Mon Amour Inconnu Meu Amor Desconhecido
7 Capítulo 7 – Vida nova em NY
Notas iniciais
Cap curtinhu... e novos personagens na área! hehehe
- calma menina, eu ainda tenho que passar meu perfume! – ela corria de um lado pro outro.- ai meu Deus, é hoje que perdemos o emprego...Como eu já previa, chegamos atrasadas na clínica. Sorte que nosso chefe, sr. Dominique Léfort, era um senhor francês muito legal e adorava a gente como duas filhas que ele nunca teve. Ele tinha vindo da França ainda muito novo e aqui em NY conheceu sua ex-esposa e teve seu único filho, Jean Marques. Jean era lindo, loiro de olhos incrivelmente verdes, jogador de baseball, perfeito. E além de tudo, tinha uma ‘queda’, na verdade um ‘tombo’, por mim.- ufa! Nos livramos de mais um esporro. – disse Susan entrando no meu consultório.- esporro que seria por sua culpa neh, dona Susan? – eu disse me sentando na cadeira pensativa.- ah nem vem, você que demora quase 1 hora no banho e por isso eu me atraso sempre. – ela resmungava.Fiquei no mundo da lua de repente. Pensamentos que eu não gostaria de lembrar vieram à minha mente como um flash. Voltei a pensar nele, coisa que não devia.- hey! Hey! Mocinha?? – senti Susan me cutucar e acordei.- que foi?- tava dormindo acordada de novo é? Eu já disse pra você parar de ficar fantasiando coisas com aquele fantasma.- ele não era um fantasma! Ele existe, Su.- hum... sei... então me responde: que homem deixaria uma carta de amor se dizendo apaixonado depois de uma noite maravilhosa e depois sumiria sem deixar pistas, hein?Ela sempre fazia isso comigo, parecia que tinha o prazer de me deixar sem respostas. Aquela pergunta martelava minha cabeça por 6 anos, 6 longos anos sem saber qualquer notícia daquele homem perfeito que um dia ocupou minha cama, ou melhor, o tapete da minha casa.Nenhuma pista, nenhum sinal de que ele continuava vivo ou sequer tinha existido de verdade. Confesso que estava começando a crer que tudo tinha sido minha imaginação, desde a discussão dos franceses no trem até aquela noite de amor. Mas ainda existia algo que pudesse me provar que eu não estava louca: a carta. Aquela carta que eu guardei comigo todos esses anos, cuidando para que ela nunca se despedaçasse como meu coração.- já que você prefere ficar aí sonhando, eu vou pro meu consultório atender meus pacientes e fazer valer a pena meu pobre salário. Beijinhos. – e ela saiu.Não demorou muito e meu telefone tocou anunciando que eu tinha uma fila de pacientes entediados e depressivos pra atender. Meus dias eram assim, e eu não reclamava disso. Até gostava de fazer parte da vida das pessoas, ser uma amiga para que elas pudessem desabafar e contar seus segredos. Alguns eram até engraçados e me faziam rir cada vez que contavam histórias loucas ou até mesmo quando me pediam em casamento. É, pelo menos com os loucos eu fazia algum sucesso.>>>>>>>>>>>>>>
Notas finais
Gostaram dos novos personagens?? hehehe
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