Mewstic Outlands
1 Descendência Real
MEWSTIC OUTLANDS
Capítulo Um – Descendência Real
Em alguma época, em algum lugar perdido no tempo espaço existe um mundo místico habitado por criaturas de aparência felina dotadas de poderes incomuns, conhecidas como mews. Dizem que tal fora criado por uma criatura imensamente poderosa chamado Mewceus. E ele enviou o Grande Mew a esse mundo pra ser o seu elo divino com eles.
Seu mundo se dividia em duas dimensões. A dimensão da superfície, um lugar magnífico e belo onde com o passar de gerações os vários tipos de mews construíram seu lar. E a dimensão do espelho, criada pelo rival de Mewceus, um monstro violento conhecido como Mewratina. Este lugar era exatamente o reverso da superfície, era confuso, distorcido e carregado de uma atmosfera sombria de maldade habitado pelos chamados mews reversos. Os seres dessas duas dimensões eram inimigos mortais durante milênios. Os limites de suas dimensões se definiam pelos portais que se abriam nos espelhos e qualquer superfície refletora. Tais portais abriam aleatoriamente em alguns espelhos na noite da 12 ° lua cheia.
Na superfície, Nihsies, o maior e principal reino de Mewstic era governado justa e sabiamente pelo jovem recém-coroado a grande rei Kinmyuu, que se prepara ansioso para um dia que será marcante em sua vida. As jovens e mais belas fêmeas de cada reino haviam sido escolhidas para serem levadas ao palácio de Kinmyuu para que uma delas se tornasse sua rainha. Durante três meses elas passaram por um processo de preparação e seleção à medida que Kinmyuu as conhecia. E agora era o momento final em que entre as pouquíssimas que restaram ele escolheria sua futura esposa. Mas em seu coração, ele já tinha tomado uma decisão, ele estava apaixonado por uma mew do tipo psíquico assim como ele, chamada Anmyuu. Ela era extremamente linda, mas não foi isso que atraiu Kinmyuu. Ela era bondosa, gentil, modesta e tinha bons valores. Na verdade ela só aceitou o convite de ir ao palácio para ajudar sua família. Seu pai estava muito doente e sua mãe tinha que tomar conta sozinha de seus dois irmãos e irmã mais novos. Anmyuu nunca teve a ambição de se tornar rainha.
Kinmyuu ainda se lembrava do dia em que se conheceram. Ela foi uma das últimas a se encontrar com ele porque sempre passava sua vez para as outras garotas mais desesperadas.
–Você tinha à sua disposição incontáveis joias caríssimas mas vejo que não está tão enfeitada quanto as outras, posso saber o motivo?
Kinmyuu perguntou enquanto passeava com ela no jardim do castelo.
–Estar coberta de joias não revela quem realmente sou. Apenas dão a impressão que quero chamar atenção para mim mesma.
A resposta dela o surpreendeu de modo que ele disse:
–Por isso escolheu apenas esse colar modesto?
No pescoço dela havia uma corrente de prata com uma pedra pequena de topázio lilás.
–Na verdade, alteza. Minha mãe me deu este colar quando eu era uma garotinha. -Que interessante. Isso mostra que você dá mais valor à sua família do que ostentar itens caros.
–Sim majestade. Eles que são meu verdadeiro tesouro.
Kinmyuu estava impressionado, ele nunca havia conhecido ninguém assim. Mais tarde naquela noite, o rei fez a pergunta que fazia a todas as suas pretendentes para testar seus valores.
–Você gostaria de passar a noite comigo?
Anmyuu arregalou os olhos e respondeu firme e imediatamente:
–Com todo o respeito majestade, agradeço o convite mas não.
Ele continuou a testando:
–Você está dizendo não para o seu rei?
–Bem, se me ordenasse, eu receio que não teria escolha. Mas o senhor me perguntou se eu gostaria, e eu sinto muito alteza, mas a resposta ainda é não.
–Sabe que eu posso fazer de você uma rainha, não sabe? E mesmo assim está me rejeitando?
Anmyuu não fazia idéia que era um teste, e mesmo sob a aparente pressão de Kinmyuu ela continou firme.
–Me perdoe nobre rei. Não tenho a intenção de ofendê-lo ou desafiar sua autoridade. Eu não rejeitei o senhor, apenas rejeito a ideia de passar uma noite com alguém que não amo verdadeiramente e ele a mim.
Kinmyuu estava sem palavras, ele se levantou e sorriu.
–Eu sinto exatamente a mesma coisa. Sabe, você foi a primeira a me dar essa resposta. Eu dispensei aquelas que aceitaram meu convite ou que cederam logo que as pressionei. Mas você se manteve firme porém não mostrou nenhum tipo de insubordinação. Estou realmente impressionado. Pode ir, nobre donzela. Foi um prazer passar o dia em sua agradável companhia, espero lhe reencontrar em breve. Tenha uma excelente noite.
–A honra foi toda minha. Obrigada majestade.
E desde desse dia, o interesse de Kinmyuu por ela crescia cada vez mais até que ele pediu para um dos seus servos observá-la bem de perto e relatar tudo a ele. Ela definitivamente não era como as outras, Anmyuu era única e incomparável. Então chegou o grande dia, ele já tinha a escolhido, agora restava saber se ela o aceitaria. O rei foi pessoalmente com as 4 garotas que haviam sobrado, enquanto foi dito a Anmyuu que esperasse em outra sala.
–Eu agradeço a cada uma de vocês por se disporem a vir aqui. Entretanto já tomei minha decisão. Eu espero que nenhuma de vocês se magoe. São donzelas excepcionais e eu tenho certeza que serão ótimas esposas para algum nobre cavaleiro de sorte que as espera. Obrigado novamente.
Após isso, Anmyuu foi chamada até o rei e ele pediu ao guarda que os deixassem a sós.
–É um imenso prazer revê-la, Anmyuu, por favor sente-se. Eu tenho uma pergunta importante a lhe fazer e quero que me responda com sinceridade. Se o seu coração me achar digno de você peço que aceite minha proposta.
Ele se levantou do trono e caminhou até ela.
–Anmyuu, havia muitas donzelas aqui dignas de se tornarem rainhas, mas você superou a todas elas. Com suas nobres qualidades que a tornam deslumbrante tanto por fora como por dentro você conquistou algo que nenhuma delas conseguiu – meu coração. Você é como a lua, o sol, as estrelas, o universo; meu universo.
Então ele se ajoelhou e pegou um anel de ouro incrustado de rubis com um grande diamante; estava na sua família há gerações.
–Anmyuu, hoje eu te ofereço meu reino, meu coração e minha alma e prometo te amar cada dia mais por toda a eternidade. Gostaria de se casar comigo?
Anmyuu estava sem falas, ela mal conseguia acreditar que o rei de todos os reis estava ajoelhado perante ela declarando seu amor. Sua resposta foi obviamente um sim, no entanto, ele disse:
–Sim nobre rei, mas lhe peço algo: Este anel cravejado acho que atrai muita atenção se for para nos casarmos sugiro um anel mais simples! Fora isso eu aceito!
E no reino houve uma grande festa para celebrar o casamento deles. Alguns anos se passaram. Eles eram muito felizes mas ainda lhes faltava algo. Kinmyuu e Anmyuu queriam muito um filho. Mas por mais que tentassem, a desejada criança não vinha.
–Não se preocupe, minha querida, eu te amo do mesmo jeito e serei feliz ao seu lado mesmo que não tenhamos um filho.
Kinmyuu a consolou.
Até que um dia, Anmyuu começou a sentir enjoos constantes e desejos incomuns; seu sonho finalmente tinha se realizado. A notícia de que a rainha esperava um bebê se espalhou por toda Nihsies e juntos rei e rainha esperaram alegremente pelo grande dia. Cerca de 9 semanas depois, Anmyuu deu à luz a um lindo menininho e o chamaram de Akenmyuu.
Mas infelizmente sua alegria não durou muito. Ao nascer seu bebê respirava com dificuldade, não se alimentava e mal se mexia; havia alguma coisa muito errada com ele. Extremamente preocupados, seus pais o levaram a Sciencefield City onde haviam os melhores mews médicos de todos os reinos. Seu bebê foi submetido a uma série de exames, o que fazia o coração de Anmyuu se partir em mil pedaços e Kinmyuu sofria em dobro por sua esposa e filho ao vê-la daquele jeito.
Foi constatado que o bebê príncipe tinha uma rara doença incurável que além de o deixar sem poderes, o impedia de respirar e fazer seu sangue circular. Sua morte era inevitável, ele tinha no máximo uma semana de vida. Após receber essa terrível notícia, o rei pediu para ficar sozinho. Ele se sentou no chão e chorou durante horas.
–Como vou dizer isso à Anmyuy?! Ela não vai suportar! Não posso fazer isso com ela! Podemos nunca mais ter outro filho! Vou acabar perdendo — a também!
Se recusando a aceitar isso, Kinmyuu convocou todos os melhores mews cientistas, médicos e até os místicos, que incluíam os tipos mágicos e fadas. -Não posso perder meu filho desse jeito! Eu aceito qualquer solução! Farei qualquer coisa para quem conseguir salvá-lo! Por favor, eu imploro a vocês sua ajuda.
Comovidos pelo apelo desesperado do rei, todos se juntaram para encontrar um modo de salvar o príncipe. Após 3 dias, encontraram uma solução, era arriscado mas era o único jeito de não perdê-lo para sempre.
–Majestade, podemos extrair o DNA de seu filho e criar um clone dele. Podemos acompanhar o desenvolvimento dele e fazer as mudanças genéticas necessárias para impedir que ele tenha a mesma doença novamente.
–Mas uma cópia do meu filho não será o mesmo que ele!
Foi então que um dos mews mágicos se propôs a falar:
–Será sim, alteza. Basta transferirmos a aura dele para o clone. Será seu mesmo filho com um corpo novo.
Kinmyuu se viu num dilema, ele não estava certo quanto à se isso seria correto. Ele precisava pensar mas não tinha muito tempo, o procedimento deveria ser feito antes de seu filhinho morrer de uma vez. Ele passou a noite acordado pensando no que faria. Visto que a decisão não cabia só a ele, o rei decidiu tomar coragem e explicar toda a situação à sua esposa.
Kinmyuu chegou até a porta do quarto, segurando na maçaneta ele respirou fundo e tentou parecer o mais calmo possível. Alguma hora ele teria que dizer a verdade a Anmyuu, e era agora. Ao abrir a porta, ele se deparou com Anmyuu tentando sem sucesso; dar mamadeira ao príncipe.
–Vamos filhinho por favor, você tem comer, tem que ficar saudável para voltar pra casa com a mamãe e o papai! Você tem que ficar bom, porque te amamos muito, nós vamos cuidar de você, brincar com você e… e… você tem que…
Anmyuu se pôs a chorar inconsolável abraçada ao seu bebê que não reagia a nada. Com seu coração destruído Kinmyuu entrou, se sentou ao lado dela e a abraçou enquanto lágrimas caiam em silêncio de seus olhos. Um tempo depois ele decidiu falar.
–Anmy, meu amor nós...temos que conversar. Te dizer isso não vai ser fácil mas eu não posso esconder nada de você… O nosso fi…
Mas Anmyuu o interrompe antes que ele termine a frase.
–Kinmyuu não! Eu nunca te pedi nada mas se for dizer o que estou pensando por favor não diga. Eu não vou suportar ouvir isso!
–Bem eu… eu…
Kinmyuu sabia o que dizer, mas não sabia como então ficou apenas olhando para ela, o que foi o bastante para Anmyuu entender o recado. Se recusando a aceitar ela o abraçou em desespero.
–Não Kin! Isso não! Nós não podemos deixar, tem que ter um jeito de salvar o nosso filho! Diga que tem, Kinmyuu por favor! Ou então vou morrer junto com ele, não vou aguentar!
Kinmyuu só via uma solução à frente, e ele estava sofrendo tanto quanto sua rainha.
–Só há um jeito de salvar nosso filho… Eu não sei se deveríamos mas…–Faça! Seja lá o que for, faça Kin! Somos os pais, temos que fazer qualquer coisa pelo nosso filhinho! Kinmyuu respirou fundo e olhou fixo nos olhos dela.
–Tem razão.
Ele se levantou, foi até o berço e pegou o filhote.
–Kinmyuu? Aonde vai com ele? O que vai fazer?!
–Vou salvar a vida do nosso filho.
–Espere, Kin!
Ele parou na porta e se virou pra ela.
–Eu irei vê-lo outra vez?
–Querida, eu prometo que não só vai vê-lo, como logo o terá novamente em seus braços feliz e saudável voltando para casa conosco.
–Você promete?
–Te dou minha palavra, meu amor. Confie em mim.
Kinmyuu saiu com seu recém-nascido nos braços e o levou até o laboratório dos science mews.
–Aqui está, meu bem mais precioso. Vocês tem minha permissão para fazer o que for necessário, só me prometam que verei meu filho novamente.
–Nós faremos, majestade. Fizemos todos os testes, calculamos todas probabilidades e as variáveis foram estudadas meticulosamente. Não tem como dar errado, em cerca de três dias seu filho estará novamente com vocês. Com uma dor no coração, o grande rei entregou seu amado filhote aos mews cientistas e deixou o prédio. Foram três dias de uma espera angustiante. Chegando a data marcada, o casal real foi até o laboratório buscar seu precioso filho.
–Querido, você acha que deu certo? Perguntou a rainha aflita.
–Não se preocupe, meu amor. Eu tenho fé que sim.
Logo o mew cientista-chefe entrou na sala fazendo um sinal de reverência ao casal.
–Sejam bem-vindos, altezas. É um grande prazer revê-los. Meu rei, me permite um segundo a sós com o senhor?
Anmyuu observou ansiosa eles se afastarem para outra sala.
–O que houve, doutor? Por favor não me diga que algo deu errado.
–Não meu senhor. O procedimento foi um sucesso total, tanto nosso quanto dos mews místicos. Entretanto…
–Entretanto o quê?! Diga-me.
Kinmyuu estava angustiado.
–O senhor nos autorizou a fazer qualquer mudança biológica necessária para garantir que ele fosse forte e não tivesse aquela doença novamente. Nós conseguimos mas para isso receio que seu filho tenha ficado um pouquinho diferente.
–Diferente como?
–Tragam o príncipe!
Ordenou o doutor. Uma mew assistente vestindo um jaleco branco o trouxe enrolado num cobertor dourado. Kinmyuu o tomou em seus braços cuidadosamente e olhou pra ele. O príncipe agora possuía uma espécie de tubo atrás do pescoço que ligava sua cabeça a sua coluna vertebral, sua cauda estava mais grossa e roxo escuro assim como sua barriga, enquanto o resto de seu corpo era lilás claro e nas patas traseiras ele tinha dois dedos ao invés de três como os outros mews. Tirando isso ele era exatamente igual a antes, os mesmos olhos, a mesma cor.
–O que é isso atrás da nuca dele?
–Bem majestade, digamos que é uma segunda medula. O corpo de seu filho antes não produzia sangue nem oxigênio o suficiente para mantê-lo vivo por isso ele não tinha poderes. Mas agora com isso, é como se ele tivesse uma reserva extra. Além de aumentar sua saúde em 200% aumentou seus poderes também. E quanto as outras mudanças, elas ocorreram durante o desenvolvimento dele, não pudemos evitar. Deve haver uma explicação para…
–Não, está ótimo! A aparência dele não importa, ele é… perfeito do jeito que está.
Kinmyuu olhava para seu filhinho dormindo em seus braços com lágrimas nos olhos mal conseguindo acreditar.
–Vocês conseguiram, trouxeram meu filho de volta! Nunca terei como agradecer o suficiente!
Nesse exato momento, Mewsciens, o rei dos scientific type entrou na sala. -Não precisa agradecer, Lorde Kinmyuu. Eu faria a mesma coisa se precisasse salvar minha filha que está para nascer. Mas a partir de agora temos um acordo, certo?
–Certamente. Nossos reinos estarão unidos, Lorde Mewsciens. Assim eles apertaram as mãos.
–Agora vá, creio que sua esposa deve estar ansiosa para reencontrar a criança.
Kinmyuu saiu da sala às pressas e reencontrou Anmyuu que não aguentava mais esperar.
–Anmyuu! Querida veja! Aqui está ele são e salvo! Nosso filho está bem! Anmyuu o pegou no colo não se contendo de felicidade.
–Filho, olha pra mamãe…
O bebê abriu lentamente seus olhos, olhando para seus pais. Suas íris roxas eram grandes, brilhantes e cheias de vida. Seus pais se emocionaram ao ouvir os primeiros miados de seu recém-nascido saudável e feliz.

–Sim! Ele está bem! Você o salvou meu amor! Muito obrigada!
Kinmyuu abraçou sua família e disse:
–Eu que agradeço. Sem você eu não teria esse filho lindo. Vamos minha rainha, vamos voltar para casa.
Assim que retornaram a Nihsies, Kinmyuu declarou aquele dia como feriado para que todos de seu reino celebrassem com ele a recuperação do príncipe. Sendo assim ocorreu uma grande festa e eles aproveitaram para realizar o batizado do príncipe que ainda não havia sido feito. Como de costume, Kinmyuu convidou Saizamews, mew normal type que era um dos cinco sábios que viviam no templo do Grande Mew para que abençoasse a criança. -Eu irei, nobre rei mas com uma condição. Você deve nomear seu filho de Myuutsu.
Kinmyuu não queria contrariar um sábio profeta mas achou aquilo estranho. — Mas “Tsu” significa número 2, porque devo chamá-lo assim, meu senhor? -Você sabe porque. Trocou seu filho natural por um que conseguiu através da ciência, tecnologia e o sobrenatural, você o clonou.
Kinmyuu arregalou os olhos e pareceu assustado.
–Não! Fiz isso para salvar a vida dele, eu não o troquei ele é o mesmo!
–Talvez sim, talvez não. Ouça, sua criança terá a bênção do Grande Mew, mas para isso deve chamá-lo assim. Além disso, uma noite após seu 17° aniversário você deve dizer-lhe a verdade sobre sua origem senão o caos ganhará forças.
–O caos?
–Sim. Seu príncipe trará a esperança quando tudo parecer o fim. Em suas mãos estarão o poder da Ordem e do Caos, Myuutsu será aquele quem irá equilibrá-los.
Foi dada a profecia, mas os únicos a saberem dela eram seus pais. O batizado do príncipe aconteceu e todos comemoraram. A emoção era tão grande para seus pais que nada parecia importar; a clonagem, nem a profecia ou menos o misterioso acordo que Kinmyuu fez com rei Mewsciens.
Sua alegria aumentou quando Myuutsu tinha 8 anos, pois sua mãe teve outro bebê; uma menina dessa vez. Uma pequena mew linda e cor-de-rosa que herdou os belos olhos de safira de Anmyuu e nasceu totalmente saudável. Myuutsu esperou ansiosamente a chegada de sua nova irmãzinha de modo que seus pais permitiram que ele escolhesse o nome dela. Assim a princesa foi chamada de Myuu Tsuki.
O rei e a rainha reinavam felizes com seus dois filhos perfeitos, Myuutsu e a irmã eram muito unidos e ele nunca teve ciúmes dela. O tempo passou e parece que num piscar de olhos o ano do 17° aniversário de Myuutsu havia chegado; e muitas coisas estavam para ocorrer.
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