velho. No meu caso, ao morder alguém, eu tenho o controle do veneno, se quero ou não liberar o vírus. Alguém mais jovem não tem essa autonomia.

- Entendo. — Carlisle assentiu um par de vezes — E quanto a sua transformação? Eu sei que tem influência da lua cheia, mas como isso ocorre?

- Bom, existem quatro estágios da lua. Um para cada semana do mês, a semana em que a transformação ocorre é obviamente a da lua cheia. Nos transformamos em qualquer noite da semana de lua cheia mas na noite principal, em que aparece por completo, é quando perdemos totalmente o controle de nós mesmos. Tudo a nossa vista é um inimigo nessa noite, ficamos completamente loucos. Por isso não vivemos em tribos ou clãs.

- Então você poderia se transformar agora já que está de noite. Afinal é semana de lua cheia. — Jacob comentou e Abraham assentiu

- Contanto que eu visse a lua. — ele acrescentou

- Me diga, como percebeu o que eu era? — Jake perguntou

- Pelo fato de sermos parentes, Jacob. — arregalei os olhos ao ouvir aquilo — Seu avô Ephraim Black, era descendente direto de um filho da lua, que por um acaso era meu irmão. Sendo assim eu seria mais ou menos seu tatara, e muitos tatara... tio-avô.

- Isso é fascinante. — Edward meditou

- Diga, Abraham, por que quis tanto nos conhecer?

- É quem é que não ia querer conhecer os Cullen, que deram um pé na bunda de Caius e os outros? Enfim, eu também fiquei curioso para ver a híbrida. Vocês devem ter cuidado.

- Como assim?

- Como eu disse, nós lobisomens não vivemos em bando mas mantemos contato. Eu soube que um dos mais antigos filhos da lua, mais velho que o próprio Aro, foi capturado e levado á Volterra. Mais o filho dele ainda pode sentí-lo, o que significa que ele está vivo. Isso é incomum, os Volturi sempre mataram os lobisomens no mesmo momento em que os encontravam.

- E eu não consigo ler os pensamentos de Aro. — Edward falou — É claro que isso não pode ser boa coisa.

- Foi o que pensei. — Abraham concordou com um aceno — Gostariam de ver?

- Ver? O quê? — Carlisle arqueou uma sobrancelha

- A transformação.

Houve um pouco de relutância mas todos aceitamos, afinal Carlisle era o único que já tinha visto um lobisomem e todos estávamos curiosos para saber como eles eram. Então todos saímos e corremos pela floresta até que encontrássemos um lugar onde a lua fosse visível. Abraham removeu o sobretudo e sua camiseta. Seu olhar encontrou a maravilhosa lua cheia e nela ficaram fixos.

Seus olhos ficaram completamente pretos, como os de um touro e para mim aquilo foi assustador. Seu corpo começou a mexer, como se algo corresse por baixo de sua pele. Os ombros inflaram, as veias cheias de sangue estavam nítidas. Os dentes de Abraham cresceram, principalmente os caninos, suas unhas se tornaram verdadeiras garras afiadas. Eu não tinha dúvida que perfuraria a pele de um vampiro facilmente. Seu corpo continuou modificando, ganhando tamanho.

Assustada, segurei o braço de Jake quando vi a cabeça de Abraham se transformar completamente, as orelhas esticando e ficando pontudas e então os pelos começaram a surgir, negros como a noite, cobrindo todo o seu corpo. Ele uivou para a lua, aquele era o verdadeiro e lendário lobisomem. Não se parecia nem de longe com os transmorfos porém seus traços lembravam, mesmo que vagamente, um lobo comum. As orelhas, as garras, as presas. Nenhum outro animal seria comparável a ele. Todos ficamos impressionados.

Notas finais
Gostaram? Espero de coração que sim
Eu mal acredito que já a fic já completou cinco meses de duração e continuamos firmes e fortes
Gostaria de agradecer a todos que lêem, mesmoos leitores fantasmas que não dão as caras mas eu os agradeço igualmente por usarem alguns minutos de seu tempo para ler essa história que faço com tanto carinho
Mais uma vez espero que tenham gostado e queria dizer que o próximo capítulo está pegando fogo
Um ótimo final de semana a todos
Beijos