Minha Irmã Adotivavondy
128 Capítulo 128
May: E aonde quer chegar com isso?(indagou levando a boca uma colherada de ser sorvete de chocolate)
Dul: Que eu não acredite eu uma só palavra(disse por fim, enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ruiva atrás da orelha)
Any: E por que então vcs parecem aquele típico casalzinho apaixonado?(fez careta, enquanto foleava alguma revista de moda)
Dul: Por que eu não quero romper meu relacionamento com Pedro dessa forma.(disse certa)
May: E vc vai esperar o que?! Que ele te traia?(arqueou uma das sobrancelhas enquanto levava sua colher ao porte repleto de sorvete)
Dul: Vc acha que ele seria capaz disso?(indagou receosa se sentando na mesa ao lado de Maite)
May: Não disse isso queria(Sorriu simpática) Apenas disse que vc espera uma oportunidade impossível de se acontecer pra terminar com ele.(concluiu levando a boca outra colherada do sorvete)
Dulce podia jurar perceber que aquela Maite que conhecera alguns meses atrás voltara com algumas frases indecifráveis e inteligentes que somente a “morena” sabia dizer.De fato se dependesse da parte de Dulce , seu relacionamento com Pedro seria eterno, afinal não era muito boa quando o assunto é “fim de namoro”.
Dul: Anda saindo com alguém Maite?(indagou com o propósito de não prosseguir falando sobre sua vida)
Embora uma suposta ameaça de engasgo com o sorvete tenha aparecido subitamente a mesma parecia se manter séria.
May: Não(se limitou a dizer) Digo.. por que parece que estou saindo com alguém?(indagou sem graça)
Any: Dona Dulce Maria não fuja do nosso assunto.(repreendeu a ruiva)
Dul: Eu já contei toda a história pra vcs não tenho o que dizer(se desculpou)
Any: Dulce ,(suspirou) Eu sei que tem algo a mais ai(disse certa)
---: Eu diria algo a menos.(a voz da professora de química ,um tanto considerada carinhosamente insuportável atravessava os tímpanos do trio)
Any: Perdão Margarida(Disse enquanto se ajeitava sobre a cadeira)
---: Senhorita Perroni , informei ao nosso diretor que não seria preciso mais uma advertência por ingerir qualquer alimento dentro da sala de aula, mas vejo que estava errada, néh?!(arqueou uma das sobrancelhas)
May: Eu não posso ficar sem doce me entende professora?!(tapando a vasilha com uma tampa)
---: E sem uma nutricionista, daqui a pouco não estará passando nem na porta de tão gorda.(um sorriso uniforme mostrando os dentes levemente amarelos da professora que se divertia fazendo brincadeiras de mal gosto com os alunos)
May: É impressão minha, ou a senhora está me chamando de gorda?!
Antes que Margarida partisse para seu próximo comentário, Pedro adentrava a sala.
Pedro: Me desculpe pelo atraso, Margarida, isso não vira a ocorrer novamente.(disse certo enquanto marchava até uma carteira desocupada dentro da sala)
Era difícil compreender a índole de Pedro, que a cada instante se retransformava em uma nova figura na mente de Dulce, que procurava mantê-loA como um namorado “perfeito”, ou talvez nem tão perfeito assim. Uma traição?! Seria possível cogitar aquele hipótese? Mas para estra na presença de alguma garota o mesmo teria de estar um tanto apresentável, coisa , que os cabelos irregulares e desalinhados em seu rosto a camisa do uniforme exageradamente abotoada de forma incoerente e um olhar cansado obrigava a ruiva chegar a conclusão que fora apenas um mero atraso e nada a mais.
Os minutos se carregavam lentamente durante o período escolar, enquanto , mesmo que disfarçados olhares, Dulce lançava a Christopher que desgrudava de seu celular.
May: Dulce eu tenho uma curiosidade sobre vc(indagou enquanto notava que Margarida saia da sala, e reabrira novamente seu pote de sorvete)
Dul: Curiosidade?!(franziu o cenho , confusa)
May: Sim,(Assentiu com a cabeça) Ainda não sabemos a data de seu aniversário.(sorriu reiniciando seu movimento de levar a boca uma colherada de seu sorvete)
Any: É mesmo(cobriu sua boca com a mãe perplexa) Precisamos de uma festa para a comemoração(sorriu animada)
Dulce abaixou a cabeça um tanto envergonhada tal pergunta, ato que fez com que Anahi e Maite se arrependesse pela indagação.
Dul: Eu não sei.(levantou o olhar para Maite)
May: Não sabe o dia em que nasceu?(prosseguiu receosa)
Dul: Não(Sorriu sem graça) No orfanato fui apenas comemoramos o aniversário na data em que chegamos lá.
Any: E em relação a essa data seu aniversário se refere a que data?(falou em um mais baixo do que o normal)
Dul: Quatorze de agosto(inspirou todo o ar que pode e o deliberou gradualmente, não gostava de relembrar alguns fatos como este?! Afinal isso demonstrava que Dulce não tinha uma identidade fixa) Mas tudo indica que fui deixada com alguns meses de vida.
Any: Sente falta de uma “mãe”?!Digo.. sua mãe biológica?(indagou diretamente)
Era difícil para a ruiva responder de forma responsável aquele pergunta, afinal a mesma ainda estava se redescobrindo e parecia que a figura mãe já não existia em sua mente, claro que uma imensa vontade de “conhece-la” , mas não pra encenar todo aquele amor entre “mãe e filha”, mas para agradecer. Sim, para agradecer, pela pessoa que sua verdadeira mãe lhe obrigou a se transformar, era complicada compactar todo aquele pensamento em uma punica frase, mas antes que pudesse dize-la sentir seu celular vibrar e o motivo de todo aquele alvoroço de Christopher naquela manhã veio à tona.
Amiga preciso conversar com vc. Estou muito mal e preciso de vc nesse momento.Seu irmão terminou comigo :@ Quando puder me liga. Beijos. By: Belinda
Notas finais
Aqui estou euuuu
Pronta pra postaar muiiiito
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