Notas iniciais
gente desculpa a demora! Como vcs estão????? boa leitura ♥ ESSE CAPITULO VAI SER LONGO! SEI QUE AS VEZES CAPITULOS LONGOS FICAM CANSATIVOS, MAS PREPAREI UMA SURPRESINHA PRA VOCES NO FINAL...

Pov Elena

Estou confusa. Confusa sobre o que se passa dentro de mim, sobre essas sensações ao lado dele que nem eu mesma conseguia entender. Um misto de raiva com carinho, uma coisa difícil de ser expressada.

Algumas vezes, tinha vontade de jogar tudo o que estivesse ao meu alcança nele, mas ao mesmo tempo, sentiria vontade de entrar na frente de todos os objetos jogados. Estranhamente curioso tudo isso, já que eram apenas três dias de convivência. Quatro, contando com essa manhã, que recebi apenas um sorriso sem mostrar os dentes, e passos apressados para outra direção.

– Alguém em casa? — Ouço uma voz desconhecida e masculina. Sento rapidamente no sofá, olhando atenta para a porta da sala, por onde a pessoa passaria.

Os passos eram lentos, e parecia ter largado alguma coisa pesada no chão, pelo barulho oco.

– Jenna? — Escutei, e olhei para os cantos, procurando pela Jenna.

Logo em seguida, ele para na porta; cabelos castanho claro pra cima, como se tivesse acabado de acordar, sobrancelhas escuras e grossas que no momento estavam arqueadas, os olhos curiosos verdes me olhavam — talvez esperando uma apresentação.

– Olá. — Sorriu amigável, mostrando os dentes perfeitos e brancos. — Sou o Stefan.

Uma luz acendeu em minha mente, lembrando-me do irmão mais novo do Damon que Jenna falou recentemente. Não pareciam irmãos, até por que Stefan parecia ser mais simpático.

Seus ombros eram mais largos, e os braços eram fortes, mesmo com sua blusa cinza de manga longa, era possível ver que era definido.

– Sou Elena. — Falei. Sua expressão mudou no mesmo instante.

Seu sorriso diminuiu, e seus olhos espremeram. Agora, ele apenas levantava um lado da boca, porém continuava com os olhos amigáveis.

Caminhou até o sofá, e eu levantei rapidamente. Que falta de educação, estava na casa dele, e não tive coragem de levantar e cumprimenta-lo.

Paramos frente a frente, enquanto Stefan encarava os meus olhos — não como Damon, intensamente — com uma curiosidade, e um sorriso brincalhão nos lábios. Ele parecia se encaixar perfeitamente, no que Jenna disse que ele é.

– Vejo que já se conheceram. — Damon falou grosso, e sua voz saiu um pouco irônica.

Olhamos ao mesmo tempo, pra ele que parecia ter chego agora. Seus olhos encararam os meus rapidamente, e eu senti meu coração bater forte. Os azuis estavam escuros porém atentos. Sustentou um pouco seus olhos nos meus, e logo virou para o irmão que já andava na direção dele.

– Sentiu minha falta? — Perguntou, quando os dois se abraçaram.

Era curioso ver Damon sorrindo, ou abraçando alguém com ternura.

– Claro que não. Sabe que gosto de ficar sozinho. — Respondeu ao se separar do irmão.

– Sei, sei. — Riu e virou pra mim, os dois me olhavam. Stefan sorria, Damon já parecia estar mais irritado. — Ela é calada sempre assim?

– Não se iluda com essa ideia. — Piscou pra mim, e foi andando até o sofá.

– Primeira impressão é a que fica, Damon. — Cruzei os braços. — Não faça ele achar que sou uma chata.

– Ah, é. Até porque vão conviver juntos. — Murmurou, encostando-se no sofá.

Franzi o cenho. O que ele estava querendo dizer com aquilo? Será que estava insinuando que eu e Stefan ficaríamos juntos? Ou era uma cena imatura de ciúmes?

– Como assim?

– O Damon tem piadas péssimas. — Stefan apressou-se a falar primeiro. — Bom, hoje terá uma festa no Grill, vou encarar como uma festa de boas-vindas. Eu e a Lexi vamos, e vocês também. Tudo bem pra você, Elena? — Caminhava até a escada.

– Sim. Pode ser! — Maneei a cabeça em sinal positivo, e olhei para o Damon que estava com os olhos fechados, e a cabeça levantada apoiada no sofá.

– Damon? — O mais novo insistiu, parando na ponta da escada.

– Adolescentes bêbados? Claro! — Sorriu irônico.

– Ótimo! São três horas, daqui a pouco vamos.

Ouço os passos do Stefan subir as escadas, enquanto encarava Damon parecendo um defunto na sala. Parecia estar com ressaca, mas não havia bebido ontem. Alguma coisa o incomodava, e não era uma simples dor de cabeça.

– O que você tem? — Perguntei, sentando ao lado dele.

– Problemas, Elena. Muitos problemas. — Respondeu, ainda com os olhos fechados.

– E posso ajudar em alguns?

Ele ficou em silêncio, e eu não repeti. Apenas o observava, os lábios convidativos fazendo linha reta em seu rosto, o peito subindo e descendo pela sua respiração, seu cheiro invadindo minha imaginação de novo. Poderia ficar aqui por horas, o observando.

– Está me olhando...- Sussurrou e eu sorri.

– Estou esperando por respostas.

– Não são coisas das quais você pode ajudar.

– Como sabe?

– Sei, pois todos esses problemas se resumem a você.

Ele abriu os olhos, e virou o pescoço pra mim, olhando-me sério e com o mesmo semblante. Molhei os lábios e senti minha respiração ficar pesada. Percebo ele engolir seco, e sem perceber faço o mesmo. Nossa proximidade era perigosa, eramos como uma bomba relógio perto de explodir.

– As vezes. — Comecei. — Os problemas são grandes, e complicados, mas no final das contas sempre tem uma solução.

– E se esse não tiver? — Perguntou rápido.

– Todos tem.

– Talvez nem todos. — Suspirou e sorriu sem mostrar os dentes. — Vai se arrumar.

{...}

Chegamos no Grill, e estava cheio, mais cheio do que eu imaginava. A música estava alta, e as pessoas dançavam e conversavam empolgadas.

Estava no meio dos irmãos Salvatore, e muitas garotas já o secavam com malicia. Mordiam seus canudos, jogavam seus cabelos e os mediam dos pés a cabeça. Virei os olhos enciumada, fechando minhas mãos e segurando ao máximo para não começar uma briga ali mesmo.

Sua mão segurou meu pulso com delicadeza, e toda aquela raiva e ciúmes pareceu ir para bem longe daqui.

– Vou beber com meu irmão.Temos algumas coisas para conversar.- Falou ao meu ouvido, pela música alta.

Sua respiração quente fez eu fechar os olhos por alguns segundos, sentindo seu toque e o cheiro de menta vindo da sua boca, eu senti vontade de beija-lo, mas mordi o lábio evitando levar um fora.

– Tudo bem! — Respondi, abrindo os olhos e vendo Caroline conversando com algumas garotas. — Estou ali. — Indiquei com a cabeça, e ele beijou o alto da minha cabeça indo com o irmão.

Antes de chegar na Care, ela já havia me visto e corria na minha direção. Agarrou meu pescoço com os dois braços, me dando um abraçado apertado e apressado.

– Que bom que você veio! Quando vi a mensagem fiquei muito feliz. — Sorriu contente, quando nos separamos. — E então? Cadê o senhor sexy, ele realmente veio?

– Atrás de nós, no balcão com um loiro. Social preta, cabelos pretos e olhos azuis. Provavelmente não está rindo. — Disfarcei olhando para o lado, enquanto Caroline provavelmente encarava Damon sem disfarçar.

– Está de brincadeira! — Falou baixo, olhando por cima do meu ombro. — Ele é um gostoso, Elena. Já transaram?

– Caroline! — Engasguei encarando a minha amiga.

– Ele está olhando pra cá. — Bebericou disfarçadamente.

Virei, olhando por cima dos meus ombros e encontrei seus olhos. Stefan estava de costas pra nós duas, e ele olhava por cima do ombro do irmão, despreocupado em saber que eu o peguei me olhando. Na verdade, Caroline o descobriu.

– Não me importaria de ficar uma semana na casa dele. — Ouço ela falar, e viro novamente pra ela.

– Adianta o que? Ser extremamente bonito e bipolar? Nós nos beijamos algumas vezes...

– Que? — Engasgou-se com a bebida. Tossiu algumas vezes, e logo se recompôs. — Explica isso, agora!

{...}

Pov Damon

Era engraçado a forma que as mulheres achavam que sabiam disfarçar. Sempre era assim: uma olhava para qualquer direção, e a outra encarava a presa. O mais engraçado, era que a direção que elas olhavam, era sempre sem sentido. Como uma geladeira, a porta fechada ou até mesmo a parede. E uma amiga como essa da Elena, que não sabia disfarçar, era a que mais entregava na hora.

Percebo ela engasgar, e Elena a levar pra longe da minha visão.

– Conta. — Stefan tirou minha atenção das duas, fazendo eu encara-lo.

– Contar o que? — Segurei meu copo, tomando um gole longo.

– Sobre ela.

– Fala muito, impaciente, fica com tédio facilmente, gosta de incomodar...

– Sabe bastante sobre ela, não é? — Sorriu malicioso.

– Ela está na minha casa há alguns dias, irmãozinho. — Sorri cínico. — Seria um surdo e cego se não reparasse. Ser surdo não seria má ideia, já que ela fala demais.

– Cego também não, já que ela é linda, não é? — Tomou toda sua bebida, com os olhos presos nos meus.

– Cadê sua amiga loirinha? Podemos chamar ela para o clube da luluzinha, o que acha?

– Está chegando. Sou seu irmão, sabe que pode me contar as coisas.

– Sim. Mas prefiro esperar a Lexi chegar, podemos fazer uma barraquinha de lençol entre as mesas e conversas sobre nossos segredinhos. Opa! Chegou nossa última convidada.

Lexi apareceu, andando na nossa direção. Ela era extremamente sexy e bonita, um pouco mais velha do que o Stefan e com curvas maravilhosas, destacadas no seu vestido preto. Seus passos eram largos, com os saltos altos e um olhar esnobe. Os cabelos cumpridos loiros, iam até abaixo dos seios fartos, sua franja longa ao lado direito do rosto, caia algumas vezes nos olhos, e ela a jogava de volta para o lugar.

– O que os meninos estão conversando? — Perguntou, parando no meio de nós dois e chamando o garçom. — Uma dose de borboun, por favor. Hum, na verdade três, estou com sede. — Piscou e dividiu a atenção entre eu e meu irmão. — Estou sentindo o climão daqui. Já brigaram?

– Não. — Respondi antes do meu irmão. — Na verdade, estávamos esperando você. Stefan quer compartilhar os segredos dele e quer que eu compartilhe os meus.

Lexi encarou meus olhos séria e com um semblante bravo. Ela sabia do que eu estava falando. Sabia daquela noite, em que bebeu demais e acabou parando na minha cama, uma noite alucinante e maluca, da qual eu repetiria se não fosse sua repentina falta de interesse em mim. Mas não era sobre isso, que eu estava falando. Quando digo, que as mulheres as vezes erram na hora de disfarçar, eu não estou mentindo, mas os homens também erram feio na hora de perceber o clima pesar.

– Damon está afim daquela menina, que eu falei pra você.

– Hum. — Ela virou os olhos com desdém. — Eloísa não é?

– Elena. — Falamos juntos.

– Eu hein. — Lexi pegou sua primeira dose, e virou de uma vez só. — E cadê a felizarda? — Passou os olhos pelo Grill.

Quando olhamos, Elena já nos olhava, especificamente pra mim. Olhos semicerrados, e as sobrancelhas tremulas o que indicava seu mau-humor. Senti vontade de sorrir, por saber e ter a certeza de que ela estava incomodada com a presença da Lexi. Quem não ficaria? Era invejável a beleza dessa garota.

– A morena ali? — Não disfarçou, olhando para a Elena.

– Vai deixa-la envergonhada, Lexi. — Stefan sorriu, colocando a mão na dose da amiga.

– Não ouse. — Deu um tapa leve na mão dele, e tomou a outra dose de uma vez. — Adoro esse lugar.

– Qualquer lugar que tenha uma boa garrafa e uma boa música, você gosta não é? — Provoquei, recebendo outro olhar reprovador. Eu não sabia o que estava fazendo.

– Depende da companhia. Se for ruim, essas duas qualidades não valem nada.

– Hum, e se for boa você grita o nome da pessoa com tanto fervor que sente até a garganta doer, não é? — Ri, tomando mais um gole do meu copo.

– Está sabendo bastante, não está Damon? — Stefan desconfiou, olhando para a Lexi em seguida.

– É seu irmão, sendo seu irmão Stefan. Capaz dele transar com sua noivinha.

– Ela não é minha noiva. — Virou os olhos.

– Mas vai ser! E não irá demorar.

– Só se eu quiser! John deixou bem claro, de que não somos obrigados a isso, só se desejar. Ele almeja essa filha dele, acha mesmo que a forçaria a ficar com alguém?

– Qual é, irmãozinho. Loiro, olhos claros, forte e parecido comigo, quem não aceitaria você?

– Pois é. — Lexi tomou a última dose, engolindo seu ciúmes junto com o borboun.

– Ser parecido com você, era pra ser uma qualidade?

– Claro! — Respondi sorrindo, e ele sorriu. — E não faça charme, você já disse que aceitaria.

Os dois se olharam, e eu percebi que dessa vez falei demais, só que diferente do afronto a Lexi, essa vez foi sem intenção de fazer os dois quase se matarem com olhar. Antes que Stefan falasse alguma coisa, Lexi saiu andando.

– O que eu perdi? — Perguntei, vendo a loira sair pela porta do Grill.

– Muitas coisas irmão. — Tomou o último gole, e olhou-me sério.

{...}

O caminho pra casa estava sendo extremamente silencioso. Stefan com as tentativas em ligar para a Lexi. Elena com os braços cruzados e poucas palavras, e eu, não querendo conversar com ninguém como sempre.

Ao entrar, Stefan despediu-se rapidamente e já subiu para o seu quarto.

– Gostou de hoje? — Perguntei a ela, que já estava prestes a subir.

– Isso é uma pergunta, ou uma provocação? — Parou, olhando pra mim.

– Uma pergunta. — Respondi grosso, e ela sorriu cínica. — O que foi, Elena?

– Eu não sei, Damon. Talvez eu também tenha problemas, e talvez eles também sejam você.

– Que sorte.

Ela subiu rápido, sem dizer mais nada.

{...}

Entrei no meu quarto, já desabotoando minha camisa e parei enfrente ao espelho. Deslizei ela pelo meu ombro e braço, até retira-la por completo a jogando na cama.

Kiss me — Ed Sheeran

Ouço a porta ser aperta lentamente, e pelo reflexo vejo Elena. Virei rapidamente, vendo-a parada na porta, vestindo sua camisola e com os olhos assustados, como se tivessem visto um fantasma.

Impossível não medi-la dos pés a cabeça e a deseja-la mais do que nunca. Meus desejos já saiam pelos meus poros, e minhas mãos coçavam para carrega-la em meu colo.

– Está tudo bem? — Perguntei sério.

– Diferente de você, eu não tenho preguiça ou desisto fácil sobre os meus problemas, eu os organizo e os coloco de um jeito, que tenha uma solução, porque como disse, todos os problemas tem soluções. — Falou rápido, recuperando o ar quando terminou.

– E qual é a sua solução? — Perguntei depois de alguns segundos em silêncio.

Seus passos diminuiu a distancia entre nós dois, e estávamos frente a frente, encarando um ao outro com a respiração pesada.

– Responda-me, Elena. Qual a sua solução? — Sussurrei, sentindo meu peito subir e descer rápido.

– Você. — Respondeu baixo.

Não quis me segurar, não permiti fazer isso comigo mesmo. Segurei em sua nuca, pegando parte do seu cabelo e a puxei com força contra o meu corpo, sentindo eles se chocarem e se arrepiarem ao sentir o toque um do outro. Nossos lábios se encontraram, e nossas línguas pareciam desesperadas procurando uma a outra, ela entrelaça seus dedos entre os fios do meu cabelo, os bagunçando por completo. Com o outro braço, envolvi em sua cintura a apertando contra o meu corpo enquanto a beijava com vontade e ardendo em desejos.

– Nunca mais faça o que fez no Grill. — Pediu quando desci os lábios para o seu pescoço.

– O que eu fiz? — Sussurrei em seu ouvido, voltando para o seu pescoço rapidamente.

– Fazer eu imaginar você com outra.

Olhei em seus olhos, colocando minhas mãos em cada lado do seu rosto e sorri internamente, com a ideia de que eu poderia não achar mais ninguém tão atraente quanto ela, e ela nem imaginava.

– Não imagine. — Desci os lábios até a sua bochecha, e parando perto do seu ouvido. — Ou imagine eu e você. Minha mão deslizando pelas suas costas. — Deslizei minha mão, conforme ia falando. — A outra, descendo entre seus seios, até sua barriga e ansiando descobrir outras partes. — Passei meu dedo em sua virilha, e senti ela apertar minha cintura. — Imagine eu a tocando. Porque eu realmente quero isso. — Passei as pontas do meu dedo por cima da sua calcinha e ela gemeu. — A amando, posso estar tão perto disso, Elena. — Beijei seu pescoço. — A desejando mais do que qualquer outra pessoa, que sua mente insista em te assombrar. — Empurrei seu corpo contra a parede, prensando nosso corpo e encostando nossa intimidade. — Imaginou? — Sussurrei e ela maneou a cabeça em sinal positivo.

Segurei suas pernas, e a coloquei em meu colo. Ela entrelaça elas em minha cintura, e eu mexo meu quadril para senti-la melhor.

Joguei seu corpo contra a cama, e fui entre suas pernas, beijando seu pescoço, subindo até a sua orelha e mordendo o lóbulo. Deslizava sua camisola pra cima, sentindo cada parte do seu corpo, lembrando-me o quanto ansiava por isso.

Quadril, barriga, costela, seios e por fim, retirando o tecido de seda do seu corpo, dando a visão de uma lingerie preta e sexy. Eu a queria tanto.

Levantei seus braços acima da sua cabeça, os colocando no batente da cama. Deslizei minhas mãos neles, enquanto beijava o colo dos seus seios, passando por eles e descendo até a sua barriga.

Beijei sua virilha, segurando em cada lado da sua calcinha e descendo-a devagar, ouço ela gemer baixo e vejo suas mãos agarrarem o lençol. Deslizo a calcinha entre suas pernas, até retira-las.

Subi, e seus braços me receberam apressados. Entrelaçou eles em meu pescoço com força e eu sabia o que ela queria.

Abaixei minha calça, junto com a cueca, deslizei meu dedo indicador dentro dela, sentindo-a molhada e excitada. Retirei o dedo e coloquei a cabeça do meu pênis contra a entrada da sua vagina, seu corpo tremeu e eu sorri, beijando seus lábios, que estavam secos, passei a língua neles e ela gemeu mais uma vez. Encaixei e introduzi lentamente, sentindo cada centímetro seu, quente e molhado, pronto pra mim.

Suas unhas arranharam as minhas costas com força, quando eu o coloquei por inteiro. Sua vagina me apertava, e eu não queria mais sair dali de tão quente que ela é.

Retirei metade, e logo introduzi novamente. Aumentava a velocidade a cada entocada, já não aguentava ser tão divagar, queria mais dela, queria sentir mais ela, e fazer inúmeras coisas com ela. Eu a queria pra mim.

Notas finais
GENTE O QUE ACHARAM DA PRIMEIRA VEZ DELES????????? CAPITULO FICOU MUITO LONGO? POR FAVORRRR RESPONDAMMM AHHAHAHA