Monsters: A Guerra Começou

12 Capítulo 11 - "Cientist?!"


Notas iniciais
Olá meus suricatas sensuais!! Belezinha? Mais um capítulo!! E quero divulgar uma fanfic diwa do meu coleguinha :3 José. Espero que possam entrar no link e ler saobra fabulousa! ♥ (https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-originais-jose-5547468) Bora lê~?

Antes que o italiano pudesse saber da verdade relacionado com aquele pequeno garoto alemão, o mesmo murmurou para o albino segurando a ponta do seu casaco.

— Estou com fome...

— Ainda não comeu nada? – Disse, mas sem querer se preocupar muito. O menino negou com a cabeça. – Ok... Vamos para a cantina, lá deve ter alguma coisa.

Acho que posso encontrar com a Heike depois..., pensou o italiano.

Enquanto Michelangelo andava, o garoto correu e segurou no casaco longo do italiano, na qual não ligou durante todo o trajeto. Chegando lá, Michelangelo abriu a porta e as luzes encontravam-se apagadas.

— Podemos entrar aqui? – Perguntou o garoto.

— Talvez. Só preciso arrumar luz nisso aqui. Droga, cadê o interruptor?— murmurou o italiano.

Quando Michelangelo olhou para o lado e notou o garoto mexendo nas fiações.

— Ei! Garoto! Não mexa aí, não! Você quer morrer eletrocutado?! – disse pegando no seu antebraço. Ao puxar o garoto, as luzes ascenderam. – O que você fez?

— Nada demais... Apenas juntei as fiações que estavam soltas e pronto: liguei a luz. Claro que tive que desencapar uns fios ou outros, mas usei o dente como ajuda.

Michelangelo o olhou curioso. Com um rápido afago na cabeça disse “bom trabalho” e foi direto para os armários. Ambos dirigiram-se próximo à câmara frigorífica e lá dentro procuraram alguma proteína. O garoto entrou junto, vacilando por segundos. A porta, na qual abria apenas pelo lado de fora, fora fechada e selada. Agora ambos estavam presos lá dentro.

— Droga! – xingou o italiano tentando arrombar a porta jogando o peso do corpo contra ela, mas fizeram uma força desnecessária, machucando apenas seu ombro direito.

— Desculpa... – choramingou o garoto, prestes a chorar.

— Sabemos que você fez besteira, mas não é hora para sentar ou chorar. Temos que sair daqui antes que morremos congelados!

Michelangelo começou a andar de um lado para o outro mexendo e remexendo nas prateleiras cheias de produtos derivados do gado, também peixes e outras aves.

— Estamos presos... – murmurou para si mesmo.

Chegando próximo à porta, Michelangelo decidiu optar no ego: gritos repetidos foram feitas pelo rapaz. Sem sucesso.

— Ah! Já sei! – o garotinho com seus lábios roxos, assim como a mão pálida de frio, chamou a atenção do garoto maior. Era notável que o garotinho não passava bem. – Você consegue fazer um rombo nessa parede? Mais ou menos... nessa região?

— Está tudo bem? Pegue meu casaco por hora!

— Está tudo bem... Apenas... quebre essa parede. Rápido.

Sem pensar duas vezes, Michelangelo pegou a pistola que sempre carregava em seu cinto e atirou na parede, dando por fim um chute com o pé direito para retirar alguns destroços da parede, logo mostrando muitos fios coloridos.

— O que pretende fazer? – Perguntou o italiano.

— Essa câmera frigorífica usa codificação para abrir a porta, por segurança. Então, se eu fizer isto... – o garoto puxou umas fiações e depois pensou um pouco, logo unindo outras e conectando outras. Fazendo assim um barulho estridente e fino e abrindo a grande e pesada porta. – A porta... se abrirá.

Os olhos do italiano brilharam com a incrível mente do garotinho. Ao olhar novamente para o menino, ele caíra no chão. Rapidamente, Michelangelo pegou o garoto no colo deixando uma posição confortável para o garoto e para ele, pois seu ombro doía. Correndo com o garoto nos braços, procurou Samantha. Ou algum médico presente. Por sorte, Samantha estava indo em direção contrária a eles.

— Samantha! Socorro! – Pediu o rapaz.

— Minha nossa, o que houve?!

— Ele desmaiou! Acho que é por causa do frio.

A garota o fitou com seus olhos negros um tanto confusa.

— Vamos para a enfermaria, lá tem cobertores.

Ao chegar no ambiente, Michelangelo colocou com cuidado o garoto em uma das camas e perguntou das cobertas: dentro dos armários. Ele pegou logo três cobertas e colocou em cima do garoto.

— Pelo amor de Deus, veja se aconteceu alguma coisa mais séria com ele... – dizia o italiano.

— Acha que não farei isso?! Preciso do meu termômetro... Achei! Preciso você fora daqui.

— Não mesmo. Eu causei isso, quero saber o resultado.

— Mas é irresponsável mesmo, não?! – disse um tanto com raiva.

Rapidamente, a ruiva colocou o termômetro embaixo da axila do garoto sem tempo o suficiente para checar os batimentos, optou em medir através da pulsação em seu pescoço. Um clima tenso rondava aquela sala. Uma gota de suor gelado escorreu pela têmpora do italiano. Quando um suspiro aliviado fora solto pela ruiva.

— Ele não sofreu nada...

Dios mio! Obrigado!

— Ele apenas desmaiou por causa do frio, mas terá que ficar aqui um pouco de descanso. E essa quantidade exagerada de cobertas não é preciso. – Disse pegando duas cobertas e guardando novamente. – O garoto está com anemia então precisa ficar internado por um tempo até as proteínas do seu corpo se neutralizar. Colocarei uma oxigenação artificial para ajuda-lo a respirar melhor... E, posso saber o que aconteceu? – Disse colocando o estetoscópio no bolso do jaleco branco.

— Ele estava com fome. Então entramos escondidos na cantina e em vez dele segurar a porta enquanto pegava carne ele entrou comigo, nos trancando lá dentro.

— E como saíram?

— Eu atirei na parede e ele mexeu numas fiações, fazendo-a abrir. — Os olhos negros da ruiva arregalaram-se. – Algo de errado?

— Ah, não... nada. Mas enfim, melhor deixarmos ele descansando. Depois voltarei aqui para alimentá-lo. Talvez eu chame algum enfermeiro de plantão por aí... E você, fique longe dele até ele melhorar, okay?

O albino deu de ombros, demonstrando que não se importava. Ambos saíram da sala e Samantha fora até a Sala Chefe Medicinal, onde continha tudo que um médico ou um cientista precisava: experiências, tubos de ensaios, Becker, plantas de variadas formas e tipos, máquinas de últimas gerações, etc.

— Bom dia, Samantha! – dissera um dos médicos. Willson era seu nome.

— A-ah! Bom dia, Will.

— Fará outra das suas experiências malucas? – Ele brincou.

— Não dessa vez – ela deu um sorriso amarelo.

Após isso, continuou andando.

— Precisará de algum documento? – Perguntou Will ao perceber que ela se encaminhara à sala de documentos.

— Ah, sim... Eu preciso confirmar um dado de um paciente meu...

— Boa sorte!

Após isso com um sorriso, rapidamente entrou na sala trancando a sala. Procurou nos enormes arquivos várias fichas procurando por foto.

— Droga... Não sei o nome da criança! – Ele colocou a mão na testa dando um pequeno tapa.

Demorou um tempo, mas achou a ficha do garotinho. Pegou o papel em suas mãos e percebera que ainda estava quente, ou seja, havia acabado de ser colocado lá as informações do garoto.

— Achei! – vibrou. – Friedeemann Löhnhoff...? Espera... – após essa análise, pegou a ficha médica da Heike. – Eles são irmãos! Heike tem irmãos?! Nunca me avisara sobre nada... Nem o General – decepcionou-se.

Após voltar a conferir a ficha do garoto por completo, seus olhos arregalaram de surpresa.

— Ele... é um Cientist...

Notas finais
E aí? Capítulo um tanto parado, certo? E eu espero que no próximo terá tretas :v Nos vemos lá~!! Chu~ —---------------------------- Mini-dicionário: ITALIANO > Dios mio!: Meu Deus!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.