Monsters: A Guerra Começou

7 Capítulo 6 - De Peso Morto à Soldado


Notas iniciais
OE POVO LINDUU ♥ Quanto tempo? *Pega escudo do Capitão América* Antes que vocês taquem pedra e raios (acho que só Zeus '-') que o parta ni mim, quero explicar meu sumiço: Escola~ Na verdade foi uma "The Tretas Attack", pois teve treta no meu tempo (em relação aos trabalhos da escola) e também com minha internet -.-" Mas enfim... Estou de volta o/ Agora sem mais blá blá blá bora lê~?

Nathan havia puxado Michelangelo pelo braço até à presença de Heike.

– Ei, largue-me! – reclamava Michelangelo. – Onde estás a levar-me, istronzo?!

– Cala boca e vem.

Ambos os garotos andaram até a sala militar. Nathan nem havia batido na porta, apenas entrado. Lá estava o General Alaois sentado na cadeira tomando café bem tranquilo enquanto Heike estava olhando fixo seriamente para o mapa do território americano sobre a mesa. Ela olhara para a porta e notou Nathan com o Michelangelo ali.

– O que vocês querem? Terminaram o treinamento?

– Preciso falar com você, Heike.

– Não posso agora. Tem uma tropa nossa lá fora lutando contra aqueles exterminadores. Quaisquer falhas todos lá podem morrer. Ally, avise aos demais para contornar a área do bloco B e depois subir pela lateral do D. – Ela colocou a mão no ponto do ouvido. — Vocês encontrarão certas dificuldades para escalar, mas não desista. Se acharem complicado, recomendo subir em uma árvore. Lembre-se, ao encontrar um Monster, não ataque direto. Cerque-o.

– Entendido! – A voz do outro lado do aparelho veio a falar.

Michelangelo notou que suas têmporas estavam molhadas de suor.

– Ei, por que você não faz nada? – Michelangelo dirigiu a palavra para o General.

Ele apenas parou de bebericar seu café e olhou fixamente para Michelangelo. Sem dizer nada, ele continuou a bebericar o café. Michelangelo sentiu uma leve raiva correr pela sua corrente sanguínea, mas controlou.

– Tenente Löhnhoff, estávamos já sobre a árvore com o Monster na mira. Permissão para atacar. – A voz no aparelho em seu ouvido veio a falar novamente.

Heike pensou antes de dizer quaisquer palavras.

– Permissão concedida.

Dessa vez, Heike apoiou seu tronco com a ajuda dos braços sobre a mesa do mapa. Percebera seus músculos rígidos e tensos, dês dos braços até do seu abdômen definido. O suor havia saído da sua têmpora e passado por entre seus peitos e molhando a borda do top militar.

É tão difícil mandar nos outros assim?, pensou Michelangelo ao sentir a tensão da alemã. Nathan parecia despreocupado, havia encostado suas costas no batente da porta e estava ali, limpando as unhas como se não houvesse nada. Após um tempo, um chiado alto veio tomar conta da sala. Uma espécie de telefone Alaois veio atender colocando no viva voz.

– Soldado Ally! Steven! Estão na escuta?! – Disse Heike. – Base chamando para Andrew.

Andrew? Aquele cara da entrada? Aquele palerma está mesmo lutando?, pensou Michelangelo.

Houve um silêncio de arrepiar a espinha na Sala Militar. Nada além de chiados.

Schmutz– xingou Heike já correndo para o fundo da sala e pegando outros mapas.

Michelangelo notou que aquela sala realmente era cheia de mapas e máquinas de controle de território ou áreas que envolvesse a geografia e cartografia, assim como vários comunicadores. Heike pegou um mapa e rapidamente havia colocado na mesa, em cima do outro.

General, tente entrar em contato com o Andrew! – Pediu.

Sem dizer nada, ele apenas virou a cadeira dando de frente a um monitor enorme. Acabou digitando algumas palavras no monitor e apertando alguns botões.

– Andrew, aqui é o General Alaois. Está na escuta? Andrew.

Após muito chiado, houve uma voz bem falha de fundo.

– Ge... Sim.... escutando... Houve... Monsters aqui... Há feridos... O sinal... merda!

– General, peça para que eles voltem à Reserva! – Ordenou Heike.

– O sinal falhou. Não consigo falar com ele mais.

A pupila acabou se dilatando na imensidão do olho azul da loura. Ela havia se sentado e parou por um momento para pensar.

– Eu sei como podemos resolver essa confusão. – Opinou Nathan.

– Não venha com brincadeiras agora, Nathan. – Disse Heike sem tirar os olhos fixos e tensos do mapa. Estava com o olhar longe, apenas cérebro trabalhando, nada de visão.

– Ele está aqui.

Michelangelo revirou os olhos. Mesmo assim, Heike olhou para os garotos na porta. E, pela surpresa de Heike, Nathan não estava se referindo a ele mesmo, mas sim a Michelangelo.

– O novato? – Ele soltou um fio de sorriso de deboche. Michelangelo olhou para Nathan confuso e depois para a loura com raiva.

– Se você viesse comigo até a ala de treinamento, ficaria feliz.

– General, deixo a missão em suas mãos por um momento.

– Fica tranquila, Heike...

Ela logo se levantara da cadeira e andou até eles.

– Leve-me até lá.

– Com prazer – disse Nathan liberando espaço e dando sinal com a mão em livre passagem.

Ao chegar à área de treinamento, Heike parou atrás da pilastra de armas. Nathan pegou um arco e flecha e acertou bem no centro do alvo. Ele olhara para ela. Com os braços cruzados, ela dera de ombros.

– Aqui, acerte minha flecha, Mike.

Sporczia! Eu já disse para parar de me dar apelidos!

Michelangelo acabou pegando uma flecha da mochila juntamente com um arco. Acabou apontando para a flecha e com a maior atenção, soltando- a em seguida. Como um raio, a flecha atingiu a flecha de Nathan, abrindo-a ao meio e atingindo o ponto central do alvo.

– Viu? – Disse Nathan para Heike.

A loura estava sem expressão. Era notável que estava surpresa, por mais que estivesse com uma face nua. Suas sobrancelhas haviam erguidos, arregalando os olhos. Por um momento, Heike colocou a mão direita sob o queixo e pensou.

– Nicolazzi, siga-me, por favor. – Disse Heike.

Dito isso, ela virou as costas e saiu andando. Michelangelo encarou as costas da loura. Nathan acabou dando um leve empurrão no albino para andar. Sem responder ou falar alguma coisa, Michelangelo apenas obedeceu. Heike levara o garoto para a Sala Militar.

– Entre. – Disse Heike abrindo a porta para o albino. – Vá até o fundo da sala.

Michelangelo passou pela frente do General Alaois, esperando alguma pergunta como “O que esse Peso Morto quer aqui?”, mas não recebeu. Ao andar até o fim do ambiente, Heike abrira uma espécie de porta. Havia várias armas penduradas e outras apoiadas no chão daquele armário enorme.

– Aqui. – Heike havia dado ao garoto uma arma, conhecida.

– É aquela arma! – Disse Michelangelo ao olhá-la.

– Sim. Ela recebeu o nome de Tiger. Pelo incrível que pareça você foi um dos poucos a conseguirem ativá-la, então ela será sua a partir de hoje – dissera enquanto colocava algumas munições em uma espécie de cinturão e amarrando na cintura do garoto.

Maraviglia... Mas... por que eu fui um dos únicos?

– Não dá para explicar agora. Você terá que salvar aqueles que estão lá fora. Consegue completar essa missão sem morrer, soldado?

Michelangelo havia se surpreendido ao notar que Heike havia o chamado de “soldado” ao invés de “novato” ou, que nem seu pai: “peso morto”.

– Sim! – Dissera confiante.

– Ótimo. General, eu preciso que libere um dos carros agora. Eu dirijo!

General Alaois levantou-se ajeitando seu pesado casaco devido às medalhas que ganhara em lutas e guerras. Os três andaram até o automóvel, Michelangelo apreciando a arma e Heike com passos pesados e rápidos.

– Heike, esse carro já está pronto – dissera o General.

– Agradecida. Vamos, Nicolazzi.

A loura rapidamente já havia montado na máquina e já estava despertando o motor. Michelangelo subiu no carro, na parte do passageiro, quando Heike pisou no acelerador.

– Nicolazzi, essa é uma missão importante, mas muito perigosa. Preciso que você apenas salve as pessoas que estão com os weapons. Apenas isso. Acha que consegue?

– E o tal do Monster?

– Deixe-o. Você já estará arriscando sua vida demais protegendo terceiros.

Michelangelo olhou sério para a lateral do rosto da loura.

– Explicações básicas: Como será a sua primeira vez em uma missão, não faça nenhuma burrice, entendido? – Michelangelo confirmou e depois revirou os olhos. – Ao sentir-se em perigo, fuja. Não tenha vergonha na fuga, ela o protegerá da Morte. Ao encontrar um aliado em perigo, cercado, chame a atenção do Monster com uma pedra, um tiro, algo do gênero. Nunca ataque um Monster quando estiver alimentando-se de alguém. Eles recebem poder e energia com a carne e sangue humano. Se tentar ataca-lo... Diga “adeus” à sua vida.

Heike tomou fôlego e pensou mais um pouco antes de continuar.

– Em falta de munição, procure algum lugar seguro para recarregar sua arma. Ao perder a arma por causa do Monster, dê a volta. Leve-o para longe da arma e depois corte caminho para chegar até ela. Os Monsters são um pouco lesados em relação à altura.

– Mas eles voam! – Acrescentou Michelangelo.

– Sim, mas eles só possuem uma ótima visão vendo de cima. Quando na terra, sua visão é péssima ao olhar para o céu. Ou seja... Use árvores como meio de fuga ou estratégia. Entendido, soldado? – A loura havia parado o carro e olhou fixamente nos olhos violetas do italiano.

– Sim, senhor!

– É aqui, vamos.

Heike havia saído do carro. Michelangelo ao descer, percebera que estavam em um local alto, talvez um morro. O local era bem bonito, com várias árvores cobrindo o sol que estava indo dormir atrás dos morros. Havia folhas caídas no chão e muita pedra pequena. Andaram até a borda do morro e lá em baixo encontravam-se os Monsters.

– Abaixe-se – disse Heike já com o tórax grudado no chão.

– Okay. Cadê o pessoal?

– Escondidos.

Heike percebera que Michelangelo não estava com uma expressão de medo, estranhamento ou algo do gênero na face. Pelo contrário, parecia estar eufórico. Nunca havia visto tal expressão quando levara alguém para uma missão, principalmente se estava envolvendo a vida da pessoa.

– Não estás com medo? – Perguntou Heike por curiosidade. Michelangelo olhou para ela curioso.

– Por que teria?

– Porque as outras pessoas sempre ficam.

Michelangelo soltou um fio de risada de deboche.

– Não sou como as outras pessoas.

Dito isso, ele se levantou e desceu o morro, escorregando com cuidado.

Notas finais
E aí? O que acharam? Espero que tenham gostado. Saibam que estou esforçando-me e MUITO para escrever, porque sim! Estou com um bloqueio do tamanho do nunca. Estou até pensando em excluí-la :/ Mas deixo isso nas mãos de vocês, leitores... Nos vemos no próximo capítulo o/ Chu~ ------------ Mini-dicionário: ALEMÃO > Schmutz: porcaria ITALIANO > Sporczia: porcaria '-' aush' > Maraviglia: maravilha INGLÊS > Tiger: Tigre. Bom... acho que essa todos sabem ^^" > Weapons: Armas