Miraculous Dragons
16 Origens (parte 3)
Notas iniciais
POV Astrid
— Astrid!
Mal havia dado o primeiro passo para dentro da escola, e Heather correu em minha direção gritando o meu nome.
O dia anterior foi cansativo como sempre, e eu estava chateada por ter sido acertada pela foice da Natasha. Fury me fez prometer que eu não me culparia, mas era impossível não me sentir mal por fazer-nos perder tanto tempo.
— Astrid! – Heather agarrou meu braço e me arrastou toda saltitante para um canto do pátio.
— Calma aí, Heather! – Exclamei surpresa por sua explosão. – O que foi?
— Você não vai acreditar! – Heather largou violentamente meu braço e procurou apressada seu celular em seu bolso. E quando o pegou, enfiou o celular no meu rosto. – Olhe o mais novo conteúdo do meu blog!!
Afastei o aparelho da minha cara para poder ver o que estava na tela. Arregalei os olhos e meu queixo caiu ligeiramente com o que vi. Era uma foto minha, ou melhor, da Nadder presa na torre de sinal da cidade com o Fúria a sua frente... beijando.
— O-o q-que... – Gaguejei surpresa. Nós nos beijamos? Por que ele não me contou? Por que nos beijamos? E como a Heather conseguiu essa foto?! – Como você conseguiu isso?!
— O Fúria da Noite veio me pedir ajuda para tirar a Nadder daquele “transe”. Eu consegui colocar escuta em sua roupa e o segui para tirar a foto! – Heather disse num tom alto e animado. Foi então que lembrei que os pais de Heather são donos de uma empresa de alta tecnologia. – Eu mal acreditei quando eles se beijaram de verdade! Foi lindo! Mas parece que a Nadder não se lembra disso, por conta do transe, mesmo assim eu shippo muito eles!
Como a Heather foi falando meu rosto ficou cada vez mais vermelho, e minha mente estava correndo com muitos pensamentos.
— E-eu vou ao banheiro antes que a aula comece. – Fui ao banheiro rapidamente antes que Heather continuasse a falar e não parasse mais. Entrei no banheiro, tranquei a porta e abri minha bolsa para a Tempestade poder sair. Ela voou até meu ombro. – Por que não me contou?!
— Era uma coisa que eu não podia intervir. – Deu de ombros. – E eu sabia que a Heather faria algo assim.
Temp remexeu minha bolsa antes de sair e me entregar meu celular. Peguei o celular e entrei no blog de Heather, suas ultimas postagens eram um áudio e aquela bendita foto minha e do Fúria. Resolvi ver os comentários e me surpreendi ao ver vários iguais a reação de Heather.
— Ah, ótimo! Agora vai ter Fandom amoroso! – Olhei de novo para foto, então algumas imagens iguais a borrões vieram em minha mente. Pareciam ser lembranças do que aconteceu enquanto eu estava sobe o “controle” da raiva de Natasha.
Tempestade olhou para a foto e me deu um olhar engraçado. Revirei os olhos e suspirei, com uma questão que eu não conseguia resolver.
— Eu gosto do Fúria?
***
Origens (parte 3)
*Ponto de vista de HeloiseC*
Há muitos anos atrás, Thor havia criado certos objetos que possuíam poderes desconhecidos pelos humanos. Cada um desses objetos tinha um poder diferente, mas também tinham suas fraquezas. Esses objetos são os Miraculous. Thor criou os Miraculous para ajudar os humanos viverem em paz na Terra.
Porém, um dos deuses de Asgard, não concordou com o plano de Thor de entregar objetos com tal poder para seres insignificantes, ele achou que estariam jogando tanto poder fora. Contra a ideia de Thor, esse deus chamado Drago, roubou os Miraculous para si próprio, afim de controlar todo esse poder e ter controle sob Asgard.
Drago formou um exército de dragões com os miraculous e com ele resolver ameaçar Odin.
— Odin! – Drago se aproximou dele, junto com seu exército as suas costas.
— O que você quer, Drago? – Perguntou o deus, segurando seu cajado.
— Se rebaixe a mim! Eu tenho o controle sobre os miraculous, nada pode me deter!
— Os miraculous não são para você! São para os humanos!
— Eu não ligo! – Drago jogou sua capa. – Eles não merecem tamanho poder! Mas eu mereço e vou controlar Asgard!
— Não vai não! – De repente Thor apareceu e se juntou a discução. – Fui eu que criei os miraculous, então sou eu quem decide o que faço com eles! Os humanos precisam sim deles!
— Precisam para que? Para causar mais guerras? Para viverem uma década a mais do que o normal? – Riu Drago.
— Existem pessoas inocentes na Terra! – Exclamou Thor. — Eu já estive lá! Eles tem vidas inocentes! Muitos não tem culpa de nada!
— Os humanos não valem a pena!
— CHEGA! – Gritou Odin batendo seu cajado no chão, causando um forte tremor em Asgard. Drago se surpreendeu, e acabou derrubando sem querer os miraculous na Terra, os espalhando pelo mundo. – Drago! Olhe o que você fez!
— Mas não era isso o que vocês queriam? – Rosnou Drago, pois seu exército havia desaparecido. Odin ficou com muito ódio de Drago, que o castigou.
— Os miraculous caíram, então você também irá cair!
Odin expulsou Drago de Asgard para a Terra, onde ele perdeu seus poderes, menos a imortalidade para que aprendesse a lição.
***
Drago vagou o mundo por um longo tempo. Seu ódio por Odin só cresceu, e ele se prometeu que iria encontrar todos os miraculous que haviam caído na Terra para se vingar. Ele fez de tudo para consegui-los, desde roubos a assassinatos de pessoas inocentes.
— Onde está o anel? – Drago, rosnou para um homem amarrado a uma cadeira a sua frente. Ele segurava uma faca na garganta do homem moreno.
— Q-que anel? – Gaguejou assustado.
— O anel que você ganhou de herança! Ele pertence a mim! – Apertou a faca sobre a pele do homem que engasgou.
— E-eu não sei! Não sei!
Drago riu maléfico e apertou mais a faca deixando uma marca na garganta. O homem começou a se debater.
— Ah, mas sabe sim. – Ele pegou outra faca na mão livre e a fincou no estomago do moreno que gritou com a dor. – ME DIGA ONDE ESTÁ!
O pobre homem engasgou com o sangue que veio a sua boca e respirou pesado gaguejando as palavras.
— E-eu o dei de presente. – Disse com dificuldade. Drago tirou a faca de seu estomago e arrastou a lamina pelo corpo do homem.
— Para quem?!
A boca do moreno tremeu, como ele não quis falar com quem estava, então Drago fez um corte profundo em sua perna.
— VOCÊ DEU PARA QUEM?
— Pa-para a mi-minha no-i-iva... – Disse sem folego. – Nã-não ma-machuque e-ela, por fa-favor...
Drago sorriu vitorioso e se aproximou do ouvido dele.
— Oh, ela nem vai sentir! – Disse antes de cortar a garganta do homem, que imediatamente morreu.
Foram com esse e vários outros assassinatos que Drago juntou todos os miraculous, exceto dois deles, os mais poderosos que ainda estavam com Odin. Mas ele tinha um plano. Ele invocou Loki, o deus das trapaças, para ajuda-lo.
— Então você quer aqueles miraculous? – Perguntou Loki de costas.
— Sim.
— E eles estão sob proteção de Odin e de Thor? – Drago assentiu. – Com eles você derrotaria os dois, assim me vingaria de meu querido irmão. — Loki se virou para Drago com um sorriso sínico. – Do que precisa?
— Apenas de algo para que os dois miraculous sejam ativados aqui na Terra.
Então Loki criou um miraculous maligno e o entregou para Drago. E esse miraculous lhe dava o poder de transformar qualquer pessoa com sentimentos negativos em um vilão.
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