Meu amor veste Dior.

16 O sentido da vida


Notas iniciais
oi genteeeeeeeeeeee, tudo bem c vcsss???? mais um cap p nossa hist, agora as coisas estão óoo, meio embaçadas mian mian, adrenalina pura neeeee hahahahaha espero que gostem, e gente AGRADEÇO A TODAS QUE ESTÃO COMENTANDO heheh sério, e dedico esse cap a todos que favoritaram a fic, ces são dezzzz, então, vamos lá, e desculpem os erros, quero postar logo, e nao esqueçam de comentar muito, e tb, assim que eu tiver um tempo, eu prometo responder todos os comentários

O que realmente te faz feliz, te faz ser melhor? O quanto é preciso fazer para alcançar a satisfação plena? Quanto é necessário para ser realmente feliz? Só dinheiro? Só amor? Só felicidade? Não. Todos são completos sempre com um pouco desses quesitos. Você não é pleno se tiver apenas a felicidade, você não é feliz sem amor, e sem amor, você não é nada. Todos precisam disso. Há pessoas que sabem viver com pouco dinheiro e ser plenamente feliz com o que tem, mas sempre trabalha para ter mais. Esses são prósperos, não tem riquezas, mas tudo o que for posto em suas mãos prosperam. Há outros que são ricos, mas não prósperos, e há outros que embora tenha tudo o que sempre quis, falta-lhe o vazio existente dentro do seu ser que é apenas preenchido por amor, amor verdadeiro, amor que não mede esforços, amor puro e pleno, que preenche a alma, e faz o pouco parecer muito, e o muito parecer pouco. Jane tinha muito, desde pequena nunca lhe faltou nada, mesmo com a separação dos pais, sua mãe foi à luta e conseguiu abrir seu restaurante italiano em NY, e agora era dona de uma rede de restaurantes por todo estado nova iorquino, e negociando outros fora do estado. Maura também viera de uma família onde nada lhe faltara. Estudou nas melhores escolas dos EUA, quando entrara no ensino médio, estudou em um dos melhores internatos femininos de Londres. Maura sempre espantou os outros por sua inteligência, tendo o QI acima da média, e era considera a aluna mais inteligente da escola, e quando entrou em primeiro lugar para medicina em Oxford, todos souberam que a fila dos Isles era a jovem mais inteligente que pudera ter para pessoas da mesma idade que ela.

Mas a vida ela tem fases, e não importa como é a sua vida financeira, não importa se você tem dinheiro para comprar aquele par de sapato que você viu na vitrine que custa trezentos dólares, a vida, e tudo o que se resume a ela, vai mais além do par de sapatos novos que você compra, a vida vai mais além das coisas materiais que podemos ter e não adiante ter e poder fazer tudo isso se você não vai ter com quem compartilhar como chegar em casa e falar “amor, comprei um par de sapatos lindos para mim, e eu vi esse relógio incrível e comprei pra você” a vida ela tem trocas, e trocas, a gente se refere à trocas em um relacionamento, não dizendo trocas de presente, mas trocas de informações, comentar do porque comprou aquele sapato, ou do porque comprou aquele relógio, e essa troca é feita quando temos uma amizade forte, ou até mesmo um amor. O amor é capaz de unir pessoas dos quais nem imaginamos. O amor é a essência da alma. E engraçado é que da mesma maneira que alguém pode amar muito, alguém pode odiar muito, e esses dois sentimentos trazem sensações diferentes. O vazio só pode ser preenchido a partir do momento em que você tem algo para preencher, melhor dizendo, alguém. O ódio faz crescer o vazio no coração e alma se aquieta, o espírito fica perturbado. E só o amor é capaz de inverter essa situação. Amor. Mas Josh Russel não queria saber de amor, porque o que ele teve havia sido tirado de si. Sua noiva, ou melhor, ex-noiva havia cancelado tudo, havia terminado tudo com o rapaz, porque a mulher havia conhecido uma outra pessoa, e estava irrevogavelmente amando esta pessoa. “Não podemos mais, Josh. Sinto muito. Nosso relacionamento não é mais o mesmo. Você é um jogador famoso, não estamos mais tendo tempo para nós, porque estamos mais focados no nosso trabalho do que em nós mesmos. E é melhor terminarmos agora, para não ficarmos resignados ao fracasso no futuro” Como Rachel Campbell podia dizer isso a ele? Eles eram felizes, eles estavam felizes. De quem era a culpa? Josh a culpava por passar mais tempo nas passarelas e nas entrevidas, e nas caridades do que com o noivo. Há quanto tempo não transavam? “Eu sou homem” — pensava “Tenho necessidades, não posso ficar esperando a boa vontade de Rachel para podermos termos fazer sexo” — Rachel era uma mulher de vinte e oito anos, linda. Sua carreira de modelo estava no auge, e ela era modelo da Império da Moda. Sempre que Rachel estava em NY, Josh vigiava todos os seus passos. A principio relutou contra a separação, mas cedeu. Se ele não podia ter Rachel, ninguém mais podia. Ainda mais depois dos boatos que estavam rondando pela mídia, que Rachel Campbell havia terminado o noivado porque estava saindo com Taylor Ortiz, a atriz de uma série famosa.

Josh era conhecido de Adam Curts, ex namorado de Maura. Outro que também fora deixado pela então namorada para ficar com outra mulher “ser trocado por uma mulher” Josh então resolveu agir. Qual é o homem que gosta de ser trocado por outra mulher? Adam estava na mesma situação que Josh. Adam, ao ler uma entrevista que Maura dera, irou-se quando a loira disse em plena rede nacional que Jane a fazia muito feliz, e que estava plena e realizada, e que a morena era tudo o que sempre quis em alguém. Quando a entrevistadora perguntou sobre Adam, ela apenas foi relapsa “Adam foi um bom namorado...” Foram quase quatro anos de namoro – pensava – se Maura pensa que está tudo simples assim, não está. Se eu não a tenho, nenhuma outra pessoa poderá ter, muito menos essa Jane Rizzoli – pensou.

A vida dessas quatro mulheres estavam totalmente interligadas, porque Rachel trabalhava junto de Jane, que era namorada de Maura, ex de Adam, que conhecia Josh que era ex de Rachel que estava tendo um romance com Taylor. Cada uma vivendo suas vidas, sendo felizes, e sem se preocupar com o mundo a sua volta. Mas a ira desperta emoções tão densas que pode ser palpável. Esses homens que teve o seu ego ferido, sua altivez de “macho alfa” que fora trocados... Qual pessoa que gosta de ser trocado por outra pessoa do sexo oposto ao seu? Josh arquitetava todo mal que iria fazer, seu coração estava tomado de ódio, e sua mente arquitetava tudo o que iria fazer, e foi quando resolveu se encontrar com Adam.

Adam estava a princípio relutante, mas lembrou-se do que Maura dissera sobre ele “um bom namorado” bom era meio termo entre o ruim e o péssimo, entre o ótimo e excelente. Ele fora um excelente namorado para Maura, embora Maura tive muito mais bilhões do que ele, ele soubera agradar a loira, ou ela era educada em receber seus presentes? Várias perguntas atropelaram-lhe à mente em questão de segundos. Estava há meia hora em um café com Josh, e nesse tempo sua mente ia para Maura e para tudo o que eles fizeram, a loira sempre fora carinhosa com ele, embora estivesse distante nos últimos dias, mas...

– Sim.

– Cansou de pensar? — zombou Josh.

– Olha só, cara, estamos na mesma situação, então não venha de graça pra cima de mim.

– Certo, certo. Desculpe-me. O plano é o seguinte....

***

Era mais um dia de residência no hospital Mount Sinai, Maura e os mais vinte residentes estavam visitando os pacientes que estavam na UTI. Ela estava praticamente amando o novo rumo que deu em sua vida. Nada podia ser melhor. Amava e era amada, era feliz por fazer outra pessoa feliz, e sabia da reciprocidade que havia nesse relacionamento. Jane era tão intensa quanto Maura. Todos os residentes ainda estavam um tanto quanto hesitantes com a presença de Maura. Uma das garotas, Emily, tivera a coragem para perguntas do porquê Maura largara a carreida de modelo

– Não é o que eu amo. Eu sempre gostei de moda, mas, a vida aqui é muito melhor. Nunca me vi sendo modelo para sempre, e eu gosto de exercitar a minha mente com coisas que vai trazer benefício a outras pessoas. Eu estava ficando sufocada ali – Havia sido sua resposta educada para a menina. Maura nunca fora de fazer amigos, mas ali, com aquele grupo, ela se sentiu acolhida, mesmo sendo já conhecida por todos, eles iriam conhecê-la de uma forma diferente, eles iam conhecer Maura Isles, sem holofotes, sem ser o centro das atenções, ela seria ela quando estava fora da passarela, ela seria Maura Isles.

Conforme os dias iam se passando, Maura ia gostando mais ainda de sua rotina no hospital. Ela não precisava fazer plantões, mas queria tanto aprender, que concordou com Jane que faria plantões de terça para quarta apenas, e caso pedissem para ela, a morena sabia que até Maura chegar a um nível alto dentro da medicina, ela iria ter que passar por isso, mas como a morena também estava em constantes viagens, elas trocavam mensagem sempre que podia, Maura preferira trabalhar o período diurno, doze horas por dia, todos os dias, ela era nova e estava sempre eufórica para aprender mais. Foi quando em um de seus plantões na emergência, ela estava checando algumas coisas, quando ouviu as sirenes da viatura chegando com pressa, e logo mais carros foram chegando. Havia acontecido um grave acidente; não houve tempo para perguntas sobre o que ocorrera, todos os paramédicos e enfermeiros estavam tendo que lidar com a situação, quartos foram providenciados, salas de cirurgia também. E naquele mesmo dia, todos os alunos tiveram aula pratica de cirurgia por traumas, ficaram horas para abrir um corpo, e receber todas as informações: como estancar uma hemorragia interna e resolver o problema à uma simples retirada de algum objeto. Mas agora ali era diferente, eles já assistiram a muitas cirurgia naquele tempo, e quando realmente fizeram uma, era em um corpo já morto, não iria dar nenhum problema caso errassem, pois aquele corpo já não tinha vida nenhuma.

– Doutora Isles, precisamos de uma ajuda aqui, por favor. — disse um dos enfermeiros.

Ela correu para ajudar, e viu que o homem havia sido perfurado por algo, só de olhar ela percebera que o sangue estava preso, a barriga do rapaz estava roxa. Maura pediu que levassem ele para a sala dez, e ela foi correndo, para a sala, preparou tudo, ela não sabia o que fazer, na verdade sabia, mas a adrenalina era tanta que ela não sabia por onde começar. Várias pessoas estavam chegando e mais uma vítima do acidente estava em sua responsabilidade. Essa estava mais grave que o rapaz.

– Emily, venha aqui. Preciso que fique com a mulher do quarto ao lado, e vai me falando tudo o que está acontecendo com ela, preciso saber o que ela tem, para podermos medicá-la.

– Maura... Eu não sei, eu não to preparada.

– Emily, eu preciso de você, ok? Estamos juntas nessa, então, haja com calma. Vamos tentar ao máximo salvar todos que vierem às nossas mãos, ok? Eu confio em você, eu acredito em você.

– Doutora Isles, o rapaz está sufocando.

Maura sabia o que ele tinha, ela já tinha lido a respeito sobre o que o rapaz tinha, ela o examinou e viu que havia uma bala alojada ali, e porque diabos havia uma bala alojada na costela daquele homem?

***