Miraculous Ladybug: O Passado Obscuro de Marinette
13 Capítulo 13
Notas iniciais

— Vamos, eles foram por aqui! – disse um guarda enquanto outro dirigia a viatura atrás dos fugitivos mascarados.
O trio mascarado estavam no Porto de Paris que está situado numa posição privilegiada no centro da bacia do Sena. Marinette olhou para trás, vendo as duas viaturas os seguirem.
— Precisamos despista-los! – fala azulada para os dois.
— Pode deixar comigo, querida! — Nathanaël piscou e parou de correr. A viatura da polícia se aproximava enquanto o mesmo continuava parado no local, o ruivo olhou para o poste de luz e usou a sua kagune para destruí-lo.
Os policias se assustaram ao verem isso, estavam de olhos arregalados com as bocas abertas. O poste de luz caiu em cima do carro, fazendo assim eles parem de segui-los. Nathanaël sorriu e logo sai da vista dos mesmos.
As meninas (Marinette e Alix) estavam no telhado da Catesdral de Notre-Dame, esperando o ruivo. Marinette com braços cruzados, batia frequentemente o pé no chão enquanto a Alix estava sentada jogando a pedrinha na parede. Assim que Nathanaël chegou, foi recebido por um soco forte da azulada.
— O que foi isso?! – ele perguntou zangado enquanto tocava no queixo, onde tinha levado um soco.
— Um soco, idiota! – diz ela, irritada e dando mais um soco no mesmo – Seu imbecil, maldito, inútil, seu filho de uma égua...
— O QUE FIZ? ME DIZ! – gritou Nathanaël tentando se defender dos socos.
— SE NÃO FOSSE VOCÊ, ELES NÃO TERIAM NOS DESCOBERTOS! AGORA, ELES VÃO VIM ATRÁS DE NÓS! – Marinette também gritou.
O ruivo caiu no chão e a azulada ficou em cima dele, continuando a dar os socos.
— Marinette para! Você vai mata-lo! – falou a Alix, tirando a Cheng de cima dele.
— Essa é a intenção! Me solta, Alix! – ela se solta – Vou para casa. Tchau! – se afasta dos dois e vai para casa.
*No dia seguinte*
Adrien estava se arrumando para mais um dia de aula, quando o mesmo olhou para o seu kwami que parecia esta pensativo. Pois, ele não tinha tocado em seu queijo e isso era estranho.
— Plagg, está tudo bem? Está sentindo algo? – perguntou, fazendo o mesmo sair dos seus pensamentos.
— Sim, estou bem – diz Plagg enquanto pegava o seu queijo – Não precisa se preocupa e acho melhor você terminar de se arrumar, Adrien.
O jovem olhou para relógio e faltava 10 minutos para aula começar. Ele pegou as suas coisas junto com seu kwami, foi até sala, tomou café e correu para o carro. Assim que chegou na escola, viu Alya e Nino entrando no local. Ele chamou atenção dos dois que acenaram para o mesmo.
— Oi, gente! – falou o Agreste um pouco ofegante.
— Veio correndo da maratona? – perguntou Nino rindo – Vocês assistiram o noticiário de hoje?
— Vim e fiquei um pouco surpresa com essa notícia! – disse Alya enquanto olhava para seu celular.
— Eu não tive tempo de ver, mas o que era? – perguntou o loiro.
— Ghoul! Estavam falando que existem ghouls em Paris! – o Agreste arregalou os olhos.
— Ghouls? – assentiu – Como assim? Você tem certeza?
— Se você não acredita, olha só essa reportagem – Alya mostra um vídeo, onde um dos policias falavam do acontecimento que ocorreu durante a madrugada.
— Será que isso é verdade? – ele entrega o celular.
— Não sei, mas não custa nada descobrir sobre isso – diz a morena com um olhar determinado.
— Descobrir o que? – os três se assustaram e olharam para Marinette que estava atrás dos mesmos.
— Menina do céu, não me assuste desse jeito! Eu ainda quero viver! – Alya põe a mão no peito – Nunca mais chega assim de surpresa!
— Desculpa, Alya... – Mari fez uma carinha fofa para amiga, fazendo certo alguém se derreter pela mesma.
— Nós te perdoamos, My Lady! – Adrien piscou para azulada.
— Pera aí, o que você me chamou? – perguntou Mari, no entanto, acabou deixando de lado – Então?
— Descobrir sobre os ghouls e... – a professora chegou na sala, encerrando a conversa.
As aulas foram se passando e logo chegar o intervalo, quase todos os alunos saíram correndo que nem manada de elefante. Marinette e seus amigos esperaram a sala fica vazia para sair, eles foram para lanchonete e cada um foi fazer o seu pedido até que Nathanaël apareceu, cumprimentando o quarteto e olhou para Marinette.
— Preciso falar com você, Mari! – azulada revirou os olhos enquanto o Adrien observava com a mão fechada.
— É Marinette e que seja rápido essa conversa – ela se levantou – Volto logo! – Alya e Nino assentiram.
— Er... galera, eu vou ao banheiro. Ok? – levantou-se e foi a procura dos dois, sem ninguém percebe. Plagg colocou a sua cabeça para fora do casaco de Adrien.
— Você não está indo atrás da Marinette, não é?
— E se eu disse que sim, algum problema? – o jovem olhou para o pequeno kwami.
— Acho que você não deveria fazer isso!
— Por que, Plagg? – perguntou.
— Porque isso não é o certo!
— E desde quando você se importa? Não era você que disse que de segredos obscuros? – Adrien se virou e começou a procura-los.
— Tem coisas que ninguém pode saber, principalmente você – murmurou Plagg antes de seguir o portador.
Ele os procurou até acha-los atrás da lanchonete. Adiren viu a sua amada de braços cruzados com um olhar mortal para o Nathanaël.
— Então, o que quer falar comigo, cabeça de fosforo? – o loiro levantou a sobrancelha, desde quando a Marinette insulta o ruivo?
— Você sabe, querida...
— Eu não sou sua querida! – falou irritada – Olha, eu não tenho tempo! Os meus amigos estão me esperando...
— Principalmente o cabelo de banana podre. Aff!
— Não o chame assim! – Nathanaël se aproximou.
— Eu o chamo que quiser, agora você... – ele a puxou pela cintura, trazendo para si – Não te chamei aqui à toa.
— Nathanaël, me solta! Agora! – o ruivo aperta com força – Você está me machucando!
— Sei que você gosta, meu amor – sussurrou no ouvido dela.
— Solte ela! – ambos olharam na direção em que Adrien estava.
— A-Adrien, o que você está fazendo aqui? – perguntou Mari, mas o loiro ignorou a sua pergunta.
— Nathanaël, solta ela! Agora!
— E se eu não quiser, hein? Vai fazer o que? – Adrien fechou a mão em um punho.
— Não vai gostar de saber – disse friamente, olhando para Nathanaël.
O ruivo riu. Marinette sentiu um frio na espinha e conseguiu se solta, foi até o loiro para que o mesmo não possa fazer alguma loucura.
— Se não sabe com que você está se metendo, Agreste!
— E nem você, Kurtzberg!
— Vem, Adrien! Vamos embora! – Marinette o empurrar levemente enquanto olhava para o ruivo – Adrien, o que deu em você para desafiar o Nath? – perguntou séria.
— Não gostei do jeito que ele estava te tratando e...
— E? – ele se aproximou dela.
— Como eu disse para você que eu te amo – o Agreste a beijou e a mesma retribuiu, depois do beijo. Ambos foram ao encontro dos amigos.
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