No longo da quela noite adormeciamos ali por algum tempo , mais logo a escuridão sombria dava lugar a luz do dia , meus olhos enchados por não dormir direito na quela noite.

Andando em um lugar desconhecido , eu estava fora de mim.

flash back.

Acordando em matos , minhas mãos apertavam as folhas caídas sobre aquele chão , todos os lados em que eu olhava não havia saída, o desespero estava crescendo dentro de mim , quando estava tarde naquela floresta rapidamente descia a noite, e cada vez me afundava ali na escuridão e somente gritando seu nome para que me ouvisse mais a voz ia cada vez sumindo... sumindo... desaparecendo.

fim do flash back.

Acordando assustado eu voltava a respirar:

_ ufs...

Em minha esquerda Luna dormia profundamente , talvez isto me acalmava um pouco a sua tranquilidade , passando a mão sobre o meus cabelos de uma forma agora preocupado aquilo quase havia me sufocado , quando já logo havia dado 6:00 horas e o celular despertava.

(...)

E eu já sinto o meu corpo afundar

e eu me esforço para não me afogar

cada vez mais no fundo do mar ...

com ela...

(...)

A guitarra solava enquanto Luna despertava, Douglas aparecia de repente:

_ você está... branco... parece que viu um fantasma...dizia ele logo me zuando , quando eu olhava para ele seriamente._ caramba o seu olho tá vermelho ... tá virando vampiro? hahaha...

Eu nada dizia enquanto ele ainda continuava a falar:

_ ou já virou?

Mais ele logo reparava a minha face de tristeza e o silêncio tomava conta de tudo e vira que nada poderia me animar.

Respirando fundo agora as lágrimas começavam a cair sobre a minha face sem entender muito bem o por que elas caiam ela logo reparava.

_ voc... vo... tá chorando?

_ não... é que... eu coloquei o lápis sem querer dentro do olho... eu tentava disfarçar , enquanto Douglas começava a rir.

_ hahaha... láp... é por isso que tá enchado?

A minha face ficava corada, eu colocava a mão sobre os meus dois olhos .

_ bom vamos logo, venha Luna...

(...)

Entrando no carro todos logo colocavam o cinto.

_ é sério... não viu uma cabeça procurando um corpo por aí? ele dizia.

_ eu estou bem...

_ mais que cara de desanimo...

_ você parece ótimo senhor! eu dizia quando ele dava a partida.

_ nada me abala...tente o mesmo! ele colocava a mão sobre o meu ombro e sorria enquanto eu respirava fundo mais uma vez.

O céu já estava claro durante as 6:47.

Logo chegávamos na escola .

_ tchau Hector ... tchau senhor Douglas! ela se despedia.

_ tchau Luna! ambos diziamos.

(...)

Ele logo voltava a dar partida e eu longe dentro dos meus próprios pensamentos .

_ o que está havendo? ele perguntava preocupado._ está tão estranho... você tá doente?

Eu olhava para ele e logo dizia:

_ acho que isso mecheu muito comigo...

_ ah , claro que ela meche com você e...

_ não é isso... eu digo , talvez ontem passamos por um dia muito longo!

_ eu sei não é fácil mesmo...

_ e eu tive outro pesadelo...

_ ah , tá entendi a sua cara de assustado...ele dizia quando acabara de abrir o vidro e eu logo contara a ele sobre o sonho .

_ isso não ajuda em nada... talvez fora somente mesmo a sua preocupação...

_ eu também acho isso senhor! para onde vamos hoje?

_ vamos fazer outra visitinha...

_ lá vai outro dia cheio...

_ ah , qual é... você viu que conseguimos arrancar dele duas provas exatas!

_ nem sei o que seria se eu fosse filho dele e muito menos que...

_ ah é o amor... que meche com a minha cabeça e me deixa assim... hahahaha...

_ zuação ... não tinha hora melhor?

_ calma garoto , apenas descontração...hahaha...

_ desconstração é sinônimo de zuação, do mesmo jeito me mata de vergonha!

_ hahaha... você é um barato!

(...)

Logo que chegavamos na cadeia logo fomos atendidos, e Douglas esperava o velho sentado em uma cadeira com os pés sobre a mesa.

_ e ai como foi o seu dia?

_ não me faça perder a paciencia! dizia ele enfuriecido.

_ então vamos lá...o que sabe ... me diz ...

_ não direi nada!

_ claro , por que não diz logo adora a minha visita...

_ eu odeio...

_ não parece...

_ por que sempre vem aqui me encher as paciências?

_ porque isto é obvio...

_ já não basta ter me posto aqui neste lugar imundo...

_ não basta!

_ não quero ver a sua cara nunca mais e diga logo o que quer saber...

_ pode começar então...

_ eu nunca daria o meu braço a torcer saiba que eu estou lhe dizendo isso apenas por que já estou preso mesmo...

_ ou por que eu lhe boto pressão?

_ traga a minha filha aqui... depois disso lhe digo o que quer saber... dizia ele antes de sair.

_ está bem!

(...)

_ bingo!

_ eu te disse , eu te disse...

_ ainda temos que ir buscá-la...mais que horas são?

_ o que importa são 7:20 agora vamos logo busca-la...

(...)

Escola Limoeiro.

_ Mônica...

_ presente!

_ Cêbola...

_ presente!

_ Luna? Luna?... aonde ela está?

(...)

_ hey , Luna...

_ aconteceu algo?

_ nada entra ai vamos logo!

Logo todos entravam apresados.

_ mais eu preciso voltar para a aula a professora estava fazendo chamada! ela gritava diante de toda aquela correria com o carro quando Douglas brecava com tudo.

_ volte lá diga presente e depois volte novamente...dizia o detetive.

_ ele está de brincadeira...

_ não dá eu sai fugida...

_ quem lhe avisou?

_ a uma menina super simpática disse que vocês estavam me chamando...como era mesmo o nome dela? ah , lembrei...Denise...

_ ah , Denise? eu dizia espantado._ já era então...

_ mais o que? eu fiz algo de errado?

_ se você saiu fugida toda a classe deve estar sabendo nesse momento...eu terminava de dizer quando o carro brecava com tudo.

_chegamos...

(...)

Ele ainda sobre a nossa espera sentado sobre uma cadeira , saimos tão depressa que nem havia dado tempo de contar a Luna.

_ pa...

_ Luna!

Ela começava a chorar diante dele.

_ por... por... que me trouxeram até aqui? T.T

_ olha escuta... filha , ah uma coisa que eu tenho a lhe dizer... me escuta! ele fazia com que ela olhasse para ele._ já que estou aqui mesmo , falarei aquilo que tens direito de saber...

_ pa... eu...

_ Luna , sua mãe está viva , ela trabalha na sua escola! e você também é somente a minha filha de sangue o Hector não é o seu irmão...

_ mais o que ? ela colocava a mão sobre a boca.

_ ela não sabia? ele olhava rapidamente para nós, eu somente balançava a minha cabeça dizendo que não.

_ está vendo este diário que está em suas mãos Douglas... ele é falso!

o detetive deixava o diário cair sobre o chão quando o velho pegava.

_ pertenceu a sua mãe , Hector...pertenceu...

Ele dizia enquanto eu arregalava meus olhos.

_ mais nem tudo de que está aqui é verdade...

_ do que ... que ele tá falando? perguntava Luna sem entender.

_ Eu mudei partes desta história... contando de que se alguém achasse ... para confundi-lo... ele amassava uma lata sobre as mãos._ e assim falsificando-se a sua letra eu escrevi...contando -lhe realmente ao contrário...

_ então tudo que eu li até agora era...

_ falso? os seus pais não estão mortos...

_ eu sempre soube disto...

_ por que a sua mãe, Hector... ela nunca quis nada comigo...depois de perder para seu pai...padrasto?hahaha... ele ria como um louco mais logo voltava a ficar sério novamente._ sim eu tentei matá-los e você... está aqui... como a única lembrança deles...

_ então era mesmo verdade aquele acidente previsto?

_ era...

_ aonde eles estão?

_ depois de um tempo eu encontrei a sua mãe, Hector...cabelos tão compridos negros e lisos, branca como gesso os olhos sempre marcados de pretos seus olhos são claros assim como as de um oceano...

_ eu me pareço com ela? eu perguntava a ele mesmo sem perceber.

Ele somente ria da minha cara e continuava a dizer.

_ me pergunto aonde ela está? seja esperto por que eu não me lembro a que hospício eu a coloquei...

Eu ficava enfuriecido.

_ você devia estar lá , não ela!

_ nervosinho... não lhe conto mais nada...

_ diga logo desembucha...

_ está bem tente somente decifrar a charada, por que um pai negaria ajuda a seu próprio filho? ele me fitava enquanto eu respirava fundo.

_ acabou a hora de visita ... dizia um policial.

_ tchau voltem nunca mais...

(...)

Eu me acomodava sobre o banco.

_ o que ele quis dizer com isso? eu continuava a respirar fundo enquanto ele dava a partida.

_ isto já está no fim...

_ Hector o que ele estava falando? ele me perguntava.

_ não ligue para o que ele diz Luna! eu tentava disfarçar.

_ ele disse para você diciflar!

_ para que um pai negaria ajuda a seu próprio filho?

Quando passava uma coisa sobre a minha cabeça.

_ Charlie? eu pensava alto.

Douglas brecava com tudo.

_ claro para que ele lhe ajudaria se nunca iria encontrar seu próprio pai estava bem diante do filho?

Eu logo ficava apreensivo.

_ será...

_ está na cara!

_ por que ele agia assim tão estranho?

_ ele falará isso a você... não me dou muito bem com ele mais...

_ faço ele falar...

_ senhor, está bem... eu dizia meio triste.

_ e... garoto... sua mãe realmente deve lhe parecer a você! ele apenas sorria e eu retribuia.

_ não se preocupe acharemos ela também!

_ obrigada senhor...

_ de nada... você sempre será o filho em que eu nunca tive... ele dizia.

_ mesmo Charlie sendo o meu pai talvez , o senhor também é o pai em que nunca tive...

Diante daquele clima Douglas brincava:

_ ai Luna afim de conhecer o seu sogro? hahaha...

_ senhor!

_ ah fala sério...

É serio ele é um barato...

continua...