Notas iniciais
GENTE, RELEIAM O PRÓLOGO! FIZ UMA MUDANÇA COMPLETA E É NECESSARIO QUE OS ANTIGOS LEITORES VEJAM PARA COMPREENDER ESSE CAPÍTULO.

Precisei alterar por não encontrar o pdf em português do Brasil, sem ele minha estratégia caiu por terra e agora eu estou fazendo um complemento a aquele capítulo. Obrigada pelos comentários e eu estou muito feliz em fazer essa história

O sr. Knightley não tinha até aquela conversa qualquer suspeita da influência que exercia sobre Emma. Ele a acompanhara pelo jardim sem intenção de colocá-la a prova. Virra a Hartfield com o propósito de ver como ela tinha recebido a notícia do noivado de Frank Churchill e Anne Fairfax, esperava poder consolá-la de toda a amargura que esta poderia sentir.

Mas então a encontrara bem, Franck Churchill não era um vilão e Emma a menina com o coração iludido. Era ainda a forma como Emma encarava os fatos que o deixava quase desnorteado, ela medira certo sua culpa, soube onde errou e foi inconsequente. Ela que sempre teve uma forte e alta opinião sobre si própria, tinha confessado diante dele, o homem que mais tarde o sr. Knightley descobriu que ela amava com todo o coração, confessou sua vaidade, de como se sentiu seduzida pela atenção. Se pudesse, ele cavalaria mais cem dias sobre chuva para poder vê-la dizer que tudo não passava de um engano e que ela o amava. A obra que tinha sido feita pelo destino era mais que o simples acaso, os propósitos de ambos eram outros ao se ver, seus medos eram diferentes.

O sr. Knightley ouvira dela a declaração verdadeira de que outro não pertenceu ao coração dela como ele agora fazia, não poderia exigir um coração mais apaixonado que o de Emma. Ela também não pode pedir um coração mais carinhoso que o que tinha recebido, ou palavras e atitudes mais reconfortantes que as dele, era a compreensão e o amor no seu estado mais puro e calmo.

A meia hora que passou dissipou os ciumes, um de quase longa data quanto o outro, ele vinha sofrendo desde o retorno de Frank Churchill, enquanto Emma, mesmo tomando conhecimento de seu afeto profundo por ele e a admiração de Harriet pelo mesmo a pouco tempo, soube confessar a si mesma que tinha sentido na ocasião do misteriosos presente enviado a srta. Fairfax, sentido a pontada do ciúme por acreditar que não era ela mais o centro das atenções dele, enquanto sabia ser sua preferida, nunca pensou no sentimento que vinha nutrindo, mas ao se ver e pensar, fora deste papel principal, começou gradativamente a se esclarecer, mas teve o orgulho tamanho que não notou a verdade até o momento em que ouviu de Harriet aquelas palavras.

A despedida daquela noite aconteceu quando o dr. Perry fez a segunda ou terceira menção de ir embora e o sr. Knightley a deixou relutante.

Beijou a mão, duas vezes para ser exato, antes de partir para Londres, ele tinha pego a mesma pequena mão e então a abandonado ao ar sem terminar o que devia ter feito, mas naquele momento de dias, semanas atrás, foi o desespero que ele sentiu ao ver que não tinha mais permissão de beijar-lhe a mão como antes, Emma estaria em mais ou menos tempo noiva de Frank pensou ele. E então partiu para Londres para apreender a ser indiferente a Emma, ela não seria mais minimamente sua, mas tinha escolhido o lugar errado, o lar do irmão era amoroso e Isabela parecia-se muito com Emma, nas diferenças reinou ainda mais as características de Emma, o sr. Knightley via os pontos em que as irmãs divergiam e sentindo cada vez mais, apaixonado por Emma, enunciando em sua mente as qualidades, os pequenos defeitos, pensando em seu rosto. Deus era testemunha de como ele tinha sido um enamorado indiferente, mas nunca inconstante. Emma continuava sendo sua única razão para tudo, era por ela que seu coração batia com força sob a pele, era por ela que ele havia partido e novamente era por ela que ele havia voltado debaixo da chuva.

Durante aquela noite Emma pouco pode dormir, eram muitos os pensamentos, felizes ou não, a certeza de ser amada a deixava capaz de ver nas estrelas o futuro. Quando menos teve esperança, quando mais cruéis foram as verdades que descobriu, foi nesse momento, assim como em todos que ela precisou, o amigo que ela agora sabia amar apareceu com um coração tão apaixonado e cheio de conforto como o seu. Dava-lhe borboletas no estômago pensar e, como tinha sido tola por tanto tempo e então agora, podia ele novamente perdoar um erro. Era belo a imagem de ter um futuro que ela nunca acalentou esperanças.

Notas finais
Como eu disse esse capítulo ficou meio curto porque é um complemento ao anterior, não ficou muito bom, a Jane Austen usou 10 folhas para falar o que eu fez em 700 palavras, mas espero wue vocês tenham gostado.
ALGUÉM TEM O PDF DE EMMA PARA ME ENVIAR? !?! SERIA DE ENORME AJUDA!

O que acharam da capa? !?!?!