Mon Amour Inconnu Meu Amor Desconhecido
14 Capítulo 14 – Amar não é nenhuma loucura
Notas iniciais
Desculpa a demora! hehehe Eu comecei a postar uma nova fic e me empolguei... :P
Fiquei sem reação. Aquele homem que eu sentia ódio há pouco tempo atrás estava mexendo comigo de novo. Eu devia acreditar no que ele dizia? Mas dúvidas ainda continuavam em mim e eu precisava acabar com elas ali.- Gerard, e a carta? – ele levantou o rosto e olhou pra mim, que tinha um olhar assustado.- eu não menti em nada quando a escrevi. Você foi a melhor coisa que me aconteceu, você mudou meu modo de ver o mundo, mudou minha vida. Aquela noite que passamos juntos me fez o homem mais feliz de todo o universo. – ele se levantou e pôs as mãos na mesa, me encarando de mais perto.- então por que você está com outra?? – me levantei também e nós nos encaramos.- e por que você está com outro?? – ele disse nervoso e logo depois me beijou.É, nos beijamos de novo depois de 6 anos. Aquela brasa que ainda queimava dentro de mim se acendeu como fogo. Era tão bom sentir aqueles lábios de novo, mas eu não podia. Era loucura demais.O empurrei e pus a mão na boca, assustada.- Gerard! Isso é loucura!- eu te amo, Celine. E isso não é loucura alguma. – ele foi até a porta da minha sala e a trancou. Eu continuava imóvel, sem acreditar.- você é maluco??- por você. – e me beijou de novo. Dessa vez mais ‘violentamente’, sem medo do que pudesse acontecer.Eu me entreguei ao fogo da paixão que ressurgia. Quanto mais ele me beijava, eu sentia meu corpo estremecer. Ele passava a mão sobre minha nuca arrepiada e ia descendo de leve com os dedos pelas minhas costas, sobre minha pele nua. Não, eu não estava despida, não ainda. Mas, como se eu adivinhasse o que fosse acontecer, naquele dia fui trabalhar de vestido. Passei as mãos sobre o corpo dele ainda não acreditando que ele estava ali, cheio de prazer, me querendo e me desejando depois de tanto tempo.Aquilo tudo era uma loucura impensada. E se alguém batesse na porta? Se o Jean resolvesse aparecer? Não quis pensar em nada, somente no presente, em me render ao homem que nunca deixei de amar.Com os lábios nos meus, ele ia abrindo o zíper do meu vestido com uma das mãos enquanto a outra percorria meu corpo inteiro. Não me contive e arranquei a blusa dele deixando a mostra aquele corpo que eu tanto sentia falta. Ao me ver apenas de lingerie, ele suspirou. Voou em meu corpo como um caçador à sua presa, e me despiu por completa. Passei novamente a mão sobre o corpo dele e pude perceber que o ‘prazer’ já estava quase ultrapassando sua calça. Sem pedir permissão, eu abri seu zíper e dei a ele liberdade. Estávamos completamente nus, em meu consultório, num lugar totalmente público. Uma loucura total, mas nada mais importava a não ser relembrarmos os velhos tempos, fazendo amor em cima da mesa.Gerard me colocou sentada na minha mesa, jogando tudo no chão com cuidado para não fazer barulho. Ele me dava mordidas na orelha, me levava ao prazer. Sugava meus seios como se fosse pela primeira vez. Senti o corpo dele se juntar ao meu, num encaixe perfeito, nos tornando um só. Eu não podia gritar, muito menos ele “meu paciente”, então em cada vontade de soltar um gemido nos beijávamos. Entre movimentos frenéticos de prazer, chegamos ao ponto mais alto e eu senti que ele tinha “terminado” quando me beijou com mais vontade. Nossas respirações ofegantes, nossos corpos suados, nossos lábios colados. Nossos olhares se cruzaram mais uma vez e eu deixei escapar um sorriso, que ele repetiu. Ele me ajudou a colocar o vestido enquanto o silêncio predominava na sala. Já estávamos vestidos quando ele me agarrou pela cintura e disse algo em meu ouvido que me fez delirar.- eu te amo. – e sorriu.Eu quase derreti feito gelo em brasa naquele momento. Ouvir essas três palavrinhas era tão mágico, principalmente vindo dele. Nos beijamos e ele apertou minha mão com força.- você é completamente louco. – eu disse rindo e indo em direção à porta.- e você é a razão da minha loucura. – ele sorriu e ajeitou o cabelo.Destranquei a porta e quando a abriu levei um susto. Ele estava parado bem na minha frente e só deu tempo de eu soltar a mão de Gerard e respirar fundo.- Jean??>>>>>>>>>>>>>>>>
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