Mistérios e Verdades
22 Capítulo 22
Notas iniciais
Fernando tomar coragem.
Parecia que aquele abraço dizia " Quando o dia vira noite você está a só, quando se perder eu vou te achar.
Choramos e nos abraçamos como se fossemos duas irmãs que tinham sido apresentadas esse ano, porém caminhamos abraçadas até a sala de aula toda emocianada. Subimos as Rampas e passamos atrás do laboratório M05, e seguimos adiante. Chegamos na aula e todos nos olharam com um olhar fixo e assustado. Brevemente o professor olhou e veio em nossa direção. Atenção caros senhores e senhoras, as senhoritas Lua e Anahí vai explicar pra vocês o que é um jornal colaborativo como punição do atraso. O professsor falou empurrando a gente pra frente do quadro negro.— Jornalismo colaborativo é quando um determinado jornal é composto pela população e alimentando por pessoas não alfabetizadas psicologicamente. Lua falou se tremendo.— Como a Lua falou é quase isso, mas o jornal colaborativo pode ser feito por qualquer pessoa feita com amor e não necessariamente precisa está cursando jornalismo. O jornalismo colaborativo é como se você fosse buscar problemas do dia a dia que a TV mostrar, mas não é resolvido. É os melhores jornalistas são aqueles que se misturam com o povão. Falei com frio na barriga olhando pra todo mundo. Sente- se meninas. Falaram bem, isso que é jornalismo colaborativo. O professor falou. Em quanto o professor falava Lua sentou na frente perto do Diego, e eu fui para trás perto do Fernando. Sentei na carteira e fiquei na aula tentando disfarçar o medo. Sentir meu celular tocar, era um SMS do Fernando. " ANAHÍ, EU PRECISO FALAR COM VOCÊ, ME ESPERE PERTO DO ELEVADOR." Olhei em direção ao fernado e pisquei, o Miguel olhou com uma cara de ciúme mas, eu ignorei! A aula acabou então quando todo mundo saía eu fui pra porta do elevador. Lua passou e parou e me perguntou;— Tá esperando quem? Ela falou— O armário é que não é!Vaza! Falei apontando o dedo.— Calma cinderela,beijo Lua falou e saiu andando. Lua saiu e Fernando chegou e se sentou no chão perto do elevador, e eu me sentei também.— Preciso te contar algo. Ele falou estrelando os dedos.— O que Nando? Falei segurando suas mãos.— Eu to gostando de alguém corajoso, rebelde e que deixa meu pai no chinelo . Ele falou enquanto mechia a sobrancelha.— Realmente, parabéns em. Falei batendo palma.— Ele é um garoto chamado "Chay" e eu vou apresentá ele pros meus pais.— Legal Nando, mas aonde eu entro nisso. Falei estirando as mãos.— Quero que você esteja nesse jantar comigo, tenho medo de não contar que sou gay. Pois na verdade eu não queria ser gay se tivesse outra alternativa eu mudava, mas eu to apaixonado. Ele falou rindo. Tomara que essa paixão te faça ser mais corajoso, porque desculpa a sinceridade você vive pra sociedade e não pra você. Falei olhando pra ele. Nos levantamos abraçados e fomos pro elevador, para descer no térreo.
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