Minhas Adoráveis Ex-Namoradas

7 Verdades, perguntas e troncos


Notas iniciais
hey, nao me matem... sei de demorei pra caraaaacoles pra escreve, mas eu tenho bons motivos. 1) tres dias depois de posta o cap, o meu pc que era velho pra caraca estrago, e eu só ganhei um note novo esse domingo e ai que tá, ele veio sem word. 2) começaram as aulas,e ai ne, complica 3) fiquei mto tempo viajando, e ate pensei em usa o note do meu pai enquanto tava na praia pra escreve, mas aconntece que o pc dele também estrago, olha que maravilha... 4) eu to com uma p**** de bloqueio desde novembro e nao consigo escreve N A D A então, desculpem a demora, mas esse cap ta bem curtinho, eu nem queria posta ele, mas é so pra nao fica muito tempo sem escreve nada e pra vcs nao ficarem mto mais tempo sem essa fic maravilhosa pra ler. E como eu to sem word, tive que escreve pelo word pad, entao ignorem os erros gramaticais, e a falta de acentos e tals... quando eu tive com o word eu juro que vo faze um cap bem grandao pra compensa... ahhh sim, dedico esse cap a linda da Giovanna Grimoni que recomendou a fic =D, muito obrigada... espero que ela sirva de exemplo viuuu

P.O.V Damon


Abri os olhos devagar, piscando, tentando me acostumar com a claridade, mas ao invés de arvores altas, enxerguei uma pequena lâmpada. Olhei para o lado e vi que estava em uma cama pequena mas confortável. Elena estava deitada em meu ombro e dormia tranquilamente, protegida pelo meu braço, que estava ao seu redor. Me levantei rapidamente, fazendo ela acordar.
– Que merda Elena, o que você ta fazendo. – comecei a lembrar do dia anterior, e de Elena falando como uma louca.
– Ahn? Onde estamos? – ela arregalou os olhos se afastando de mim.
– Estão no acampamento de férias para jovens encrenqueiros... – um homem alto, de cabelos claros, com uma roupa militar apareceu perto da cama onde estávamos, dando um sorrisinho cínico.
– Acampamento do que? – dissemos juntos, na verdade, Elena disse, ainda meio grogue por causa do sono, eu gritei.
– Meu nome é capitão Klaus Mikaelson.
– Mikaelson? Nao tinha um sobrenome mais bonitinho não? — perguntei, pouco preocupado por ele ser um capitão.
– Mikaelson é um nome que descende dos Vickings, conhecidos pela suas conquistas e brutalidades, peço que o senhor não faça pouco caso dele, senhor Salvatore. — disse me fazendo sentir um inseto.
– Podemos nos concentrar na parte de como nos encontrou? Ao inves na origem de sobrenomes? — Elena disse brava, levantando o pulso esquerdo, levando junto minha mao esquerda.
– Ah sim, as algemas... Pra isso terei de explicar a história desde o começo... — Klaus começou. — Na tarde de ontem, estava caminhando pela floresta com alguns dos campitas quando escutamos alguem gritar "Achar o Damon, achar o Damon!", também tinha uma bunda gostosa envolvida, mas podemos deixar essa parte de fora... Enfim...
– Você olhou minha bunda? — interrompi o capitão, olhando pra Elena.
– Se eu tenho nojo so de escuta tua voz, por que olharia sua bunda?
– Se te do tanto nojo, por que você caiu aos meus pes quando me viu? — ela abriu a boca em formato de "O".
– Crianças! — Klaus gritou. Que mané criança, esse cara tem a nossa idade. — Acabaram Posso continuar? Pois bem... Mesmo ao belo por-do-sol podiamos escutar uma gralha gritando "Achar o Damon!", até pensamos em se tratar de uma nova especime de pássaro, quando um vulto de uma idosa passou por nós, gritando "Achar o Damon!".
– Perai... A idosa era a Elena? — eu disse rindo e sentindo um tapa ardido na minha cabeça.
– Agora sabemos que se trata dessa jovem, mas o vulto passou com o cabelo descabelado, roupas sérias, neutras e rasgadas. Alguns chegaram a imaginar se a especime do pássaro não estava adormecido dentro do espírito de uma velha morta, cujo espirito permaneceu na floresta, mas eu, inteligente, descartei essa hipotese logo de cara.
– Jura? — disse Elena, visivelmente irrtada. — Da pra pular toda essa enrolação?
– Ok. No fim, seguimos a velha... Perdão, seguimos Elena que acabou se jogando em cima de um homem.
– Eu não me joguei em cima de ninguem. — disse, tentando parecer distraida.
– Então vocês acabaram adormecendo, e eu estava indo embora quando alguns campistas ficaram preocupados que vocês podiam estar perdidos e com fome, e se eu não trouxesse vocês pra cá, podia pegar mal pra mim.
– E qual é a das algemas? — perguntei.
– Vocês podiam ser perigosos, e aqui esta cheio de crianças...
– Agora que ja sabe que não somos perigosos, pode tirar isso? — Elena continuou.
– Na verdade, ainda não sei se vocês são ou não perigosos...
– Da onde isso aqui pode ser perigoso? — apontei pra Elena.
– Da onde isso poder ser perigoso? — ela apontou pra mim.
– Só pra suas filhas... — dei um sorrisinho de canto de boca.

– Eu tenho um compromisso importante agora então um de meus soldados vai fazer umas perguntas pra vocês, nos vemos mais tarde... — com isso ele saiu pela porta.


P.O.V Elena


– Ok... Temos que sair daqui! — Damon virou para mim.
– Ah é? E como você pretende sair daqui?
– Ué... Nós saimos devagar como se fossemos campistas, ai nós corremos, entramos na floresta, achamos o carro e vamos embora!
– Só tem umas pequenas falhas no seu plano, primeiro: somos bem mais velhos que os campistas; segundo: como vamos correr algemados?; terceiro: como vamos correr pela floresta, se nao temos ideia de onde estamos, de onde o carro esta, e se ja nos perdemos la antes?; quarto: como você planeja dirigir assim?
– Ja dirigi assim antes... Tive muitas aventuras sexuais, com policiais inclusive...
– Que nojo!
– Elas sao atraidas pelo junior... Que alias esta a uma semana sem sexo... Pobre coitado.
– Pode parar de falar do seu pênis como se ele nao fizesse parte do seu corpo? — Três batidas na porta nos interromperam, e um cara alto com um uniforme militar entro na cabana, sem dizer nada pegou uma cadeira no canto e se sentou, com uma prancheta na mão e começou a folhear ela.
– Olá! — disse Damon.
– Vou fazer umas peguntas e vocês respondem sinceramente, ou serao punidos pelas leis do Acampamento Carnifinia...
– Carnificinia? Belo nome... — disse, com sarcasmo.
– Estão noivos a quanto tempo?
– Opa!!! — disse Damon com um sorrisinho sinico. — Ela não é minha noiva. Eu hein...
– Perdão, — disse sem tirar os olhos da prancheta onde fazia anotaçoes. — A quanto tempo estão namorando?
– Ninguem esta namorando! Não estamos envolvidos em nenhum tipo de relçao... Deu pra entende ou quer que eu desenhe? — disse, ja nervosa.
– Olhe como fala comigo, mocinha.
– Moci... mocinha? Escuta aqui, querido. Quem é você pra falar assim comigo? Eu sou mais velha, uma advogada formada, e isso aqui pode ser considerado um sequestro, eu posso processar você e tirar todo seu dinheiro.
– Elena, cale a boca! — disse Damon. — Não piore a situação.
– Como vocês vieram parar aqui? — ele continuou, me ignorando.
– Fomos trazidos pra cá contra nossa vontade. — disse Damon.
– Sequestro... — disse cantarolando.
– O que estavam fazendo nos limites da floresta?
– Estavamos tentano achar água e um posto de gasolina. — continuou Damon.
– Tem fichas criminais?
– Não. — respondi rapidamente.
– Você? — apontou para Damon que franziu a testa.
– O que isso tem haver se somos perigosos ou não.
– Ai meu Deus, voce tem ficha criminal... — olhei para ele. — Sabia que não tinha usado algemas só para sexo.
– Quietos! — começou o soldado. — Algum dos dois...
– Pera la... pera la... — interrompi ele. — Ja chega né? To cansada dessas perguntas e não sou obrigada a responder elas. O que vocês podem fazer comigo? Me amarrar num tronco?


P.O.V Damon


– Muito obrigado Elena... — disse alto para Elena poder me escutar atraves da chuva. — Graças a você estamos aqui amarrados num poste como escravos, no meio da chuva, com um bando de pirralhos nos encarando. — olhei para um grupo de crianças que passsava, rindo.
– Pense pelo lado positivo, não estamos mais com sede...
– Eu juro por Deus que vo te esgana quando me desamarrarem daqui.
– Talvez agora seja uma boa hora pra escapa.
– Isso não vai acontece tão cedo... — Capitão Klaus apareceu do nada segurando um guarda-chuva.
– Graças a Deus você chegou pra nos tirar daqui... Esses seus subordinados nos colocaram aqui e eu to morrendo de fome. — Elena começou.
– Sinto muito minha querida, mas a ideia de colocar vocês ai foi minha.
– O que? — disse.
– Vocês acham que eu vou ser bonzinho com vocês? Os pais desses campistas pagam 100 dolares por dia para manter seus filhos aqui, no total "isolamento" e agora vocês chegam e estragam tudo. Não esperem que tratemos vocês bem aqui. Uma advogada e um médico, achei que vocês seriam mais maturos e sérios...
– Como você sabe disso? — perguntei.
– Aquela minha reunião, era ir ate o carro de vocês e recolher o maximo de informações que conseguisse... E descobri muito mais do que imaginam. — tirou um papel do bolso. — Inclusive esse mapa com varios nomes de mulheres e suas moradias... Vocês vão começar a falar? Ou querem passar a noite inteira aqui?

Notas finais
entao... sei que ta bem sem sal, mas tenham um pouco de paciencia pfv... gente brigada e comentem pleeease, so nao respondi todos os comentarios do outro cap pq fiquei sem o pc, mas juro que vou responder todos pfv, beijos