Modo Tropa De Elite
13 Na Entrada da Ratoeira
Notas iniciais
Aproveitem!
OBS: O mesmo de sempre, traduções no final do capítulo~
OBS2: Ficou meio curto no Word. E pensar que deu três páginas no meu caderno... *facepalm*
~De volta à Área 2~
Inglaterra finalmente havia acordado, para o alívio, ou desespero, das poucas nações que haviam "sobrevivido" ao ataque dos Estados.
- ... Então foi isso que aconteceu, Iggy! — EUA terminou de explicar a situação em que se encontravam, apoiado por energéticas exclamações de concordância vindas de Itália e China.
A nação inglesa massageou as têmporas, já começando a sentir os sintomas de uma enxaqueca.
- Já falei para não me chamar de "Iggy"... Git. — Replicou Arthur, mais pela força do hábito do que por irritação.
China interveio antes que o estado-unidense retrucasse.
- Agora que todos nós sabemos a situação, podemos sair daqui, aru? Não tenho um bom pressentimento...
Como sempre, os pressentimentos do chinês foram ignorados.
- Dude. We are fine here! Porquê deveríamos sair?
A resposta para a pergunta de Alfred veio logo em seguida.
Clack.
Clack.
Clack.
As quatro nações se paralisaram. O som de passos, vindo da primeira das quatro portas, pendeu no ar, como uma ameaça. Inglaterra sabia que era uma coisa idiota, mas ele jurava que o ar havia ficado mais gelado, e China pode ouvir o vento batendo com uma força anormal contra as janelas.
Clack.
Clack.
Clack.
O som se repetiu, dessa vez vindo da porta seguinte. Inconscientemente, EUA havia se movimentado mais para perto de sua ex-metrópole, que, por sua vez, havia empalidecido consideravelmente e aproximado-se da porta de saída do aposento. Um segundo som, similar a um gemido de dor, pairou sinistramente sobre a cabeça dos países. A luz pareceu diminuir para um branco fantasmagórico.
Clack.
Clack.
Clack.
Novamente o barulho dos passos retornou, porém vindo da terceira porta. Nesse meio tempo, Itália já havia recuado tanto que se encontrava em frente à porta da frente. Com sua visão periférica, China pensou avistar uma mão, estranhamente pálida, tentando abrir o trinco de uma das janelas, o que fez a nação se mover para longe. Veneziano tentou abrir a porta para escapar, porém o trinco não funcionava. Parecia que alguém o segurava pelo lado de fora.
- Vee~! Não abre! — Exclamou Itália, pânico evidente em sua voz aguda.
- Como não abre?! — Sibilou Inglaterra, correndo até o italiano e puxando a maçaneta freneticamente.
EUA juntou-se a eles logo, batendo com os punhos na porta, cuja madeira, incrivelmente, não cedeu com a tremenda força do americano. O som de uma janela batendo na distância chegou ao ouvido das nações, fazendo-as se aproximarem uma das outras. China encontrava-se em uma posição defensiva, seu wok firme em suas mãos. Alfred continuava a bater na porta.
- The hell! Why it doesn't open?! — Gritava ele.
Creaaak...
O som de uma dobradiça semi-enferrujada fez com que EUA parasse de bater na porta, e com que Itália e Inglaterra soltassem a maçaneta desta. China usava todo seu auto-controle para não tremer. Eles ficaram paralisados, esperando o que aconteceria. O ar se encontrava tão frio que quase podia-se enxergar a respiração das nações.
Creaaak...
Seus corações começaram a bater descompassados, a adrenalina correndo por suas veias de um modo desagradável. Nenhuma das quatro nações havia se sentido assim, tão indefesas, desde a Segunda Guerra Mundial.
Creaaak...
Os países se sentiam encurralados. Seus olhos vasculhavam o cômodo em busca de uma saída. De onde se encontravam, eles não podiam ver as portas que se abriam. Angústia. Porque os inimigos não apareciam? Porquê? A espera era desesperadora.
Sombras no chão. Silêncio. Ninguém, Estado ou nação, se mexia. A sensação de perigo pairava no ar, fazendo as respirações parecerem anormalmente altas. O vento continuava a bater contra as janelas, e as nações puderam ouvir algo como unhas raspando contra a porta.
As sombras se moveram. Medo. Agora, os países buscavam loucamente uma saída, algum lugar longe daqueles barulhos horríveis, algum lugar longe da ameaça daquelas figuras sem rosto.
Uma discreta porta apareceu em suas visões. Sem sequer raciocinar, Itália, China, Inglaterra e EUA correram em sua direção, abrindo-a e escapando para a escuridão que existia além dela.
- Eles entraram na ratoeira. — Os Estados falaram em uníssono em seus celulares.
Notas finais
Traduções~
Inglês: Git - Gíria inglesa. Traduzindo seria algo como "idiota"/ "Dude. We are fine here!" - "Cara. Nós estamos bem aqui!"/ "The hell! Why it doesn't open?! " - "Inferno (Droga)! Porque não abre?".
... Os Estados adoram assustar as nações, né? Sádicos...
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