Modern Tales (Contos Modernos)

9 Capítulo 9 - A tia de Ana


Fazia alguns dias que eles estavam naquela casa, todos estavam com um cara de quem não conseguia dormir com os últimos acontecimentos, eles olhavam para a chama da lareira e lembrava-se da floresta pegando fogo.

Ana parecia ser a mais abalada entre todos, ela queria aceita o seu destino, mas ao mesmo tempo não queria, mas ela tinha feito uma promessa para ela mesmo que não fugiria mais do destino dela.

— Precisamos achar um meio de poder atravessar para o outro mundo, mas como vamos fazer isso?

— Precisamos de um objeto com grande magia para pode fazer isso, o meu pai tinha um cetro na sala dele, de um feiticeiro que veio do outro mundo.

Seth que estava sentado bem longe do fogo, disse:

— Não podemos voltar para Avalon, estaremos colocando tudo em risco.

— Talvez não precise voltar para Avalon. Eu tenho uma tia que mora não muito longe daqui, ela sempre me contava os contos de fadas quando eu era pequena, talvez ela saiba de alguma coisa.

— Vamos esperar anoitecer, poderemos descer a montanha sem que sejamos percebidos.

— Fora que estamos em vantagem, eles deve estar achando que morremos no incêndio.

Quando eles chegaram à frente da casa da tia de Ana, todas as luzes já estavam apagadas, já era quase meia noite.

— Parece que não tem ninguém casa.

— A minha tia sempre volta para casa antes da 10 horas, a minha avó era rígida com horário.

Ana procurou no carpete e encontrou uma chave.

— A minha tia sempre deixa a chave para caso como esse.

Eles abriram a porta e entraram na casa, quase não se dava para ver nada dentro da casa, Ana foi falando para eles tomar cuidado, que a tia dela e cheia de colecionar coisas que ela chama de relíquia.

De repente eles escutaram o barulho de alguém saindo da cozinha.

— Nossa que surpresa, ladrões invadido a minha casa, se vocês querem dinheiro não tenho, mas fique a vontade para levar o que quiser de valor que eu não vou impedir isso se você conseguirem sair daqui.

Todos eles ficaram sonolentos e acordaram alguns segundo depois todos algemados e ela sentada na frente deles com uma faca na mão.

— O que será que vou fazer com você? Acho que vou cortar a língua de vocês ou alguma coisa pior.

Martin olhou para Ana e disse rapidamente:

— Ana, você esqueceu-se de avisar que sua tia era uma psicopata.

— Eu esqueci-me que ela e meio louca. Deixe me tentar falar com ela.

— Tia Laura, será que você não esta me reconhecendo, sou eu a sua sobrinha Ana.

— Ana? Você se parece com ela, mas ela não viria essa hora da noite em casa. Sabe por quê?

— Porque a sua mãe sempre diz que é deselegante ir à casa dos outros depois das 10.

— Como você sabe disso? Acho que devo dar um fim a você.

— Você sempre me contava contos de fadas quando eu era pequena e sempre dormia no seu colo e você sempre me chamava de princesa.

A tia dela guardou a faca e ajustou melhor os óculos e olhou para a pequena Ana presa e indefesa.

— Pelas barbas de Merlin, não é que você é a minha sobrinha Ana. O que você esta fazendo aqui?

— Eu preciso de sua ajuda e você é a única pessoa que eu posso confiar.