Milla Mistery
3 então seu nome é Mercurio
Notas iniciais
Quando cheguei em casa eu e meus pais ficamos deslumbrados, pois a casa estava ajeitada tudo em seu devido lugar, até a nossa cozinha estava montada. Subimos para os quartos para ver o estado.
O quarto dos meus pais estava tudo ajeitado e o colchão trocado, quando fui para o meu fiquei feliz, pois a janela não estava mais quebrada, as madeiras
estavam novas e não estavam para fora nem quebradas, meu colchão estava novo e a cor do meu quarto estava azul bebe minha cor favorita.
–De nada-disse a voz.
–Como assim de nada foi você que ajeitou minha casa?
–Você está bem? Fica falando sozinha parece que e doida-disse minha mãe.
–Eu faço isso para todos os novatos-disse a voz com um tom de deboche.
–A droga com quem eu falo-falei me jogando na cama e colocando as almofadas no rosto para não ouvir mais nada.
–Fale comigo!-disseram minha mãe e a voz ao mesmo tempo.
– A que saber vou dormir.
Tirei o travesseiro do meu rosto e fui para o banheiro, tomei um banho rápido escovei os dentes e fui dormir.
Acho que dormi como uma pedra, pois nem lembro que horas cai no sono, mas quando acordo, escuto minha mãe me acordando demoro algum tempo pra entender o que ela está dizendo ate que então.
–Acorde daqui a pouco você vai para escola.
–Como assim escola?-disse eu ficando sentada na cama- eu ainda nem estou matriculada.
–Não sei-disse ela
–Como mãe se não deu tempo para gente
ver nem uma das escolas.
–Eu como acordo cedo, fui olhar na porta e tinha um papel com a sua matricula seu uniforme e o nome da escola, e outra não são as escolas e a escola só tem uma, seu uniforme está no guarda-roupa agora vai se ajeitar logo o ônibus passa 6h50min, agora vou voltar a dormir.
Levantei da cama e fui fazer minhas necessidades e depois tomei meu banho, sai do banheiro e fui pegar meu uniforme, me pergunto se todo dia terei que usar ou só nos primeiros dias, sequei meu cabelo, abri o guarda roupas e lá estava o uniforme uma blusa branca com o nome da escola “ROSEWOOD DAYS” e uma saia de pregas xadrez vermelha, a saia era curta, então sempre que batia um vento ficava com frio nas pernas, usei a minha meia calça transparente, porque e a única que eu tenho e calcei meu converse all stars vermelho.
Desci tão rápido que quase cai, fiz meu pão correndo e o comi mais rápido ainda, olhei no relógio da casa e vi que ainda faltavam quinze minutos para o ônibus passar, foi ai então que percebi que estava esquecendo algo muito importante.
–Mãe, cadê meu material?-gritei.
–Você não tem material, pedi para escola te dar algumas folhas e lápis, hoje mais tarde eu compro seu material.
–Tá bom.
Espero que eles me deem o material mesmo
Subi novamente e escovei meus dentes, e desci de novo, acho que já devo ter perdido 10quilos de tanto subir e descer correndo.
–Tchau Mãe, tchau Pai!.
–Tchau!-disseram os dois.
Quando sai de casa tinha uma menina na minha frente então decidi segui-la para ela me levar para o ponto.
Agora ira começar tudo de novo, amigos novos, professores novos, método de ensino diferente, espero que agora seja melhor.
Chegamos ao ponto de ônibus no mesmo momento que o ônibus chegou naquele ponto, aquele ponto estava cheio tinham pelo que eu pude contar 15 alunos, cinco mulheres e dez homens, todos foram me empurrando para entrar até que eu fui a ultima a entrar e o único lugar que tinha era na frente um banco único, legal logo no primeiro dia serei a excluída.
A viagem demorou menos de 4 minutos, quando chegamos não reparei direito na escola queria entrar logo e ver se fazia novas amizades, quando entrei vi logo que era menor que minha antiga escola em Califórnia, as pessoas ficavam olhando para mim, mas nem uma pessoa tinha vontade de falar comigo acho que só estavam olhando por que eu sou “carne nova” mas eu não ligo para o que acham de mim, olhei no final do corredor a direita e vi um menino pegando seu material, mas não era qualquer menino, era o que eu vi no fast food, e agora ou nunca vou ir falar com ele vai se ele não cai em nem uma sala comigo.
Fui me aproximando dele, e todos ao meu redor ficavam olhando para mim e balançando a cabeça negativamente, será que ele tinha namorada? Ou pior será que ele é homo? Terei que me perguntar para saber, mas da onde tirarei essa força para perguntar?
Quando estava a poucos passos dele uma garota me puxou.
–Olá meu nome e Arya, e não se aproxime dele ele é o garoto mais estranho do colégio.
Arya tinha a pele parda, mas não muito escura nem muito clara na medida certa, tinha os cabelos negros como a escuridão e olho verde como a esmeralda.
–I dai e o mais estranho e mais gato, tenho que falar com ele.
–Você não vai-disse ela apertando meu braço
–Para isso dói-disse tirando a mão dela do meu braço- eu não tenho preconceito se ele é estranho só quero falar com novas pessoas, e quem é você para dizer o que é estranho ou não, uma menina agarrando a outra para não falar com um “boy” e estranho para mim.
–Tá bom, vai na fé- disse Arya- talvez nos esbarremos por ai.
Quando voltei para falar com ele, onde ele está? A verdade aqui e uma escola tem muitos lugares para ele estar e agora como vou achar ele.
–Camilla Harrison Starr, compareça a sala do diretor.
Droga onde é a sala do diretor? Será que vou ter que pedir ajuda para alguém, bem que eu poderia ter discutido um pouco mais com a Arya para ela me levar para a sala do diretor, não sei por que mais estou com vergonha de pedir ajuda, não quero que ninguém me veja como a novata que não sabe de nada, mas também não como aquela que e tão mesquinha e egoísta que não pede ajuda para ninguém, e agora? Quais das duas opções seriam melhores?
Então escolhem por mim a primeira opção, quando um menino esbarra em mim, posso falar que e sorte ou destino, mas o menino que esbarra em mim e o mesmo que eu estou procurando, quando eu estava indo falar com ele estava pensando em algo para conversar com ele mais agora já tenho um assunto, mais espero que ele ousa o que tenho a dizer, já que o corredor esta uma bagunça as pessoas estão falando alto de mais.
–Você poderia me ajudar, onde fica a sala do diretor?
Foi muito estranho mais ele disse isso- Fuijku daremasu arameast shujtsiue,myjitsai Mercurio — Não sei por que ele disse aquilo, mas acho que era para eu não entender, mas se ele queria isso não funcionou, pelo incrível que pareça eu entendi tudo.
–A prazer meu nome e Camilla, mais pode me chamar de Milla, então eu subo a segunda escada a esquerda sobe dois andares e vou para quarta porta a direita, muito obrigada-disse isso e dei um rosto na bochecha dele.
Ele me olhou com uma cara de espanto, mas não só ele mais todos estavam quietos e espantados, mas não por que eu dei um beijo na bochecha dele mais sim por que eu entendi o que ele disse, agora já sei posso ser a tradutora dele e ficar cada vez mais perto dele.
Fui correndo para a sala do diretor por que todos estavam olhando para mim e isso já estava me deixando envergonhada, outra coisa que reparei e que a voz dele e igual a que fala comigo, espero que isso seja impressão minha.
Cheguei à sala do diretor, ele me disse o que todos diretores falam quando um aluno novo entra, como são as regras, o sistema escolar, os horários, e em quais salas eu irei ficar e quando olho para os horários vejo o nome que esta em todas as salas que eu estou Mercurio, o menino que eu amo, acho que só eu sei o nome dele já que ninguém entende o que ele fala, mais eu verei ele toda hora, um sorriso invadiu meu rosto. E por ultimo o Diretor me deu a chave do meu armário “489” agora só faltava meu armário ser do lado do de Mercurio.
–Onde está seu material?
–E eu não tenho material, pois minha mudança foi muito rápida e não tive tempo de comprar.
–Então volte para sua casa.
–Ma..mais, você poderia me arranjar algumas folhas e uma caneta e quando chegar em casa eu passo para o meu caderno.
–Sem mais, se eu mandei e para você ir.
–Sim senhor-falei com uma cara e voz de choro.
–a e aproposito fique longe do Mercurio, e amanhã venha com seu material.
–Mas hoje eu irei perder uma aula.
–Peça a lição para seus amigos
–Mais que amigos-disse eu indo embora.
Desci correndo, estou furiosa com ele da vontade de pegar ele e cortar em picadinhos, mais só não faço isso por que sou uma moça dessente e moças dessentes não fazem isso, quando estava saindo da escola Mercurio estava perto de mim, estava tão furiosa que o empurrei e ele caio no chão com tudo, e ficou olhando para mim com aquela cara de o que eu fiz.
–Não posso ficar perto de você, quando estou perto de você nada da certo.
–Então tente ficar longe de mim, baby-disse ele.
–Você e um idiota.
Falei isso e sai correndo, agora espero que eu saiba voltar para casa.
Na caminhada para eu reparei em algumas coisas, ele falou certo na minha língua, ele me chamou de baby num tom meio de “play boy”, e a ultima coisa que me deixou feliz a voz dele não parece com a que fala comigo.
–Tenha cuidado com ele, nem tudo e o que parece-disse a voz
–Até você voz.
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