Mistério 577

3 Consequências do medo de amar - Longe de casa(Part


Notas iniciais
Ríbery é sequestrado?!Conhece seu verdadeiro pai?!Aonde ele está?!Perguntas como essas serão respondidas, nesse capítulo!Let's go!

Mistério 577

Consequências do medo de amar — Longe de casa(Parte 1)

\"As vezes é difícil imaginar, o quão somos importantes para o nosso próximo/Ficamos perdidos quando o mesmo nos dá uma

prova de seus sentimentos/A verdade é que somos tão egoístas, que acreditamos ser quase impossível alguém nos amar assim, e

logo vem à mente a possibilidade de quem nos ama querer algo em troca/E na tentativa de fuga desse amor duvidoso/Terminamos

ferindo quem mais nos importa e se importa conosco/Acabamos machucando a nós mesmos...

\"Super-homem?Um jovem reage a assalto, para salvar mulher grávida.É baleado diversas vezes e não ferido.

Alguns dizem que seu corpo parecia de aço, a gestante diz estar muito agradecida...\"

Desliga a televisão o senhor Hume e põe-se a chorar.Ele levanta, se escora na janela e, tenta imaginar se Ríbery está bem.

Longe dali, o jovem anda sem rumo, com o peito nú, pois a camisa já não lhe servia com todos os rasgos de bala.A noite era

tão escura como sua mente estava.O sono chega, ele deita num banco de praça, pensa no que tem acontecido e derrama lágrimas...

-Idiota!Zé ninguém!

Ríbery acorda em meio a pancadas.

-Parem!O que estão fazendo?-Indaga assustado.

-Aqui num é lugar de dormir não muleque!

Ele põe-se a correr, cruza uma rua e outra até deparar-se com uma esquina que traz uma vã preta, dois homens saem de terno e graváta e, o puxam para

dentro, deixando os vandalos que o perseguiam temerosos e assustados.

Ao abrir os olhos, Ríbery percebe que estara deitado em algo como uma cama e, sem roupas, suas mãos estavam presas assim como

seus pés, ele repara a sala e escuta dois homens conversarem:

-Como assim?Tirar a pele?Está louco?

-Ele é só um...

-Ele é meu filho!

-Não!Não vamos discutir mais isso...-Olha para dois homens que estavam na porta da sala, fazendo-os retirar o segundo rapaz a força.

Ele olha em direção a Ríbery.

-Já está acordado?!

-Quem é você?!Deixe-me ir...

-Ah!Me desculpe, permita que me apresente.Eu sou o Dr. Gerrard.Lhe trouxe aqui para descobrir-mos quem é você!

-Como assim quem seou eu?!Socorro...-Ríbery se agita.

-Desculpe!Mas você não devia ter acordado!-Diz enquanto enfia uma agulha anestésica no jovem.

O dia amanhece, Ríbery agora estara numa sala mas sem nada que lhe prendesse a cama.

Ele levanta, percebe apenas um espelho, uma cabeceira do lado esquerdo da cama, e uma pia do outro lado.Era como um quarto

de hospital.O jovem segue em direção ao espelho, olha uma vez algo cinzento e metálico, esfrega os olhos e pode ver novamente

a sua própria cabeça agora composta apenas por aço, apenas a cabeça e, todo o resto do corpo revestido por carne e coberto por uma bata.

-Não pode ser...Isso não está acontecendo.Quem é você?Quem é você?-Grita dando um soco no espelho.

Neste exato momento, o Dr. Gerrard entra no quarto.

-Sete anos de azar.Mal, muito mal...

-Seu desgraçado!O que é isso?Um capacete?Como tira?!Diga?!-Indaga, suspendendo a gola da camisa do Doutor.

-Ríbery!Não é assim que você se diz chamar?!

-Este é o meu nome!A não ser que você saiba de algo para negar, aquele japonês que estava aqui ontem.É meu pai?!

-Ríbery!Solte-me.Nós precisamos conversar.

Na casa do Sr. Hume.

-Papai!O senhor não pode ficar assim.Por causa de um adolescentisinho, que aparece do nada e, em que você vê a imagem de um neto.

-Ingrid, minha filha!Talvez você não seja capaz de entender.Pra falar a verdade nem eu entendo...

O telefone toca.

_Alô?

-Alô!É o Sr. Hume?-Pergunta uma voz com sutaque meio japonês.

-Sim é ele mesmo!Quem está falando?

-Aqui é o Dr. Mithigary, tenho informações do jovem Ríbery!Preciso me encontrar com o senhor.

\"...Mas é necessário que primeiro amemos a si mesmos, para amar a quem nos ama/É necessário que conheçamos a si mesmos/Para

que conheçamos o nosso coração e por coneguinte, a nossa capacidade de amar/E muitos que descobrem o real valor desse sentimento, pode afirmar./Que

a única coisa mais mistériosao tempo, a morte e a vida, é concerteza o amor!\"

Notas finais
Continua...

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