Mistery In The City
23 fim
Meu pai logo aparecia de repente parecia desesperado:
_ levanta, levanta! dizia ele logo nos tirando do sofá sentando no nosso lugar com as mãos sobre o seu queixo.
_ pô , pai...
_ mordomo , chame o meu mordomo!
_ ah , o mordomo... dizia eu com os braços cruzados.
_ ele parece estar bem mal... dizia Luna preocupada.
_ o que foi? eu perguntava sentando ao seu lado enquanto fundo ele olhava para frente.
_ meu remédio! dizia ele calmo agora olhando para mim enquanto eu saia correndo .
_ calma senhor... dizia Luna tentando acalma-lo.
(...)
_ mordomo! eu o procurava por todos os lados quando ele aparecia de repente.
_ me chamou , senhor? ele dizia enquanto sorria calmamente.
_ remédio!
_ mais o que?
_ o remédio do meu pai , aonde está?
_ eu pego para o senhor e...
_ está bem... eu dizia enquanto ele levava.
(...)
_ aqui está senhor! ele entregava seu remédio apresado.
Quando ele logo tomava seu remédio logo se sentia melhor.
_ ufs... ufs... ufs... ele respirava fundo._ pensei que fosse...ele dizia enquanto colocava a mão sobre o peito.
_ pai!
_ filho , precisamos ir... dizia ele ao se levantar.
_ ir aonde mais o senhor ficou...
_ vamos , logo! dizia ele me segurando enquanto com tudo eu o jogava contra o sofá.
_ aonde pensa que vai? dizia eu enquanto ele finalmente caia em si.
_ ufs...
_ o senhor acabou de passar mal!
_ eu não quero mais perder tempo! dizia o teimoso._ ligue para Douglas!
_ está bem... dizia eu ao pegar o telefone.
_ Douglas?
_ alô , Hector pode falar! dizia ele tomando café.
_ vem voando para cá!
_ o que houve? ele dará um pulo de sua cadeira.
_ meu pai tá ficando maluco!
tu... tu... tu... tu...
A ligação caia.
(...)
Minutos depois logo Douglas chegava.
_ o que houve? dizia ele logo entrando .
_ eu não posso mais esperar! dizia Charlie.
_ do que está falando , Charlie?
_ eu preciso saber!
_ o que?
_ aonde está ela?
Todos se entreolhavam por alguns instantes, enquanto ele respirava fundo.
_ vamos logo ao trabalho! dizia Douglas.
Enquanto todos saiam desesperadamente para fora entrando no carro.
(...)
_ coloquem o cinto! dizia o detetive Douglas.
_ acelera!
_ para onde vamos , senhor?
_ para algum hospicio...
_ como vamos saber , senhor Douglas?
_ vamos procurar, filho!
_ mais pai...
(...)
Logo paravámos em um dos hospicios.
_ deixe me entrar! dizia meu pai logo apresado.
_ a campanhia...
Ele berrava na frente do hospicio quando uma mulher logo nos atendia.
_ vieram trazer mais um louco?
_ que louco o que o... meu pai começava a ficar nervoso.
_ segurem ele! dizia Douglas.
_ por favor , veja se há uma mulher por aqui!
_ o nome dela senhor?
_ qual é o nome de sua mãe , Hector?
_ Lara!
_ Lara , entre senhor! dizia ela enquanto ele entrava.
(...)
_ o sobrenome dela ? a moça perguntava enquanto uma moça aparecia gritando .
_ me solta , eu não sou louca!
_ traga a camisa de força!
_ nãããããããããããããããooooo!
_ por favor , me deixa!
_ todo louco , não é louco , segurem ela!
_ eu , hein , segura você , parece mais a samara...Eles comentavam entre si enquanto ela de repente parava de gritar.
Seus olhos fundos me fitavam , cabelos tão negros quanto aos meus , seus olhos tão claros assim como as de um oceano.
_ era ela?
_ desculpe senhor não temos ninguém com este nome! dizia a moça.
_ veja isto direito! dizia meu pai nervoso.
_ calma Charlie... dizia Luna.
Enquanto eu seguia pelos corredores sem que ninguém me viste e sem que ninguém percebesse a minha falta.
Sua voz parecia ficar cada vez mais longe de meus ouvidos , até que sumissem de uma vez.
_ o que o senhor pensa de que está fazendo? aparecia um médico de repente que me cutucava.
_ co-co-como é o nome daquela mulher?
_ acha mesmo que eu sei?
_ eu não sei...
_ vá procurar o que fazer, rapaz , não atrapalhe... dizia ele me empurrando quando eu cai sobre o chão sentado.
(...)
É era agora ou nunca...
12:00h o ponteiro logo apontava.
Eu saia correndo até que eu a encontrasse por todos os corredores ignorando a presensa de todos os médicos ou daqueles que achavam que eu fosse um deles.
_ hei , para ai garoto!
_ pegue ele!
Dizia eles quando eu era mais rápido , eles ainda a levavam para tomar remédio a porta se fechava em minha cara, apertando a massaneta e a puxando para a fora.
_ não da, droga!
Eu a arrombei de uma vez só, já havia dado o remédio.
_ você não pode entrar assim não rapaz e...
Eu me aproximava dela , enquanto meia sonolenta ela me fitava.
_ mãe...
_ o que pensa de que está fazendo? um médico tentava me puxar para fora.
eu o empurrava com força enquanto eu pegava minha mãe em meu colo e a levava , ele parecia apagado enquanto eu fugia.
(...)
Encontrando agora com todos que já estavam preocupados, meu pai logo levara um susto ao me ver levando em meus braços uma mulher , eu não aguentava mais andar e nem correr.
_ ufs...
_ o que...
Vencido pelo cansaço me jogava sobre o chão.
Meu pai parecia emocionado ao reconhece-la, ele permanecia agora com ela.
_ mentirosa! eu pegava sua ficha e tacava sobre o chão ao ver o nome de minha mãe escrito.
_ não fale assim comigo, você não tem o direito de...
_ aaaaah , dane-se...
_ não vai leva-la a lugar algum! dizia a moça que nos atendeu._ vou chamar os seguranças!
_ chame quem quiser... dizia eu ao pegar minha mãe sobre os braços._ vamos...
(...)
Voltando para casa.
Todos reunidos , eu já estava cansado, minha mãe parecia ainda apagada.
_ Lara... dizia meu pai ao se aproximar dela.
Ela ainda permecia deitada sobre o sofá , enquanto rapidamente Douglas pedia a empregada que trouxesse algodão e alcool.
_ pronto...
Ele sentia o cheiro entrando pelas suas narinas ela despertava tussindo.
_ cof... cof...
_ Lara , lara! ele dizia enquanto escorria uma lágrima de seus olhos.
ao se levantar ainda meia sonolenta, quando ela me reconhecia.
_ Hector? ela chorava no mesmo momento._ queria tanto ter visto você crescer...quanto tempo se passou! dizia ela ainda sentada enquanto ao seu lado eu me sentava.
_ eu não acredito de que tudo chegou ao fim...
Ela me abraçava fortemente:
_ nunca lhe abondonei , Hector , eu nunca, eu te amo meu filho!
_ eu sei...eu dizia enquanto ela me beijava.
_ você sabe!
_ eu também nunca deixei de lhe amar , Lara... dizia meu pai com a cabeça baixa ela se levantava.
_ eu também , não queria te ver morto por minha causa...ela dizia ao se aproximar dele._ Charlie... ela pegava em suas mãos carinhosamente enquanto eles se sentavam._ sei que teve seus motivos...
_ eu arriscaria tudo... tudo... para lhe ver fora daquele lugar... dizia meu pai.
_ não há nada a fazer , não há nada a mudar o passado não voltará... dizia ela.
_ eu ainda quero ficar com você...
_ eu ainda te amo Charlie...
_ posso encarar isto como um sim?
Ela apenas sorria mais nada lhe respondia.
_ aff... depois ainda dizem que eu sou orgulhoso! dizia eu cortando o clima , quando todos riam .
_ você é orgulhoso , Hector! dizia Luna enquanto me abraçava.
_ eu protejo , eu vou só , não quero a sua ajuda... dizia o detetive logo me zuando. hahaha...
_ eu... não sou assim...não!
_ a sua mãe é assim... dizia meu pai apontando para ela._ tem a quem puxar... hahahaah...
_ eu?olha quem fala...
_ não é orgulhoso? posso dar um abraço no mordomo? dizia Luna me provocando.
Enquanto eu tentava esconder a ciumeira , mais não conseguia esconder a minha cara.
_ eu não ligo! dizia eu cruzando os meus braços.
_ ai que fofo!
Não conseguia disfarçar a fumaça saindo dos meus olhos.
_ hunf...
_ você é tão legal! dizia ela ainda olhando para mim, enquanto a mão dele fora descendo até a sua cintura.
_ grrr...
Douglas se acabara de rir enquanto o orgulhoso ainda continuava imovel ainda com os braços cruzados, morrendo de ciumes.
_ chega! olha aonde poe esta mão! eu dizia surtando.
_ hahhahaha... ela continuava a rir.
_ solta, para de abraçar... dizia eu a puxando.
_ eu não fiz nada... dizia o mordomo.
_ é paixão, Hector? perguntava Douglas sorrindo enquanto eu ficava vermelho.
_ o que? eu logo tentava disfarçar.
_ nada...
Enquanto todos permaneciam na sala e assim por muito tempo ficavamos felizes , depois de muito tempo me casei com Luna , meu grande amigo Douglas se separou de sua esposa e namorara uma agente também , eu me tornarei um dos mais conhecidos detetives , meu pai e minha mãe finalmente viveram juntos e felizes.
fim
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