Mistery In The City
20 verdade
No longo da quela noite adormeciamos ali por algum tempo , mais logo a escuridão sombria dava lugar a luz do dia , meus olhos enchados por não dormir direito na quela noite.
Andando em um lugar desconhecido , eu estava fora de mim.
flash back.
Acordando em matos , minhas mãos apertavam as folhas caídas sobre aquele chão , todos os lados em que eu olhava não havia saída, o desespero estava crescendo dentro de mim , quando estava tarde naquela floresta rapidamente descia a noite, e cada vez me afundava ali na escuridão e somente gritando seu nome para que me ouvisse mais a voz ia cada vez sumindo... sumindo... desaparecendo.
fim do flash back.
Acordando assustado eu voltava a respirar:
_ ufs...
Em minha esquerda Luna dormia profundamente , talvez isto me acalmava um pouco a sua tranquilidade , passando a mão sobre o meus cabelos de uma forma agora preocupado aquilo quase havia me sufocado , quando já logo havia dado 6:00 horas e o celular despertava.
(...)
E eu já sinto o meu corpo afundar
e eu me esforço para não me afogar
cada vez mais no fundo do mar ...
com ela...
(...)
A guitarra solava enquanto Luna despertava, Douglas aparecia de repente:
_ você está... branco... parece que viu um fantasma...dizia ele logo me zuando , quando eu olhava para ele seriamente._ caramba o seu olho tá vermelho ... tá virando vampiro? hahaha...
Eu nada dizia enquanto ele ainda continuava a falar:
_ ou já virou?
Mais ele logo reparava a minha face de tristeza e o silêncio tomava conta de tudo e vira que nada poderia me animar.
Respirando fundo agora as lágrimas começavam a cair sobre a minha face sem entender muito bem o por que elas caiam ela logo reparava.
_ voc... vo... tá chorando?
_ não... é que... eu coloquei o lápis sem querer dentro do olho... eu tentava disfarçar , enquanto Douglas começava a rir.
_ hahaha... láp... é por isso que tá enchado?
A minha face ficava corada, eu colocava a mão sobre os meus dois olhos .
_ bom vamos logo, venha Luna...
(...)
Entrando no carro todos logo colocavam o cinto.
_ é sério... não viu uma cabeça procurando um corpo por aí? ele dizia.
_ eu estou bem...
_ mais que cara de desanimo...
_ você parece ótimo senhor! eu dizia quando ele dava a partida.
_ nada me abala...tente o mesmo! ele colocava a mão sobre o meu ombro e sorria enquanto eu respirava fundo mais uma vez.
O céu já estava claro durante as 6:47.
Logo chegávamos na escola .
_ tchau Hector ... tchau senhor Douglas! ela se despedia.
_ tchau Luna! ambos diziamos.
(...)
Ele logo voltava a dar partida e eu longe dentro dos meus próprios pensamentos .
_ o que está havendo? ele perguntava preocupado._ está tão estranho... você tá doente?
Eu olhava para ele e logo dizia:
_ acho que isso mecheu muito comigo...
_ ah , claro que ela meche com você e...
_ não é isso... eu digo , talvez ontem passamos por um dia muito longo!
_ eu sei não é fácil mesmo...
_ e eu tive outro pesadelo...
_ ah , tá entendi a sua cara de assustado...ele dizia quando acabara de abrir o vidro e eu logo contara a ele sobre o sonho .
_ isso não ajuda em nada... talvez fora somente mesmo a sua preocupação...
_ eu também acho isso senhor! para onde vamos hoje?
_ vamos fazer outra visitinha...
_ lá vai outro dia cheio...
_ ah , qual é... você viu que conseguimos arrancar dele duas provas exatas!
_ nem sei o que seria se eu fosse filho dele e muito menos que...
_ ah é o amor... que meche com a minha cabeça e me deixa assim... hahahaha...
_ zuação ... não tinha hora melhor?
_ calma garoto , apenas descontração...hahaha...
_ desconstração é sinônimo de zuação, do mesmo jeito me mata de vergonha!
_ hahaha... você é um barato!
(...)
Logo que chegavamos na cadeia logo fomos atendidos, e Douglas esperava o velho sentado em uma cadeira com os pés sobre a mesa.
_ e ai como foi o seu dia?
_ não me faça perder a paciencia! dizia ele enfuriecido.
_ então vamos lá...o que sabe ... me diz ...
_ não direi nada!
_ claro , por que não diz logo adora a minha visita...
_ eu odeio...
_ não parece...
_ por que sempre vem aqui me encher as paciências?
_ porque isto é obvio...
_ já não basta ter me posto aqui neste lugar imundo...
_ não basta!
_ não quero ver a sua cara nunca mais e diga logo o que quer saber...
_ pode começar então...
_ eu nunca daria o meu braço a torcer saiba que eu estou lhe dizendo isso apenas por que já estou preso mesmo...
_ ou por que eu lhe boto pressão?
_ traga a minha filha aqui... depois disso lhe digo o que quer saber... dizia ele antes de sair.
_ está bem!
(...)
_ bingo!
_ eu te disse , eu te disse...
_ ainda temos que ir buscá-la...mais que horas são?
_ o que importa são 7:20 agora vamos logo busca-la...
(...)
Escola Limoeiro.
_ Mônica...
_ presente!
_ Cêbola...
_ presente!
_ Luna? Luna?... aonde ela está?
(...)
_ hey , Luna...
_ aconteceu algo?
_ nada entra ai vamos logo!
Logo todos entravam apresados.
_ mais eu preciso voltar para a aula a professora estava fazendo chamada! ela gritava diante de toda aquela correria com o carro quando Douglas brecava com tudo.
_ volte lá diga presente e depois volte novamente...dizia o detetive.
_ ele está de brincadeira...
_ não dá eu sai fugida...
_ quem lhe avisou?
_ a uma menina super simpática disse que vocês estavam me chamando...como era mesmo o nome dela? ah , lembrei...Denise...
_ ah , Denise? eu dizia espantado._ já era então...
_ mais o que? eu fiz algo de errado?
_ se você saiu fugida toda a classe deve estar sabendo nesse momento...eu terminava de dizer quando o carro brecava com tudo.
_chegamos...
(...)
Ele ainda sobre a nossa espera sentado sobre uma cadeira , saimos tão depressa que nem havia dado tempo de contar a Luna.
_ pa...
_ Luna!
Ela começava a chorar diante dele.
_ por... por... que me trouxeram até aqui? T.T
_ olha escuta... filha , ah uma coisa que eu tenho a lhe dizer... me escuta! ele fazia com que ela olhasse para ele._ já que estou aqui mesmo , falarei aquilo que tens direito de saber...
_ pa... eu...
_ Luna , sua mãe está viva , ela trabalha na sua escola! e você também é somente a minha filha de sangue o Hector não é o seu irmão...
_ mais o que ? ela colocava a mão sobre a boca.
_ ela não sabia? ele olhava rapidamente para nós, eu somente balançava a minha cabeça dizendo que não.
_ está vendo este diário que está em suas mãos Douglas... ele é falso!
o detetive deixava o diário cair sobre o chão quando o velho pegava.
_ pertenceu a sua mãe , Hector...pertenceu...
Ele dizia enquanto eu arregalava meus olhos.
_ mais nem tudo de que está aqui é verdade...
_ do que ... que ele tá falando? perguntava Luna sem entender.
_ Eu mudei partes desta história... contando de que se alguém achasse ... para confundi-lo... ele amassava uma lata sobre as mãos._ e assim falsificando-se a sua letra eu escrevi...contando -lhe realmente ao contrário...
_ então tudo que eu li até agora era...
_ falso? os seus pais não estão mortos...
_ eu sempre soube disto...
_ por que a sua mãe, Hector... ela nunca quis nada comigo...depois de perder para seu pai...padrasto?hahaha... ele ria como um louco mais logo voltava a ficar sério novamente._ sim eu tentei matá-los e você... está aqui... como a única lembrança deles...
_ então era mesmo verdade aquele acidente previsto?
_ era...
_ aonde eles estão?
_ depois de um tempo eu encontrei a sua mãe, Hector...cabelos tão compridos negros e lisos, branca como gesso os olhos sempre marcados de pretos seus olhos são claros assim como as de um oceano...
_ eu me pareço com ela? eu perguntava a ele mesmo sem perceber.
Ele somente ria da minha cara e continuava a dizer.
_ me pergunto aonde ela está? seja esperto por que eu não me lembro a que hospício eu a coloquei...
Eu ficava enfuriecido.
_ você devia estar lá , não ela!
_ nervosinho... não lhe conto mais nada...
_ diga logo desembucha...
_ está bem tente somente decifrar a charada, por que um pai negaria ajuda a seu próprio filho? ele me fitava enquanto eu respirava fundo.
_ acabou a hora de visita ... dizia um policial.
_ tchau voltem nunca mais...
(...)
Eu me acomodava sobre o banco.
_ o que ele quis dizer com isso? eu continuava a respirar fundo enquanto ele dava a partida.
_ isto já está no fim...
_ Hector o que ele estava falando? ele me perguntava.
_ não ligue para o que ele diz Luna! eu tentava disfarçar.
_ ele disse para você diciflar!
_ para que um pai negaria ajuda a seu próprio filho?
Quando passava uma coisa sobre a minha cabeça.
_ Charlie? eu pensava alto.
Douglas brecava com tudo.
_ claro para que ele lhe ajudaria se nunca iria encontrar seu próprio pai estava bem diante do filho?
Eu logo ficava apreensivo.
_ será...
_ está na cara!
_ por que ele agia assim tão estranho?
_ ele falará isso a você... não me dou muito bem com ele mais...
_ faço ele falar...
_ senhor, está bem... eu dizia meio triste.
_ e... garoto... sua mãe realmente deve lhe parecer a você! ele apenas sorria e eu retribuia.
_ não se preocupe acharemos ela também!
_ obrigada senhor...
_ de nada... você sempre será o filho em que eu nunca tive... ele dizia.
_ mesmo Charlie sendo o meu pai talvez , o senhor também é o pai em que nunca tive...
Diante daquele clima Douglas brincava:
_ ai Luna afim de conhecer o seu sogro? hahaha...
_ senhor!
_ ah fala sério...
É serio ele é um barato...
continua...
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