P.O.V. Merlin.

Felizmente Gwen concordou em ajudar na busca pelo assassino. Assim que ela entrou no salão todos pararam par olha-la.

O mesmo vestido azul de ontem, mas o que mais chamou a atenção foi o sangue escorrendo de sua boca.

—Nossa!

—Me perdoem, não tive tempo de me limpar.

Ela pegou um pano e limpou a boca.

—Prontinho. Onde estávamos?

—O assassino.

—Sim. De fato.

—E então?

—Preciso que saiam. Todos.

O povo saiu e uns dez minutos se passaram até ela sair.

—Reúna todos os lordes, ladies e empregados. Já consigo identificar o assassino. E os soldados também.

Todos ficaram em fila e ela se aproximava e respirava bem fundo perto do pescoço do indivíduo até que finalmente ela o pegou.

—Você. Foi você.

—Morgouse? Porque?

—Ele tinha que morrer aquele desgraçado! Por causa dele éramos forçadas a nos esconder como cães sarnetos. Mas, nunca mais!

A bruxa recitou um feitiço que fez o quadro de Uther entrar em combustão espontânea.

Ela soltou uma gargalhada maligna.

—Guardas! Prendam-na!

Morgouse se transformou em chamas e desapareceu.

—Achem ela! Achem ela!

Reviramos a cidade toda, mas nada. Ninguém a encontrou.

—Maldita!

—Tenha calma meu rei. Devemos ser pacientes, cedo ou tarde ela vai sair da toca e quando o fizer estaremos prontos.