Meu amor veste Dior.

11 Be happy, don't worry.


Notas iniciais
Olha eu aqui, novamente, sem delongas para postar um novo capitulo, Vou confessar a vocês que eu to amando escrever esa fic, gente... Tá sendo muito bacana, porque é totalmente diferente, por enquanto, esses capitulos são apenas para podermos ver o crescimento das duas, crescendo juntas, conhecendo uma a outra, e com isso, o sentimento de ambas crescendo juntos. Claro que toda fic sapatonica terá suas crises, mas no início, tudo são flores. Quero falar aqui também que haverá umas ações bem envolventes para vocês, caso de polícia e ladrão, porque não pode faltar. ne? Gente, eu preciso dizer também que amo os comentários que eu recebo das minhas leitoras fieis, e amaria mais ainda receber comentário de todos os leitores bububu. Não quero obrigar vocês, mas vocês são meus feedback, então, chega de falar e aqui vai mais um capitulo meloso para vocês... Autora amando dá nisso né gente hahaha Boa leitura a todos. enjoy

Maura... Ela... Maura era incrível, posso dizer assim. A camera do beijo só colaborou para eu matar minha vontade de beijar aquela boca de lábios finos, macios... Como diz o ditado popular cavalo branco só passa uma vez. Não sei o que deu em mim, percebi que todos estavam na expectativa de um beijo, então, eu apenas realizer o desejo de alguns, com o meu próprio. Uni o útil ao agradável.

Quando estávamos jantando em um dos restaurantes da minha mãe, eu recebi aquele bilhete, que vocẽs já estão sabendo como foi, mas aquele engomadinho dando em cima da Maura na minha frente... Gente, desnecessário. Totalmente desnecessário. “Sou fotógrado da Times” Times é o caralho. Eu não sabia como Maura e eu iríamos ficar dali em diante, porque eu sabia que era tudo recíproco, até o ciúmes, e eu percebi por hoje que se eu não amarrasse meu burro na oportunidade de ser feliz que a vida estava me concedendo, eu ia perder o meu cavalo branco para outros jégues.

O que eu ia fazer eu não sei, mas eu sei que eu ia precisar de um tempinho para poder colocar algo em prática sem que Maura percebesse.

Sobre as fotos que eu fiz? Vocês nem sabe o que rolou né? Gente, altos contratos para eu desfilar. Claro que a única que sabe disso é Maura, mas eu estava gostando tanto da minha vida em uma sala de escritório, escrevendo, dando minha opinião sobre moda.

– Jane?

– Hmm?

– Por que você não aceita abrir o desfile da Calvin Klein? Fora que eles estão querendo que você seja a garota propaganda dessa temporada.

– Eu não sei, Maur. — estávamos indo para a casa dela, amanhã ela iria para Milão – Eu não fiz faculdade para ser modelo, você sabe.

– Eu também não.

– Mas você já cresceu nesse meio, Maur. Eu nasci no meio da culinária e fui totalmete ao oposto: ser jornalista. E eu gosto do que eu faço na Império da Moda.

– E por que você não expande os seus conhecimentos? Você desfilando, poderá ter mais noção do que é ser moda, do que é ficar na moda. Seus textos são ótimos, as críticas são boas, e os leitores gostam, se você desfilar, seus textos, suas opiniões melhorarão. Terá mais progresso na sua carreira.

– Hm. Vou pensar, ok? Amanhã você vai para o aeroporto que horas?

– O voo sairá ao meio dia, acho que às dez.

– Vou te levar então.

– Dorme comigo hoje?

– Tem certeza?

– Absoluta.

Eu acho que estava me apaixonando por Maura um pouco a cada hora. Ela era simples, singela. Seu sorriso me encantava, seu jeito, o modo como fica nervosa a deixa extremamente sexy, e eu estava tendo a certeza disso. O mundo todo já sabia do beijo que havíamos dado, provavelmente as especulações viraram certeza. Estávamos juntas? Não oficialmente. Guardei o carro e adentramos na casa de Maura. Primeira coisa que fiz foi agarrá-la, sim, não fazia uma hora que havíamos nos beijado no carro e eu já estava com saudades do beijo daquela mulher. Agarrei-a e senti seus braços passando ao redor do meu pescoço. Nossos lábios se roçando, se querendo, e nós duas em uma tentativa de não ceder ao beijo que amabas estávam querendo.

– Obrigada.

– Pelo que, Maur?

– Por ter entrado na minha vida, por ter feito a diferença em tudo, por ser quem você é, por hoje, por nossa noite, por ter você aqui comigo.

– Sempre estarei com você, isso é uma promessa vitalicia. Nunca irei te deixar.

– Nunca irei te deixar, Jane.

Nossos lábios se tocaram, com calma, com sutileza, nossas bocas entreabriram-se, nossas línguas se tocaram. Segurei firmemente na cintura de Maura, ela estreitou os braços ao redor do meu pescoço, e nos beijamos com calma, sem pressa. O mundo podia estar se acabando lá for a que eu não iria notar, perceber ou me importar. Eu tinha em meus braços a minha felicidade.

Nossas mãos criaram vida, e a cada toque de Maura em meus braços, suas unha arranhando minha nuca, eu me arrepiava sete vezes mais, se é que era possível. Entre empurros e pequenos tropeços, caimos no sofá, nos separamos rindo, ela era linda (eu sou linda) maura, sai daqui. Voltando a narrativa, Maura tinha minha idade, mas era mais adulta que eu em certos assuntos, como em ciúmes. (gente, vou abrir um parenteses aqui e dizer que eu não sou obrigada a ver fotógrafo de merda dando em cima da MINHA mulher.), enfim, eu estava contemplando o rosto de Maura, seu sorriso, e eu sorri. Ela olhou para mim, e eu me apaixonei de novo por ela,

– Seu sorriso é lindo, Jay. Suas covinhas te deixam com ar de menininha.

– Menininha? Sério? — eu ri.

– Que foi?

– Com certeza, Maur, se eu te visse na rua, passando do meu lado, eu iria girar minha cabeça em 360 graus.

– Jane, isso é impossível. Somente a terra faz um giro de 360 graus. Nosso pesco... — a beijei. Depois de algum tempo, retomei a fala.

– Amor, é modo de dizer. — ela sorriu mais ainda. — que foi?

– Hoje é a segunda vez que você me chama de “amor”...

– Hm. — sorri sem graça

– Que linda. — eça segurou meu rosto e o encheu de beijos.

– Para, Maur.

– Resmungona linda, linda e linda.

Eu não aguentei, eu ri junto, segurei seu rosto, beijei seus labios, minha voz estava mais grave que o normal, eu sabia disso. Eu sabia que eu estava queimando de desejo para ter Maura em meus braços, mas não daquele jeito, em um sofá, eu queria que a nossa vez, de fato, fosse especial, e seria, nem que pra isso eu precisasse reprimir o desejo latente que subia entre minhas pernas e fazia meu ventre parecer ter milhões de abelhas.

– Estou louca por você, Maura. — e eu sabia que ela sentia o mesmo, porque o jeito que ela me olhou, devorou a minha alma.

***

No quarto de Maura, estávamos deitada, estava passando algum filme, mas não estávamos assistindo porque nossas bocas estavam colocadas, num beijo caloroso, suas mãos já estavam por dentro da minha blusa, arranhando minhas costas de cima a baixo, minha mão. Maura já estava de short, estávanos, na verdade, com outra roupa nesse momento, o que facilitou minha mão em sua perna, arranhando do mesmo jeito, se ia ficar marca? Posteeriormente sim, mas eu nãp estava nem aí, terminávamos um beijo e ja iniciávamos outros em seguida. Maura e eu estávamos deitadas de frente para a outra. Intistivamente, pousei minha mão no meio de suas pernas, e pressionei levemente contra o seu sexo, Maura suspirou em minha boca, e gemeu baixinho, como se fosse um sinal para mim, e eu continuei nesse aperto suave, sentindo meu próprio sexo pulsar.

– Jay... — ela segurou minha mão

– hmm? — minha boca já estava mordendo e beijando seu pescoço.

– Assim não, amor...

Acho que eu nem fiquei estressada ou emburrada, o jeiro que ela negou foi tão carinhoso que eu nem retruquei.

– Eu sei.. Desculpa. — Me ajeitei na cama e olhei para a tv, e já estava passando Criminal Minds. — vem cá.

Ela deitou entre minhas pernas, com as costas apoiada em meu peito, e a séerie estava no início, meu queixo estava apoiado em sua cabeça, e o cheiro do seu shampoo de frutas estava inebriando meus sentidos. Eu acho que fiquei tão concetrada na estória que mal percebi que Maura já havia dormido. Então eu desliguei a tv, a ageitei na cama, e me deitei também. Para início de um quase relacionamento, eu estava gostando daquela sensação de quere ser, e pertencer a alguém. Eu queria ser de Maura, pertencer a ela não nos dias frios, ou nos dias em que iriamos sair juntas, mas todos os dias.... E aquela certeza não estava me assustando, quando Maura se aninhou nos meus braços, e eu senti o seu calor contra o meu corpo, eu tive a certeza de que eu queria isso para sempre. O conforto de ter alguém, de passar segurança pra ela, de cuidar dela, de proteger... Eu queria isso com Maura. Estranho, mas gostoso de sentir ao mesmo tempo. Aquela mulher estava me mudando aos poucos, e eu sabia que era uma mudança de dentro para for a, uma mudança que não ia mais ter volta. Uma mudança direta para o temeroso desconhecido, com passagem direta para a felicidade. Se eu demorei a amar? Sim. Mas valeu a pena, piegas demais o que eu vou dizer, mas o amor vem do jeito que a gente menos espera. Somos opostas uma da outra, mas nós nos adaotamos tão bem com as nossas diferenças, que simplesmente, para mim somos iguais, perfeitas uma para a outra, nos completando sem nem ao menos ser um casal, de fato.

Notas finais
reviews?