Modo Tropa De Elite
15 Após o Pesadelo (END)
Notas iniciais
Minhas provas recomeçaram e, sério, eu estive muito mais ocupada do que eu pensei que estaria. He he... (Levanta a mão quem tem problema com Física aí! o/)
Anyway, anyhow! Eu sinto lhes informar que este é o último capítulo de "Modo Tropa de Elite". Eu estaria mentindo se dissesse que estou feliz que acabou. Honestamente, eu vou sentir muita falta de escrever essa fic e ficar rindo das pobres nações XD Mas tudo que começa tem que acabar, não é?
Estou muito, mas muito, MUITÍSSIMO, feliz que alguns de você tenham gostado, e me alegra demais, sério, demais, quando eu recebo todos esses comentários me elogiando e me dando conselhos (ou não XD). Obviamente, eu sou apenas uma adolescente que ainda tem MUITA coisa para aprender sobre escrever, mas é realmente bom compartilhar as minhas (melhores) idéias com vocês!
Após postar esse capítulo, é provável que eu suma por um tempo. Minhas provas de recuperação estão para começar, as minhas parciais logo em seguida também, e eu tenho muito que estudar... Mas com certeza eu vou consiguir um tempo para escrever uma nova fic! :D
Até a próxima história,
PhoenixOfWind
OBS: Traduções no final da página.
OBS2: Alfred F. Jones - EUA (OFICIAL)
Arthur Kirkland - Inglaterra (OFICIAL)
Matthew Williams - Canadá (OFICIAL)
Francis Bonnefoy - França (OFICIAL)
Wang Yao (ou Yao Wang) - China (OFICIAL)
Ivan Braginski - Rússia (OFICIAL)
Kiku Honda (ou Honda Kiku) - Japão (OFICIAL)
Ludwig - Alemanha (OFICIAL)
Feliciano Vargas - Itália Veneziano (OFICIAL)
Lovino Vargas - Itália Romano (OFICIAL)
Antônio Carriedo Fernandez - Espanha (OFICIAL)
Gilbert Beilschimdt - Prússia (OFICIAL)
Luciano da Silva - Brasil
As pálpebras de Inglaterra estremeceram quando a nação começou a acordar. Assim que sua mente registrou esse fato, uma dor lacinante se fez notada na lateral da cabeça da nação.
- Bloody hell... — Xingou Arthur.
Ele havia bebido? Não, essa dor de cabeça era bem pior do que uma simples enxaqueca causada pelo excesso do consumo de álcool. Inglaterra sentiu alguém mexer-se ao seu lado, o que fez com que ele abrisse, cautelosamente, um de seus olhos verdes. Uma cabeça coberta por cabelos loiros, tão claros que pareciam oxigenados, entrou em sua visão, e um fraco cheiro de perfume pode ser cheirado. França, sem dúvida alguma. Esse fato foi mais do que confirmado quando uma série de resmungos foi proferida em um rápido francês.
/.../
- Mon Dieu... — Murmurou Francis.
A cabeça da nação francesa parecia que iria estourar de dor. Inúmeras imagens desconexas passaram em frente a seus olhos, os quais ele havia apertado, pois uma luz cegante brilhava em sua frente. Ou França havia ido à uma festa realmente boa no dia anterior, ou alguém lhe batera com muita força na cabeça. Espere. Bater?
Francis abriu seus olhos rapidamente quando essa palavra disparou um alarme em sua mente. Porém a nação se arrependeu dessa ação logo, quando a luz mencionada anteriormente pareceu queimar as retinas de seus belos olhos azuis.
/.../
China apertava sua cabeça entre as mãos. Fazia séculos desde que uma dor de cabeça tão forte assolara a velha nação.
- Aiyah... — Ele murmurou, tocando sua testa, de onde vinha a maior parte da dor, cuidadosamente.
O que era isso? Uma concussão?
/.../
A aura roxa que emanava de Rússia parecia ter quatruplicado de tamanho. A nação estava acostumada a beber várias garrafas de vodka, estando assim acostumado as ressacas que, invariavelmente, seguiam-se à essa ação, porém o que lhe irritava agora dificilmente era uma simples enxaqueca. Uma imagem de uma árvore caída passou rapidamente em sua mente. A nação, no entanto, não lhe deu atenção, preferindo começar a recitar todos os palavrões que sabia.
/.../
Algo molhado estava escorrendo pelo braço de Alemanha. Curioso. Mas o que não era curioso, e nem um pouco agradável também, era a dor de cabeça que fazia o crânio do alemão latejar. "Scheibe...", ele conseguiu pensar, "Eu e bruder saímos para beber...?"
- Alemanha-san. — Alguém lhe sacudia — Alemanha-san. Doitsu-san!
- Alguém faça essa luz calar a boca... — A nação resmungou, tentando livrar-se da pessoa que gritava em sua orelha.
/.../
Japão tentava, sem sucesso, despertar Alemanha. Suspirando, após mais alguns momentos de tentativas inúteis, a nação abandonou sua tarefa, e observou seus arredores mais atentamente.
Eles estavam em uma avião, pelo que conseguira deduzir pelos barulhos e pela vista que podia ser observada pela janela. Apoiado no braço de Alemanha, encontrava-se Itália, dormindo e babando. Com as pernas apoiadas nas costas do irmão, Romano estava em uma situação semelhante, enquanto Espanha roncava serenamente ao lado de Portugal, que pareceria dormir calmamente se não fosse pelo cenho franzido e pelos murmúrios que soltava em certos intervalos de tempo. Algumas poltronas à frente, China apertava sua testa contra as mãos, murmurando alguma coisa em chinês, e Rússia, sentado ao seu lado, apesar de estar com os olhos fechados, emanava uma aura pior do que ele carregara durante a Guerra Fria. O usual sorriso do russo também não estava presente em seu rosto. Inglaterra e França resmungavam em voz baixa, não podendo-se definir se um com o outro ou simplesmente pela dor de cabeça que deviam estar sofrendo no momento. Prússia encontrava-se esparramado em duas poltronas afastadas das outras, resmungando algo sobre ressacas.
Japão esfregou as têmporas com as pontas dos dedos, seu próprio desconforto voltando lentamente. Uma pergunta ainda o intrigava, no entanto. O que havia acontecido?
\\\\...\\\\
Estados Unidos abriu seus olhos lentamente, sua cabeça doendo tanto que parecia que iria explodir.
- What the hell... — Ele resmungou para si mesmo.
- Ah, brother... Você acordou. — A voz macia de Canadá pareceu um grito para EUA.
Soltando um grunhido de concordância e reclamação, o estado-unidense virou-se na direção de seu irmão mais velho (não que EUA fosse admitir esse fato em público. Onde já se viu, um hero sendo o irmão mais novo?). O canadense apresentava um olhar cansado, acompanhado de um sorriso calmo.
- Hey bro... — Cumprimentou Alfred — Porque... minha cabeça... dói?
Canadá hesitou.
- B-bem... — Começou Matthew.
/.../
Flashback~
Os Estados encararam o nem-tão-jovem canadense ameaçadoramente, fazendo com que ele se encolhesse mais ainda. "Holy Maple...", Canadá pensou, desconsolado, "Eu tinha que falar justamente agora? E eles tinham que me notar justamente agora?"
- Pois é... — Rio de Janeiro quebrou o silêncio- Quem é você, cara?
- Canadá... — Respondeu a nação, baixinho.
Pontos de interrogação podiam ser vistos flutuando em cima das cabeças dos brasileiros.
- Quem? — Eles perguntaram em uníssono.
- Canadá! — O país repetiu, num tom de voz mais alto — Vocês sabem, o segundo maior país do mundo?
Silêncio.
- Oh...
Canadá resistiu a tentação de bater com a mão na testa.
- Então... — Interrompeu Minas Gerais- Você é o vizinho do EUA, uai!
O olhar dos outros três irmãos voltou-se novamente para o canadense, com uma sensação de frieza e cálculo. Canadá engoliu em seco. Será que tudo estava dando errado para ele hoje?
- Ah... — Rio Grande do Sul pronunciou-se — É mesmo...?
Algo no tom de sua voz dizia que aquilo não havia sido uma simples pergunta casual. A nação, relutantemente, acentiu com a cabeça. Sorrisos perigosos surgiram nos rostos dos Estados. "Maple... América sempre me mete em confusão...", pensou Canadá, quase que suspirando mentalmente. Enquanto isso, os quatro Estados brasileiros moveram-se até os países que jaziam no chão do aposento, inconscientes, e os ergueram, aparentemente sem dificuldade. Os sorrisos dos jovens aumentaram. Então eles jogaram as nações contra o pobre canadense, que apenas conseguiu pegar EUA e segurar, desajeitadamente, Inglaterra pela gola da camisa.
- Huh? — Matthew indagou, aturdido.
A porta da sala se abriu, revelando outros dos Estados, cada um carregando uma nação, desacordada, de arrasto, tirando Rússia, que necessitava de dois brasileiros para a tarefa.
- HUH? — Perguntou Matthew novamente, definitivamente surpreso.
São Paulo encarou o canadense por cima do aro dos óculos, um sorriso nada gentil em seus lábios.
- Então, o que você está esperando?
O olhar do paulista tornou-se duro e afiado como aço. Os olhos de vários tons de verde, pertencentes aos diversos Estados que se encontravam ali, rebrilharam assustadoramente.
- Vai fazer o despacho. - Os brasileiros falaram em uníssono, suas vozes numa sintonia ameaçadora.
Canadá nunca soube explicar como ele conseguiu arrastar todos os doze países até a porta de entrada, correndo como suas vidas dependessem disso (o que, provavelmente, era verdade).
- E fale para eles não se meterem mais na América do Sul! — Gritaram os 27 Estados Federais brasileiros para o canadense.
~Fim do Flashback~
Canadá fixou seus olhos violetas nos olhos azuis claros de seu irmão estado-unidense. Um leve sorriso apareceu nos lábios de Matthew.
- Eu não sei, brother. Não faço a mínima idéia.
/.../
Dia seguinte, Brasil.
Brasil abriu os olhos devagar, o barulho de um despertador tornando impossível que a nação continuasse a dormir. Levantando-se, um pouco relutante, ele dirigiu-se, pensando sobre o sonho esquisito que tivera, para a sala de jantar, onde o café da manhã já estava na mesa. Em volta desta, vários Estados, não todos, já que muitos deles recusavam-se terminantemente em acordar antes do meio-dia (motivo de muita discussão naquela casa), encontravam-se lá, comendo ou lendo seus respectivos jornais. Suas expressões eram neutras e normais. Alguns bocejavam, tentando vencer o sono que ainda os dominava, e alguns estavam agitados, evidenciando uma provável overdose de café. Luciano sorriu largamente.
- Bom dia, gente bonita~ — Ele cantarolou, puxando a cadeira da ponta da mesa retangular.
- Bom dia... — Foi a resposta que recebeu, em diversos níveis de energia e entusiasmo.
O sorriso do brasileiro aumentou.
- Vocês não fazem idéia do sonho que tive! — Ele comentou, alegre.
Enquanto o Pai descrevia o sonho maluco que ele teve, no qual Inglaterra havia o transformado em mulher, e vários países tinham perseguido o pobre brasileiro até sua casa, os Estados presentes escutavam com atenção. Quando Brasil levantou sua xícara para tomar um gole de café, o que obstruiu sua visão por alguns minutos, ele não conseguiu notar o divertido olhar cúmplice trocado entre seus filhos.
-FIM-
Notas finais
Bem... Traduções!
Inglês: "Bloody hell" - "Maldito inferno"/ "What the hell?" - "Que diabos?" ou "Que inferno?"/ Brother - Irmão/ Hero - Herói/ "Hey bro" - "Hey mano"/ "Holy Maple" - "Sagrado Maple" ("Maple" é bordo. O estereótipo canadense é que eles são totalmente viciados em xarope de bordo).
Francês: "Mon Dieu" - "Meu Deus".
Alemão: Scheibe - Droga/ Bruder - Irmão.
Japonês: "-san" - Sufixo respeitoso, utilizado quando não se tem muita intimidade (Preguiça de colocar tudo de novo...)/ "Doitsu-san" -" Alemanha-san".
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