Pov: Quinn

Oi meu nome e Lucy Quinn Fabray tenho 22 e acabei de me forma em medicina, vou trabalha em um dos mas respeitado hospitais de Nova York , minha vida nem sempre foi fácil, não que ela agora seja, mas comparada com minha adolescência ela é um mar de rosa.

Pra começa eu engravidei aos 16 anos, fui expulsa de casa, perdi toda minha popularidade o pai do meu bebê morreu e quando meu bebê nasceu eu a entreguei pra adoção. Essa foi a coisa mas difícil que eu já fiz na vida ter que entrega minha filha, isso mesmo era uma menina a qual e pedi para chamar Elizabeth.

A mulher que a adoto me deu sua palavra que ia manter esse nome e que ia cuida muito bem dela, então levou minha Beth, vela ir embora me rasgou a alma, mas eu tinha que fazer o que era o melhor pra ela, aquele dia foi a ultima vez que a vir. Depois disso com ajuda das minha duas melhores amigas, Santana Lopes (uma latina esquentada) e Brittany S Pierce (um doce de pessoa), viemos pra Nova York pra fazer faculdade,

Santana e eu formos pra UNY Santana cursado advocacia e eu medicina, cardiologia, Brittany foi pra Julia fazer dança.

Hoje formadas estamos construído nossa vida profissional, Santy ta trabalhando num escritório de advocacia e hoje ela ta uma pilha pois vai saber se vai ou não ser contratada, Britt trabalha numa academia de dança e eu... bom hoje e meu primeiro dia como interna de uns dos maiores hospitais de Nova York O Hospital Mount Sinai, então boa sorte pra minha nova fase .

Pov: Rachel

Oi meu nome é Rachel Babra Berry tenho 22 sou residente num dos melhores hospitais de Nova York . Eu sei o que você ta pensando muito jovem, eu sei mas vamos dizer que eu sou um pequeno gênio, tinha apenas 14 anos quando ingressei Harvend, mas se um gênio pode ser meio solitário, nunca tive muito amigos, eles não gostavam muito do fato de eu sabe mas que eles, mas tudo bem eu tinha o apoio da minha família antão tava tudo bem, mas então minha vida começou a sofre perdas, perdas dolorosas. Elas começaram no meu aniversario de 16 anos era pra todos estarem felizes, meus pais sempre fazia um janta especial, mas como nesse ano eu não poderia ir pra casa por causa da Faculdade eles insistiram pra que fossemos janta no melhor restaurante de Boston mas esse janta nunca aconteceu, meus pais nunca chegaram, no caminho para o restaurante eles sofreram um grave acidente, os médicos disseram que morreram na hora, foi a perda mas dolorosa da minha vida, onde também me vir sozinha no mundo sendo dona de umas das maiores empresa de advocacias de Nova York a LH BERRY’S.

Deixei meu padrinho Willian tomando conta de tudo, pois advocacia (apesar de saber muita coisa afinal eu era filha de advogados) não era pra mim, minha paixão sempre foi a medicina, mas também não podia me desfazer dela, meus pais criaram ela do nada com muito trabalho duro. Willian cuida muito bem de tudo e uma vez por ano eu vou lar presta conta e contratar os novos advogados não abro mão disso.

6 meses depois quando ainda tentava me recupera da perda alguém bateu na minha porta, alguém que eu nunca imaginei encontra , minha Mãe biológica, era como ver a mim mesmo mas velha, ela veio ate mim porque descobriu que meus pais aviam morrido e perguntou se podia fazer parte da minha vida, no começo eu meio que recusei achei que ela queria ocupa o lugar deles então mande ela embora, mas ela não desistiu, e mim fez ver que ela não queria substituí-los ela queria um lugar dela, então deixei ela entra só que ela não veio sozinha minha mãe tinha uma filha, uma linda garotinha loira dos olhos mas lindos que eu já vir, minha mãe avia adotado ela quando ela nasceu, parece que a mãe biológica da Beth (que por sinal foi dado pela própria que particularmente eu achei lindo), era muito jovem e não tinha condição de criá-la então minha mãe acabou adotando ela. 6 meses se passaram dês que minha mãe e Beth passaram a viver comigo, Beth tinha acabado de fazer 1 ano era linda esperta um verdadeiro anjo estávamos felizes eu estava sorrindo de novo, mas ai a vida me deu mas uma rasteira, minha mãe descobriu que tinha câncer e que estava em um estagio muito avançado eles deram 5 a 6 meses de vida pra ela, 7 meses depois minha mãe morreu, e eu descobrir que ela tinha passado a guarda de Beth pra mim, não como tutora mas como mãe dela e apesar de tudo, isso foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida por que foi por ela que eu continuei vivendo apesar de todas as perdas quando me formei aos 19 anos decidir que era hora de deixa aquele lugar pois não me trazia boas lembranças, então vimos pra Nova York começa uma nova vida, comecei a trabalha como interna no Hospital Mount Sinai hoje aos 22 anos sou uma das mais brilhante neurocirurgiã, Beth agora com 6 anos esta cada vez mas linda e inteligente. Minha vida profissional esta uma maravilha minha vida como mãe e perfeita, mas confessor que sinto falta de uma historia de amor afinal não é todo mundo que é virgem aos 22 anos, mas sei que a pessoa certa vai aparecer. Agora ao trabalho hoje tem novos internos.

Notas finais
devo continuar.....?