Minha Historia De Amor
1 one shot
Notas iniciais
Eu sempre quis saber como o amor funciona, quando começa e quando acaba,sempre ouvi dizer que pra se esquecer alguém nada melhor que outro alguém, mas será que isso é mesmo verdade? Será que não podemos continuar amando uma pessoa se outra aparecer em nossa vida?O amor é o maior de todos os sentimentos, mas então por que será que não podemos entregá-lo a duas pessoas diferentes?Antes de contar minha historia, diga-se de passagem, de “amor”, é eu não vou mais ter medo de admitir, sim minha historia de amor, gostaria de te fazer uma pergunta, você já se apaixonou por duas pessoas diferentes ao mesmo tempo? Bem eu acho que quase todos já “passamos”, (bom passamos é jeito de dizer, ainda não passou e espero que não passe) por isso não é mesmo?Mas a minha é um pouco diferente da maioria, eu sempre tive certeza de meus sentimentos, sempre fui apaixonada, sonhava com o dia em que eu seria somente dele e ele somente meu, mas nunca reparei que do meu lado poderia haver outras possibilidades, ou ate mesmo atrevo-me a dizer outras paixões tão fortes e avassaladoras, quanto a que eu já sentia bom vou parar de enrrolação e contar ou pelo menos tentar contar minha historia.
Era uma manhã como outras eu estava pronta, pra ir à escola, esperava minha melhor amiga no portão de minha casa para irmos juntas, ela estava atrasada, eu como nunca fui muito paciente desisti de esperá-la e fui em direção a escola sozinha, no meio do caminho percebi que alguém me seguia não que eu estivesse com medo, imagina eu com medo, só se fosse uma barata, mas enfim, aquilo me incomodava me virei rapidamente para dar uma bronca na pessoa, mas ele foi mais rápido que eu
_ oi Monica...
Mo_ por acaso você esta me seguindo- disse demonstrando reprovação
_ por que eu estaria? Por acaso eu não posso mais ir à escola?- foi ai que minha ficha caiu e percebi que ele só estava indo a escola, já que ali era um lugar publico, senti meu rosto corar e tentei me desculpar.
Mo_ desculpe, é que eu tive a impressão de estar sendo seguida- ele deu um sorriso malicioso
_ bom... Eu seguiria você ate pro inferno se você me pedisse- senti meu rosto corar mais ainda- mas enquanto você não me pede mi contento em te acompanhar ate a escola mesmo, vamos- disse me estendendo a mão.
Mo_ ai, você não muda mesmo né? DC...
Caminhamos juntos ate a escola, como ele havia me oferecido o braço, eu não recusei e entrelacei meu braço ao dele como amigos, mas ao chegar à porta da escola, senti meu coração acelerar por alguém que estava nos encarando, com cara de assassino ao reparar que estávamos de braços dados.
Rapidamente tirei meu braço de torno do dele, ele percebeu e não gostou, eu estava pronta pra ir atrás da pessoa que me fuzilava com o olhar de reprovação quando Dc me segurou.
Dc_ ate quando você vai ficar se arrastando para ele?
Mo_ ei, olha lá como fala, eu não estou me arrastando pra ninguém e você sabe muito bem que eu gosto dele e que ele também gosta de mim- falei com muita raiva e com uma vontade enorme de socar ele
Dc_ se ele gosta mesmo de você por que ainda não estão juntos?- quando eu ia abrir a boca pra responder ele continuou- olha Monica eu nunca escondi que gosto de você, sei que você poderia ser muito mais feliz comigo do que com ele, mas eu cansei de correr atrás de você, apesar de te amar, eu não vou mais te procurar, vou atrás de alguém que goste de mim de verdade, espero que você encontre o que procura com aquele lá, por que eu vou encontrar em outra pessoa que não seja você, e tenho certeza que não será difícil.
Ele entrou na escola e me deixou La parada boquiaberta, com duas coisas martelando incessantemente em minha cabeça, “ele me ama”“ ele vai atrás de outra pessoa”.
Isso não saia da minha cabeça, o sinal que indicava o começo da aula soou, me fazendo retornar do meu estado de transe e me lembrar de outra pessoa que eu deveria procurar.
Fui correndo em direção a sala de aula, antes que o professor chegasse, mas ao adentrar a mesma fiquei gélida novamente, vendo os dois sentados olhando em minha direção, todos dois estavam com cara de poucos amigos, minha vontade era de voltar correndo para trás, mas o professor já estava atrás de mim e me fez entrar na sala.
Sentei perto dele queria explicar que o que avia visto era apenas um mal entendido, que não tinha acontecido nada entre eu e Do Contra, não consegui,tinha que esperar ate o intervalo pra falar com ele.
No intervalo o avistei conversando com os outros garotos da turma, me aproximei e com um pouco de receio perguntei se poderia conversar com ele. Ele me olhou frio e serio não queria falar comigo, eu insisti, os meninos vendo o clima resolverão nos deixar sozinhos, eu fui falando rápido antes que ele saísse também
Mo_ olha não é o que você esta pensando, eu e o Dc somos apenas amigos, não aconteceu nada entre a gente, eu juro, pode confiar em mim, não é dele que eu gosto... E você sabe disso, não sabe Cebola?
CE_ então por que vocês estavam de mãos dadas?- ele continuou serio e eu comecei a ficar irritada
Mo_ já disse que não e nada do que você está pensando, nós dois somos apenas amigos e até onde eu sei eu não tenho nenhum compromisso com você também- alterei a voz demonstrando claramente minha irritação- e já que você não quer falar comigo, eu também não vou te procurar mais- virei às costas pra ele, ia embora quando me segurou
CE_ dês de quando a gente não tem nada um com o outro? Pode ate não ser um compromisso serio, mas alguma coisa a gente tem, eu também gosto de você e é por isso mesmo que não gosto de ver você com outro principalmente ele, me desculpe se fui infantil, mas eu gostaria de te pedir que não ficasse de braço dado com outros caras por ai, principalmente na minha frente
Eu apenas sorri e o abracei, mas senti meu coração acelerar e minhas pernas bambear, com uma cena bem a minha frete. Dc estava beijando uma garota a poucos metros de mim, eu senti um nó na garganta e uma vontade enorme de ir bater nela, me contive sem entender minha reação, eu sempre gostei do Cebola e ainda gosto com toda certeza, mas por que estava sentindo aquilo? E logo agora que o Cê estava se declarando a mim? Cebola notou meu desconforto em seus braços e me perguntou se eu estava bem, respondi meio que gaguejando que estava ele não acreditou e olhou para onde eu olhava, sua expressão ficou seria novamente, se virou pra mim e perguntou se era com aquilo que eu estava nervosa, eu tentei negar, ele não acreditou, foi em direção a sala e me deixou sozinha, eu parecia estar pregada no chão, sem entender o porquê de tudo aquilo.
Vários dias se passaram, eu estava na pracinha esperando o Cê para irmos à sorveteria, foi quando Dc me viu e se aproximou, eu já o tinha visto, mas sem entender por que não conseguia sair dali, estava novamente grudada no chão, quando ele chegou perto de mim fiquei muda, não sabia por que isso estava acontecendo comigo, só tinha uma resposta,mas eu não queria aceita-la era o cebola que eu amava, tinha certeza disso, então por que eu estava assim?Ele me cumprimentou, eu continuei calada, não sabia o que dizer e tinha medo do meu coração pular pra fora se abrisse a boca.
Dc_ você esta muita estranha comigo dês daquele dia, me desculpe se te magoei não foi minha intenção.
Respirei fundo e respondi
Mo_ não Dc você não me magoou, é só que... eu vi você com outra e não quis atrapalhar- ele abriu um sorriso malicioso
Dc_ então você ficou com ciúmes de mim?-gelei nesse momento.
Mo_ ta doido? É claro que não
Dc_ porque você não admiti logo que também gosta de mim?- ele colocou a mão no meu rosto e foi se aproximando cada vez mais, eu já sentia sua respiração bem próxima da minha quando ouvi um grito
CE_ O QUE TÁ ACONTECENDO AQUI?- levei o maior susto da minha vida, não sabia como explicar pro cebola, apesar de não ter acontecido nada, eu quase deixei acontecer.
Cebola veio enfurecido pra perto de nós, mas pra minha surpresa Dc não recuou e foi pra mais perto dele o encarando, quando parecia que eles iam sair no tapa eu entrei no meio dos dois colocando uma mão no peito de cada um e gritando pra eles pararem.
Dc_ fala Monica, fala logo pra esse idiota troca letras que é de mim que você gosta- ele falava aos gritos e eu sentia meu chão sumir.
CE_ então Monica, diz logo de quem você gosta, de mim ou desse invertido ridículo- ele também gritava, eu não conseguia mais segura los, o nó na garganta avia voltado e não voltou sozinho, lagrimas já escorriam pelo meu rosto, coloquei minhas mão no rosto e como impulso gritei
Mo_ eu não sei!
Os dois pararam de gritar e um silencio aterrorizante tomou conta do lugar, eu só ouvia a respiração alterada dos dois, não queria admitir, estava apaixonada por Dc, mas ainda amava o cebola, era a pior sensação da minha vida, eu me sentia a pior das mulheres, as lagrimas não paravam de rolar pelo meu rosto, estava simplesmente desesperada com aquela situação, queria fugir dali, me esconder pra sempre, mas as minhas pernas não me obedeciam, foi quando a voz embaçada e meio gaguejante do cebola quebrou o silencio
CE_ co- como assim não sabe?- eu levantei a cabeça tirando as mãos do rosto e os dois me olhavam
Dc_ você gosta dos dois?- era terrível, mas era verdade, eu gostava dos dois, respirei fundo tentando me recuperar, sequei as lagrimas e tomei coragem de abrir a boca
Mo_ será que a gente pode conversar em outro lugar? Eu não quero falar sobre isso no meio de uma praça... A gente pode ir La pra casa meus pais viajaram ontem, não tem ninguém lá – foi à primeira coisa que passou pela minha cabeça, foi horrível eu sei, mas foi tudo que deu pra pensar naquela hora, os dois balançaram a cabeça em consentimento e me seguiram ate minha casa.
Fomos o caminho inteiro em silencio, eu estava totalmente constrangida e eles caminhavam cada um de um lado, bem distante um do outro. Ao chegarmos a minha casa subimos para o meu quarto, a conversa seria séria e pelo menos eu estaria perto do meu travesseiro pra chorar minhas magoas.
Eu sentei em minha cama e pedi a eles para se sentarem também, cada um sentou de um lado, cebola nos pés e Dc na cabeceira, foi ai que o nó voltou e eu fiquei muda novamente, eles me encaravam com expressão séria esperando que eu dissesse alguma coisa, eu apenas abaixei a cabeça e senti as batidas descompassadas do meu coração se acelerarem cada vez mais
CE_ então Monica o que você tem pra me dizer?- ele estava com um olhar que me dava calafrios e com as sobrancelhas franzidas
Dc_ você não pode gostar de nós dois!- Dc também estava com um olhar de dar medo, mas não tanto quanto cebola
Mo_ eu sei que não posso, mas não consigo evitar, é mais forte do que eu, eu tentei tirar isso da cabeça, mas não da- eu me virei pro cebola- eu sempre amei você Cê, sempre, e ainda te amo demais- me virei pra Dc – mas eu também estou apaixonada por você Do contra- abaixei a cabeça novamente e as lagrimas voltaram a cair, Nenhum dos dois falava nada, apenas se olhavam como se fossem se matar ao sair dali- não me peçam pra escolher um de vocês, por que eu não saberia quem escolher, eu simplesmente não posso fazer isso- continuei a chorar feito uma louca.
Cebola se levantou calado e foi em direção a porta, eu num impulso pulei da cama e corri para porta e a tranquei antes que ele pudesse sair.
CE_ abre essa porta Monica, eu quero sair- ele falava com um tom arrogante e autoritário
Mo_ não Cê, por favor, não fica com raiva de mim, eu não quero perder você e não quero que você saia daqui assim- ele ainda bravo tentou me tomar à chave, mas eu a coloquei dentro do sutiã porque sabia que nenhum dos dois teria coragem te tirar de lá- eu te amo demais cebola, por favor, não faz isso comigo.
Dc que ainda estava sentado na cama vendo a minha cena histérica se levantou e foi em nossa direção com um olhar triste.
Dc_ então me deixa sair Monica, se é o cebola que você ama não tem porque eu ficar aqui- senti meu corpo estremecer
Mo_ não Dc espera. -cebola permanecia calado com o mesmo olhar de antes
Dc_ olha Monica você pode ate gostar de nós dois, mas não pode ficar com os dois e se é o cebola que você ama então fique com ele.
As palavras de Do contra entraram em meu coração como uma facada e eu fiz a maior loucura que alguém pode imaginar num momento desses, algo que mudou pra sempre as nossas vidas. Pulei no pescoço de Dc e o beijei com toda vontade, ele começou correspondendo, mas logo se afastou e levantou os olhos em direção a cebola, que estava atrás de mim nos olhando com ódio nos olhos, eu fui em direção a cebola e o beijei também, ele tentou me empurrar, mas eu o segurei com força e Ele cedeu ao beijo, ficava cada vez mais intenso, foi ai que eu me lembrei de Dc, me soltei de cebola e fui novamente beijar Dc que dessa vez correspondeu com paixão ao meu beijo, soltei Dc e puxei cebola pra mais perto de mim e com a outra mão trazia Dc também pra perto, os dois estavam a centímetros de mim, mas nenhum deles fazia nada, então encostei as costas no peito de cebola e virei à cabeça para beija lo, eu chupei e mordi seu lábios rapidamente, virei à cabeça novamente e puxei Dc de forma que ele me abraçasse de frente e o beijei. Com uma mão eu segurava a nuca de Dc e com a outra segurava as costas de cebola fazendo os dois me abraçarem ao mesmo tempo, sentia a respiração quente dos dois, um de cada lado, virava minha cabeça de lado e beijava cebola, depois me virava pra frente e beijava Do contra, eles pareciam que estavam ficando loucos com aquilo, então eu joguei a cabeça para trás a encostando no ombro de cebola, ele por sua vez puxou meu cabelo e começou a beijar meu pescoço e minha orelha, enquanto descia a mão em direção a minha bunda, Dc se abaixou e começou a beijar a parte exposta dos meus seios, ele levou suas mãos em direção aos meus seios e começou a desabotoar minha blusa que era de botões na frete, quando ele abriu agarrou meus seios com as duas mãos, os beijava e os mordia de leve, se levantou e me afastou um pouco de cebola, e rapidamente terminou de tirar minha blusa, ele voltou a me beijar e começou a abaixar as alças do meu sutiã, foi quando eu senti as mão de cebola o desabotoando atrás, nessa hora a chave caiu e eu fiquei com medo de que um dos dois resolvesse ir embora, mas nenhum deles se importou com a chave e continuaram me beijando, Dc sugava e mordia meus seios devagar, enquanto cebola puxava meu cabelo com força, ele mordia e beijava meu pescoço com fúria e desejo e apertava minha bunda com muita força, agora era hora de Dc se afastar um pouco, cebola me puxou pra mais perto de seu corpo, levou as duas mãos pra frente desabotoou meu short e o puxou com tudo para baixo, Dc vendo me ajudou a tira lo enquanto cebola subia e descia suas mãos pelo meu corpo, apertando meus seios e mordendo minhas costas, ele parecia um animal cheio de desejo, me arrancava gemidos altos de prazer, enquanto Dc estava abaixado foi tirando minha calcinha devagar enquanto beijava minhas coxas e minha virilha, eu já estava completamente nua na frente dos dois e eles completamente vestidos, mas não por muito tempo, Dc voltou a subir os beijos e cebola a descer a mão, DC mordia meus seios e Os apertava com firmeza e delicadeza enquanto cebola enfiou sua mão entre minhas pernas e tocou minha região sensível, eu praticamente gritei nessa hora, não conseguia conter meus gemidos de prazer, eu arranhava as costas de Dc e puxava os cabelos de cebola e os dois aprofundavam cada vez mais os beijos e as caricias me deixando cada vez mais louca, foi ai que puxei a camisa de Dc a arrancando de seu corpo, e comecei a beijar seu peito maravilhoso, tirei a mão de cebola do meio de minhas pernas e me virei para ele arrancando sua blusa também, mas ainda era pouco, beijei o peito de cebola e desci minhas mãos para sua bermuda, a desabotoei e puxei para baixo junto da cueca o deixando nu também, me virei e puxei Dc pra perto de mim tirei sua bermuda junto da cueca, me levantei e voltei a abraça los sentindo seus membros já bastante duros encostarem em mim, o toque de Dc era suave e fazia com que eu me sentisse nas nuvens, já o toque de Cebola era forte, selvagem, intenso, parecia que eu perderia minha sanidade a cada toque dele, os dois me deixavam louca cada um de um jeito diferente, resolvi retribuir, me ajoelhei no meio dos dois e peguei em seus membros eretos fazendo movimentos de sobe e desce com a mão, olhar praquilo só me deixava mais excitada, eu quis provar o gosto de cada um deles, comecei passando a língua em torno da cabeça do membro de Dc, ele gemeu alto, depois eu coloquei o de cebola inteiro na boca, nem sei como consegui,fazia movimentos de sobe e desce com a boca e com a mão ao mesmo tempo, os dois gemiam conforme eu trocava as caricias de um pelo outro, eu estava completamente excitada, estava louca para te – los dentro de mim, me levantei e abracei cebola de frente, o beijei com muita paixão, eu sempre sonhei em perder minha virgindade com ele, mas estava com medo devido à força e violência que ele estava me tocando, resolvi sussurrar em seu ouvido
Mo_ Cê, eu sempre quis que minha primeira vez fosse com você e ainda quero que seja você, mas, por favor, não me machuca.
Ele não respondeu nada, apenas se afastou um pouco e olhou em meus olhos, seu rosto estava serio e eu fiquei com medo da reação dele, Dc estava parado olhando pra nós sem dizer nada, cebola apenas pegou em minha mão e me levou em direção à cama, eu me deitei e ele veio por cima de mim, me deu um beijo doce e calmo que eu até estranhei devido à forma que ele estava antes, passou a mão pelo meu cabelo e se abaixou a altura do meu ouvido
CE_ eu jamais machucaria você- disse me dando um beijo na cabeça.
Ele se posicionou na minha entrada completamente úmida e começou a empurrar devagar, quando ele conseguiu penetrar eu senti uma dor imensa,ele parou de empurrar e me beijou, quando a dor passou, eu comecei a me mexer em baixo dele, ele percebeu e começou a fazer movimentos de vai e vem de um jeito devagar, mas delicioso, parecia que o mundo inteiro tinha desaparecido e só restavam eu e ele naquele momento mágico, foi ai que Dc se aproximou e tocou em mim eu abri os olhos e me virei na direção dele, ele me beijou e colocou seu membro na minha boca, era incrível eu chupava o Dc enquanto o Cebola me penetrava, aquilo era tão bom que eu comecei a me contorcer como se uma onda de calor viesse até mim, cebola percebeu e saiu de cima de mim antes que isso acontecesse, eu tentei segurá-lo, mas não adiantou ele se levantou e Dc veio e tomou seu lugar em cima de mim, antes de fazer qualquer coisa ele também me beijou, mas por incrível que pareça o beijo não foi suave, foi intenso e parecia insaciável, ele também sussurrou em meu ouvido
Dc_ eu posso não ter sido o primeiro, mas também vou ser inesquecível!
Nisso ele entrou com tudo pra dentro de mim, eu gritei de prazer, agora era Dc que parecia que tiraria minha sanidade a cada estocada, eu não só gemia gritava de prazer e arranhava suas costas, agora era ele que parecia o animal insaciável, cebola se aproximou e colocou seu membro em minha boca e a cada estocada de Dc eu chupava o membro de cebola com mais vontade, senti de novo aquela sensação de calor, mas assim que comecei a me contorcer Dc também se levantou, eu praticamente urrei em protesto, mas não adiantou, ele saiu de cima de mim e me puxou pra que eu me levantasse, assim que me levantei cebola sentou na cama e me puxou pra cima dele, me colocando em seu colo de frente pra ele com as pernas abertas em torno da sua cintura, ele me penetrou com força e já na terceira estocada deitou as costas na cama e me puxou de modo que eu ficasse de quatro em cima dele, eu beijava seu pescoço quando senti Dc entrar com tudo em mim por trás, gritei mais uma vez, estava tento uma penetração dupla, agora eu realmente ficaria louca de prazer, cebola se mexia rápido e com força embaixo de mim, em quanto Dc aproveitava nossos movimentos, a sensação de calor voltou mais forte e eu comecei a me contorcer inteira, uma explosão saia de dentro de mim e ficou ainda melhor quando senti o membro de cebola pulsar dentro de mim, eu quase perdi a consciência, mas antes que isso acontecesse Dc me puxou pelo cabelo me levantando e me deixando de joelhos em cima de cebola, ele puxava meu cabelo e mordia minha orelha enquanto me penetrava com força por trás, em poucos segundos eu senti ele também pulsar dentro de mim, ele saiu de trás de mim e eu me levantei de cima de cebola me deitando do lado dele e Dc deitou do meu outro lado, ficamos ali parados em silencio por alguns minutos, mas logo cebola se levantou vestiu sua roupa pegou a chave no chão abriu a porta e foi embora sem dizer nada, senti um aperto no coração ao velo sair e me voltei pra Dc que ainda estava deitado do meu lado, ele deu Um ar de sorriso beijou a minha cabeça se levantou se vestiu e também foi embora sem dizer nada.
No outro dia fui pra escola um pouco apreensiva, pois não sabia como encara los depois de tudo que aconteceu, estava acompanhada de Magali e logo avistei o resto da turma no portão da escola, nos aproximamos deles, mas antes de entrar vi cebola conversando animadamente com Irene na porta da escola, um ciúme louco tomou conta de mim e num impulso me aproximei de cebola e o beijei na frente de todos, a turma inteira ficou de boca aberta com o que eu avia feito, inclusive Do contra que passou por nós sem dizer nada fitando o chão. Cebola ficou tão sem graça com aquilo que não sabia o que dizer nem como agir, eu peguei na mão dele e o levei pra dentro da escola, quando cheguei à sala vi Dc sentado no fundo de cabeça baixa, eu já ia falar com ele quando cebola me segurou e não me deixou ir.
Na ora do intervalo eu desci de mãos dadas com cebola e a escola inteira já estava comentando, ficamos ali conversando com a turma, mas quando olhei pro lado vi Dc sentado em um banco conversando com a mesma menina com quem ele ficara uns dias atrás, fiquei cega de ciúmes novamente soltei a mão de cebola e fui na direção deles, quando cheguei La me joguei no colo de Dc e o lasquei um beijo,ele tomou um susto e me afastou
Dc_ Monica você ta doida? Tem idéia do que fez?
Eu não entendi na hora, mas a resposta estava bufando na minha frente
CE_ Monica!!! O que você pensa que tá fazendo? Já não basta brincar com nossos sentimentos, ainda tem que expor a gente na frente da escola inteira?
Eu fiquei sem saber o que fazer me levantei e fui na direção dele, mas ele não me deixou toca lo eu me virei pra Dc que só abaixou a cabeça, olhei em volta e a escola inteira estava parada nos olhando como se tivéssemos uma doença contagiosa.
Magali veio fula da vida e saiu me puxando pra longe dali, quando passei todos me olhavam, mas logo voltaram os olhares pra Dc e Cebola que estavam ali de cabeça baixa passando pelo momento mais constrangedor da vida deles.
Magali gritava comigo me perguntando no que eu estava pensando quando fiz uma burrada daquela, humilhando os meninos na frente da escola toda, eu tentei explicar o que aconteceu entre a gente no dia anterior, mas ela só brigou mais comigo me dizendo que se eles tinham aceitado aquilo tudo eu deveria ter deixado só entre a gente e não exposto tudo daquele jeito, que agora eu poderia perder os dois de vez, eu sabia que ela tinha razão e tentei me desculpar com eles, mas nenhum dos dois quis falar comigo a aula inteira, toda hora eu via um bilhetinho voando na direção da carteira deles e pessoas cochichando e rindo dos dois, isso me fazia sentir cada vez pior, minha vontade era de voltar no tempo e concertar tudo, mas isso era impossível
No fim da aula fui correndo em direção a saída, louca pra chegar em casa e enfiar a cara no travesseiro, quando uma pessoa pulou na minha frente me impedindo de passar, era Toni, eu não quis conversa me virei pra fugir pro outro lado, mas Felipe surgiu do nada e também veio pra cima de mim, eu estava encurralada entre os dois, Toni se aproximava cada vez mais e eu me afastava dele, pedindo para ele parar e Felipe veio e me agarrou por trás, quando eu ia me defender Toni segurou meus braços e tentou me beijar a força dizendo que se eu tinha ficado com o Cebola e o Do contra agora era a vez deles, eu tentava me esquivar deles gritando por socorro e começando a chorar, foi quando ouvi uma voz muito familiar gritando pra Toni parar e outra também familiar mandando Felipe me soltar.
Eles me soltaram e Toni se virou pra cebola perguntando se ele teria mesmo coragem de encara lo já que ele era muito mais forte que cebola, Felipe também encarou Dc dizendo que ele era muito mais rápido e que Dc não conseguiria nem toca lo, nessa hora cascão apareceu atrás de cebola com um pedaço de pau enorme dizendo que ele e cebola podiam não ser mais fortes do que o Toni mais que uma paulada daquela racharia qualquer cabeça, do outro lado apareceu Nimbus dizendo pra Felipe que seria fácil transforma lo em uma lesma pro irmão esmaga lo, Felipe e Toni ficaram com medo das ameaças e foram embora prometendo vingança, cascão e Nimbus também foram embora deixando nós três sozinhos, eu ainda estava meio que em choque e os dois vieram ver se eu estava bem, me joguei em cima dos dois os abraçando ao mesmo tempo, comecei a chorar pedindo perdão pelo que avia feito com eles e dizendo que os amava muito, eles ficaram um pouco sem graça com aquilo, principalmente por que estávamos no meio da rua, mas deixaram pra lá.
Nos sentamos em um banco da praça pra conversar, estava ansiosa pra saber como ficaria nossa situação e se eles tinham desistido de mim, pra minha surpresa nenhum deles avia desistido de mim, Dc me disse que não se importava com o que os outros pensavam e cebola disse que queria ver onde aquilo tudo ia dar, eu ri com os comentários dos dois
Dc_ mas Mô, tenta me avisar quando você for surtar de novo na escola, que ai eu já vo tá preparado e não levo um susto na frente de todo mundo
CE_ é, e vê se tenta ficar com um de cada vez tá?
Os dois me beijaram mesmo na praça e eu me senti a mulher mais sortuda do mundo.
É o amor é mesmo imprevisível, nós ainda estamos juntos, apesar de eu saber que um dia isso vai ter que mudar e eu escolher um deles ou até mesmo ficar sem os dois, mas até esse dia chegar vou aproveitar ao Maximo meus dois grandes amores, porque quando o amor bate em nossa porta temos que agarra lo com todas as forças e o meu veio em dose dupla.
Não disse que minha historia era diferente?
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