Mistery In The City
14 diversão?!
Aquele olhar triste realmente me cortava o coração.
_ não pode ficar aqui... agora eu me levantava e olhava em seu olho.
_ não tenho escolhas...
_ você tem... você não quer dizer ... abandonar o seu pai...
_ Hector... não fale assim com ela... ordenava o detetive.
_ a 16 anos sofre aqui... está na hora de abandonar tudo isto... eu dizia com firmeza mais estava muito nervoso.
_ ele é meu pai! ela me dizia com firmeza, enquanto eu me calava por alguns instantes._ me desculpa eu não quis...
_ me desculpa eu ... eu abaixava a minha cabeça tentando me acalmar, enquanto ela ainda tentava se desculpar ambos.
_ acalme-se... dizia por fim o detetive.
Todos se calavam agora e olhando para o chão para o teto, amarrados por correntes de aços, ela se escondia por meio de seus cabelos escorridos , sua face machucada assim como sua roupa rasgada.
_ eu só quero lhe ajudar... dizia o detive._ quando sairmos daqui ficarei mal se não leva-la comigo...
Ela olhava para ele mais nada dizia como se estivesse confusa, ela abaixava sua cabeça novamente.
_ entenda... continua Douglas que pedia sua atenção.
_ não posso ser tão ingrata , eu sou uma inútel... ela dizia ainda com a cabeça abaixada.
Ele ficava surpreso com sua resposta, enquanto eu levantava minha cabeça e olhava em sua direção e pedia sua atenção e olhava dentro de seus olhos espressivos:
_ não pense deste maneira... só queremos que fique bem...
_ Hector...
_ não sabemos nada sobre você... mais sei que aqui você não pode ficar...
_ Hector nem parece você... dizia o detetive.
_ eu não me importo... dizia ela me surpreendendo cada vez mais, e eu me sentia desafiado._ se eu for eu não terei aonde ficar.
eu me calava por alguns instantes quando o detetive começava a falar:
_ não se preocupe com isto... eu darei um jeito... você pode ficar na casa dos detetives, se quiser pode se tornar a mais nova agente com um tempo... ele sorria.
Ela sorria de leve mais ainda continuava triste.
Quando ouviamos passos pela escada era ele que estava descendo.
_ ora ... ora...
Douglas parecia se enfuriecer.
_ por que me olhas assim , detetive?
_ senhor pra você...
_ acha mesmo que lhe devo respeito? ele provocava._ ainda mais o que você poderia fazer contra mim? ele ria em sua cara, enquanto sua filha permanecia com a cabeça abaixada.
_ você vai estar aonde merece estar...
_ isto é uma ameaça?
_ entenda como quiser...
_ valente... valente Douglas isto o que pensa?
_ o que você...
_ tolo... ele dava-lhe as costas, e se virava para sua filha, e a olhava com desprezo.
_ olhe para mim... ele ordenava, isto me deixava com o sangue fervendo, ela obedecia.
_ istupida... ele dizia isto sem mais sem menos.
_ não...
_ Hector... dizia o detetive, ele se virava para mim.
_ fala... ele se aproximava e gritava.
_ fala moleque insolente... ele me dava um tapa sobre a minha face que o deixava vermelho.
Enquanto a menina se assustava.
_ maldição... ele ainda me fitava._ você é um atraso... um atraso... dizia ele antes de se virar mais a voz de Douglas lhe chamava sua atenção.
_ sei que esconde algo... eu sei que você sabe...
Todos olhavam para ele quando finalmente a menina abria a boca.
_ do que ele está falando?
_ não é da sua conta sua pirralha...
ele se aproximava do senhor Douglas:
_ fala agora... o que eu sei... ele cada vez mais aumentava sua voz , mesmo preso Douglas o provocava.
_ o que sabe? é para isto que vim aqui... afinal eu sou um detetive... quando eu descobrir...
_ DESCOBRIR? DESCOBRIR? VOCÊ ACHA MESMO QUE VAI...
_ acalme-se por que ficaste tão nervoso? sinal de que ...
_ NÃO ME FAÇA PERDER A...
_ oras... descobrir o que tramas... ou melhor, quero ver você me chamar de fracassado na...
_ CHEGA! CALA A SUA BOCA! dizia ele saindo e batendo a porta com tudo.
(...)
_ você é louco? perguntava ela.
_ não... respondia Douglas com cara de santo.
_ você ainda não viu nada... eu dizia rindo.
_ olha só quem fala o louquinho ai ia envestigar este caso sozinho... ele apontava para mim.
_ você queria envestigar tudo sozinho... agora eu apontava para ele, mesmo com dificuldade.
Finalmente ela abria um sorriso cinsero:
_ vocês são muito engraçados...
_ ainda está com os cinco dedos... ele ria enquanto falava de mim, enquanto eu fazia cara " pô eu estou sendo zuado, o que dizer agora?"
_ aí eu to ralado mais to vivo...
_ ah , não tente dizer mais nada... ou pode acabar ficando com o outro lado da cara com 10 dedos... dizia o detetive no sentido de alerta.
_ eu estava nervoso...
_ você é corajoso... dizia ela por fim, me fazendo não ter mais nada a dizer.
_ vo... vo... cê acha?
_ acho... ela me olhava calmamente agora, mais logo se escondia em seus cabelos.
_ ficou todo bobo... o detetive ria.
" corta clima, não fala mais nada."
_ aí parece que ele finalmente gostou de alguém...
" ele provoca até seu ajudante?"
Eu ficava tão vermelho como um pimentão ela fingia não entender ainda com os cabelos sobre a sua face.
_ olha tá vermelho...
_ s... s... são a marca... eu tentava disfarçar.
_ marca da vergonha?
" por favor, eu quero um buraco para enfiar a cara."
_ dos cinco dedos... eu dizia ainda tentando disfarçar.
Enquanto ele ria.
" sérinho detetive, você gosta de provocar?" pensava.
Ela olhava agora em nossa direção tão vermelha quanto a mim.
_ não fica com vergonha não, querida... dizia o detetive._ você sabe que é brincadeira , sabe como eu sou louco isso é somente para passar o tempo...
" brincadeira? eu quase morri de vergonha."
Ela sorria mais não dizia nada, enquanto eu o encarava ele parecia pensativo.
Tudo parecia estar em silêncio com todos pensando, quando Douglas finalmente parecia acordar de sua transe e olhando para nos dois e dizia:
_ todos pensando? isso parece até brincadeira...
_ ás vezes eu fico mudo... mais isto é normal... dizia eu.
_ eu sei garoto ... eu também tenho esta mania...
_ as vezes eu penso demais... dizia eu.
_ sabe... ficar trancada neste porão até que não é tão mal quanto pensava...
_ outra louqinha? perguntava Douglas.
_ não , ela só quis dizer que estamos nos divertindo...
_ ah... qualquer lugar , é divertido mesmo , quando se tens os amigos... dizia com cinseridade agora Douglas.
_ eu também acho... ela dizia.
_ minha sorte foi ter conhecido vocês...
_ deve ter sido somente solidão a todos estes anos ... eu dizia a ela.
_ não é fácil ...
Ela sorria:
_ você não sabe o que é o vazio...
_ eu sei... eu dizia a ela._ eu vim atrás de meus pais...
_ atrás?
_ este é o caso a se envestigar...
_ aqui?
_ aqui meus pais estavam pela última vez...
_ então...
flash back.
_ o que é isto papai?
_ nada... não mecha em nada...
_ para que esta caixa?
_ já disse não me faça mais perguntas ou...
_ tá bom eu não fasso mais...
fim do flash back
(...)
_ o que meu pai escondia? dizia ela em auto pensamento.
_ o que? eu ficava curioso quanto como Douglas e arregalava seus olhos.
_ caixa ... uma caixa aqui... bem ao canto...
_ otimo...
_ otimo nada Douglas... nem podemos nos mover...
_ não pense assim... dizia ele me encorajando.
_ nós vamos conseguir... dizia ele por fim.
continua...
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