Minha Não. Nossa Família.
11 Sorria?!
Notas iniciais
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Nota3: Tendendo a pedidos, eu tentei mostrar como aconteceu a cena em que o xerife pegou stiles de boca na botija... lalalala XD
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E ah, FELIIIIIIIIIIIIZ ANO NOOOOOVOOO GALERA! QUE 2013 SEJA FODA!
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Eu queria desejar uma boa leitura! :*
Stiles fechou os olhos enquanto abraçava o travesseiro com mais força. O menino pousou o nariz na maciez da espuma e aspirou mais uma vez o cheiro forte de Derek, um almíscar suave com cheiro de terra, que havia ficado nele. Só mais uma vez, ele disse a si mesmo e riu segundos após procurar o cheiro novamente. Abraçado ao travesseiro ele rolou na cama. Stiles não podia conter o sorriso que já estava deixando suas bochechas doloridas de tão largo. Ele mordeu o travesseiro enquanto soltava grunhidos e gritinhos de felicidade. Quem se importa se ele estava parecendo uma garota de 15 anos no primeiro amor? Sua vida estava perfeita! Sem ataques de lobisomens inimigos e transando casualmente?! Perfeito!
O humano bocejou enquanto sentia seu corpo despertar do que tinha sido a noite do melhor aniversário que ele teve na vida. Apesar de ele ter planejado passar a noite dos seus 19 anos inteiramente com Derek, a surpresa que ele teve também foi bastante divertida e inesperada. Todo mundo, até mesmo Melissa e alguns amigos do colégio, apareceram na sua casa com balões, bebidas e salgadinhos. A festa se desenrolou até um pouco mais da meia noite com música e várias brincadeiras idiotas de adolescentes meio embriagados, que relinchavam ao invés de rir. Vale salientar que o seu pai, o xerife da cidade, teve de colocar a mão nos olhos para tentar fingir que não estava vendo os adolescentes de 17 anos bebendo debaixo do seu teto.
Mas aos poucos cada qual foi seguindo seu caminho e deixando a casa. Lydia, a idealizadora do evento, deu um abraço em Stiles e se despediu com um sorriso enquanto se juntava ao resto do Pack do lado de fora, até que só restou seu pai e Derek, que estavam curiosamente envolvidos numa conversa amistosa sobre as qualidades do baseball e sobre os jogadores que ambos compartilhavam admiração. Stiles sorriu para isso, afinal era o seu pai e o seu namorado, noivo, companheiro, ou seja lá como ele poderia classificar sua relação com Derek, conversando e se dando bem. Derek após umas duas semanas tendo de aguentar o olhar avaliativo do seu pai, aos poucos começou a ficar mais confortável até chegar ao estágio em que estavam agora. Se sua mãe estivesse viva, Derek provavelmente já teria visto todas as fotos comprometedoras de sua infância.
Stiles estava distraído imaginando, feliz e com mais um sorriso no rosto, como seria se sua mãe pudesse ver como eles estavam vivendo e sendo felizes agora e como ao mesmo tempo eles estavam conseguindo seguir a diante após passar tanto tempo reabrindo o sentimento de perda que ficou quando ela se foi. Ele só conseguiu se dispersar dos pensamentos quando sentiu a mão de seu pai pousar no seu ombro, chamando sua atenção. Stiles olhou curioso para o seu pai que estava inclinado na sua frente para mostrar, o mais perto possível do seu rosto, o que parecia ser a chave de um carro.
“Não é minha.” Stiles falou sem entender o que seu pai queria.
“Não, essa é a minha.” John esclareceu enquanto guardava a chave no bolso da calça e se endireitava com a mão nos quadris. “Eu vou sair.”
“Sair? Para onde?” Stiles dobrou os braços na frente do peito enquanto arqueava uma sobrancelha, duvidando da veracidade da informação.
“Com a Melissa.”
“Melissa McCall?” Stiles repetiu para ter certeza.
“Sim, algum problema?”
“Não... O senhor só vai me transformar no irmão do Scott!” Stiles falou com uma pontada de horror enquanto torcia o rosto em uma careta.
“Stiles.” John suspirou. “Nós apenas combinamos de nos encontrar e tomar um café depois dessa bagunça do seu aniversário... Não é nada sério.”
“Pai, não queira me enganar.” Stiles debochou com um sorriso no rosto. “Ela é sozinha, o senhor é sozinho, os dois sempre foram amigos... Só lamento que Scott esteja vindo incluso no pacote.”
John apenas deu uma encarada para Stiles. Ele suspirou e olhou para Derek e depois pra Stiles novamente. “Se divirtam.” Falou enquanto seguia para a porta.
“Pai?”
“Não se preocupe, eu não vou voltar hoje.”
“Há! Eu não disse!” Stiles gritou com provocação. “Use camisinha!”
“Stiles...” Derek repreendeu com um sorriso mal contido.
“Ele ficou com raiva?” Stiles perguntou mastigando o lábio inferior, mas ainda ria.
“Não... Ele está bem alegre.” Derek assegurou e depois suspirou, encostando-se no sofá, a cabeça pendendo para trás enquanto relaxava os ombros e fechava os olhos.
Stiles sentiu seu coração aquecer. Todo o sentimento de estar em casa, ser aceito pelo seu pai, de ter seus amigos e seu Pack reunido, tudo voltou mais uma vez a girar na sua cabeça. E agora só estavam ele e Derek. Ele se levantou da poltrona e sentou do lado de Derek no sofá, que ainda estava de os olhos fechados.
“Se divertiu?”
“Você não estava aqui para ver?” Stiles perguntou rindo e inclinou o corpo, ficando de frente para Derek, apoiando um braço no encosto e o outro pousou no torso largo e musculoso de Derek, a mão espalmada no peito esquerdo sentindo a batida do coração, por cima da fina camisa de algodão; ele podia sentir o calor da pele do outro.
“Estava... Mas não aguentava tanta gente aqui... Hoje deveria ter sido apenas nós...”
“Nós quem?” Stiles perguntou.
“Eu queria ter você só para mim hoje.” Derek confessou enquanto abria os olhos e encarou o rosto avermelhado de bebida e excitação de Stiles. O menino mordeu o lábio inferior para depois umedecê-lo calmamente, a pontinha da língua ainda passou suavemente pelo lábio superior antes de se acomodar de volta na boca.
“Monopolizando-me no meu aniversário?” Sorriu provocativo enquanto percebia que a atenção de Derek ainda estava voltada ao movimento dos seus lábios. “Você gosta de olhar não é?”
Derek arqueou uma sobrancelha para a ousada atitude de Stiles. Apesar de sempre ser espontâneo, nas vezes quando dormiam juntos, o menino sempre se tornava mais tímido nos seus atos. Ele chegou a perder o movimento rápido de Stiles, que passou a perna direita sobre as suas, separando as coxas o suficiente pra se acomodar e enlaçar seu quadril, ficando sentando em seu colo. O calor do contato fez a vontade se tornar necessidade.
Apesar de estarem juntos quase como um casal completamente assumido, fazia quase mais de uma semana que eles não tinham nenhum contato intimo além de singelos beijos. A falta da verdadeira fricção de pele contra pele, sendo impedida por duas camadas de jeans grossos e das blusas de algodão, incentivou ainda mais o tato de ambos, os deixando urgentes e intensos ao outro.
“Além do cheiro, você também gosta de ver, eu já note-” Stiles calou-se ao toque da boca de Derek e ao sentir sua boca ser chupada e beijada como uma fruta suculenta. O barulho de saliva e grunhidos preenchendo sua mente. “Eu queria saber o que você mais gosta em mim...” Stiles pensou alto enquanto sente seu pescoço ser lambido. “Você gosta da minha boca?”
“Hum.” Derek grunhiu em um misto de confusão e impaciência. Sua mente estava ocupada catalogando todas as sensações e reações do corpo de Stiles ao seu toque.
“Você gosta da minha boca?” Stiles repetiu.
“Por quê?”
“Quer ver como ela fica em torno do seu pau?”
A mão correu tremula pelo torso até agarrar firme o pênis de Derek que ficava mais rígido a cada toque, mesmo sob o jeans grosso. Stiles deslizou a boca pelo maxilar áspero, pela barba por fazer, até pousar na parte de trás da orelha e agarrar o lóbulo entre os lábios lambendo suavemente até capturá-lo em uma mordida dura. Derek escondeu o pequeno grunhido de prazer ao ser pego de surpresa, mas sorriu ao escutar Stiles gemer quando suas mãos agarraram firmes os dois globos macios e o comprimiu ainda mais contra si, fazendo o menino ondular sobre a sua ereção. O gesto bruto excitando a ambos.
O humano se afastou um pouco mais na extensão das coxas de Derek, para dar espaço para ele manipular seu playground favorito, e abriu o zíper lentamente fazendo a carne intumescida saltar pelo novo espaço. Stiles olhou para baixo, mas sua visão foi interrompida pelo maxilar de Derek, que voltou a beijá-lo, lambendo e chupando a sua boca lascivamente. Seus dedos foram ágeis ao puxar o sexo do outro para fora, deixando a barra da boxer embalar as bolas de pelos aparados. Com uma pequena parte do seu cérebro, ele tentou pela primeira vez medir o provável tamanho do pênis de Derek, pois ele notou que apesar das suas duas mãos, ele ainda precisaria da sua boca para cobrir toda a extensão do pênis do outro. A vontade de chupá-lo crescendo cada vez mais. Sua palma envolveu a espessura da ereção, passando a dar curtas, mas firmes, estocadas.
“Vai ficar só olhando?” Derek grunhiu provocando Stiles ainda mais. E pôde sentir a explosão de excitação que passou pelo corpo do seu companheiro quando se jogou de joelhos no chão e afastou as pernas de Derek, se acomodando entre elas para ter um melhor acesso, e sem um pingo vontade de ser sensual ou provocativo ele puxou a calça jeans junto da boxer vermelha.
Claramente a bebida especial que Lydia tinha feito de álcool e wolfsbane tinha afetado o comportamento de ambos. Peter tinha eventualmente passado uma receita em que eles pudessem ficar bêbados sem chegar a alucinar como no último fatídico episódio.
Stiles lambeu os lábios quando aproximou a boca da glande que já estava molhada com o pré-gozo. O gosto forte de Derek invadiu seus sentidos fazendo um gemido, que mais parecia um hipopótamo na época do acasalamento, escapar de forma indecente da sua garganta. Ele mal tinha abocanhado a metade do pênis de Derek, sua nova façanha em que ele estava consideravelmente orgulhoso, quando seu pai abriu a porta da sala.
“Eu só...” John abriu a boca sem saber o que dizer, mas claramente agradecendo a todos os Deuses quando Stiles rapidamente guardou o pênis de Derek de volta na cueca. “Minha culpa. Eu liberei vocês e agora eu... Eu só não esperava que vocês já estivessem...” O xerife puxou uma respiração pesada com seu rosto em branco. “Stiles, levante-se do chão, por favor...”
“Pai, eu...”
“Não, Stiles.”
“Mas o senhor disse que ia sair!”
“Eu não...” John começou a falar, mas parou abruptamente e semicerrou os olhos para Derek. E do mesmo modo repentino que entrou, John saiu batendo porta com uma força além da necessária.
“Acho melhor a gente subir pro meu quarto...” Stiles tentou com uma cara meio desconfiada encarando a porta.
“Você ainda quer...”
“Você ainda ‘tá duro.” Stiles concluiu dando de ombros e segundos depois estava sendo carregado para o quarto.
Então... Exceto por essa pequena pausa nos planos, a noite não tinha sido exatamente uma perfeição... Apesar dele também não se lembrar com clareza do que aconteceu nela depois disso, horas e horas juntos na cama, a dor no seu quadril provavelmente deve ter vindo do longo tempo que ficou com as pernas meio estendidas e apoiadas nos ombros de Derek, ou apenas pela forma selvagem em como ele o montou, levando o seu próprio corpo de encontra ao falo rígido que o penetrava*. Os longos beijos que levavam ainda mais para fundo a sua consciência. Como cada vez que ele veio, e cada vez que ele fez Derek chegar ao orgasmo. Ele se lembra do amolecimento do seu corpo no final, muito fraco para obtê-lo, muito fraco para levá-lo, mesmo que Derek ainda iria conseguir fazê-lo chegar lá, levando ainda tão bem o nó que o fazia se sentir tão cheio e completo. Antes de Derek partir no inicio da manhã, ele o fez entrar no chuveiro para lavar os vestígios da noite. A água quente relaxando o seu corpo que era envolto pelo calor do próprio Derek.
Stiles sorriu envergonhado de si mesmo ao ver sua roupa jogada por todo o quarto e logo depois seu sorriso desapareceu ao lembrar-se da forma como o seu pai o flagrou ontem de noite... Meu Deus! Ele só pode esperar não morrer de vergonha. Ou viver em um castigo eterno. Ou ser expulso de casa. Ou nunca mais ter paz para namorar Derek... Ou merda, nunca querer fazer um oral em qualquer lugar fora de um local trancado. Stiles concluiu sonolento e sem um pingo de coragem para se levantar da cama e fazer outra coisa. Seu corpo estava um caco! Se gigantes existissem e eles fizessem um trator equivalente e esse trator o atropelasse duas vezes seguidas, provavelmente ele ainda estaria se sentindo melhor... Não, desconsidere essa parte. Ser atropelado por um trator duas vezes seguidas não é algo que você queira ou consiga sair vivo para contar.
~*~
Derek desmontava sem pressa a estante para passar pela porta da sala enquanto escutava a conversa animada de Stiles e Danny sobre a quantidade de motivos que eles tinham para classificar Lydia como um pé no saco. Ela tinha feito o Pack inteiro, com exceção de Derek, lógico, ajudá-la ainda mais do que todos na decoração do baile em que ela estava organizando como presidente do Grêmio estudantil. Apesar da animação da conversa, ambos já demonstravam sinais visíveis de cansaço e pela forma em como a respiração ficava mais pesada a cada hora que passava. Tirando os seus betas, que tinham quase como obrigação ajudar a reconstruir a sua casa, Danny, Stiles, Allison e Lydia também estavam ajudando nos preparativos para a reconstrução.
Para o seu esclarecimento, Derek não estava usando o poder de autoridade que ele tinha sobre seus betas. O fator de interesse é que a sua casa, após reconstruída, será o único lugar onde eles poderão agir como Pack. E apesar de cada um querer seguir o curso da sua vida e deixar o fato de ser lobisomem em segundo plano, bem, eles são lobisomens. E por serem betas criados, eles precisam estar em contato com seu Alpha.
A situação mais fácil de lidar até agora estava sendo a de Isaac, pois sem família próxima ele pode morar tranquilamente com Derek, principalmente agora que o mesmo se tornara seu responsável legal. Porém, Erica fugiu de casa. E como na época ela ainda era menor de idade, foi uma sorte os pais dela não procurarem a polícia. Derek seria facilmente preso e isso teria resultados e consequências que ele nem gostaria de imaginar...
Mas o pior ainda estava por vir. Só mais um ano e toda a paz se esvairia.
Universidade.
Ou todos passarão para a mesma universidade e se mudarão para a mesma cidade ou as contas de transporte serão irritantes. Porém, apesar de toda a questão de qual será essa universidade que poderá atender a todos, ou até mesmo duas universidades próximas que poderiam acolher a todos, uma coisa ainda está fora de questão: ninguém deixará o Pack. Além de ser transformar instantaneamente em um ômega, eles estão aprendendo mesmo a conviver e a gostar de viver como um Pack. E mesmo para os humanos que não precisam ficar em contato um com o outro como os lobisomens, o laço emocional também contribuiu bastante para o fato de não quererem se separar.
“Eu acho que já está na hora de vocês irem se arrumar.” A voz de Derek chamou a atenção de Danny, Jackson e Stiles que estavam ajudando a recolher os móveis de dentro da casa.
“Eu acho que já deixei claro que eu não vou.” Stiles falou enquanto deixava sala, mas parando para olhar Lydia que descia na escada. “Um verniz e ela fica nova em folha.” O menino levantou a mesinha de centro que estava segurando e mostrou para a ruiva.
“Pensei que não estaríamos reaproveitando a mobília...”
“E não estamos.” Derek pontuou olhando para Stiles, que franziu o cenho.
“Não vejo o porquê.”
“Stiles...” Derek suspirou. “Apenas... Coloque na parte dos móveis para doação.” Derek não queria entrar em detalhes do porque exatamente. Ele sabia que até mesmo a cabeça de vento de Stiles poderia perceber o valor emocional que tudo ali trazia para ele.
“Hm... Ok, então.” Stiles deu de ombros enquanto saia da sala.
“Eu também não sei se eu quero ir para o baile.” Danny falou com as sobrancelhas arqueadas e a boca repuxada pra o lado, mas sem sorrir.
“Também? Meu amor, não existe essa de também. Todo mundo vai para o baile.” Lydia cruzou os braços na frente do corpo fazendo, junto do vestido de algodão rodado e de cintura alta, ela parecer uma menina birrenta de cinco anos de idade. “Jackson só vai se você for.”
“Se ele não for eu não vou.” Jackson reafirmou.
“Mas nós nem podemos...”
“Danny, todo mundo já está acostumado a ver vocês dois juntos. Vocês não podem ficar duas horas sem querer comer um ao outro?”
“Eu s-”
“Ótimo.” Lydia cortou antes que Danny pudesse falar. “E você irá.” O dedo fino com unha longa, vermelha e bem cuidada apontou para Stiles que voltava para sala enxugando o suor na manga da camisa branca que já colava ao corpo devido ao suor.
“Não.” Stiles desdenhou chacoalhando os ombros.
Derek olhou pra longe ao ver os mamilos róseos ficarem evidenciados na camisa colada no peito do menino. Ele sabia que qualquer elevação de emoção se espalharia pela sala e mostraria o que ele estava sentindo.
“Um motivo.” Lydia inquiriu e nem se importou em olhar para Allison que a chamou enquanto entrava na sala. “Você quase chorou quando eu aceitei ir ao baile com você.”
“Isso foi no passado.”
“Stiles.” Derek interveio. “Fazer coisas simples como ir ao baile é bom para todo mundo. Mais tarde você vai se arrepender porque não foi...”
“Então vai você.” Stiles falou colocando as mãos nos quadris. E só faltou mostrar a língua quando Derek riu.
“Quem quer que Stiles vá?” Lydia perguntou enquanto levantava a mão. Allison, Danny e Lydia levantaram a mão. Lydia olhou feio para Derek enquanto ele não levantava e o mesmo somente bufou enquanto se via levantando a mão.
“Jackson não quer que eu vá.” Stiles falou ainda com a mão nos quadris.
“Jackson é um idiota.” Allison falou em meio a uma risada escondida e abaixou a mão. “Stiles, um smoking não vai te morder. E o Derek também vai certo?” Allison evitou um suspiro quando recebeu um não de Derek.
“Eu só vou se Derek for.” Stiles falou usando o novo argumento, o que não surpreendeu a ninguém.
“Derek nem ao menos é aluno, Stiles.” Lydia lembrou.
“Ótimo.” Stiles sibilou com os lábios encrespados até que sua expressão ficou em branco. O humano soltou um suspiro suave enquanto esculpia um sorriso singelo no rosto. “Então, eu vou com outro cara.” Stiles falou pausadamente.
Xeque-mate.
“E aposto que tem um monte de cara que gostaria de me levar para o bai-” Stiles continuou a falar até ser interrompido por Lydia.
“Stiles, não!” A adolescente sibilou alarmada quando viu Derek quebrar um pedaço da parede do parapeito da janela em que ele estava a apoiado. Stiles sentiu seu coração fundar quando as presas lentamente começaram a crescer, saltando da boca, em um rosto tenso que não expressava nenhum sentimento.
“Ok, então é suposto que eu fique só?” Stiles falou mordendo os lábios enquanto não obtinha nenhuma reação de Derek a não ser pelas respirações pesadas. “Stiles mau!” Stiles brincou reprendendo a si mesmo com um tom quando se recrimina um animal de estimação... O que nos leva a outra má ideia. Lobisomens sempre conseguem ter um complexo com piadas sobre animais de estimação. “Ok, Stiles não vai sair com ninguém além de Derek.”
“Stiles...” Derek rosnou. A voz grave raspando a garganta. Apesar de que para Stiles, seu medo consistia em apenas ter meio que magoado o lobo de Derek, Derek esmigalhou o pedaço de concreto que ele tinha na mão ao sentir o medo correr pelo corpo do seu companheiro. “Não fuja.” Sibilou enquanto tinhas os olhos cravados em Stiles que apenas tinha dado um passo para trás.
“Eu não-”
“Se você se mover, é capaz do lobo de Derek assumir e o clamar aqui mesmo.” Peter avisou com a voz tranquila, mas poderosa. “Derek, controle-se.”
“Eu não quis...” Stiles tentou novamente. “Derek, eu sou seu companheiro lembra? Eu não vou a lugar algum sem você. Você sabe quando eu estou mentindo...” Stiles tentou totalmente arrependido pela brincadeira. Céus! O homem era uma máquina de brincadeiras sarcásticas, como ele poderia controlar-se mesmo tendo um Alpha porra louca territorialista que não aguenta uma brincadeira com traição sem ter sua vida ameaçada de morte? Ok, sem mais brincadeiras sobre sair com outras pessoas. Eliminadas de vez do seu banco de dados.
“Eu estou bem.” Derek soltou com um suspiro cansado e esfrega o rosto como para livrar do cansaço e irritação. “Eu apenas não quero ir ao baile, Stiles.” Confessou por fim após longos minutos em ninguém presente na sala se pronunciar.
“Você já foi alguma vez?” Stiles pergunta baixinho com um sorriso enquanto se aproxima de Derek.
“Eu fui a todos os meus bailes.” O Alpha bufou enquanto rolava os olhos, o clima mais ameno se instalando na sala. Porém ainda podia se ver a cautela nos rostos de todos. Verdade que ele tinha se deixado levar um pouco, porém, só pela possibilidade de ver outro homem saindo com Stiles ele conseguiu perder o link do seu controle sobre o seu lobo. Derek suspirou mais uma vez antes de voltar a falar. “Eu era obrigado a ir. Não tínhamos direito nem de ter televisão para podermos sempre estar em contato com outros humanos e sempre socializar...”
“Eu também passei por isso...” Peter riu ao perceber a irritação que Derek manteve mesmo após tantos anos.
“E não quer ir a nenhum comigo?” Stiles olhou diretamente nos olhos de Derek enquanto se aproximava mais, entrando completamente no espaço de pessoal do outro. O menino prendeu a própria respiração ao levar a mão úmida de suor a pousar suavemente na bochecha quente. Ele sorriu tímido enquanto seus lábios encontravam com os de Derek em um beijo de simples roçar de lábios, porém significativo.
“Eu...” Derek começou, mas desistiu de falar quando logo foi interrompido pela tagarelice de Stiles.
“Você devia ser todo popular e gostoso, não era? Eu aposto que eu morreria de raiva de você. Você usava coro naquela época? Oh meu Deus, eu aposto que usava!” Stiles passou os braços ao redor do pescoço de Derek ainda sorrindo e deu um beijo estalado na bochecha de Derek. “Você devia ser todo retardado como um Jackson da vida...”
“Ei!” Jackson reclamou.
“Cala boca, Jackson. Todo mundo sabe que você é um pé no saco.” Lydia desdenhou.
“Não mais que você, menina estranha.” Jackson debochou quase deixando passar a falsa irritação para a humana. Mas ele estava apenas brincando.
“Vamos todos!” Alisson gritou chamando atenção e querendo evitar uma briga entre Jackson e Lydia, ela também não podia saber qual era a verdadeira emoção de Jackson. “Todos juntos, vai ser legal!”
“Até eu?” Peter perguntou duvidoso.
“Não, é um baile e não uma festa das bruxas.” Stiles zombou. “As crianças já ficarão assustadas o suficiente só quando eu aparecer com Derek por lá...”
“Eu vou não é?” Derek soltou um muxoxo enquanto apoiava o queixo na cabeça de Stiles, o abraçando mais forte.
“Vou fingir que é retórico.” O humano sibilou irritado, mas se afundou no abraço.
–
Stiles sorriu largo enquanto abraçava Derek. Eles estavam na parte de trás do ginásio aonde a música chegava num volume baixo, mas ainda alta o suficiente para embalar a dança lenta em que eles compartilhavam agora.
Derek tinha os braços enlaçando a cintura de Stiles enquanto este repousava as mãos nos seus ombros e a cabeça apoiada no peito, podendo sentir o perfume forte de Derek mesmo por cima do vento gelado.
“Eu te amo.” Derek sussurrou no ouvido do menino.
“Eu sei.” Stiles brincou. “Eu também.”
~*~
O cascalho fez o carro vibrar e o som característico encheu seus ouvidos, fazendo Danny notar que eles finalmente estavam saindo do ginásio do colégio, a música ainda alta para as poucas pessoas que ainda estavam lá. Seu corpo estava cansado e sua mente um pouco lenta. Ele tinha dançado e bebido muito, de uma forma discreta e escondida, e estava quase a migalhas... Mas ele não podia se distrair, não enquanto Jackson o encarava de forma tão forte e penetrante. Pensar na força que Jackson tinha e como ele o poderia facilmente quebrar no meio fez uma onda de medo passar inconsciente e incontrolável pelo seu corpo. Danny arqueou as sobrancelhas vendo Jackson, ao invés de seguir para a estrada e saída do colégio, desviar e ir mais além ao estacionamento da escola, ficando numa área reservada para ônibus e vans onde a floresta já se apresentava densa.
"Porque você parou aqui?"
"Porque você está com medo?" Jackson cortou ignorando a pergunta anterior. "Eu posso sentir o seu medo daqui. Sou eu?"
Danny não precisava de sentidos sobrenaturais de lobisomens para sentir que Jackson estava ressentido e confuso. Danny mordeu o lábio inferior ao ver a aparência quase triste do namorado.
“Não.” Danny respondeu sincero, deixando Jackson ainda mais confuso.
“Então o que é?”
“Eu não sei... Não é você em si, é toda essa coisa lobisomem. Todas as vezes que penso na quantidade de força que vocês possuem... Eu vejo seus treinos, não é como se já não estivesse acostumado com isso... Dá para fingir que isso nunca aconteceu?” Danny riu triste e apologético. Ele estava prestes a se desculpar, com a frase na ponta da língua, quando no mesmo momento Danny tem Jackson o prensando na porta do carro, o corpo sólido de músculos utilizando uma fração mínima de força para movê-lo de lugar e o consumir em um beijo faminto. Quando Danny soluçou uma respiração, pego de surpresa, a língua de Jackson escorrega em seus lábios, o chamando para participar do beijo. Jackson gemeu quando Danny finalmente retribuiu ao seu beijo, afinal ele precisava daquilo. Precisava saber se tudo estava normal entre eles, que o fato dele ser um lobisomem nunca iria impedi-los de ficarem juntos. Ele sente a mão de Danny escorregar, correr sobre o seu peito e em seguida embalar seu pênis semi-rígido através de seu jeans. Jackson morde o lábio de Danny como uma pequena punição pela surpresa quebrando momentaneamente o beijo.
“Eu passei a noite inteira querendo te beijar.” Jackson sorriu com um misto de vergonha e luxúria, olhando direto nos olhos de Danny.
"E eu pensei em te comer o dia todo." Danny confessa em um sussurro grave e se aproxima ainda mais, a pele de ambos queimando com o contato. Jackson sente a boca seca e de repente ele ri provocativo.
"Sem medo de mim então?"
“Nunca tive.” Danny afirma devolvendo o sorriso provocativo e debochado.
Cansado do jogo, Jackson o beija novamente. O beijo ainda é tão ansioso quanto antes, variando entre beliscar os lábios e uma exploração profunda e vertiginosa da boca alheia. Jackson é impiedoso quando puxa o próprio black tie do seu corpo, arrancando os únicos três botões da peça cara.
“Banco de trás?” Danny pergunta enquanto de forma afobada tira o seu black tie, sendo rápido o suficiente para impedir que Jackson o rasgasse, e puxa a blusa lilás abrindo os botões expondo o torso malhado. Porém, com um impulso Danny já está indo para o banco de trás do carro.
O banco traseiro é apertado, quase não há espaço suficiente para incumbir os dois na atividade desejada. Jackson já está respirando com dificuldade de antecipação, preso na forma como os olhos de Danny mantêm correndo pelo seu tronco exposto e a considerável elevação da sua calça social enquanto ele se ajoelha com cada joelho em um banco, fazendo a sua ereção ficar mais evidenciada por baixo da calça. Suas pupilas ficam ainda mais dilatadas quando ele leva sua mão na sua própria ereção e o provoca, ele pode sentir o quanto Danny está ficando excitado, principalmente agora quando ele puxa Jackson o incentivando a ir para o banco de trás. Danny se inclina para beijá-lo novamente, as mãos já na barra da calça de Jackson. Era tirar a peça e ele já teria acesso ao corpo admirável do namorado.
"Não é exatamente o lugar ideal para isso." Danny reclama enquanto ajuda Jackson a tirar a calça, o que resulta em Jackson deitado no banco com as pernas no ar ainda tentando livrar-se da calça social. Danny agarra a bainha e consegue puxar de vez, logo que a calça de foi, ele já está puxando a boxer preta e sem um pingo de paciência atira ambas as peças para o banco da frente. Danny abre a porta do carro e se senta com as pernas para fora, ficando bem mais fácil de tirar a sua calça e o resto da sua roupa, jogando-as também para o banco da frente.
Quando ele fecha a porta e se inclina para o lado, ele segura firme nos quadris de Jackson, como um comando para que o outro virasse no banco.
"Não." Jackson responde ao comando mudo, a respiração cortada na garganta. "Eu quero... Podemos fazer assim? Eu quero ver você."
Se Danny ainda estivesse de calça ele sentiria apertar-se contra ela. A maneira carente e insegura de Jackson havia enviando ondas de prazer pelo seu corpo. Pois ele era o único que conseguia fazer Jackson perder toda a pose que ele passou tantos anos construindo. Porque assim como ele era territorializado pelo lobo de Jackson, Danny também fazia questão de demonstrar e dizer o quanto ele também se importava com Jackson e o queria só para si. Danny consegue sentir suas narinas inflarem e sua boca ficar seca enquanto olha para Jackson, ele não tinha notado as garras do lobo que estavam ameaçadoramente fincadas em seu quadril. Então ele acena com a cabeça e impõe o seu corpo até que ele está deitado em cima de Jackson, pressionando suas bocas juntos. Ele é pesado, mas para Jackson o seu peso faz apenas sua respiração ficar mais curta, um peso delicioso sobre a sua ereção. O beijo rapidamente se transforma em algo frenético, aquecido, não muito mais do que um choque de dentes e línguas. Jackson geme quando Danny empurra uma coxa entre as suas pernas, os quadris se contorcendo automaticamente para cima e envolvendo um braço ao redor dos ombros dele, o puxando incrivelmente perto.
É só quando as pontas dos dedos de Danny estão provocando a entrada do licantropo que eles quebram o beijo.
“Lubrificação.” Jackson suspira. “Porta-luvas.”
Eventualmente Danny consegue se afastar e se inclina para o banco do motorista. É nesse meio tempo que Jackson percebe o quanto desconfortável ele está no banco de trás do seu carro. Seu pescoço já está ficando dolorido pela posição e seu quadril meio travado por ter suas pernas abertas em todo o assento, uma apoiada no chão do carro e a outra erguida sobre o encosto do banco.
Danny sorri com o pequeno envelope de lubrificante na mão. Em outro momento ele iria importunar Jackson para saber o porquê de ele andar com isso no porta-luvas. Não custava nada deixar o loiro com as bochechas vermelhas de irritação... Mas nesse momento, Jackson também tem as bochechas pintadas de vermelho, porém de excitação e o que mais importava para ele agora era que elas ficassem ainda mais vermelhas enquanto ele pedia por mais. Ele espreme o saquinho nos dedos e se inclina para beijar Jackson novamente, desta vez mais lento e sensual. Ele circula ao redor da entrada de Jackson com a ponta de um dedo antes de empurrá-lo cuidadosamente para dentro. Jackson solta gemidos, apertando-se ao redor da invasão bem-vinda.
Antes de Danny, Jackson nunca poderia ter imaginado amar algo como isso, na verdade para ele ainda era estranha a ideia de ter os dedos e um pênis de um cara na sua bunda. Mas Danny é... Danny é diferente. Ele ainda não pode imaginar-se com qualquer outro cara, não sem torcer o nariz, mas tudo bem. Danny ajoelhando-se sobre ele com dois dedos torcendo-se dentro dele, Danny beijando-o e tocando-o é algo que ele está viciado, que ele deseja o tempo todo. E às vezes ele se sente tão ridículo que ele ri de si mesmo.
Jackson suspira quando Danny acaricia a sua próstata, suas coxas tremendo com o esforço de não se juntarem reflexivamente. Danny sorri e empurra outro dedo dentro, batendo sua próstata em cada curso.
"Deus, Danny, por favor, eu..."
Danny o cala com um beijo, mordendo seus lábios enquanto Jackson continua a gemer e involuntariamente passa a ir de encontro a sua mão até que quando Danny puxa, Jackson lamenta a perda, o vazio repentino. Então Danny está agora se movendo no banco, empurrando as pernas Jackson para os lados e chamando o quadril mais para cima até eles começarem a doer, mas Jackson consegue ficar mais focado na cabeça do pênis de Danny resvalando na sua entrada, o provocando. Porém, em vez de fodê-lo logo, Danny recua o tanto quanto ele pode se afastando de Jackson.
"Danny, o que—"
E então Danny está lambendo-o lá, achatando a sua língua contra a fenda de Jackson e lambendo amplamente sobre ela. Ele gemeu enquanto um duelo se abateu no seu corpo: ele tinha vontade de esquivar do toque tão intimo, mas ao mesmo tempo sentia seu quadril ir de encontro à língua quente que o lambia. Eles nunca fizeram isso antes... Jackson não consegue reprimir outro gemido quando Danny desliza dois dedos de volta para dentro dele enquanto lambe sua volta lentamente, tortuosamente deixando trilhas molhadas de saliva que eram energizadas pela respiração pesada. Ele podia sentir o pré-gozo melar o seu abdômen, e se acumular na glande cada vez que ele sentia a língua de Danny provocar sua entrada, sem nunca se juntar aos dedos a penetrá-lo. Nesse ritmo, ele vai vir antes de ter conseguir ter o pau de Danny nele.
"Por favor, por favor, por favor!" Ele suspira com os quadris movendo-se em golpes curtos. Danny levanta a cabeça e sorri para ele de forma sacana. E então ele está se movendo para frente e voltando a cobri-lo com seu corpo e num movimento ele consegue empurrar a cabeça para dentro facilmente.
O ar no carro já está quente, muito quente, pesado com o suor e o cheiro de sexo. Os assentos de couro rangendo com cada impulso. O cheiro de Danny inundando seu olfato, as baforadas quentes da sua respiração enquanto ele o fodia com firmeza. Tudo o que ela podia pensar era em Danny, Danny, Danny, Danny, Danny.
"Porra, Danny!" Jackson geme quando Danny consegue o ângulo certo na penetração e atinge sua próstata, o calor e o prazer rasgando-lhe a espinha.
Jackson pode ouvir todos os pequenos gemidos que Danny solta. Danny abre os olhos lentamente, encontrando o olhar de Jackson, e então ele beija tão suavemente, tão docemente, que Jackson chega instantaneamente no limite. Danny já sente sua respiração descontrolar e começa a respirar com dificuldade, o controle dos seus próprios movimentos escurecem a sua mente.
"Danny, eu vou..." Ele começa, mas Danny balança a cabeça.
"Ainda não." A voz raspada na garganta, então ele está levantando Jackson, os braços firmes em torno da cintura. Ele os move de forma em que Danny está sentado com Jackson em seu colo, o pênis ainda enterrado dentro dele. Jackson tenta se acomodar na nova posição com um pouco dificuldade, mas aos poucos ele relaxa e acaba envolvendo os braços em volta do pescoço de Danny e involuntariamente balança o quadril até achar a posição certa para apreciar cada estocada do pau de Danny dentro de si, enquanto este segurava firme em seu quadril ditando o movimento. Jackson treme quando sente a cavidade molhada se fechar contra o seu mamilo e depois uma língua brincar com o bico. Ele mal percebe o momento em que ele segura a cabeça de Danny com o seu mamilo sensível apreciando a sensação de tê-lo chupado deliciosamente.
"Eu estou perto, Jackson, eu não consigo... Merda..." Danny geme e aperta as mãos nos quadris de Jackson, segurando-o ainda mais apertado contra seu colo. Danny abafa um grito gutural quando ele chega ao orgasmo, inclinando a cabeça para trás contra o encosto do banco, os olhos firmemente fechados.
Se o cheiro de Danny excitado já fazia o seu sangue ferver, o cheiro de seu sêmen e suor o fazia querer lamber cada parte dele. Ele ainda tinha seus quadris segurados firmemente quando Danny levou uma mão até o seu pênis, o estimulando para ele também alcançar o orgasmo. Apesar do pênis de Danny já estar consideravelmente menos rígido, a sensação de ainda tê-lo lá raspando sobre a sua próstata era enorme.
Ele olha para Danny e vê o momento em que os olhos dele se abrem. Seu coração aquecido pelos suaves e quentes momentos. Jackson sorri para ele, inclinando-se para pressionar um beijo casto contra os lábios de Danny. Mas Jackson ainda estava duro, sem ter atingido o orgasmo ainda. Seu corpo em uma mistura louca de sensações. Ele gemeu quando perdeu a sensação de ter Danny o preenchendo, mas uma vez que ele se sentou no banco, ao lado de Danny, Danny agarrou suas coxas e se inclinou para baixo, levando o pau de Jackson em sua boca e o chupou.
Jackson suspirou, enfiando os dedos pelos cabelos de Danny. A boca de Danny é quente e úmida, tão suave que chega a ser quase demais. Danny acertar o ângulo da sua cabeça e leva Jackson ainda mais profundo, a sucção perfeita entre lábios e língua. Uma mão passou a acariciar a suas bolas, estimulando ainda mais a chegada do seu orgasmo. E quando Jackson vem Danny não se move um milímetro para longe, deixando Jackson tonto de prazer ao ver que o namorado tinha engolido até a última gota, os lábios franzidos em torno da cabeça do pênis de Jackson chupando a pele ainda mais sensível.
Danny coloca a cabeça sobre a coxa Jackson e ambos respiram por um momento em silêncio. Jackson passa a mão pelo cabelo de Danny, sorrindo quando Danny empurra-se para o toque.
Eventualmente Jackson luta de volta para pôr suas roupas, Danny o imitando em seguida, pois não havia possibilidade de o fazerem ao mesmo tempo. Quando Jackson está vestido, ele abre a porta do carro e se estende languidamente, apenas para perceber que eles não estão mais sozinhos.
"Oh Deus." Jackson chama exasperado. Há três outros carros estacionados perto deles, ele se lembra nos últimos momentos do grito de prazer que ele deixou escapar... Aqueles carros estavam ali pelo mesmo motivo que ele e Danny, mas mesmo assim... Eles provavelmente tinham visto ou ouvido Danny e ele fazerem sexo... E, oh... Ele é interrompido por um ronco jocoso de Danny. Quando ele se vira, Danny está encostado o carro, sorrindo e olhando-o presunçoso. Jackson sente o constrangimento se esvaziar e pigarreia voltando a ficar sério e encarando Danny com uma expressão debochada. Porém sorriso de Danny é contagioso, e Jackson começa a rir de si mesmo. Ele balança a cabeça. Não importa, realmente não. Danny se aproxima dele e pressiona um beijo no canto da boca. E quando ele se afasta, Jackson se sente tão relaxado, tão saciado, calmo e despreocupado. Que não, isso realmente não importava.
A viagem até a casa de Danny é silenciosa, mas de uma maneira tranquila e confortável. Jackson se sente quente, ainda flutuando no prazer. Adorando sentir o cheiro de Danny em cima dele e mesmo que se ele não se encontrasse mais com seu namorado ainda ficaria por muitos dias... Em algum ponto da viagem que ele não percebeu, a mão de Danny acabou repousando em sua coxa, e ao perceber Jackson reprimi um sorriso enquanto olhava de lado para Danny. Sem hesitar, ele tira sua mão da marcha e a junta com a que estava na sua coxa, deixando os dedos entrelaçados.
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