Monsters: A Guerra Começou

8 Capítulo 7 - Primeira Batalha (de discussões)


Notas iniciais
OE amadinhos lindos da Lari, beleza? Novamente postando já no mesmo dia. Pois é... Não tenho nada para dizer. Bora lê~?

Michelangelo desceu o morro escorregando, colocando a mão como um apoio logo acima da sua cabeça. Ao chegar ao chão, correu para trás de uma árvore e logo subiu nela.

– O que esse arschloch está fazendo? – Heike disse para si mesma.

No topo da árvore, equilibrando-se em algum galho grosso e fiel, Michelangelo pegou a arma que descasava em suas costas e tentou ativá-la. Olhou tudo antes de clicar qualquer botão ou gatilho. Sem que ele pudesse perceber, havia disparado uma munição. Colocara a cabeça para fora da copa da árvore e mostrara um sorriso malandro e amarelo para Heike. Ela apenas fechou os olhos e balançou a cabeça em uma forma de negação.

Heike também nunca havia visto o tiro que a Tiger lançava. Era como se fosse um meteoro branco com as pontas da bola de fogo lilás. Michelangelo do topo avistou uma garota atrás de um prédio destruído sem dó tomando conta de um dos três Monsters que estava andando por ali. A garota estava desesperada, respirando fundo e pesado. Michelangelo percebeu que ela estava com arma.

Novamente, Michelangelo colocou a cabeça para fora da copa da árvore e fez mimica para Heike: ele queria uma granada. Havia com a mão direita um gesto de estar segurando algo, talvez uma bolinha e depois colocou na boca essa “bola imaginária” e puxou, dando o entender que era uma granada. Heike logo notou, mas negou rapidamente. Ela respondera com mimica também, fazendo um gesto de explosão.

Sem querer saber, Michelangelo mandou Heike danar-se levantando o braço direito rapidamente e virando a cabeça. Insistiu que jogasse a granada para ele. Com raiva, ela pegou uma granada no carro e correu para a beira do morro. Localiza a árvore em que Michelangelo estava e joga nela. Michelangelo calcula mentalmente o tempo em que a granada chegaria até ele e então pula.

Heike havia tampado os ouvidos e fechado os olhos, encolhendo-se no chão. Esperava uma explosão e uma morte, mas não recebeu. Lá estava Michelangelo acenando para Heike com a granada na mão. Heike acabou deixando um suspiro e um pequeno sorriso escapar. Michelangelo esperou a criatura passar entre umas árvores e lá ele desativou a granada e jogou próximo a elas.

Enquanto havia uma enorme explosão, Heike já percebera que havia uma pessoa correndo entre a fumaça: era Michelangelo. Ele correu até a garota que estava agora jogada no chão.

– Vamos! – Disse Michelangelo chegando perto da garota já estendendo a mão.

Ela aceitou a ajuda e ele a guiou pelas árvores segurando sua mão.

– Espera, espera... – disse ele escondendo seu corpo e o da garota atrás de outro prédio em ruínas.

– Quem é você? – Disse a garota encarando a nuca do rapaz.

Ele virou para ela e disse:

– Se você não cooperar, seu maior pesadelo. Vamos!

Ele a puxou pelo pulso atrás de outra árvore.

– Cuidado! – Gritara a garota ao puxá-lo para trás.

Um Monster havia tentado pegá-lo pela lateral, mas graças à garota, ele conseguiu desviar. Rapidamente, Michelangelo e a garota distanciaram-se e Michelangelo já ativara a Tiger. A arma havia ficado vermelha e depois branca com toques de lilás. Uma bola branca e mortal havia sido lançada da arma em direção ao Monster.

– Corra! – Ordenara Michelangelo.

A garota correu. Não fora preciso correr muito para chegar até o morro. Lá de cima, Heike havia apontado para a garota ir para a direita, que lá tem como subir em uma árvore menor. Michelangelo ainda batalhava contra a fera. Ela havia batido as asas, com um ferimento enorme em sua pata e voou rapidamente e ferozmente em direção ao rapaz albino.

– É morrer ou matar para viver. Morra!

Dito isso, a arma novamente lançou mais uma bola de fogo branca. Acabou atingindo a criatura em cheio, fazendo uma chuva de sangue e órgãos. Algumas partes colidiram-se com o chão inteiras, como as asas e o rabo.

Após a destruição, dois Monsters haviam aparecido.

– Opa... tenho mais companhia. EI, PESSOAS QUE NEM EU, SE VOCÊS ESTIVEM AINDA AÍ, FAVOR AJUDAR UM MOLEQUE INFELIZ QUE NÃO AMA MAIS A VIDA! – Michelangelo havia gritado para que o pessoal escondido escutasse.

Nesse momento, ele não havia escutado ninguém, apenas passos pesados e asas batendo em sua direção misturada com gritos graves e aterrorizantes. Ele novamente pegou sua arma e apontou para a criatura, lançando uma bola de fogo. O que voava, desviou. Antes que pudesse atingir o albino, alguém havia enfiado a faca da baioneta no pescoço da fera, fazendo-a gritar. Um som horrível percorreu pelos ouvidos do italiano. Ele olhara para cima e notara um rapaz. Era Andrew.

– Andrew?! – Dissera ele.

– Qual é a surpresa? – Disse ele retirando a baioneta da artéria principal da criatura, fazendo espirrar sangue e a fera cair dura no chão.

– Mas que molenga... Eu tive que vir aqui para te ajudar? – O italiano provocou.

– Calado. Minhas munições acabaram e fomos cercados.

– Dane-se. – Michelangelo pulou pela lateral atingindo mais um Monster que o atacaria. A fera gritou de dor. — Quantas pessoas vieram nessa missão?

– Eu e mais quatro.

– Salvei uma garota, agora falta mais três.

– Parabéns, você sabe contar. – Respondeu Andrew.

Michelangelo atirou na asa da criatura que voava e ela caiu, fazendo um buraco no chão com seu peso. Andrew pulou na garganta da criatura e a cortou, fazendo mais sangue espirrar.

– Ah não... Minha capa – ele dissera ao notar que a ponta sujara de sangue.

– Pare de chorar, bebêzão. Vamos procurá-los.

– Vá para o sudeste e para o leste. Eu irei para o oeste e noroeste.

– Por que esses pontos?

– Porque eu que dei a fuga. Apenas faça.

– Olha que você não manda em mim, hein?

– Quem disse? Eu que sou o líder disso aqui.

– Por isso que só fez cagada até agora.

– Você quer briga é?

– Por mim já teria dado um murro nessa sua carinha de menininha.

– É o quê?!

Heike acabou aparecendo atrás de Michelangelo com uma aparência nada boa de braços cruzados sob o peito.

– Qual o motivo dessa briga, seus arschloch?!

– Esse idiota italiano aí que você mandou está infernizando-me. – Disse Andrew. Michelangelo apenas revirou os olhos. – Juro que vou dar na cara desse albino idiota.

– Ui, ui, morrendo de medo. – Michelangelo debochou.

– CALADOS! – Heike gritou revoltada com ambos. – A partir de agora não quero escutar vocês dois gritando. Será que eu preciso fazer tudo nessa cidade?! Regelrecht... Andrew, vá procurar os demais. Soldado, conversarei com você.

– Sim, senhor! – Andrew bateu continência e correu em direção ao norte a procura dos colegas.

– Mas que palhaçada é essa, soldado?! – Heike ainda falava firme e séria com Michelangelo, sem descruzar os braços. – Sua missão é salvar. O que deu na cabeça?

– Culpe-me o quanto quiser lourinha. Esse cara aí que não vai com a minha. Bom, não vou com a cara dele também.

– Cala-te! Da próxima vez que houver confusão entre ambos, terei que levá-los a uma grave repreensão. Entendido?!

– Sim, senhor... – ele falou com pouco de deboche.

Nesse momento, Andrew apareceu com dois amigos feridos, sangrando. Heike correu para pegar um dos colegas.

– Andrew, cadê o Johann?

– Ainda não achei, senhor!

Michelangelo havia andado por aí e, atrás de uma árvore, ele chamou a atenção de todos.

– Ei, vocês... Acho que achei o Johann.

Heike e Andrew colocaram os companheiros com cuidado no chão e foram até Michelangelo. Ao chegar lá, havia um corpo com seu abdômen estourado, devorado, sem alguns órgãos interiores. Andrew havia colocado a mão direita na boca. Michelangelo esperava de Heike, como toda garota, que chorasse, gritasse ou... gritasse de pavor. Mas ela apenas disse séria:

– Recuar!

Ela deu as costas e fora ajudar os outros dois colegas vivos. Ajudaram a subir na capota do carro juntamente com a garota. Andrew fora no banco do passageiro e Michelangelo subiu na capota junto. Heike dirigiu de volta à Reserva.

– Heike, porque trouxe esse mané para a missão? – Perguntou Andrew com tom baixo, mas sem se importar se o albino escutaria ou não.

– Se você não quisesse morrer, agradeça-o.

– Eu dava conta.

Heike olhou seriamente para ele e depois para a estrada novamente. Andrew ficou encarando seu rosto pálido com a luz do pôr do sol. Aquele dia fora cansativo para todos.

Notas finais
É isso. Primeira briga do Andrew com o Mike :3 ( Para quem não me conhece, Prazer... Larissa. Uma menina que ama tretas :v ) agora é sério. O destino da fic está na mãos de vocês leitores (se é que tem). Eu não sei mais o que fazer, se continuo a escrever ou se largo mão dela :/ Mas enfim... Espero que tenham gostado desse capítulo. Nos vemos no próximo! Chu~ -------------- Mini-dicionário ALEMÃO > Arschloch: idiota > Regelrecht: Francamente (é tipo um... "que saco...")