Million Dollar Man
23 Capítulo 23 - Crashing Down
Notas iniciais
Acho que preciso me afastar um pouquinho daqui, não sei bem como isso vai ser e muito menos se será realmente necessário. Estou com uns "probleminhas" pessoais que estão me deixando completamente desanimada para escrever e não quero que a história tome um rumo diferente do que eu tinha em mente desde o início por conta disso. Vou fazer de tudo para postar até, no máximo, terça-feira, até porque vai ser o meio que o final deste capítulo, e junto com o capítulo, digo minha decisão final. Mas não precisa me odiar, seria coisa de duas semanas só para eu colocar algumas coisas no lugar, nem de longe quero abandonar essa história, até porque nunca estive tão feliz quanto a isso, é a primeira fic que eu escrevo >sozinha< sem a opinião de ninguém e realmente amei ver que vocês receberam bem a ideia... Bem, é isso! não vou ficar falando aqui até amanhã e etc, espero que gostem!
E já que chegamos as 20 recomendações, que tal 25 até o 25? :3 Prometo "adiantar" algumas coisas que tenho certeza que vocês vão gostar u_u
Margareth estava agarrada ao meu casaco com toda força possível, sua expressão era extremamente tranqüila em meio a seu sono. Mantive o ritmo lento de meus passos ao adentrar o apartamento temendo que meus movimentos a acordassem. Meus olhos ardiam como conseqüência do choro continuo, minha garganta seca deixava-me ligeiramente rouca obrigando-me a pigarrear sempre que dissesse algo.
–Quer alguma coisa? – Damon perguntou avançando alguns passos a minha frente para abrir a porta de seu quarto e a segurar enquanto eu passava com Maggie no colo.
–Um copo d’água, por favor — sussurrei após limpar minha garganta.
Deitei Margareth no centro da enorme cama de casal e procurei por alguma manta nas gavetas do armário onde eram guardadas as roupas de cama. Tirei sua sandália e a presilha de seu cabelo para evitar qualquer incomodo; dei uma rápida ida à sala de estar e busquei em suas coisas um par de meias para aquecer seu pé. Já de volta, calcei as meias em seus pequenos pés e inclinei-me para dar um demorado beijo em seus cachos dourados.
Quando ergui a cabeça, notei Damon observando-me em silêncio recostado na parede ao lado da porta. Soltei um pesado suspiro e umedeci meus lábios ressecados vendo-o se aproximar a passos largos de mim. Ele trazia em sua mão uma cartela com alguns comprimidos e um copo duplo de água. Franzi o cenho demonstrando minha confusão.
–Calmante – ergueu uma de suas sobrancelhas –Você está bem? – perguntou de maneira terna sentando-se ao meu lado na cama.
–Não – minha boca se abriu e se fechou, mas nenhum som foi emitido; se não fosse por leitura labial ele não poderia identificar o que eu havia dito.
A preocupação estava estampada em sua expressão. Seus olhos olhavam-me de cima a baixo como se procurasse por marcas da agressão, não que fosse necessário, as mesmas estavam estampadas, literalmente, em meu rosto. Odiava vê-lo daquele jeito, queria poder dizer que estava tudo bem, que não havia mágoa ou dor, mas no momento minha mentira não soaria tão convincente. Peguei um dos comprimidos e os engoli consumindo todo o conteúdo líquido do copo.
–Eu não devia ter vindo para cá – choraminguei finalmente conseguindo dizer algo – Eu preciso ficar sozinha, não quero te incomodar com os problemas lá de casa, já bastam os meus... – parei de falar sentindo mais lágrimas banharem meu rosto. Cerrei os lábios e desviei o olhar para o chão de madeira clara.
–Não começa com isso, — com a ponta dos dedos, ele secou as teimosas lágrimas que lutavam contra minha vontade de não chorar. Segurei sua mão fortemente e o puxei para perto de mim para que pudesse o abraçar; necessitava de nada além do conforto e da segurança que seus braços me proporcionavam. – Isso faz parte dos seus problemas – e no fim do dia, essa era a única coisa garantida que tinha: problemas.
–Mas – indaguei, mas fui silenciada por um pedido silencioso. Damon me puxou para seu colo e rapidamente enterrei minha cabeça em seu pescoço. Parte de mim não sabia como lidar com aquela enxurrada de emoções que sacudiam todo meu corpo fazendo-me derramar lágrimas e mais lágrimas enquanto um nó em minha garganta impedia-me de respirar com facilidade.
Outra parte louvava aos céus por Damon estar ali simplesmente me abraçando e deixando que eu chorasse sem delongas. Não precisava ser um gênio para imaginar onde eu estaria caso não estivesse bem no conforto de sua casa, e não deixava de cogitar a idéia de escapulir na primeira oportunidade para ficar verdadeiramente sozinha entregando-me aos prazeres sujos das drogas para que os mesmo anestesiassem aquele buraco oco dentro de mim. Meu corpo estremeceu dando sinais de que a situação em me encontrava favoreceria uma recaída, antes que a vontade se fortalecesse, tomei uma iniciativa.
–Damon – disse em meio os soluços. Respirei fundo tentando firmar minha voz – Não me deixa sair sozinha, por favor – soou como uma súplica. E de certa forma, era, podia sentir o mal estar se arrastando em minha direção.
–Calma – houve uma mudança depois que praticamente o machuquei usando excessivamente minha força para não pensar no assunto que já fazia meu sangue ferver em minhas veias. Comecei a chorar ainda mais me rendendo ao desespero que crescia dentro de mim. – Elena – agora ele estava preocupado. – Não vou deixar você sair – algo me dizia que ele sabia o porquê ao julgar sua maneira de falar. Senti seus lábios roçarem contra minha testa e fechei os olhos desfrutando de seu toque tirando minha atenção daquela tentação crescente. – Shh, não vai acontecer nada com você, meu anjo – acariciou meus cabelos. – Eu confio em você, sei talvez melhor que você mesma que não é isso que você quer – suspirou – não precisa ter medo – continuei sem dizer nada, agora escutava sua voz em seu peito e seus batimentos cardíacos num ritmo assustador – Respire fundo.
Fiz o que ele me disse e confesso que perdi completamente a noção do tempo daquele momento em diante. Poderiam ter se passado segundos, minutos ou até mesmo horas e eu simplesmente continuava sentada em seu colo com os braços ao redor de seu pescoço e recebendo carinhos de todas as formas que nossa posição permitia. Soltei um longo suspiro percebendo o controle de minhas emoções voltar os poucos ao meu alcance.
–Minha mãe está vindo para cá – disse quebrando o silêncio quando finalmente os soluços cessaram. Desvencilhei-me de seu abraço apertado e me livrei de meus tênis para me deitar em sua capa. – Ela ligou quando eu estava pegando as coisas da sua irmã dizendo que queria jantar comigo.
–Posso ficar aqui no quarto? – pedi mordendo o lábio – Acho que eu preciso ficar um pouco sozinha.
–Deita um pouco – disse ele acariciando a lateral do meu corpo – depois te chamo para jantar comigo.
Assenti e fechei os olhos para receber um casto beijo nos lábios. Soltei um suspiro pesado e abri os olhos fitando-o enquanto ele se afastava. Assim que a porta se fechou, desabei os travesseiros e puxei a grossa coberta sobre mim. Abracei Margareth e fechei os olhos na esperança que o efeito do calmante fosse um pouco maior que aquela calmaria repentina. Suspirei alto e fechei os olhos.
(...)
O corpo de Maggie estava completamente colado ao meu quando acordei, suas pequenas mãos seguravam as minhas fortemente enquanto seu peito subia e descia lentamente com sua tranqüila respiração durante seu sono. Ao fundo, eu podia ouvir o múrmuro de conversas constantes misturando-se com o já familiar e confortável som de passos no piso de madeira. Meus olhos ainda estavam umedecidos pelas lágrimas que cheguei pensar que eram intermináveis. Respirei fundo sentindo-me ainda meio sufocada com todos aqueles acontecimentos repentinos, minha sorte era, por hora, estar completamente entorpecida mentalmente. Tudo ainda estava lá, porém havia conseguido erguer uma barreira impermeável que impedia que eu pensasse e fosse ainda mais machucada pelas palavras dirigidas a mim.
–Pensei que ainda estivesse dormindo – observou Damon esgueirando-se para dentro de seu quarto e fechando a porta atrás de si.
–Acabei de acordar – sussurrei ainda com a voz ainda meio rouca.
–Quer conversar? – o colchão afundou no instante em que ele se sentou ao meu lado levando a mão até meus cabelos. Desvencilhei-me de Margareth com a maior delicadeza possível e fiz um pequeno esforço para me sentar na cama.
–Estou me sentindo horrível – suspirei, as memórias bombardearam a barreira que eu havia criado a deixando instável. Sabia que falar sobre aquilo não me faria bem no momento. Damon soltou um suspiro pesado e analisou minha expressão na pouca claridade do cômodo.
Esfreguei os olhos livrando-me do resquício de lágrimas. Funguei e deslizei os pés para fora da cama preparando-me para levantar. Passei a mão por meus cabelos tentando atenuar o caos e coloquei-me de pé de frente para Damon.
–Se eu soubesse que ele estava lá, não teria te deixado ir – cerrou os lábios – Não sabia que seu pai era tão hipócrita.
Uma onda de raiva sacudiu meu corpo.
–Ele não é meu pai – fechei a cara – ele mesmo disse isso.
–Ok, você tem toda razão de estar com raiva, porém tente pensar pelo lado do pai que perdeu sua menininha... – eu o interrompi.
–Se você não escutou, ou percebeu, a única preocupação dele era o que iam pensar dele – minha voz soou fria e sem vida – comigo mesmo ele não se importou. Logo, não existe o lado do pai que perdeu sua menininha, existe o lado de um homem hipócrita, machista e ignorante.
–Ok – ele ergueu as mãos para cima como quem se rendesse – não está mais aqui quem falou.
Tentei suavizar minha expressão depois de um longo suspiro. Meu nível de irritação e estresse chegava ser perturbador, toda a mágoa dentro em questão de segundos passou a se manifestar como meio exterior em forma de ira – o que de certa forma, me deixava grata, era melhor que passar cada segundo me humilhando enquanto tinha o rosto lavado por lágrimas.
–Quer comer alguma coisa? – perguntou franzindo o cenho.
–Você está me dando a opção de dizer não? – estranhei.
–Estou tentando ser, além de um bom namorado, uma boa pessoa depois de tudo que aconteceu – revirou os olhos – porém, vejo que não sei fazer nenhum dos dois e você já voltou com suas ironias, não precisa mais de mimos.
Abri um sorriso carinhoso.
–Você consegue ser as duas coisas simultaneamente – meu rosto se aqueceu – respondendo sua pergunta, sim quero comer alguma coisa – dei uma pausa- obrigada – disse mesmo saber pelo que estava agradecendo, eram muitas coisas. – Maggie precisa comer – continuei voltando minha atenção para a pequena que, desde que chegara, não havia movido um músculo. – E precisa tomar um banho antes de voltar definitivamente para cama.
–A parte de brincar de casinha fica por sua conta, — colocou-se de pé – Vou ajudar Edna a por a mesa.
Ajoelhei-me na cama e depositei um beijo na bochecha de Margareth. A pequena se remexeu e continuou a dormir, eu ri e tentei novamente, dessa vez sussurrando seu nome. Assim que abriu os olhos, sua expressão era de pura confusão. Fiz um grande esforço para convencê-la a continuar acordada até que Damon voltou ao quarto trazendo suas coisas.
–Vem, vamos tomar banho – a puxei gentilmente fazendo com que ela se sentasse ainda sonolenta. Com suas pequenas mãos, esfregou seus olhos e bocejou antes de fazer mais alguns protestos.
–Você vai dormir aonde? – perguntou subindo em meu colo invés de levantar. Maggie deitou em meu ombro enganchando suas pernas em minha cintura. Estiquei o braço para pegar sua bolsa, mas Damon já a tinha nas mãos pronto para levá-la até o banheiro.
–No mesmo quarto que você – disso eu não tinha tanta certeza, mas conhecia muito bem os genes da pequena em meus braços para dizer o contrário. Abri a porta do outro cômodo e a coloquei sentada na pia de vidro torcendo para que ela fosse forte o suficiente para sustentar seu peso.
–Estou esperando as duas para comer – Damon disse mexendo no cabelo de Margareth antes de nos deixar sozinhas em seu enorme banheiro.
O banho foi um evento silencioso. Maggie parecia estar em um paraíso dentro da banheira, mal me deixava fazer o que havia de ser feito. Com muito custo, lavei seus cabelos e finalizei o banho a secando deixando que ela mesma escolhesse o que vestir – por mais que suas opções se limitassem a dois pijamas. Levei-a de volta para o quarto e a sentei em meu colo para pentear seus longos cabelos dourados.
Aquela situação trazia de volta pensamentos que não me perseguiam por mais de um ano. Não queria nada além de ter tido a oportunidade de ter cuidado da vida que fora arrancada de mim antes mesmo que fizesse seus primeiros movimentos. Mesmo que a situação não fosse favorável, não houve uma hora sequer que deixei me levar pelo discurso de Stefan, era uma vida inocente e não tinha que pagar pelo meu erro. No fim das contas, Miranda acabaria sendo mãe outra vez e não eu, como, secretamente, gostaria. Estar ali, cuidando de Maggie, sentindo o gostoso cheiro de sua pele e lhe dando exclusiva atenção fazia aquele fardo se tornar ainda mais pesado.
A pior parte não era só a saudade de coisas que sequer aconteceram, era conviver com o fato de que por causa do maldito aborto eu nunca teria a oportunidade de engravidar de novo. Em um primeiro momento, aquilo nada mudou, mas depois de horas afogando-me em minhas próprias lágrimas percebi que eu nunca superaria aquela deficiência. Fora que, já tinha motivos suficiente para afastar qualquer olhar masculino de mim, somado àquilo poderia concretizar a certeza de morrer sozinha.
Estremeci. Não conseguia imaginar a reação de Damon caso soubesse disso, até mesmo porque, além de mim, a única pessoa que sabia disso era Edna que num momento de fraqueza durante nossas sessões acabei por deixar escapulir. Soltei um suspiro pesado e abracei minha irmã dando-lhe um demorado beijo em sua bochecha; na maioria das vezes sua presença supria aquele buraco.
–Vamos jantar? – perguntei a aninhando em meu colo.
Ela assentiu e abriu um sorriso largo.
Assim que me aproximei de Damon e Edna a conversa cessou, tentei não me sentir mal por aquilo, mas a sensação de que eu era o assunto me ocorreu no instante em que me sentei a mesa. Como de costume, Margareth sentou-se no meu colo e fez um grande teatro para comer, para minha sorte tinha métodos para adiantar o processo. Damon lhe encheu de mimos, desde sorvete a uma grande variedade de chocolate – mesmo depois de me ouvir dizer que ela não deveria comer tanto doce antes de dormir.
–Onde vamos dormir? – perguntei enquanto tirava as coisas da mesa e via por minha visão periférica Damon e Margareth bagunçando a sala de estar. Não sabia quem tinha menos maturidade, a menina de cinco ou o homem de vinte e seis. Revirei os olhos esperando a resposta.
–Você pode dormir comigo e Maggie dorme no quarto lá em cima – Damon respondeu despreocupadamente.
–Não – ela protestou. – Você dorme sozinho e a Lena dorme comigo.
–Enquanto vocês disputam quem vai dormir comigo, vou tomar um banho – disse com certa petulância.
Despedi-me de Edna e segui para o banheiro assaltando as gavetas de Damon antes. Peguei uma cueca e uma de suas camisas largas para usar como pijama e as vesti assim que me sequei por completo. Quando adentrei o quarto, me deparei com Maggie deitada no lugar que eu costumava deitar e Damon em seu lado da cama. Ergui uma sobrancelha lhe arrancando uma risada.
–Não seja espaçosa – riu e mostrou o minúsculo espaço entre os dois reservado para mim.
Um dos dois amanheceria no chão e eu tinha certeza de que não seria Margareth.
Subi na cama e assumi meu lugar sendo usada de travesseiro em questão de segundos. Abri um meio sorriso e comecei a acariciar seus cachos dourados enquanto desfrutava de ter duas pessoas tão importantes para mim ali tão perto num momento em que eu tanto precisava.
–Foi ao banheiro antes de deitar? – perguntei sem interromper o ritmo de meu carinho.
–Aham – Maggie assentiu e bocejou. Graças à Deus, ela não demoraria a dormir.
–Boa noite – sussurrei dando-lhe um beijo na testa.
Damon distribuía beijos por toda a extensão de meu pescoço até onde a roupa permitia. Esperei que ele comentasse o fato de eu estar usando suas roupas, mas apenas sua expressão maliciosa serviu para me deixar satisfeita. Quando Margareth finalmente pegou no sono, Damon quebrou o silêncio.
–Quer tomar outro calmante? – perguntou num sussurro.
–Não – disse ainda mais baixo. – Não precisa.
–Certeza?
–Sim, obrigada – levei a outra mão para seus cabelos e enrosquei seus fios negros em meus dedos acariciando seu coro cabeludo.
–April ligou enquanto você estava no banho – comentou – disse que amanhã você ligava de volta, trate de não esquecer isso, sabe muito bem a irmã que tenho.
Eu ri.
–Ok – suspirei.
–Não sabia desse seu lado maternal – comentou erguendo a cabeça para o modo com que Maggie estava grudada em mim.
–Nunca é tarde para se brincar de boneca – disse com uma falsa intenção de fazer piada.
–Não sei porquê, mas tenho a ligeira impressão que você esconde alguma coisa de mim – comentou.
Sacudi a cabeça negativamente temendo que ele descobrisse sobre aquilo sozinho.
–Hm, amanhã, se você quiser, posso te mostrar como funcionam as coisas na empresa – suas mãos afagaram meu rosto. – Mas se preferir para fazer tudo segunda, não tem problema.
–Não, eu vou amanhã – suspirei – depois de levar Maggie para escola – fiz uma careta.
–Eu faço isso, depois você a busca – disse com tranqüilidade.
–Ok, vou aproveitar para ir conversar com Miranda – franzi o cenho.
–Grayson vai estar em casa? – perguntou com certa aspereza.
–Não – murmurei.
–Quer que eu vá te buscar depois?
–Não precisa, mas se quiser, sinta se à vontade – estava começando a ficar mal acostumada com seu excesso de mordomias.
–Vou entender isso como um sim- mesmo sem poder ver, podia jurar que ele estava revirando os olhos.
–Tenho que ir ver Caroline e falar com Matt, então não se preocupe com o horário – alertei-o.
–E quando você voltar, gostaria de discutir algo com você – disse de maneira séria.
Foi necessário um minuto para que eu voltasse a falar.
–Você já disse que nós vamos discutir, adiante-se – cerrei os lábios.
–Ok, não vamos discutir, vamos colocar algumas coisas a limpo.
–Que tipo de coisa? – disse seca.
–Katherine – disse em forma de suspiro.
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