Meu melhor amigo
8 Mil anos - CP
Notas iniciais
– Jay, é... é perfeito! – Pulei encima dele e dei um beijo rápido cheio de calor e paixão. Nossas línguas dançavam juntas. A harmonia era quase tão perfeita quanto à do universo. Ele me pôs no colo. E me carregou até a barraca cercada de pisca-piscas. Estava tudo perfeito e eu estava pronta, aquela era a hora. Jay tirou a camisa e em seguida tirou a minha, beijou meu pescoço de um modo que me fez arrepiar completamente. Ele era generoso e bruto na medida certa. Arrancou meu sutiã a força tanto que o feixe quebrou, eu não disse nada apenas sorri para ele. Continuamos a nos beijar.
Eu não queria que acabasse, queria que aquilo durasse por aquele momento ou pela vida inteira. Passei a mão por dentro de sua cueca, e me surpreendi era grande, bem, gigante. E comecei a fazer movimentos vai e vem. Ele desceu meu short, desceu as calças e a cueca.
E ali estava na minha frente um presente da fada madrinha. Eu agradecia por aquele presente, agradecia muito. Do bolso da calça ele tirou uma camisinha e colocou. Eu sabia exatamente o que devia fazer naquele momento. Então abri minhas pernas e ele penetrou devagar e depois mais acelerado. Eu soltei um gemido alto. E por um momento ele parou
– Continua. – sussurrei – arh, porra! Continua! – gritei, agarrei o colchão inflável.
– JAY!!! JAY! Eu... Eu vou... Arh puta que pariu! Continua! – Ele se abaixou e começou a dar chupões no meu pescoço, mais um arrepio subiu e desceu até minha buceta. Desceu até meus peitos, ele deu lambidas e chupões a cada e a gesto um arrepio subia e descia, arranhei as costas dele.
– goza pra mim Evie! Agora! – continuamos em um vai e vem frenético. Nós mudamos de posição, agora eu estava de quatro para ele. Ele deu tapas em minha bunda eu precisava daquilo arh eu precisava dele! Mordi o lábio.
– Arh! Eu te amo Jay! – gritei! Ele continuou no mesmo vai e vem, comecei a rebolar com seu pênis dentro de mim buscando a melhor posição.
De repente ele parou e caiu ao meu lado.
– Eu também te amo princesa. – nos beijamos novamente. Dessa vez foi um beijo lento, mas muito apaixonado.
Cobrimo-nos com o lençol e ele me abraçou, ficamos ali sem dizer nada apenas aproveitando parra que não estragasse o que foi o melhor dia da minha vida. Minutos depois eu havia caído no sono.
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