Meus Problemas
3 Na estrada
Notas iniciais
Ela ama o Sasuke, por isso coloquei ele e também ela ficava me enchendo o saco pra colocar ela no capítulo.
A Gabi me ajudou e a Jubs só ficou olhando a nossa "discussão".
Foi uma longa viagem, aliás, era 5 horas né? A viagem também foi cansativa e entediante, da hora que fomos e do tempo que durou, ainda nós não tínhamos chegado à nosso novo lar. A viagem foi meio que... chata. Claro, a minha irmã estava lá para reclamar, me perturbar e me irritar. E duro, que ela sentou no banco de trás comigo, sim, toda hora que sento no banco da frente, ela sempre quer estar lá, então, me acostumei a sentar no banco de trás, mas, não gosto muito. Porém, com ela, é muito pior. Ela ficou ouvindo música e reclamando de mim o tempo inteiro.
-Mãe, trouxe alguma comida? – falei, com fome ~avá~.
-Não, você não falou nada de trazer comida – minha mãe falou, no banco da frente, ao lado do meu pai que estava no volante.
-Argh, que fome – falei para mim mesma, me mexendo.
Minha irmã estava me olhando e ficando irritada, foi nessa hora que começou a guerra.
-Dá pra parar? – ela falou, com uma voz de raiva.
-Desculpa se eu não faço nada te irrita – provoquei.
-É claro que está fazendo algo, não sabe mais o que faz? – ela falou – Esta balançando e sussurrando pra si mesma que está com fome.
-Não preste atenção – falei.
-Como? – ela perguntou.
-Chega – minha mãe falou, interrompendo e finalizando a briga – Melanie, eu achei um pedaço de torta, na próxima vez, seja mais responsável e pare de balançar – ela prosseguiu – E você, Isabela, pare de ser chata.
Comi aquele minúsculo pedaço de torta (Quando se está com fome, tudo é minúsculo, já percebeu?) e aguentei minha irmã me xingando baixinho. Já tinha se passado 20 minutos e eu não aguentava mais.
- Mãe, por favor... Deixa a gente parar em algum lugar pra comer! — implorei.
- É estranho isso... Mas eu concordo com a Melanie, com fome a gente não vai a lugar nenhum! — concordou Isabela, com os braços cruzados e emburrada.
-HAHAHA, TOMA! — falei, fazendo uma dancinha bizarra no carro e a minha irmã me mostrou a língua.
-Bom, se tivesse... — quando a minha mãe falou, apareceu uma lanchonete — NA PRÓXIMA VEZ, VOCÊS PENSAM MELHOR!
-Eu paro aqui, então? — meu pai falou.
Minha mãe, eu e Isabela assentimos. Não haveria lugar melhor para comer. Não havia outra lanchonete na estrada, então decidimos parar ali. A lanchonete se chamava "Mistura da vovó" e tinha cara de velha, se bem que a dona era uma velha mesmo.
Entramos e vi uma garota com um cara com um olho estranho e o cabelo arrepiado bagunçado se beijando, reconheci e era minha amiga, Jubs. Dei oi para ela e ela me viu.
-MELANIE, MELANIE! QUE SAUDADES, O QUE FAZ AQUI? — Jubs gritou.
Reconheci o “namorado” dela, era o Sasuke.
-Oi Sasuke, oi Jubs – falei – Bem, eu vou mudar de cidade, não sabia?
-Para qual? – Jubs perguntou.
-Ainda não sei o nome, mas sei que é umas 3 horas daqui até lá – sorri.
-Quer se sentar com a gente? – Sasuke perguntou.
-...Eu posso? – perguntei e sorri.
-É claro, sua cachorra! – Jubs falou. (N/A: indireta)
-Bom, vou avisar para minha família – falei e fui em direção para a mesa que a minha família estava.
-Mãe, pai, posso sentar com a Jubs? – perguntei.
-Não – disse meu pai lendo o jornal que estava lá.
-MAS... PORQUE? – perguntei – EU QUASE NUNCA VEJO ELA!
-Tá bom – meu pai falou e eu sorri e fui até na Jubs e no Sasuke.
- Larguei a Mariana lá na cidade... Espero que não esteja comendo, aquela gorda. — comentei.
- E você, o que faz aqui, Jubs? — perguntei.
-Estou planejando viajar com o Sasuke — Jubs respondeu.
-Acho melhor vocês tomarem cuidado – falei e ri.
Comemos e rimos, comentamos sobre algumas coisas de nossa vida, estava tão bom que até esqueci um pouco da tristeza que eu estava. Foi nesse momento, que a vaca da minha irmã me chamou
-Vamos – falou a minha irmã, para mim, com fone de ouvido roxo.
-Ela é a sua irmã? – perguntou Jubs.
-Infelizmente – falei, saindo do meu lugar.
Entrei novamente no carro, ignorei minha irmã que cantava quase gritando e fui olhando a paisagem, esperando o tempo passar.
Estava anoitecendo, e todo mundo estava dormindo, pelo menos, eu estava. Em uma hora, eu acordei e vi meu pai dormindo no volante.
-Pai, acorda! – falei para o meu pai.
-N-n-não, to cansado – falou o meu pai, caído no volante.
-PAI, VOCÊ TÁ DIRIGINDO! – gritei para o meu pai.
-PAREM DE GRITAR! – minha mãe falou, quando caímos para o lado da floresta e era meio que uma escada, e a floresta era o andar de baixo.
-Ótimo, vamos ter que ficar aqui – minha mãe falou.
-P-p-por que vamos ter que ficar aqui? – perguntei.
-Ué, seu pai está cansado, você acha que ele vai dirigir dessa forma? – minha mãe perguntou.
-Não... não, mas... vamos ter que dormir aqui? – perguntei.
-Queria o que? – minha mãe perguntou.
-Bem, estar pelo menos na nossa cidade – falei.
-Olha Melanie, hoje vamos ter que ficar aqui e amanhã vamos voltar para a estrada, ok? Ok. – disse a minha mãe.
-Acho melhor não nos separarmos muito, vamos achar pelos os lados não tão longe daqui alguma coisa que possamos dormir – meu pai falou.
Fui para um canto e achei um tronco. Era meio pesado, mas, não era tão longe de onde paramos, então, consegui levar.
Cheguei lá, e não tinha ainda ninguém. Depois, chegou a minha mãe com um monte de folha, deve ser para ser travesseiro.
Minha irmã chegou e estava com outro tronco, copiona.
Meu pai chegou e trouxe mais folhas que a minha mãe e 7 troncos.
-Uau, pai! – falei e bati palmas.
-Obrigado – meu pai falou.
-Bom, isso podia ser um travesseiro – a minha mãe jogou todas as folhas dela – Juntando com as suas, dá certinho.
-Sim, mas dá para ser mais do que um travesseiro – meu pai falou – Mas, também precisamos de mais folhas.
-Claro – minha mãe foi até lá no lugar onde ela estava buscar mais.
-Hm... acho que os troncos são suficientes, não? – meu pai falou – Um para o pé e para a cabeça.
-Sim, ainda vai sobrar um – minha irmã falou.
-Papai no comando! – falei rindo e abraçando ele.
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