Mirai Nikki The True Game - Interativa
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Notas iniciais
30/09/2013 Colégio Sakuyama (não o que Miyu estuda, este é outro)
07:02 da manhã
Os alunos estavam sentados, a garota de longos cabelos roxos atravessou a porta do 2 ano, sentou-se em seu lugar no fundo da sala, gostava de ficar sozinha, e esperou o professor, fitou seu celular que dizia que o sensei já estava chegando na sala, o guardou
– Bom dia — diz o professor entrando na sala, percebeu a garota na sala — O que aconteceu Yuni Liannar? Faltou uma semana inteira — indagou o professor a olhando
– Estava doente — respondeu a garota um pouco timida
– Entendo, vamos começar a aula — diz o professor colocando suas coisas em cima da mesa
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Delegacia de Sakuyama
– E então, algo mais? — perguntou o chefe olhando Nikolai e Yuuki
– Não, nem sinal da garota por enquanto — diz Yuuki
– Nikolai — diz o homem fitando o outro
– A única coisa que acharam foi o celular de Taylor Brooks e estava quebrado — responde o homem sério
– Digitais? — perguntou o homem
– Nenhuma, só as digitais dele -responde
– Ele sumiu — diz a ruiva
– Ele está morto — disse Nikolai olhando a ruiva que ficou surpresa — Acharam o sangue dele no celular também, parece que morreu na Catedral de Sakuyama, tinha sangue em alguns bancos e o tapete
– Mas quem o matou? — perguntou a ruiva
– Não sabemos — respondeu Nikolai
– É isso que temos que descobrir, para que não aconteça de novo, não podemos perder mais homens, quero todos agindo com muita cautela de agora em diante — diz o chefe
– Parece que ele já sabia que ia morrer ou que o apartamento ia ser achado, então colocou uma bomba lá — diz Nikolai sério olhando sua mesa
– "Maldito, eu queria mata-lo" — pensou Yuuki um pouco irritada
– Onde está Ruega? — perguntou o chefe
– Aqui senhor — diz um rapaz de aparentemente 18 anos, era um garoto magro, mas era um pouco malhado
– Quero você ajudando Yuuki — diz o chefe, fazendo a ruiva levantar um sobrancelha
– Como é que é? — perguntou ela para o chefe
– Senhor não é melhor deixar o caso comigo? Prefiro fazer as coisas sozinho — diz o garoto para o chefe
– Eu sei o que eu faço, agora faz o que eu mando — diz o chefe — Começem logo, Nikolai continue com seu trabalho — diz saindo da sala
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Colégio Sakuyama (agora sim é o da Miyu)
09:32 da manhã
Miyu andava pelos corredores de cabeça baixa, parecia um pouco assustada, chegou num corredor onde não tinha ninguém, se escorou na parede e deslizou até sentar na parede, abraçou as pernas e pousou sua cabeça nos joelhos, começou a chorar
–"Mamãe, e agora o que eu faço? Não tenho mais ninguém" — levantou sua cabeça e olhou as palmas de sua mão -"Matei, eu matei, eu matei o professor Ichiro, eu matei" — pensou com os olhos arregalados e assustados enquanto lembrava da noite anterior — "Eu não sei o que vou fazer agora, eu..., não conseguia controlar meu corpo, eu..." — não conseguia pensar em nada, sua única familia era sua mãe, agora ela se fora, não tinha mais ninguém, pelo menos não de verdade — "Suki... tentou me matar ontem... de novo" — escorou a cabeça na parede fitando o teto, as lagrimas ainda corriam, olhou o celular e começou a aperta-lo, pensou em joga-lo na parede, talvez assim quebrasse e tudo terminaria, não tinha nada a perder mesmo, a morte de sua mãe... havia sido sua culpa, assim pensava, esticou a mão para frente, mas não jogou o celular, tremia
– Se matar é um jeito de fugir sabia? — Alexander apareceu do nada do lado dela, ela se assustou e segurou com mais força o celular
– Você me assustou — disse a garota num tom frio
– Eu notei — disse o garoto também frio
– O que quer? — perguntou ao moreno
– O que faria se um vírus se espalhasse por todo o Japão e sua morte fosse o antído? — perguntou o garoto
– A resposta é meio obvia não acha? — respondeu a garota com outra pergunta
– Tem razão
– Creio que qualquer um faria isso
– Conheço alguém que não pensa assim — diz o garoto
–Suki é exceção — diz a garota olhando o garoto ainda sentada
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– Hm... Miyu — disse Suki olhando o celular enquanto andava, ele não mostrava mais nada de Miyu como na noite anterior, decidiu ir para um lugar mais afastado e viu Alexander de costas — "Miyu deve estar com ele" — apressou o passo e desviou de Alexander — Miyu — diz ela olhando a ruiva, essa quando a viu levantou num pulo batendo a cabeça no extintor de incêndio
– Ai — reclamou a ruiva ao sentir a dor
– Miyu, não fique com ele — disse a rosada — Ele pode tentar lhe matar — disse ela estendendo a mão para a ruiva que só observou
– Como se você não tivesse tentado antes — respondeu o garoto olhando icredulo a garota a sua frente
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As aulas finalmente haviam acabado, mas a chuva só começava, quando ela começou as pessoas da rua começaram a desaparecer rapidamente, vários alunos saim correndo, enquanto outros saiam andando com guarda-chuvas, Miyu saiu rápidamente da sala, só ela e Suki haviam sobrado na sala e ela ficou até com medo, pegou seu celular e foi andando, sempre olhando o celular que lhe dizia que Suki continuava na sala, guardou-o depois de 2 minutos, já que viu que a rosada não se mexia, olhou a chuva caindo bruscamente, quando abriu o guarda- chuva, o barulho do futuro, ela colocou a mão no bolso, mas sentiu alguém, atrás de si, quando virou só viu cabelos rosa antes de tudo escurecer
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O lugar estava um pouco escuro, mas dava para ver que era uma sala, a luz que iluminava dava ao local uma cor esverdeada, o lugar era frio e úmido, sentiu uma pequena dor na cabeça e estar presa em uma cadeira, ao se mexer sentiu algo atras de si, outra cadeira, com alguma coisa em cima, continuou mexendo a mão e sentiu dedos, como o lugar estava um pouco frio sentiu um arrepio e logo depois dedos e a pele desses dedos estava gelados, ficou com medo de ter um cadaver amarrado consigo, fechou os olhos e se imaginou virando a cabeça para trás e vendo uma caveira sorrindo, apertou mais os olhos e deu um gemido que demonstrava seu medo, reuniu coragem e olhou para trás, viu uma cabeleira preta, mas não viu o rosto, começou a cutucar as costas da pessoa
–"Não esteja morto, não esteja morto, por favor" — suplicava a garota em pensamento com medo de estar presa a um cadaver, continuou o cutucando e o corpo começou a se mover e levantar a cabeça -"Obrigado, não tá morto" — agradeceu mentalmente, ainda cutucando a pessoa
– Dá pra parar de cutucar? — reconheceu a voz, lhe era familiar, Alexander
– Alexander? — perguntou a ruiva
– Não, o Papa — respondeu irritado pela garota ainda o estar cutucando — Para de cutucar
– Desculpe — parou de cutuca-lo — Onde estamos? — perguntou
– Se você notou eu também estava desmaiado, então não tem como eu saber — respondeu e ouviram um trovão — Como você veio parar aqui? — perguntou
– Eu não sei, eu tava andando normal e quando estava saindo da escola, tudo escureceu — respondeu se lembrando
– Não viu nada?
– Rosa? Eu vi cabelos rosa — respondeu
– Suki — disse Alexander — O que ela quer dessa vez?
– Por que tem que ser a Suki? — perguntou
– Quantas garotas de cabelo rosa você já viu na sua vida inteira? — perguntou Alexander, a ruiva abaixou a cabeça — Você ainda acha que ela ainda tem jeito? — ouviram um barulho e um grito — Rapido, no meu bolso tem um canivete, pegue-o
A ruiva deitou um pouco na cadeira e esticou os braços, pegando o canivete do bolso do garoto, começou a cortar suas cordas, depois cortou as do pé, e foi ajudar Alexander, ouviram outro barulho de algo caindo no chão, pelo bate deveria ser uma pessoa, outro grito, foram até a porta, mais estava fechada, Miyu começou a chutar, mas não dava em nada, derrepente a porta foi aberta, olharam não tinha ninguém ali que pudesse os ajudar, quando olharam o corredor
Alexander notou...
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