Monsters: A Guerra Começou

3 Capítulo 2 - "O Jogo Virou"


Notas iniciais
Aew! Mais um capítulo com um título podre kkkkk' Cara, é difícil fazer nomes para capítulos T^T (e eu achando a coisa mais fácil do mundo). Acho que vou contratar alguém para fazer isso para mim suhsush' Bom... também quero deixar claro que em relação ao título estar entre aspas ( " ) é porque como se fosse a fala do Mike, okay? (Sim! Estou apelidando meu filho albino :3 rsrsrs') Enfim... Eu posso acabar me "atolando" um pouquinho em relação às postagens pois estou entrando (novamente) em semana de provas :s Agora sem enrolação, bora lê~?

Ao despertar, Michelangelo percebeu que ainda estava na sala que fora aplicada a injeção. Ele levantou-se e foi em direção à porta. Ao abri-la, apareceu o médico que tinha o examinado e um militar, que parecia mais um guarda roupa para Michelangelo. O médico falava na língua estrangeira para o militar e ele assentiu, pegando o braço do menino.

– Venha comigo, por favor – disse o militar.

– E-ei! Onde está a me levar?! – disse tentando soltar-se, mas o militar era bem mais forte.

O homem leva Michelangelo até o pátio. Michelangelo encontra Andrew mexendo nos fios do cabelo. Ao olhar para ele, vê a expressão do rapaz com um sorriso lateral. Que diabos esse desgraçado está rindo?, pensou. O homem leva Michelangelo até a porta grande por onde havia passado horas atrás.

Os outros guardas são ordenados a abrir a porta e assim que fora aberto, o militar larga Michelangelo com mais um empurro para fora da Reserva.

– Ei! Por que estão me chutando para fora dessa merda?! – disse Michelangelo.

– Você não passou no teste, seu peso morto.

Aquelas palavras foram o suficiente para paralisar Michelangelo. Mesmo sendo um rapaz um pouco grosseiro, ainda tinha um pouco de sentimentos moles no coração.

– Ei! Mas eu não tenho mais alimento! – disse mostrando a bolsa com apenas roupas sujas e rasgadas enroladas na fotografia quebrada da mãe. – Pelo menos me dê um pouco de água e alimento que eu cairei fora desse lugar de merda!

– Hein? Por que deveria fazer isso, peso morto?

Desgraçado..., murmurou muito baixo, baixo o suficiente para que o militar não ouvisse. Michelangelo, com um ataque de fúria corre para cima daquele homem gigante. Não chega a bater no militar, mas gruda seus olhos nos pequenos olhos negros do homem.

– Olha aqui, sua montanha de carne, vocês injetaram uma droga de líquido na minha corrente sanguínea sem eu autorizar. E agora vocês ficam com essa putaria de largar qualquer um por aí? Il vostro verme marcio e disgustoso....

Dito isso, Michelangelo deu as costas e saiu andando quando foi acertado na cabeça. Ao virar, ele havia recebido uma garrafa d’água. Michelangelo deu um sorriso lateral, um tanto assustador, para o militar. Ao agachar para pegar a garrafa, o militar lança mais duas para ele.

Buono ragazzo – Michelangelo esnobou da cara do militar. E ele gostou, de ver um homem, daquele tamanho, daquela força, se rebaixar a um adolescente de apenas dezessete anos. E sem armamentos!

Colocando as garrafas na bolsa, volta a perguntar se ele entregaria alguma ração. Mas não teve jeito, o militar não entregara nada. Bom, pelo menos morrer de sede, Michelangelo sabia que não ia. Pensou em caçar algum animal por aí. Assim que o militar voltou para dentro da Reserva, Michelangelo foi até o lugar que havia escondido sua faca e a pegou. Tirou a terra que estava nela e colocou na mochila, embrulhando em uma camiseta.

Michelangelo não sabia para onde ir, então decidiu ir de onde ele veio. Talvez achasse comida na cidade e se refugiar lá.

– Talvez eu volte, encontre alimento e água e vou viver feliz... Talvez eu encontre um cãozinho e dê o nome de Cane. Ele me fará companhia – disse em voz alta para que o militar escutasse enquanto chutava uma pedrinha.

Nesse momento, ele percebe que a pedrinha que ele havia chutado estava pulando. Ele sente um vento forte, o suficiente para levantar um pouco de terra e areia. Michelangelo cobre o rosto com os antebraços e depois do vento, ele percebe que um dos monstros estava de volta.

Meraviglia... Não conhecerei Cane... – murmurou as palavras.

Percebeu que o Monster estava vindo em sua direção, feroz, faminto. Sem saber o que fazer, pensou na faca. Mas o que uma faquinha de cortar carne de cozinha vai fazer?! Ele correu em direção à Reserva pedindo por ajuda.

– Abram! Esse desgraçado voador vai me devorar! Eu quero conhecer Cane! AIUTO!

Nesse momento, uma voz feminina e firme gritava para ele em cima do muro.

Halten!

Ele havia lançado para ele uma espécie de arma. Não era uma arma comum que se vendiam nas lojas e supermercados para uso de caça ou defesa pessoal. Era uma arma criada pela Classe Militar. Talvez tenha sido criada até pela Classe Científica. Michelangelo não sabia o que fazer. Então tentou usá-lo como uma arma normal. Sem sucesso. Como uso essa droga?!, pensou.

Em cima do muro, alto o suficiente para a visão dos Monsters no chão e no ar, um homem não muito novo e nem muito velho chega perto à moça.

– Löhnhoff, o que está a fazer?

Sem tirar os olhos do garoto, ela responde.

– Vendo do que ele é capaz, General Analois. E não me chame pelo sobrenome, e sim pelo nome: Heike.

– Okay, okay... E eu já disse que quando não estivermos em meio às pessoas, pode chamar-me de pai. – Heike deu de ombros ao pai. – Ele foi recusado no teste. Não sabe nem como usar isso! Regelrech... que peso morto.

O General era um homem de muito respeito, pois estava na classe Divina e também era o líder da Classe Militar. Era um homem loiro, com seu cabelo lambido para trás – mas de um jeito charmoso -, com olhos verdes claros. Não usava capa ou algo do gênero, apenas uma camisa e jaqueta pesada com vários broches e distintivos que ganhara de batalhas. Já Heike era uma moça loura, de olhos azuis celestes de corpo bem definido, seios fartos e alta. Possuía uma pequena cicatriz na bochecha direita e usava um colar de cruz. Puxara a mãe.

Antes que General Analois virasse as costas e saísse andando, Heike, sua filha, o segurou pelo casaco militar.

– Veja isto – disse ela agachando-se com um joelho no chão estilo príncipe, colocando a mão direita no chão para maior equilíbrio.

Michelangelo, de alguma forma conseguiu ativar a arma. Ela havia ficado vermelha e depois ficou branca com alguns tons de lilás bem fracos. O adolescente mirou no monstro e apertou o gatilho. Uma bola enorme de fogo foi lançada da arma. Mesmo com a força da arma, Michelangelo ficou de pé. A primeira bala desperdiçada não acertou o Monster. Ele havia desviado, pulando por cima, chegando perto de Michelangelo. Antes que o devorador de pessoas o atacasse, Michelangelo correu em sua direção e depois se jogou de joelhos, deslizando. Isso fez com que o monstro olhasse para ele por trás do peitoral enorme. Nesse momento, Michelangelo novamente atiçou fogo, explodindo a cabeça do monstro. Uma chuva de sangue, esse foi o resultado.

– UOU! Isso foi... Incredibile! – grita o italiano de felicidade levantando a arma.

– Como... Como ele... – Coronel Alaois começou sentindo uma gota de suor correr sua têmpora esquerda. – Heike, essa arma quanto pesa?

– Bom... para quem é treinado e tem hormônio próprio... é como se tivesse que carregar um travesseiro de pena de ganso. Já para uma pessoa normal... Deve ser mais ou menos levantar um caminhão encarregado de levar seis caminhões.

– Traga-o para dentro. Agora.

– Sim, senhor! – ela levantou-se do muro e deu batida de continência.

Notas finais
E aí, o que acharam? Galerinha, quero avisar que vocês ainda encontrarão muitas palavras estrangeiras com o desenrolar da Fic, viu? Mas não se assustem! Todas as palavras estrangeiras eu deixo traduzido aqui em baixo no "Mini-Dicionário" das Notas Finais. O motivo dessa mistureba toda vocês vão ver mais tarde xD [Eu quis fazer isso (principalmente o alemão e o italiano) porque eu venho de família de tal nacionalidade. Então eu sei um pouquinho... Espero que não me xinguem em relação às palavras (^.^)"] Obs.: O sobrenome da Heike (Löhnhoff), se lê assim: Lunrrófi Espero que tenham gostado!! Chu~ ------------------- Mini-dicionário: ALEMÃO > Halten: segura/segure/verbo "segurar" > Regelrecht: Francamente (nesse caso, é um meio de "desabafo", tipo assim: "Aff... Tá de brincadeira") ITALIANO > Il vostro verme marcio e disgustoso...: Seu verme podre e nojento... > Buono ragazzo: Bom menino > Meraviglia: Maravilha > Aiuto: Socorro! (esse eu já tinha falado antes :P) > Incredibile: Incrível > Cane: cão/cachorro (o que é sem sentido Mike dar o nome do cachorro de cachorro '-' aushaush, mas okay)