Notas iniciais
heeey... Sim... eu demorei kkk mas vocês tem que me entender, eu to na ultima semana de aula, e semana q vem tem prova de recuperação e tals, e nao sei se foi por causa daquela mega pane que deu aqui no Nyah, mas nao recebi muitos comentarios, e nao sei se foi por causa disso, ou pq ta ruim mesmo. Mas aqui esta... tentem se divertir

P.O.V Damon

– Opa... – olho para a advogada de acusação e a reconheço no mesmo instante.É a mulher que me esnobou na cafeteria. Qual era mesmo o nome dela?

– O senhor sabe que horas são? – a juíza velha e gorda diz.

– Ahn... – olho no meu relógio de prata. – 11h23... – observo a moça da cafeteria rir.

– A abertura do seu processo era às 10h30. Só esta quase uma hora atrasado, senhor Salvatore.

– Me desculpa... É que o alarme não despertou, e tinha transito...

– Sem desculpas... Onde esta seu advogado? – fui ate a mesa vazia na frente da juíza e me sentei.

– Eu não tenho um.

– Esta vendo, meritíssima? – a advogada de acusação se intromete na conversa – O réu alem de atrasado, esta totalmente em descaso com o processo, e sua situação.

– Eu não falei com a senhorita. – a juíza se virou para ela.

– Mas o que ela disse.. ahn.. a... – me virei pra ela e apoiei os braços na mesa. – Qual o seu nome mesmo, boneca? – mas so recebo como resposta um revirar de olhos. – Bem... ela tem razão. Não estou preocupado com esse processo, por que ele não faz sentido. Que tipo de gente louca e desocupada faz isso?

A juíza aponta para trás de mim, e me deparo com vários pares de olhos me encarando, muitas chorando. Reconheci algumas delas, mas a maioria me passou despercebida.

– Por que elas estão aqui? – perguntei à juíza, mas a moça da cafeteria me respondeu.

– São 37 mulheres, senhor Salvatore... Essas 37 mulheres procuraram meu escritório querendo abrir um processo contra o senhor.

– Alegando o que?

– Maus tratos, abandono de lar, traição. – ela remexeu em alguns papeis em cima da mesa. – A lista é longa, o senhor quer ler? – ela esticou o braço para mim.

– Protesto! – falei alto, batendo da mesa.

– Como assim protesto? – a juíza perguntou, com descaso.

– Não gostei do tom dela.

– Idiota! – uma das mulheres atrás de mim gritou e eu senti algo batendo na minha cabeça.

– Bolinha de papel? Sério?

– Ordem no tribunal... – pediu a juíza.- Quanto antes começarmos, antes terminaremos com essa palhaçada. A senhorita esta pronta? – ela se virou à advogada.

– Sim, meritíssima. A acusação chama Damon Salvatore à banca. – me sentei ao lado da juíza. – O senhor reconhece essas mulheres?

– Algumas...

– Pode me dizer quais?

– Ahn.. A Suellen...

– Viu! Eu falei que ele lembrava de mim! – uma morena alta se levantou e começou a pular e a gritar. – Eu disse pra vocês!

– Com esse nome não tem como esquecer, querida. – ela se sentou, com os olhos cheios de lagrimas.

– Quem mais?

– Eu lembro da Claudia, Amanda, Bruna, Spenser... e... acho que só.

– Eu lhe informei que são 37, não?

– Sim...

–E o senhor só lembrou dessas 5?

– Hum.. Eu reconheci a maioria, mas não lembro o nome de todas as mulheres que transo. – me encolhi na cadeira.

– Agora esse processo ta começando a fazer sentido. O senhor teve uma infância feliz, senhor Salvatore?

– E o que isso tem haver com o caso?

– Estudos mostram que os homens que foram infelizes na sua infância, tem mais parceiras sexuais do que conseguem lembrar.

– Garanto que minha infância foi feliz, ao contrario da sua...

– Não que seja da sua conta, mas eu tive uma infância bem feliz. Mas ao contrario do que aconteceu com o senhor, minha infância teve um fim um dia...

– Talvez sua infância terminou cedo demais.

– Com quantos anos o senhor teve sua primeira relação sexual?

– Essas perguntas tão me deixando constrangido... – me aproximei da juíza que olhava o esmalte de unha descascado.

– Problema seu...

– Então, senhor Salvatore?

– 13 anos...

– Hummm... – ela disse levantando uma das sobrancelhas e dando um riso, irônica.

– Por que essa cara?

– Já estou vendo o próximo processo: “Os filhos perdidos de Damon Salvatore”

– Fique a senhora sabendo que eu sei me cuidar muito bem pra não ter esses problemas.

– Senhorita... “problemas”?

– Ahn... ter filhos.

– Ter filhos é um problema?

– Se você não quer um filho, claro que é. – ela piscou os olhos pasma.

– Bem, na verdade, esta na hora de contar a todos que já nos conhecemos...

– O que? – falei baixo

– Meritíssima, garotas... No dia em que recebi essa grande proposta de ser a representante de vocês aqui nesse processo, devo confessar que não gostei muito. Achei o caso fútil, e sem valor. Mas agora que conheço esse homem, não sei como não procuraram ajuda jurídica antes. E no mesmo dia que recebi a proposta do caso... eu conheci Damon Salvatore. – todos a olharam, pasmas. – Na verdade, eu conheci Sebastian, que é mais um dos nomes dele.

– Aonde quer chegar, senhorita Gilbert? – a juíza a interrompeu.

– Meretissima, a sessão já esta chegando ao fim. Sei que o próximo caso provavelmente é mais serio que esse, e quero acabar logo com isso. Todas nos mulheres, já sofremos na vida por causa de alguém como ele – apontou para mim – desde pequenas, somos impostas na condição de submissas aos homens, sempre fazendo o que eles mandam, de cabeça baixa, sem poder reclamar, sem poder aumentar nossa voz para sermos ouvidas...

– Ta enrolando demais... – a juíza disse.

– O que eu quero dizer é que chega de só nós sofrermos, esta na hora de os homens começarem a pagar o preço por tudo o que fizeram conosco. – de canto de olho observei a juíza limpar uma lagrima que escapava do seu olho com o dedo onde havia uma marca de aliança recém retirada.

– O que a senhorita tem em mente? – ela perguntou à advogada.

– Ué... A senhora que é a juíza aqui... Mas por mim, ele pode apodrece na cadeia!

– Não! – gritei me levantando.

– Sim! – ela disse, sorrindo.

– Não! A senhora não faria isso comigo...

– Ah ela faria... – a advogada riu.

– Faria... mas não vou fazer. – a juíza disse.

– O que? – dissemos os dois juntos.

– Pra sua sorte, senhor Salvatore, eu estou de bom humor hoje...

– Imagina quando ta de mal humor. – disse baixo para a advogada.

– Qual será a pena dele?

– Eu quero fazer ele se humilhar... – a juíza disse com um brilho no olhar que so os psicopatas tem. – Você terá de se desculpar com todas as suas ex-namoradas...

– Oi? – perguntei.

– O senhor irá viajar o mundo indo atrás de suas ex-namoradas, e pedirá desculpa a cada uma delas. Senão, os seus bens serão divididos entre essas 37 mulheres e você passara o resto dos seus dias na cadeia.

– Isso é ridículo...

– Isso é muito legal. – observei o sorriso cínico da moça da cafeteria que eu ainda não lembrava o nome. – Mas quem garante que ele não vai mentir? Trapacear? Qualquer outra coisa.

– A senhorita

– Eu? Como assim eu?

– A senhorita o acompanhara durante a viajem para que ele cumpra o itinerário que eu mandar. Incluindo serviços sociais, voluntariados e etc.

– Não era só se desculpar com as ex namoradas? – ela perguntou.

– Como a senhorita disse, ele tem que sofrer... Sessão concluída. Senhorita Gilbert, me encontre em meu escritório para receber suas instruções.

– E ai belezinha... So eu e você, viajando pelo mundo. Pode ser divertido... – disse, rindo.

– Fique longe de mim...

– Você vai ver... Ao final da viajem, quem não vai conseguir ficar longe de mim, é você.

Notas finais
ok... me mato?? ou continuo?? to tendo um infarto aqui vendo o fim da Copa do Brasil. VAI MENGOOOOOOO (so coxa-branca desde que to na barriga da minha mae... sabe como é a rivalidade coxa/atletico-pr) caraaaaa gol do Flamengooooo ahsuahsuashuas gente, por favor deixem reviews se estiverem acompanhando a fic, mesmo que seja um "oi, vai se fude", ou um "vai mengo" ate a proxima, prometo nao demorar, bjs