Missão Impossível: Reconquistar Annabeth
8 Uma surpresinha nada agradável!
Notas iniciais
PDV do Percy
Assim que sai da firma fui correndo para a loja do Leo.
- Bom dia! – disse eu assim que cheguei na loja e vi Leo.
- Oi Percy, tudo bem?
- Mais ou menos! Eu preciso da sua ajuda.
Ele ficou confuso com a última parte e perguntou:
- Por que?
- Eu preciso na sua ajuda com uma coisa! – eu repeti.
- Já sei! Você perdeu as alianças do seu casamento e quer que eu faça novas? – ele falou com olhos brilhando.
- Na verdade eu e a Annie brigamos e eu quero pedir desculpas através de um grande balão sobrevoando Nova York. – eu falei em um fôlego só.
- E o que você quer que esteja escrito nesse balão? – Leo perguntou pegando um caderno para anotar o que eu iria falar.
- Me desculpe Annie! Eu te amo! – falei, achando a minha frase muito boa.
- Só isso? – ele falou decepcionado.
- É!
Ele começou a balançar a cabeça em sinal de desaprovação.
- Você tem pensar em algo mais, porque se só for isso eu acho que não vai dar certo!
- Então tá! Escreva o que for necessário, desde que no final a Annie case comigo no domingo! – falei com um sorrisinho no meu rosto.
- Como quiser! Só tem uma coisa... – Leo disse.
- O que?
- Pra quando é o balão? – perguntou o filho de Hefesto.
- Para meio-dia hoje, pode ser?
- É claro que sim! – ele falou.
- Ótimo!
- Agora vá embora! Tenho que trabalhar! – ele disse me empurrando para fora.
Sai da loja com um sorriso, pois achava que tudo ia dar certo no final.
- Pronto! – eu disse. – Já está tudo preparado! Ao meio-dia todos em Nova York terão uma grande surpresinha!
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PDV da Piper
Depois que eu dei a maior bronca no Percy fui falar com a Sra.Lawrence sobre o motivo deu faltar na reunião.
Cheguei à frente da porta da minha chefe.
- Entre! – disse ela.
Assim que entrei vi que ela estava projetando uma cozinha.
- Srta.McLean? Aqui devo a honra? – falou.
- Senhora, eu só vim justificar a minha falta. – falei, pegando o atestado médico que Reyna havia me dado.
- Você foi ao médico? – ela perguntou segurando o atestado médico.
- Como a senhora pode ver. – falei, tentando não sorrir.
Ela olhou de mim para o atestado, do atestado para mim.
- O.k! Você comprovou que o motivo de sua falta foi médico, então pode ir. – ela falou séria como sempre.
- Certo, tchau! – eu disse saindo da sala.
Quando sai da sala comecei a rir, afinal a Reyna havia me dado um atestado falso para justificar a minha falta já que ela é uma médica.
Olhei para o meu relógio e vi que já faltavam 30 minutos para o meio-dia. Hora do almoço!
- Annie! Hora do almoço! – falei entrando na sala dela, sem nem bater na porta.
Ela já estava mais controlada, estava inclusive dando os últimos retoques em um projeto de um quarto.
- O.k! Vamos lá! –ela disse pegando sua bolsa.
Nós saímos da empresa e fomos almoçar em um restaurante perto de lá.
- E então? Você já está melhor? – perguntei assim que nós sentamos em uma mesa do lado de fora do restaurante.
- Já, na verdade bem melhor. – respondeu ela enquanto olhava as opções do cardápio.
Eu dei um sorrisinho e bebi um pouco da água que o garçom já havia trazido para mim.
Ficamos conversando até nossos almoços chegarem. Assim que eles pousaram na mesa uma sombra começou a cobrir a rua. Nós duas saímos de baixo do toldo do restaurante e vimos algo que nos surpreendeu: um balão.
Mas não era o balão que surpreendia, era o que estava escrito no balão: “Annabeth Chase me perdoa, por favor! Eu te amo e nunca vou te esquecer, porque você é a tampa da minha panela, a banda da minha laranja, o cascão da minha ferida, o amor da minha vida!”.
Detalhe: isso tudo estava escrito embaixo de uma foto da Annie e do Percy sorrindo.
Me virei para olhar a reação da Annie. Ela estava chocada e começando a ficar vermelha.
- Vamos embora daqui! – ela falou enquanto se levantava.
- Calma! Tenho que pagar a conta. – falei ainda meio atordoada.
Paguei a conta e saímos do restaurante, antes de alguém reconhecer Annie.
- O que Percy tem na cabeça? – perguntou a filha de Atena, assim que chegamos ao meu apartamento, que, graça aos deuses, ficava no mesmo quarteirão da empresa e do restaurante.
- Algas... – eu murmurei sobre a respiração.
- Não posso mais ficar em Nova York! Todos viram aquele balão, vou virar motivo de piada. – ela disse começando a chorar.
Fui até a cozinha e voltei com um rolo de papel.
- Tome! Pare de chorar. – falei ficando nervosa com a possibilidade dela sair de Nova York.
Ela se acalmou e disse:
- Quer saber? Eu vou viajar para San Francisco para passar um tempo com meu pai.
Quando ela disse aquilo eu caí da cadeira.
- Como assim?
- Vou viajar! – ela disse levantando-se da cadeira em que estava sentada e andando em direção à porta.
- Mas você vai viajar agora? – perguntei.
- Sim, vou arrumar as malas e ir para o aeroporto. Tchauzinho.
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